São sinais e sintomas de pneumotórax hipertensivo, EXCETO:
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São sinais e sintomas de pneumotórax hipertensivo, EXCETO:
A educação em saúde para a pessoa com a doença de Parkinson e sua família tem como objetivos esclarecer e motivar o preparo de cuidadores familiares. Qual das alternativas abaixo é correta para manter o paciente mais independente e ativo?
( ) São consideradas infrações moderadas as que ofendam a integridade física, mental ou moral de qualquer pessoa, sem causar debilidade ou aquelas que venham a difamar organizações da categoria ou instituições ou ainda que causem danos patrimoniais ou financeiros. ( ) São consideradas infrações graves as que provoquem a morte, debilidade permanente de membro, sentido ou função, dano moral irremediável na pessoa. ( ) Nas penalidades de suspensão e cassação, o profissional terá sua carteira retida no ato da notificação, em todas as categorias em que for inscrito, sendo devolvida após o cumprimento da pena e, no caso da cassação, após o processo de reabilitação. ( )A cassação consiste na perda do direito ao exercício da Enfermagem por um período de até 25 anos e será divulgada nas publicações do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem e em jornais de grande circulação. A suspensão consiste na proibição do exercício profissional da Enfermagem por um período de até 90 (noventa) dias e será divulgada nas publicações oficiais do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem, jornais de grande circulação e comunicada aos órgãos empregadores.
A sequência CORRETA é:
As complicações das doenças cardiovasculares são responsáveis por muitas mortes. Os cuidados de enfermagem oferecidos a pacientes com essas doenças exigem que o enfermeiro tenha conhecimentos elementares acerca das complicações cardiovasculares mais freqüentes. Com relação a esses aspectos, julgue os itens seguintes.
No paciente com insuficiência cardíaca descompensada, o enfermeiro deve cuidar para que a cabeceira do leito esteja elevada a 30 graus, pois nessa posição o retorno venoso para o coração e para os pulmões é reduzido, favorecendo o alívio dos sintomas de congestão pulmonar.
Uma das intervenções mais freqüentes e importantes do enfermeiro é a administração de medicamentos, que deve ser precisa e segura a fim de se garantir o bem-estar do paciente. Quanto a esse tema, julgue os itens subseqüentes.
Considere a seguinte situação hipotética.
Um paciente de 45 anos de idade, internado para tratamento de complicações decorrentes do diabetes, faz uso diário das insulinas NPH e da regular, conforme prescrição médica. O enfermeiro, ao preparar a medicação, decide associar as insulinas, a fim de minimizar o desconforto do paciente.
Nesse caso, o enfermeiro deverá, primeiro, aspirar a dose correspondente à insulina NPH (do frasco de doses múltiplas) para, depois, aspirar a dose do frasco da insulina regular.
Economista defende que remédio contra a sífilis foi o pontapé inicial para as transformações vividas nos anos 1960
Era uma vez uma pílula que, ao ser ingerida, mudou de uma vez por todas nosso comportamento e sistema de valores, transformando a sociedade no século 20. Da pílula anticoncepcional nasceu a revolução sexual. Essa é a história conhecida. Mas, segundo o economista Andrew Francis, da Universidade Emory, nos Estados Unidos, o pontapé inicial da revolução sexual foi dado não pela pílula, mas pela penicilina. Descoberta em 1928 por Alexander Fleming, ela foi usada clinicamente pela primeira vez em 1941. Dois anos depois, constatou-se que a penicilina podia tratar uma das doenças mais temidas da época: a sífilis. "De 1947 a 1957, a incidência de sífilis caiu 95%, e as mortes, 75%", disse Francis a GALILEU. "Minha hipótese é que essa redução no impacto de contrair sífilis estimulou um comportamento sexual não tradicional nos anos de 1950".
Para testar a ideia, ele foi atrás dos indicadores da incidência de gonorreia (também sexualmente transmissível), do número de filhos ilegítimos e da ocorrência de gravidez na adolescência. À medida que a sífilis era controlada, esses indicadores subiam. Ou seja, quando a pílula surgiu, algumas mudanças já estavam em curso. Isso não tira, é claro, a importância do anticoncepcional nas transformações que vieram em seguida. Afinal, a penicilina não resolvia a questão da contracepção. "A mulher já estava no mercado de trabalho; exigia-se da medicina uma solução para que ela pudesse conciliar a vida profissional com a maternidade", afirma Carmita Abdo, coordenador do ProSex.
(Revista GALILEU, Editora Globo. Maio/2015 - Nº 286 - Por Amarilis Lage - Seção Dossiê Métodos contraceptivos, p. 36)
As doenças cardiovasculares constituem a principal causa de morbimortalidade na população brasileira. A hipertensão arterial afeta de 11% a 20% da população adulta, com mais de 20 anos de idade. Com relação à hipertensão arterial e às atribuições e competências do enfermeiro junto ao programa de hipertensão, conforme proposto pelo Ministério da Saúde, julgue os itens abaixo.
