Em cada um dos itens seguintes, é apresentada uma situação hipotética, seg...

Em cada um dos itens seguintes, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada. Mário, descontente porque Rafaela não aceitava o seu amor, decidiu vingar-se...


Em cada um dos itens seguintes, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.

Mário, descontente porque Rafaela não aceitava o seu amor, decidiu vingar-se, imputando-lhe falsamente a prática de um crime. Nessa situação, Mário incorrerá no delito denominado exercício arbitrário das próprias razões.

🚀 Desbloqueie a explicação completa

Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

  • David Castilho
    David Castilho
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: b)

    A situação descrita no enunciado não configura o delito de exercício arbitrário das próprias razões. De acordo com o Código Penal Brasileiro, no artigo 345, o exercício arbitrário das próprias razões ocorre quando alguém faz justiça pelas próprias mãos, para satisfazer pretensão, ainda que legítima, salvo quando a lei o permite.

    No caso apresentado, Mário, ao imputar falsamente a Rafaela a prática de um crime, comete, na verdade, o delito de calúnia, conforme definido no artigo 138 do Código Penal. A calúnia consiste em imputar falsamente a alguém fato definido como crime. Portanto, a assertiva está errada ao classificar a ação de Mário como exercício arbitrário das próprias razões.
🔒
Conteúdo restrito

Cadastre-se para visualizar comentários e resoluções.

Criar conta grátis

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência. Política de Privacidade.