O Imperialismo do século XIX, momento da história em que as nações desenvolvidas do continente europeu se lançaram à conquista de territórios na Ásia e África, a fim de explorá-los, retirando suas riquezas naturais e convertendo suas nações em mercados consumidores para os seus produtos, foi alicerçado em teorias que justificavam essa forma de exploração a partir da noção de cultura, até então recente ciência antropológica. Segundo essa teoria, as nações passavam estágios de desenvolvimento, do primitivo ao civilizado. Assim, caberia aos europeus a chamada “missão civilizadora”. Qual o nome dessa teoria?
– Considere a afirmação: “Um dos processos de estabilização de um núcleo com excesso de energia é o da emissão de um grupo de partículas positivas, constituídas por dois prótons e dois nêutrons, e da energia a elas associada.”
Tal afirmação é referente a:
Leia o texto a seguir.
Marx, ao analisar as origens da acumulação capitalista e a emergência do Estado moderno, considerou fundamental o que chamou de acumulação primitiva quando a “burguesia nascente precisava e empregava a força do Estado para ‘regular’ o salário, isto é, comprimi-lo dentro dos limites convenientes de mais valia, para prolongar a jornada de trabalho e para manter o próprio trabalhador num grau adequado de dependência”. Ainda sobre a atuação da burguesia na passagem do sistema de manufatura ao fabril, ressaltou a soberania política por ela conquistada junto ao Estado representativo moderno, transformando-o numa junta administrativa dos seus negócios e interesses.
(Adaptado de: MARX, K. O Capital. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980. L.1. v.2. Cap.XXIV. p.854-855; MARX, K. et al O Manifesto Comunista 150 Anos Depois. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 1998. p.29-39.)
Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a concepção de Estado moderno, em Marx.
Recentemente, presenciamos o encontro histórico entre o presidente dos EUA, Donald Trump e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. Esse encontro tinha como objetivo principal a desnuclearização da Coreia do Norte. A grande preocupação internacional está relacionada ao enriquecimento de urânio pela Coreia do Norte com o objetivo de produzir combustível para armas atômicas. As alternativas a seguir estão relacionadas à radioatividade. Marque a correta.
Um certo íon tem carga positiva +2, representado por M2+, sendo seu número total de elétrons igual a 54 e o número de massa igual a 137.
Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o número atômico e o número de nêutrons nesse íon.
Considere os compostos orgânicos a seguir.
I. 2-metil-pentano. II. Propano. III. Butano. IV. Cloroetano.
Sobre esses compostos, assinale a alternativa correta.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Passando a frase: “Ela havia feito muitos doces de leite para a festa” para a voz passiva, obtém-se:
São fatores que contribuíram para o surgimento das primeiras cidades
“O trabalho que se fazia ali era distinto das atividades realizadas no campo ou em casa, pois era disciplinado, cansativo e repetitivo. As condições na fábrica eram prejudiciais à saúde, o ar, quase irrespirável (principalmente nas tecelagens, onde fiapos de lã flutuavam pelo ar), e o vapor e o calor das máquinas faziam com que muitos trabalhassem descalços, com os pés constantemente dentro da água usada para resfriar os mecanismos. Aos trabalhadores restava adaptarem-se a uma nova rotina de muitas horas de trabalho por dia em ambientes insalubres e lutar, por exemplo, pela regulamentação de sua jornada de trabalho.” (DECCA, Edgar de; MENEGUELLO, Cristina. Fábricas e homens: a Revolução Industrial e ocotidiano dos trabalhadores. São Paulo: Atual, 1999, p. 38). Sobre o contexto da Revolução Industrial, considere as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.

Na série de TV Game of Thrones, o ator Peter Dinklage, que faz o personagem Tyrion Lannister, apresenta um tipo de nanismo denominado acondroplasia, uma anormalidade genética causada por um gene autossômico e dominante D. Indivíduos com esse tipo de nanismo possuem membros e tronco com tamanho desproporcional e outras características próprias do crescimento insuficiente dos ossos longos. A doença é letal quando o gene causador dessa anomalia ocorre em homozigose.

