O planejamento da prática pedagógica é uma operação mental que visa chegar a um plano. Assim, um plano de ensino bem construído deve prescindir de:
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Em relação à seleção e à organização dos conteúdos são feitas as seguintes afirmações:
I. Oconteúdo pode ser organizado no plano vertical (distribuído em séries) ou no plano horizontal (dentro de umamesma série).
II. Os conteúdos podem ser organizados pelo aspecto lógico (do professor) ou psicológico (do aluno).
III. Normalmente, o processo de organização dividirá um conteúdo em aula, esta aula em tópicos e estes tópicos emunidades.
IV. Selecionar conteúdos é definir o que será ensinado. Organizar conteúdos é dizer a forma como estes serão apresentados.
Estão corretas:
I. Oconteúdo pode ser organizado no plano vertical (distribuído em séries) ou no plano horizontal (dentro de umamesma série).
II. Os conteúdos podem ser organizados pelo aspecto lógico (do professor) ou psicológico (do aluno).
III. Normalmente, o processo de organização dividirá um conteúdo em aula, esta aula em tópicos e estes tópicos emunidades.
IV. Selecionar conteúdos é definir o que será ensinado. Organizar conteúdos é dizer a forma como estes serão apresentados.
Estão corretas:
Observe as seguintes manchetes:
Acre avança emresultados do IDEB 2013 “O Acre se destaca por estar entre os três melhores do país, junto com São Paulo que tem o maior PIB brasileiro.”
(Disponível em: < http: / /batelaodojurua.com/por tal / educacao/acre-avanca-em-resultados-do-ideb-2013>)
“O Ideb é calculado a partir de dois componentes: taxa de rendimento escolar (aprovação) e médias de desempenho nos exames padronizados aplicados pelo Inep. Os índices de aprovação são obtidos a partir do Censo Escolar, realizado anualmente pelo Inep. As médias de desempenho utilizadas são as da Prova Brasil (para Idebs de escolas e municípios) e do Saeb (no caso dos Idebs dos estados e nacional).”
(Disponível em:< http://portal.inep.gov.br/webportal-ideb/ como-o-ideb-e-calculado>)
Assim, essas avaliações em larga escala têm como objetivos gerais:
I. identificar os problemas e as diferenças regionais do ensino.
II. oferecer subsídios à formulação, reformulação e monitoramento de políticas públicas e programas de intervenção ajustados às necessidades diagnosticadas nas áreas e etapas de ensino avaliadas.
III. produzir informações sobre os fatores do contexto socioeconômico, cultural e escolar que influenciamo desempenho dos alunos.
IV. revelar atrasos e dificuldades de regiões, municípios, estados para que medidas punitivas sejam tomadas no sentido de se reverter a situação apresentada.
V. proporcionar aos agentes educacionais e à sociedade uma visão clara dos resultados dos processos de ensino e aprendizagem e das condições emque são desenvolvidos.
Está correto somente o que se afirma em:
Acre avança emresultados do IDEB 2013 “O Acre se destaca por estar entre os três melhores do país, junto com São Paulo que tem o maior PIB brasileiro.”
(Disponível em: < http: / /batelaodojurua.com/por tal / educacao/acre-avanca-em-resultados-do-ideb-2013>)
“O Ideb é calculado a partir de dois componentes: taxa de rendimento escolar (aprovação) e médias de desempenho nos exames padronizados aplicados pelo Inep. Os índices de aprovação são obtidos a partir do Censo Escolar, realizado anualmente pelo Inep. As médias de desempenho utilizadas são as da Prova Brasil (para Idebs de escolas e municípios) e do Saeb (no caso dos Idebs dos estados e nacional).”
(Disponível em:< http://portal.inep.gov.br/webportal-ideb/ como-o-ideb-e-calculado>)
Assim, essas avaliações em larga escala têm como objetivos gerais:
I. identificar os problemas e as diferenças regionais do ensino.
II. oferecer subsídios à formulação, reformulação e monitoramento de políticas públicas e programas de intervenção ajustados às necessidades diagnosticadas nas áreas e etapas de ensino avaliadas.
III. produzir informações sobre os fatores do contexto socioeconômico, cultural e escolar que influenciamo desempenho dos alunos.
