Questões de Concursos
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Nada por aqui
Sabe-se que a Medicina de Reabilitação ganhou relevância mundial após a Segunda Grande Guerra, haja vista que muitos feridos conseguiam sobreviver a suas lesões.
Como o Brasil nunca se envolveu em guerras, um fator que determinou o surgimento de unidades voltadas a reabilitação na década de 1950 no Brasil foi
Um paciente soropositivo para HTLV, de 60 anos idade, desenvolve adenomegalia generalizada. A histopatologia do gânglio linfático retirado mostrou linfócitos anormais, clivados, com padrão folicular, arquitetura alterada e envolvimento da cápsula. A imunofenotipagem do sangue periférico, feita por citometria de fluxo, mostrou os seguintes resultados: CD2+, CD3+, CD4+, CD5+, CD7-, CD8-, CD25+, CD30-.
Esses resultados sugerem o diagnóstico de:
No dia 12 de novembro de 2020, a Vigilância Epidemiológica (VE) do município Pitanjuba foi notificada pela UPA sobre um quadro gripal em Carolina, 86 anos, que apresentava febre, mal-estar, disgeusia e dispneia há 3 dias. Após a realização do teste de RTPCR, foi confirmado o quadro de Covid-19. Como Carolina reside em uma instituição de longa permanência para idosos (ILPI), foi necessária a investigação epidemiológica para rastrear contatos e, então, definir as medidas de quarentena preventiva.
Em relação à ILPI de Carolina, é correto afirmar que:
Uma paciente de 63 anos, portadora de hipertensão arterial crônica e diabetes melito tipo 2 bem controladas, após apresentar episódios de sangramento vaginal, realizou uma histeroscopia, que evidenciou uma lesão de aspecto cerebroide, friável, cuja biópsia diagnosticou carcinoma seroso. Ao exame especular, não são identificadas lesões aparentes em colo ou vaginal. A ressonância magnética sugere que a lesão está confinada ao útero, com menos de 50% de invasão endometrial, sem sinais de linfonodomegalias aparentes.
Tendo em vista o caso clínico acima, a abordagem mais indicada é:
Uma paciente de 56 anos, saudável, há 4 anos entrou na menopausa e está em vigência de terapia hormonal com estrogênio transdérmico e progesterona oral. Refere relacionamento de 29 anos, porém queixa-se de falta de interesse sexual de sua parte, há 2 anos. Nega falta de afeto pelo marido e ressecamento vaginal ou dor na relação. Afirma apenas que tem pouco interesse espontâneo por sexo, o que tem gerado conflitos com o marido e sofrimento para ela. Quando a intimidade acontece, relata que tem prazer.
A respeito das orientações que compõem a abordagem dessa paciente, o ginecologista deve considerar que: