Leia o trecho de Ailustre casa de Ramires, de Eça de Queirós, para responder àquestão.

A livraria, clara e larga, respirava para o pomar por duas janelas, uma de peitoril e poiais de pedra almofadados de veludo, outra mais rasgada, de varanda, frescamente perfumada pela madressilva que se enroscava nas grades. Diante dessa varanda, na claridade forte, pousava a mesa – mesa imensa de pés torneados, coberta com uma colcha desbotada de damasco vermelho, e atravancada nessa tarde pelos rijos volumes daHistória genealógica, todo oVocabuláriode Bluteau, tomos soltos doPanorama, e ao canto, em pilha, as obras de Walter Scott sustentando um copo cheio de cravos amarelos. E daí, da sua cadeira de couro, Gonçalo Mendes Ramires, pensativo diante das tiras de papel almaço, roçando pela testa a rama de pena de pato, avistava sempre a inspiradora da sua Novela – a Torre, a antiquíssima Torre.

(Eça de Queirós.A ilustre casa de Ramires. http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bi000142.pdf. Adaptado)

Assim como Machado de Assis, Eça de Queirós é um escritor que procura apresentar, em sua obra, uma descrição
Há um período da História que na Europa ficou conhecido como “La belle époque” (A bela época). Assinale a alterna­tiva correta a respeito deste período.
Governo cios EUA fecha rocios os 408 pontos turísticos federais O governo dos Estados Unidos começou o seu fechamento nesta terça-feira pela primeira vez em 17 anos, colocando até 1 milhão de trabalhadores em licença não remunerada. fechando parques nacionais e atrasando projetos de pesquisa médica. Agências federais foram direcionadas a reduzir os serviços e a Casa Branca ordenou o fechamento de todos os 408 pontos turísticos federais, incluindo a Está­ tua da Liberdade. (Globo.com. 01.10.13. Adaptado) Essa decisão, tomada no inicio de outubro, deveu-se
Considerando o previsto na I-31-PM no que concerne àelaboração de mensagem de correio eletrônico, é corretoafirmar que
Nos termos da ICC no 139 (Uso de arma de incapacitaçãoneuromuscular), quanto ao seu emprego, é corretoafirmar que
A partir do final da 2.ª Guerra Mundial (1945), o mundo viveu o fenômeno da Guerra Fria. O fundamento desta oposição, que opôs Estados Unidos e União Soviética, foi
Quanto às medidas preventivas e assecuratórias, assinale a alternativa correta.
Em face do princípio da irretroatividade da lei penal, é correto afirmar que
O Brasão de Armas da PMESP traz em seu corpo várias estrelas que representam sua participação destacada em eventos da História do Brasil. Assinale a alternativa que representa uma dessas participações.
O documento final, intitulado O Futuro que Nós Queremos, foi publicado na página da conferência, nos idiomas oficiais das Nações Unidas – inglês, francês, espanhol, chinês e árabe. O resultado, em última análise, resume-­se a uma longa lista de promessas para avançar para uma “economia verde”, que freie a degradação do meio ambiente, combata a pobreza e reduza desigualdades. Entidades da sociedade civil denunciam o “fracasso” e a falta de ambição da conferência.

(www.veja.com.br, 22.06.2012. Adaptado)

A notícia refere­-se aos resultados
Leia fragmento da obra da historiadora Emília Viotti da Costa.

A emancipação política realizada pelas categorias dominantes interessadas em assegurar a preservação da ordem estabelecida, cujo único objetivo era romper o sistema colonial no que ele significava de restrição à liberdade de comércio e à autonomia administrativa, não ultrapassaria seus próprios limites. A fachada liberal construída pela elite europeizada ocultava a miséria e escravidão da maioria dos habitantes do país. Conquistar a emancipação definitiva da nação, ampliar o significado dos princípios constitucionais seria tarefa relegada às futuras gerações.

(Introdução ao estudo da emancipação política do Brasil. Em: Carlos Guilherme Mota (org.).
Brasil em Perspectiva. Adaptado)

De acordo com a historiadora, está correto afirmar que o processo de independência do Brasil representou
Leia o trecho de A ilustre casa de Ramires, de Eça de Queirós, para responder àquestão.

A livraria, clara e larga, respirava para o pomar por duas janelas, uma de peitoril e poiais de pedra almofadados de veludo, outra mais rasgada, de varanda, frescamente perfumada pela madressilva que se enroscava nas grades. Diante dessa varanda, na claridade forte, pousava a mesa – mesa imensa de pés torneados, coberta com uma colcha desbotada de damasco vermelho, e atravancada nessa tarde pelos rijos volumes da História genealógica, todo o Vocabulário de Bluteau, tomos soltos do Panorama, e ao canto, em pilha, as obras de Walter Scott sustentando um copo cheio de cravos amarelos. E daí, da sua cadeira de couro, Gonçalo Mendes Ramires, pensativo diante das tiras de papel almaço, roçando pela testa a rama de pena de pato, avistava sempre a inspiradora da sua Novela – a Torre, a antiquíssima Torre.