IV. revelar atrasos e dificuldades de regiões, municípios, estados para que medidas punitivas sejam tomadas no sentido de se reverter a situação apresentada.
V. proporcionar aos agentes educacionais e à sociedade uma visão clara dos resultados dos processos de ensino e aprendizagem e das condições emque são desenvolvidos.
Está correto somente o que se afirma em:
Seja X = {3, 4, 7, 8, 9} e Y = {1, 2, 3}, determine (X U Y).
Friedrich Nietzsche (1844-1900), crítico da tradição
filosófica racionalista e iluminista, em seu texto
Sobre
a verdade e a mentira em um sentido extramoral,
desmistifica o conceito de “verdade” através da
revelação:
Para Spinoza (1632-1677), qual das opções abaixo
se enquadra no conceito que o filósofo compreende
como substância (“aquilo cuja existência depende
apenas de si mesmo”)?
“Quando dizemos que o pensamento filosóficocientífico surge na Grécia no século VI a.C.,
caracterizando-o como uma forma específica de o
homem tentar entender o mundo que o cerca, isto não
quer dizer que anteriormente não houvesse também
outras formas de se entender essa realidade. É
precisamente a especificidade do pensamento
filosófico-científico que tentaremos explicitar aqui,
contrastando-o com o pensamento mítico que lhe
antecede na cultura grega.”
(MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos présocráticos à Wittgenstein. Rio de Janeiro, Zahar, 2007 )
Sobre as diferenças entre o pensamento mítico e o pensamento filosófico-científico, é correto afirmar que:
(MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos présocráticos à Wittgenstein. Rio de Janeiro, Zahar, 2007 )
Sobre as diferenças entre o pensamento mítico e o pensamento filosófico-científico, é correto afirmar que:
A crítica que Nietzsche faz ao surgimento da filosofia
na Grécia tem como principal motivo a
desvalorização da vida resultante do triunfo do
“espírito apolíneo” em oposição ao:
Aristóteles, em sua obra A Poética, define e diferencia
a tragédia da comédia a partir do objeto de sua
imitação. Qual é, segundo Aristóteles, a principal
diferença entre a comédia e a tragédia?
“Se, com efeito, mesmo o forte quisesse ser forte,
continuou Sócrates, e o rápido ser rápido, e o sadio
ser sadio – pois talvez alguém pensasse que nesses
e em todos os casos semelhantes os que são tais e
têm essas qualidades desejam o que justamente têm,
e é para não nos enganarmos que estou dizendo isso
– ora, para estes, Agatão, se atinas bem, é forçoso
que tenham no momento tudo aquilo que têm, quer
queiram, quer não, e isso mesmo, sim, quem é que
poderia desejá-lo?”
No contexto do diálogo platônico em questão, a discussão sobre o Eros é em, parte, uma discussão sobre o que se deseja, sobre as condições pelas quais desejamos algo. Após o discurso socrático, o quinto entre os convivas do sympósium fica estabelecido que o desejo é:
No contexto do diálogo platônico em questão, a discussão sobre o Eros é em, parte, uma discussão sobre o que se deseja, sobre as condições pelas quais desejamos algo. Após o discurso socrático, o quinto entre os convivas do sympósium fica estabelecido que o desejo é:
“Por conseguinte, as ações são chamadas de justas e
temperantes quando são tais como as que praticaria
o homem justo ou temperante; mas não é temperante
o homem que as pratica, e sim o que as pratica tal
como o fazem os justos e temperantes.”
Em sua obra Ética à Nicômaco, o estagira se questiona acerca da natureza das virtudes humanas, e conclui que:
Em sua obra Ética à Nicômaco, o estagira se questiona acerca da natureza das virtudes humanas, e conclui que:
Das opções abaixo, qual é aquela cuja expressão
define o trabalho de Michel Foucault em As palavras e
as coisas?
“Se o sujeito moral é aquele que encontra em
sua consciência as normas da conduta
virtuosa, submetendo-se apenas ao bem e
jamais a poderes externos à consciência, como
falar em comportamento ético por dever? Este
não seria o poder externo de uma vontade
externa (Deus), que nos domina e nos impõe
suas leis, forçando-nos a agir em conformidade
com regras vindas de fora de nossa
consciência? [...]. Um dos filósofos que
procurou resolver essa dificuldade foi ______.