Ao cogitar a hipótese de o ator ter filhos com uma mulher acondroplásica, um estudante fez as seguintes proposições:

I. 75% de seus descendentes serão anões e 25% serão normais. II. O alelo D se comportará como um alelo letal recessivo na determinação da sobrevivência de seus descendentes. III. A probabilidade do casal acondroplásico ter uma menina normal em relação a essa condição patológica é de 1/6. IV. A proporção fenotípica esperada para seus descendentes não difere daquela esperada segundo as Leis de Mendel. V. A proporção fenotípica esperada para seus descendentes é de 2:1.


Estão corretas as afirmações

Na Sociologia, existe uma corrente que se apoia no princípio explicativo de que a crescente divisão de trabalho, na sociedade industrial, provocaria uma relação de cooperação e de solidariedade entre as diferentes partes, grupos e indivíduos, pela interdependência dos papéis e atividades cada vez mais especializadas.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a corrente sociológica que corresponde ao princípio explicativo ressaltado.
Espelho esférico é um sistema óptico que é formado por uma calota esférica polida com um alto poder de reflexão.
Os espelhos esféricos convexos são bastante utilizados como retrovisores, porque
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Sobre os processos de formação de palavras que compõem o texto 01, assinale a única alternativa correta.

A guerra civil síria estende-se desde 2011, sendo considerada um desdobramento da violenta repressão do governo local pelos protestos ocorridos durante a Primavera Árabe. A guerra civil síria cresceu à medida que novos grupos rebeldes aderiram ao conflito, a partir de 2012.



Nesse contexto, é correto afirmar:

A geomorfologia analisa as formas de relevo, focalizando suas características morfológicas, materiais componentes, processos atuantes e a dinâmica evolutiva.


Com base nessa informação e nos conhecimentos sobre as formas de relevo, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.

( ) Inselbergs são relevos residuais originados de intenso processo erosivo, típico de ambientes áridos.

( ) Coxilhas são formas de relevo caracterizadas pela presença de grandes elevações relacionadas a movimentos tectônicosdo tipo orogênico.

() Cuesta é uma forma de relevo simétrico constituído por rochas de igual resistência ao desgaste e localizada na zona de contato de bacias sedimentares.

( ) Falésia corresponde a uma formação litorânea originada de processos erosivos relacionados às oscilações do nível relativo do mar e das condições climáticas no decorrer do tempo geológico.


( ) Planaltos formados em núcleos cristalinos arqueados correspondem às áreas afloradas dos crátons, levantadas ou soerguidas por epirogênese.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

Nos conflitos ocorridos na Grécia antiga, pode-se destacar a guerra entre Gregos e Persas.


Esse conflito ficou conhecido como

O nome patrística decorre do trabalho dos padres da Igreja que, desde o século II de nossa era, elaboraram o pensamento cristão. Assinale a alternativa que apresenta, de forma CORRETA, um representante dessa filosofia.
Sobre a distinção entre conhecimento do senso comum e conhecimento científico, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo e, em seguida, marque a alternativa correta.
( ) A ciência é uma forma de conhecimento para a qual os saberes do senso comum são completamente inúteis.
( ) O conhecimento do senso comum é um saber empírico, pois se baseia na experiência cotidiana das sociedades onde é produzido.
( ) A ciência é uma forma de saber que se caracteriza, principalmente, pela determinação do objeto de estudo e pelo emprego de método rigoroso no processo de construção do conhecimento.
( ) Ciência e senso comum não se diferenciam, pois ambas se constituem em conhecimentos fundamentados na experimentação com rigor metodológico.
A temperatura normal do corpo varia entre 36,1ºC e 37,2ºC, com oscilações ao longo do dia, que normalmente não ultrapassam os 0,6ºC. A temperatura corporal é mais baixa pela manhã, depois aumenta durante o dia e atinge o valor máximo no início da noite. A média da temperatura corpórea deve ficar em torno dos 37ºC.
Essa temperatura de 37ºC , expressa em escala Fahrenheit, é igual, em °F, a

Um objeto colocado defronte de um espelho côncavo de distância focal f forma uma imagem real, invertida e maior do que o objeto.



Sendo p a distância do objeto ao espelho, é correto afirmar:

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