(Eça de Queirós. A ilustre casa de Ramires. http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bi000142.pdf. Adaptado)

A partir da leitura do trecho, conclui­se que escrever, para Ramires, era
A estratégia da SABESP, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, de oferecer descontos aos moradores atendidos pela empresa que reduzirem significativamente seu consumo de água, realizada nos primeiros meses de 2014, teve como motivação
A Constituição Federal estabelece como objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
A respeito da I-25-PM – Instruções para elaboração de documentos de Estado Maior –, assinale a alternativa que apresenta corretamente quantos e quais são os documentos abrangidos por essa instrução.
Fica vedado, sob pena de responsabilidade, o uso de algemas em presas gestantes
Pode-se afirmar sobre as Constituições Republicanas Brasileiras que
Com preço mais baixo, o grande potencial brasileiro finalmente começa a sair do papel. Projeção da EPE (Empresa de Pesquisa Energética) aponta que a capacidade instalada das usinas crescerá 320% ao longo desta década. Calcula-se que haja potencial para instalar até 300 mil MW de usinas. “O crescimento desse tipo de energia renovável é um processo irreversível”. (http//www1.folha.uol.com.br. Adaptado) O texto refere-se à energia

O Brasil, a rotatória e os analfabetismos

O caro leitor certamente já ouviu e/ou leu matérias a respeito do nosso analfabetismo funcional. Estudos recentes informam que apenas 24% dos brasileiros letrados entendem textos de alguma complexidade.

Nossa dificuldade com o texto é inegável e não escolhe classe social. Não pense o leitor que ela é ”privilégio” de pobres ou de gente pouco escolarizada. A leitura de trabalhos de conclusão de curso de muitos e muitos alunos de letras (sim, de letras!) prova que a situação é dramática.

O livro “Problemas de Redação”, do professor Alcir Pécora, mostra que alunos da primeira turma de estudos linguísticos de uma das mais importantes universidades do país concluíram o curso sem a mínima condição de ler e/ou escrever de acordo com a escolaridade formal que detinham.

Mas o nosso analfabetismo não é apenas verbal, ou seja, não se limita ao que é expresso por meio da língua; ele é também não verbal, isto é, abrange também a dificuldade para lidar com signos que não se valem da palavra escrita ou dita, mas, por exemplo, de imagens, de cores etc.

Boa parte da barbárie brasileira pode ser demonstrada pelo que se vê no trânsito das nossas cidades. Ora por falta de vergonha, ora por analfabetismo verbal e/ou não verbal + falta de vergonha, os brasileiros provamos, um bilhão de vezes por minuto, que este país não deu certo.

Uma das situações que acabo de citar pode ser ilustrada pelos semáforos. Decerto os brasileiros conhecemos o que significam os signos não verbais (as três cores) que há nos “faróis” ou “sinaleiras”. O desrespeito ao significado desses signos não decorre do analfabetismo (verbal ou não verbal), mas da falta de vergonha.

Agora a segunda situação. Nada melhor do que as rotatórias para ilustrá-la. Em todos os muitos cantos do mundo pelos quais já passei, a rotatória é tiro e queda: funciona. Os motoristas conhecem o significado desse signo não verbal e respeitam-no. No Brasil, o que mais se vê é gente entrando a mil na rotatória, literalmente soltando baba, bestas-feras que são. Quando me aproximo de uma rotatória e já há um carro dentro dela, paro e dou a preferência. Começa a buzinação. A ignorância é atrevida, arrogante, boçal. Mas eu aguento: enquanto o outro não passa, faço movimentos circulares com a mão para mostrar ao outro motorista que aquilo é uma rotatória e que ele, por ter entrado antes, é quem tem a preferência. Quase sempre alguém fura a fila e passa exibindo outro signo não verbal (dedo médio em riste), mais um a traduzir o nosso elevado grau de barbárie.

Não sou dos que dizem que este país é maravilhoso, que a nossa sociedade é maravilhosa. Não há solução para a barbárie brasileira que não comece pela admissão e pela exposição da nossa vergonhosa barbárie de cada dia sob todas as suas formas de manifestação. A barbárie é filha direta da ignorância e se manifesta pelo atrevimento inerente à ignorância. Falta competência de leitura, verbal e não verbal; falta educação, formal e não formal. Falta vergonha. Falta delicadeza. Falta começar tudo de novo. É isso.

(Pasquale Cipro Neto, Folha de S.Paulo, 20 de março de 2014. Adaptado)

Considere as frases do texto: I. O caro leitor certamente já ouviu... (1.º parágrafo) II. Quase sempre alguém fura a fila... (7.º parágrafo) As palavras em destaque são advérbios e indicam, correta e respectivamente, circunstâncias de:
Durante a Era Vargas (1930-1945), em relação à Constituição Brasileira, o país viveu a seguinte situação:
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