Pacientes em uso de NP podem necessitar de vários tipos de fármacos para o tratamento da doença primária ou associada.
Assinale a alternativa correta em relação à interação entre nutrientes e fármacos na NP.
Selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
Nada por aqui
Pacientes em uso de NP podem necessitar de vários tipos de fármacos para o tratamento da doença primária ou associada.
Assinale a alternativa correta em relação à interação entre nutrientes e fármacos na NP.
Leia o texto, para responder à questão.
This study reviews the findings of earlier translanguaging research in Saudi Arabia. Notably, Saudi Arabia is striving to adjust to the multilingual immigrant workforce on its soil, while encouraging a larger role for its people on other soils. In this changed paradigm, strengthening the Saudis’ English communicative proficiency is an emergent need. To make pertinent pedagogical recommendations on the use of translanguaging in language learning, the study gathered data using a questionnaire administered to 72 participants from King Faisal University. All participants were given fictitious names in order to protect their anonymity. Findings revealed that the Saudi EFL students strongly support the use of translanguaging in the EFL classrooms, but they are worried that it may not bring their proficiency to the desirable standard. They, thus, showed greater faith in the conventional language learning approach, viz., using only English in the EFL classes. The study concluded that learners‟ exposure to translanguaging is apparently not adequate for them to fully appreciate its benefits, and teachers who, so far, strictly keep to the English-only approach, too need to be oriented and trained in its use.
(Journal of Language and Linguistic Studies, 18(Special Issue 1),
556-568; 2022. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, verbo que segue o mesmo processo de derivação morfológica encontrado em “encourage” e “strenghten”.
Leia o texto, para responder à questão.
One pathway for converting explicit to implicit knowledge is suggested by skill acquisition theory, a branch of cognitive science studying how people develop skills. In this theory, knowledge is first seen to be declarative (conscious); then, through practice and the application of learning strategies, declarative knowledge becomes proceduralized so that it becomes automatic. Automatic processes are quick and do not require attention or conscious awareness. Many second/ foreign language learners memorize and practice vocabulary items or “chunks” of language such as greetings, idioms or collocations. Frequent practice in using these forms helps the language items to become automatic in the sense that the learner can use them quickly and unconsciously.
Pienemann (1989) proposes that second/ foreign language learners will not acquire a new structure until they are developmentallly ready to do so. If there were no connection between the development of explicit knowledge about a grammar point and the eventual restructuring of the unconscious linguistic system to accommodate the point in the learner’s interlanguage, then, indeed, grammar instruction would not be of much use. However, it has been suggested that there is a connection, so grammar instruction is ultimately useful. Further, practice of language points can lead to automatization, thus bypassing natural order teachability considerations.
(FOTOS, Sandra. Cognitive Approaches to Grammar Instruction.
In Marianne Celce-Murcia. 3rd ed. Teaching English as a second or foreign
language. 3rd edition. Boston, Massachusstes: Heinle&Heinle. 2002.
Adaptado274)
Dentro dos estudos sobre aquisição e aprendizagem de línguas, o termo “interlanguage” é compreendido como:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado; e facilmente se imagina que mais de uma dama inclinou diante de mim a fronte pensativa, ou levantou para mim os olhos cobiçosos. De todas porém a que me cativou logo foi uma... uma... não sei se diga; este livro é casto, ao menos na intenção; na intenção é castíssimo. Mas vá lá; ou se há de dizer tudo ou nada. A que me cativou foi uma dama espanhola, Marcela, a “linda Marcela”, como lhe chamavam os rapazes do tempo. E tinham razão os rapazes. Era filha de um hortelão das Astúrias; disse-mo ela mesma, num dia de sinceridade, porque a opinião aceita é que nascera de um letrado de Madri, vítima da invasão francesa, ferido, encarcerado, espingardeado, quando ela tinha apenas doze anos.
Cosas de España. Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes. Naquele ano, morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, — uma pérola.
Vi-a pela primeira vez, no Rocio Grande, na noite das luminárias, logo que constou a declaração da independência, uma festa de primavera, um amanhecer da alma pública. Éramos dois rapazes, o povo e eu; vínhamos da infância, com todos os arrebatamentos da juventude. Vi-a sair de uma cadeirinha, airosa e vistosa, um corpo esbelto, ondulante, um desgarre, alguma coisa que nunca achara nas mulheres puras. — Segue-me, disse ela ao pajem. E eu segui-a, tão pajem como o outro, como se a ordem me fosse dada, deixei-me ir namorado, vibrante, cheio das primeiras auroras. A meio caminho, chamaram-lhe “linda Marcela”, lembrou-me que ouvira tal nome a meu tio João, e fiquei, confesso que fiquei tonto.
(Machado de Assis. Memórias Póstumas de Brás Cubas)