Para ele, a consciência moral e o sentimento do
dever são inatos, são ‘a voz da natureza’ e o
‘dedo de Deus’ em nosso coração. Apesar do
pecado do primeiro homem, conservamos em
nosso coração vestígios da bondade original e
por isso nascemos puros e bons, dotados de
generosidade e de benevolência para com os
outro”.
(CHAUÍ, 2009).
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
(CHAUÍ, 2009).
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
“Como não haveria de ser evidente mesmo para um
cego, como se diz? Enquanto não houvermos feito
esta contestação, nem essa demonstração, não
poderemos, de forma alguma, falar nem de discursos
falsos, nem de opiniões falsas, nem de imagens, de
cópias, de imitações ou de simulacros, e muito menos
de qualquer das artes que deles se ocupam, sem cair,
inevitavelmente, em contradições ridículas.”
O trecho acima do diálogo O Sofista se refere a discussão central do diálogo que pretende afirmar qual é a arte do sofista. Esta discussão se pretende a distinção e definição dos conceitos de:
O trecho acima do diálogo O Sofista se refere a discussão central do diálogo que pretende afirmar qual é a arte do sofista. Esta discussão se pretende a distinção e definição dos conceitos de:
A revolução científica resultante das descobertas
feitas por Nicolau Copérnico e Galileu Galilei, nos
séculos XVI e XVII, deu origem:
“Ora, quem duvida e se admira julga ignorar: por isso,
também quem ama os mitos é, de certa maneira
filósofo, porque o mito resulta do maravilhoso. Pelo
que, se foi para fugir à ignorância que filosofaram,
claro está que procuraram a ciência pelo desejo de
conhecer, e não em vista de qualquer utilidade.”
A filosofia, o desejo de conhecer, nasce no homem a partir de sua capacidade de:
A filosofia, o desejo de conhecer, nasce no homem a partir de sua capacidade de:
Theodor Adorno e Max Horkheimer escrevem, em
1947, Dialética do Iluminismo, obra na qual aparece,
pela primeira vez, a expressão:
“Até Orwell estaria assombrado. Vivemos a ficção de
que o mercado é maravilhoso porque nos dizem que
está composto por consumidores informados que
adotam decisões racionais. Mas basta ligar a
televisão e ver os anúncios: procuram informar o
consumidor para que tome decisões racionais? Ou
procuram enganar? Pensemos, por exemplo, nos
anúncios de carros. Oferecem dados sobre suas
características? Apresentam informes realizados por
entidades independentes? Porque isso sim que
geraria consumidores informados capazes de tomar
decisões racionais. Em vez disso, o que vemos é um
carro voando, pilotado por um ator famoso. Tentam
prejudicar o mercado. As empresas não querem
mercados livres, querem mercados cativos. De outra
forma, colapsariam.”
Noam Chomsky
Depreende-se da citação acima uma característica marcante do pensamento filosófico, no sentido de:
Depreende-se da citação acima uma característica marcante do pensamento filosófico, no sentido de:
Ao negar o movimento, caracterizando-o como uma
ilusão dos sentidos, Parmênides e seus discípulos
foram atacados pelos pensadores da escola
mobilista, que por sua vez, afirmavam o movimento e
a transformação como característica do próprio Ser.
Zenão de Eleia, discípulo de Parmênides, formula
alguns paradoxos para defender a tese de
imobilidade de seu mestre, e dentre estes, aquele que
foi um dos mais comentados paradoxos da
antiguidade, é o da corrida entreAquiles e a tartaruga.
Segundo as premissas do pensamento eleáta
exposto no paradoxo de Zenão, o resultado da corrida
é:
“A linguagem disfarça ( ) o pensamento. A tal
ponto que da forma exterior da roupagem não é
possível inferir a forma do pensamento subjacente, já
que a forma exterior da roupagem não foi feita para
revelar a forma do corpo, mas com uma finalidade
inteiramente diferente. [...] A maioria das proposições
e questões encontradas em obras filosóficas não são
falsas, mas sem sentido.”
A crítica às obras filosóficas do Tractatus de Wittgenstein é uma crítica à própria linguagem e, nesse sentido, a tarefa de toda filosofia é:
A crítica às obras filosóficas do Tractatus de Wittgenstein é uma crítica à própria linguagem e, nesse sentido, a tarefa de toda filosofia é: