O vol. 1 do Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil – RCNEI, é o documento introdutório que apresenta uma
reflexão sobre creches e pré-escolas no Brasil, situando e fundamentando concepções de criança, educação, instituição e
profissional, que foram utilizadas para definir os objetivos gerais da educação infantil e orientaram a organização de outros
dois documentos. De acordo com o vol. 1 do RCNEI, é correto afirmar que:
Em determinada escola, a prova bimestral evidencia uma pontuação diferente das provas tradicionais. Nela, o aluno ganha dois
pontos para cada questão que acerta e perde 1 ponto para cada questão que erra. Sabe-se que prova é composta por 50 questões
de múltipla escolha. Considerando que um aluno tenha obtido uma nota igual a 49 pontos, a diferença entre a quantidade de
questões que ele acertou e errou é:
Os sinais de trânsito devem ser observados quanto aos seus significados e quanto à sua prevalência. Em relação à sequência de prevalência, analise os tipos a seguir.
1. Indicações dos sinais.
2. Indicações do semáforo.
3. Ordens do agente de trânsito.
A sequência está correta em
Em relação à língua brasileira de sinais – Libras, é consistente que:
Na legislação brasileira, a educação infantil é compreendida como um direito fundamental da criança e dever do Estado,
conforme a Constituição Federal de 1988 ensina, sendo reiterado no Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990. Considerando que também está prevista na Lei nº 9.394/1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, com base na LDB,
assinale a afirmativa INCORRETA.
A prefeitura municipal de determinada cidade recebeu uma verba do governo estadual para ser distribuída e aplicada nas áreas
da educação, segurança pública e saúde. O critério utilizado para a distribuição é que a educação recebesse
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do total da verba;
a segurança pública a metade do que restou após a retirada do valor destinado para a educação; e, a saúde com o restante.
Sabendo que a saúde recebeu com 2,5 milhões, qual o valor total da verba recebida pelo governo municipal da cidade?
Uma complicação pouco frequente, mas que pode surgir durante o período gestacional, ocorre quando, após a fecundação do
óvulo pelo espermatozoide, o embrião se fixa fora da cavidade uterina, e lá começa a se desenvolver. Esse processo denomina-se:
A outra noite
Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.
Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:
– O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?
Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda.
– Mas, que coisa...
Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.
– Ora, sim senhor...
E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.
(BRAGA, Rubem. In: Para gostar de ler – Volume II. São Paulo: Ática, 1992.)
Em “[...] como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.” (8º§), o pronome destacado refere-se ao elemento linguístico:
Segundo a Constituição de 1988, a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios, EXCETO:
No processo de habilitação do condutor, o candidato à obtenção da Carteira Nacional de Habilitação – CNH, solicitará ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, do seu domicílio ou residência, ou na sede estadual ou distrital do próprio órgão ou entidade, a abertura do processo de habilitação para o qual deverá preencher os seguintes requisitos, EXCETO:
As assertivas descrevem processos de incorporação da negação nas frases em Língua Brasileira de Sinais – Libras, EXCETO:
Segundo relata Ariès (1981), a infância foi um conceito historicamente construído e a criança, por muito tempo, não foi vista
como um ser em desenvolvimento, com características e necessidades próprias, e sim como um adulto em miniatura. A infância
como conhecemos hoje foi uma criação de um tempo histórico e de condições socioculturais determinadas, sendo um engano
ousar analisar todas as infâncias, de todas as crianças, com o mesmo enfoque.
(LINS, SILVA, LINS, CARNEIRO, 2014, p. 128. Adaptado.)
Em relação à criança e à infância atualmente, assinale o correto.
(LINS, SILVA, LINS, CARNEIRO, 2014, p. 128. Adaptado.)
Em relação à criança e à infância atualmente, assinale o correto.
