Questões de Concursos
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Nada por aqui
“Agir de tal forma que a máxima da minha ação possa ser universalizada sem contradição.”
Em um contexto filosófico que destaca a busca por princípios éticos universais, Immanuel Kant formulou a máxima que orienta a ação moral, visando a universalização das máximas individuais. Analise as afirmativas a seguir:
I. A máxima de Kant busca estabelecer um princípio ético universal que pode ser aplicado a todas as situações, garantindo consistência lógica em sua universalização.
II. O Idealismo Alemão, em sua essência, propõe que a realidade é construída pela mente, sendo uma representação subjetiva do sujeito.
III. A relação entre a máxima kantiana e o Idealismo Alemão reside na busca por uma ética fundamentada em princípios subjetivos, adaptáveis a diferentes contextos.
IV. Kant, ao formular sua máxima, considera a importância da realidade objetiva como um fundamento para a ética, diferenciando-se do Idealismo Alemão nesse ponto.
V. A universalização da máxima kantiana sem contradição implica a existência de princípios éticos que transcendem as particularidades culturais e individuais.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas:
Pirro afirmava que nada é nobre nem vergonhoso, justo ou injusto; e que, da mesma maneira, nada existe do ponto de vista da verdade; que os homens agem apenas segundo a lei e o costume, nada sendo mais isto do que aquilo. Ele levou uma vida de acordo com esta doutrina, nada procurando evitar e não se desviando do que quer que fosse, suportando tudo, carroças, por exemplo, precipícios, cães, nada deixando ao arbítrio dos sentidos.
LAÉRCIO, D. Vidas e sentenças dos filósofos ilustres. Brasília: Editora UnB, 1988.
O ceticismo, conforme sugerido no texto, caracteriza-se por:
O contrário de um fato qualquer é sempre possível, pois, além de jamais implicar uma contradição, o espírito o concebe com a mesma facilidade e distinção como se ele estivesse em completo acordo com a realidade. Que o Sol não nascerá amanhã é tão inteligível e não implica mais contradição do que a afirmação de que ele nascerá. Podemos em vão, todavia, tentar demonstrar sua falsidade de maneira absolutamente precisa. Se ela fosse demonstrativamente falsa, implicaria uma contradição e o espírito nunca poderia concebê-la distintamente, assim como não pode conceber que 1 + 1 seja diferente de 2.
HUME, D. Investigação acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural, 1999 (adaptado).
O filósofo escocês David Hume refere-se a fatos, ou seja, a eventos espaço-temporais, que acontecem no mundo. Com relação ao conhecimento referente a tais eventos, Hume considera que os fenômenos