Atualmente, define-se hipertensão arterial quando a pressão arterial sistólica for maior ou igual a 130 mmHg ou a pressão arterial diastólica for maior ou igual a 85 mmHg, em pelo menos duas aferições, realizadas em momentos diferentes, em um indivíduo que não esteja fazendo uso de medicação anti-hipertensiva.
O recrutamento e a seleção de pessoal representam as primeiras fases do processo de administração de recursos humanos, essenciais para a orientação de todas as ações futuras em termos de desenvolvimento de pessoal. Acerca desse tema, julgue os itens seguintes.
As fontes internas de recrutamento de pessoal envolvem, por exemplo, agências de emprego, escolas, entidades de classe, arquivos de candidatos que já se apresentaram e encaminhamentos de pessoas por terceiros.
A infecção de sítio cirúrgico (ISC), anteriormente denominada infecção de ferida cirúr-gica, é um processo infeccioso que acomete tecido, órgão e cavidade abordada em um procedimento cirúrgico (Couto, 2003. p. 535). Sobre a epidemiologia e os fatores de risco para infecção de sítio cirúrgico (ISC), é CORRETO afirmar:
Nos casos em que o idoso apresentar diminuição da visão e confusão mental, é recomendada a fixação de faixa colorida nas portas de vidro e na altura que esteja dentro do campo visual do idoso.
Considerando a atualização das Normas Técnicas em 2001 pelo Ministério da Saúde, no tocante à curva peso/idade, para melhor orientação alimentar, é CORRETO afirmar que criança
UM ANO DE ELEIÇÃO
Em seu estranho ritmo, que mistura o frenesi das elites com a calma do povo, a política brasileira chega a mais um ano eleitoral. Em menos tempo do que parece, realizaremos as eleições municipais de 2016.
Os sinais estão no ar: os pré-candidatos e seus patronos movimentam-se, pesquisas de intenção de voto são divulgadas, cálculos e especulações correm soltos.
É ótimo que seja assim. Nunca é demais lembrar quão excepcional, na história política brasileira, é o período no qual vivemos: em toda nossa trajetória, é a mais longa fase de normalidade democrática.
Para um país que teve seus primeiros cem anos de vida republicana entrecortados por golpes de Estado e ditaduras, é extraordinário o fato de estarmos perto de comemorar três décadas seguidas de eleições de prefeitos nas capitais e grandes cidades. Um período curto para nações democráticas, mas longo no nosso caso.
Nada indica que a eleição deste ano será diferente. A imensa heterogeneidade dos municípios brasileiros impede a prevalência de elementos mais gerais e o quadro que emerge da disputa assemelha-se sempre a uma colcha de retalhos muito díspares.
Perde tempo quem procura antecipar o “sentido” da eleição, compreender seu “recado” ou projetar a corrida presidencial seguinte à luz dos resultados.
Podemos estar certos de apenas umas poucas coisas. A primeira: as disputas municipais não são um tipo de “eleição de meio período”, como existe nos Estados Unidos e em outros países. Os eleitores não vão às urnas para “enviar sinais”, de apoio ou reprovação dos governadores ou do presidente.
O que fazem, unicamente, é procurar identificar o melhor candidato a prefeito de sua cidade, que se ocupará de questões tão mais relevantes quanto mais pobre for o eleitor.
A segunda é que, para a maioria do eleitorado, a eleição municipal é a escolha de um indivíduo. Apoios e endossos contam, mas raramente são decisivos.
É minoria a parcela que escolhe prefeitos por suas vinculações, principalmente com partidos, seja para se decidir em quem votar ou não. É majoritária a proporção daqueles que buscam entre os candidatos nítidos atributos administrativos.
A terceira é que a imagem nacional das legendas tem pouco a ver com sua performance nas eleições locais. Pesquisa recente do Instituto Vox Populi traz elementos para se interpretar essa dissociação entre imagem nacional e voto municipal. Perguntados a respeito da possibilidade de votar em um candidato a prefeito de determinado partido em 2016, pouco mais de um terço dos entrevistados respondeu que não havia “nenhuma” possibilidade, seja por nunca terem votado no partido, seja por estarem hoje decididos a não votar.
Cerca de 10% disseram que “votariam com certeza”, pois sempre votaram em candidatos a prefeito da legenda. E 50% responderam que “se tiverem um bom candidato ou candidata, poderiam votar nele ou nela”.
Isso vale da menor cidade do Brasil à megalópole São Paulo. Quem hoje vaticina a respeito da mais importante eleição de 2016 apenas contribui para aumentar o lixo de bobagens produzido sobre o assunto. De 1985 para cá, a eleição em São Paulo mandou para o cemitério um caminhão de teses desmentidas pelas urnas.
(COIMBRA, Marcos. Um ano de eleição (Adaptado). Revista Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/revista/876/um-ano-de-eleicao-3977.html. Acesso em: 09/02/2014.)