A avaliação escolar é parte integrante do processo de ensino-aprendizagem, e não uma etapa ou momento isolado. Faz parte da
metodologia de ensino; está diretamente imbricada com os objetivos, os conteúdos e os procedimentos metodológicos expressos
no planejamento e desenvolvidos no decorrer do ensino. Avaliar é um ato de decisão e julgamento que deve ser crítico e consciente,
tanto do professor quando avalia quanto do aluno quando realiza sua autoavaliação. Assim como a metodologia, a escolha pelos
instrumentos de avaliação depende da concepção de ensino que o professor carrega no seu referencial. Hoffmann apresenta-nos a
avaliação a partir de duas concepções de educação: a liberal e a progressista. Saber avaliar é uma competência essencial do professor. Acerca do exposto, e, ainda, quando o professor realiza a avaliação da aprendizagem na perspectiva progressista, trata-se
de:
No que concerne aos direitos políticos e à aplicabilidade das normas constitucionais, de acordo com a Constituição Federal
de 1988, é correto afirmar que:
A população do país chegou a 203,1 milhões em 2022, com aumento de 6,5% frente ao censo demográfico anterior, realizado em
2010. Isso representa um acréscimo de 12,3 milhões de pessoas no período. O órgão responsável pela produção dos dados populacionais brasileiros é:
Compreendido como processo dinâmico e multifacetado que se estende desde o nascimento até a adolescência, o desenvolvimento
infantil é essencial para promover práticas educacionais e de cuidado que atendam às necessidades individuais das crianças. Durante
esse período crucial, as crianças passam por transformações físicas, cognitivas, sociais e emocionais significativas. Isso inclui o aprimoramento das habilidades motoras, a aquisição de linguagem e conhecimento, a formação de relações interpessoais, o infantil;
sendo cada criança única, com seu próprio ritmo e trajetória. Isso envolve considerar a importância do brincar, da exploração, da
curiosidade e do afeto na promoção de um crescimento saudável. Os teóricos Jean Piaget, Lev Vygotsky e Henri Wallon trouxeram
contribuições significativas para a psicologia do desenvolvimento e a pedagogia. Cada um deles enfatizou aspectos diferentes do
desenvolvimento infantil. Um dos aspectos que melhor representa uma contribuição distinta de Henri Wallon para a educação é
que ele
Tendo em vista a atuação do intérprete de Libras em sala aula, é VEDADO:
A primeira etapa da educação básica, que compreende o atendimento escolar das crianças de zero a cinco anos, oferecida em
creches e pré-escolas, é uma etapa fundamental para o desenvolvimento integral, quando são aprendidos os conceitos básicos
para a próxima etapa, o ensino fundamental. A avaliação é um instrumento importante para que o professor entenda o quadro
de ensino-aprendizagem, dado que, além de indicar o desenvolvimento da criança, também auxilia nos passos que podemos
tomar para um desenvolvimento de qualidade.
(BOSSO, 2022, s/p.)
Em relação à avaliação na educação infantil, é correto afirmar que:
(BOSSO, 2022, s/p.)
Em relação à avaliação na educação infantil, é correto afirmar que:
Coisas & Pessoas
Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!” Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina.
Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma:
– Pois é! Não vê que eu sou o sereno.
E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal.
Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, de certo para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente.
(QUINTANA, Mário. As cem melhores crônicas brasileiras. Em: 29/09/2023.)
Em relação à temática do texto, podemos afirmar que:
O casamento e a cegonha
Os pais da noiva tinham resolvido que o casamento da filha se faria ali mesmo, na chácara, à boa moda antiga, com mesada de doces, churrasco, muita empada, leitoa, frango assado, boas comidas e abundantes bebidas.
Armou-se o altar na sala da frente. Cobriu-se a mesa do civil com um lindo atoalhado de plástico. Vieram os convidados. Veio o vigário, veio o juiz e veio o escrivão. Testemunhas e a roda dos parentes. Fizeram o casamento. A moça sempre fora alta, grandalhona, fornida de carnes e de bons quartos. Naquele vestido branco, rodado, de babados subindo e descendo, de véu e grinalda, inda mais reforçada parecia.
Como a festança era mesmo de arromba, fogos pipocando, música chegando e muita gente entrando e saindo, ninguém mais reparou nos noivos que depois de posarem para o retrato de praxe, na cabeceira da mesa e de cortarem juntos o bolo artístico, se misturaram com os convidados e cada qual se achou à vontade e sem constrangimento.
O juiz e o vigário deixaram-se ficar numa roda de amigos, conversando com advogados, escrivães, gente do foro.
O baile tinha começado. A moçada saracoteava alegre. Os que não eram de dança, rodeavam a mesa posta, com pratos, copos e garrafas. Espetos de churrasco e bandas de leitão se cruzavam por todos os lados.
Boas comidas, muita bebida e os donos da casa pondo o pessoal à vontade, incansáveis, não cabendo em si de contentes com o casamento daquela primeira filha. Nada alegra tanto o coração da criatura como mesa posta, carne assada, bebidas de graça e falta de cerimônia. Quem contestar esta verdade simples, não merece dois vinténs de crédito.
Bem por isso mesmo diz o caboclo: a alegria vem das tripas – barriga cheia, coração alegre. O que é pura verdade.
A orquestra assoprava valsas e boleros com furor. Os pares girando. Os namorados namorando. Os que não dançavam se encostavam pelas mesas e, quem já estava farto, fazia roda, bebia café, fumava cigarro e contava piadas.
Quando a festança ia mais animada, lá pelas tantas, ouviu-se um corre-corre pelos quartos e corredores.
Logo mais aparecia na sala o dono da casa, ansioso e afobado, se desculpando e pedindo ao juiz e ao vigário fazerem o favor de acabar com a festa porque a noiva estava com dor de parto e a assistente já tinha chegado…
“Isto é que se chama aproveitar o tempo”, comentou um convidado, “numa só festa, casa a filha e chega a cegonha…”
(CORALINA, Cora. Estória da Casa Velha da Ponte. Global Editora. São Paulo, 2001. Projeto Releituras.)
No fragmento “Quando a festança ia mais animada, lá pelas tantas, ouviu-se um corre-corre pelos quartos e corredores.” (9º§),
pode ser identificado, quanto ao termo assinalado, o seguinte efeito de sentido: