Uma breve história da expectativa de vida
(Disponível em: uper.abril.com.br/coluna/. Acesso em: 10/07/2024. Adaptado.)
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Uma breve história da expectativa de vida
(Disponível em: uper.abril.com.br/coluna/. Acesso em: 10/07/2024. Adaptado.)
A rua, a fila, o acaso
Eu ia dando a minha voltinha num silêncio interior de paz. Está difícil flanar nas ruas de hoje. Muito barulho, carros voando ou atravancando a calçada, anda sobrecarregado o ar que respiramos. Mas há sempre o que ver, se levamos olhos desprevenidos, de simpatia. Me lembrei do tempo em que o pai de família saía depois do jantar pra fazer o quilo. A expressão tem a ver com o mistério da nossa usina interior.
Com o perdão da palavra, tem a ver com as nossas tripas. Hoje é o cooper, que traz um afã de competição. Cronometrado e exibido, tira o fôlego e impede a conversinha mole. É mais uma fábrica de ansiedade nesta época que fabrica estresse. Pois eu ia andando pra clarear as ideias, ou pra pensar em nada. Nessa hora de entrega e de inocência é que acontece a iluminação. A luzinha do entendimento acende onde quer.
Sem nenhum objetivo, ia eu bem satisfeitinho na minha disponibilidade. Aberto a qualquer convite, podia comprar um bombom, ou uma flor. Ou uma dessas canetinhas que acertam comigo e, bem ordinária, me traz um estremecimento de colegial. A gente sabe que o endereço da felicidade é no passado e é mentira. Mas é bom que exista, a felicidade. Nem que seja um momentinho só. Tão rico que dá pra ir vivendo. E se renova com qualquer surpresa boba. Encontrar por exemplo na banca uma revista fútil e dar com a foto daquela moça bonita. Olhar seus olhos e entendê-los, olhos adentro.
A vida é um mundo de possibilidades. Atração e repulsa, afinidades. Convergência e divergência. Nessa altura, as minhas pernas tinham me levado pro mundo da lua. Quando dei comigo de volta, estava espiando uma fila que coleava pela calçada. Curioso: etimologicamente, aposentado é quem se recolhe aos aposentos. De repente, os aposentados saíram da toca e estão na rua, pacientes em fila ou irados aos magotes.
Mas aquela fila não podia ser de aposentados. Tinha uma moça de short e pernas fortes de atleta. E muitos jovens. E vários boys. Um pequeno interesse, receber um dinheirinho, ou uma pequena obrigação, pagar uma conta, juntou na fila aquele pessoal todo. Misterioso caminho, esse, que aproxima as pessoas por um instante e depois as separa. Há de ver que ali estavam lado a lado duas almas que se procuram e, distraídas, disso não se deram conta. O acaso, o destino, quanta coisa passa por uma cabeça vadia! Ou por um frívolo coração.
(Otto Lara Resende. Folha de São Paulo. Publicada no livro Bom dia para nascer, Companhia da Letras, 2011.)
O estudo do tempo e do clima é fundamental para diversas áreas do conhecimento, como a meteorologia, a agricultura e o planejamento urbano. No contexto das mudanças climáticas globais, compreender a diferença entre tempo e clima é essencial para interpretar os dados meteorológicos e fazer previsões adequadas. Sobre tempo e clima, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O tempo refere-se às condições atmosféricas em um período curto e específico, como um dia ou uma semana.
( ) O clima é determinado pelas condições médias de tempo observadas ao decorrer de um longo período, geralmente trinta anos ou mais.
( ) Mudanças no tempo podem ocorrer rapidamente e são frequentemente previsíveis com alta precisão a longo prazo.
( ) O clima de uma região pode influenciar os padrões de vegetação e a distribuição das espécies.
A sequência está correta em
A autora Fabiola Colombani é uma das organizadoras da obra “Psicologia escolar e a práxis no século XXI: Desafios e perspectivas” do ano de 2023. Para essa autora, “a psicologia escolar é uma esfera dentro da Psicologia que se dedica ao estudo e intervenção da aprendizagem e do desenvolvimento de crianças e adolescentes inseridas no contexto escolar”.
(Colombani, 2023 p. 38.)
Na perspectiva da autora citada, sobre a psicologia escolar, seus objetivos e competências, analise as afirmativas a seguir.
I. A psicologia escolar tem como objetivo principal promover o bem-estar psicológico dos estudantes, orientando e auxiliando a desenvolver competências emocionais, sociais e acadêmicas necessárias, a fim de que alcancem sucesso na escola e no decorrer de suas vidas.
II. Atualmente, o psicólogo escolar busca desempenhar um papel importante no apoio aos alunos, professores e familiares, atuando no desenvolvimento de programas de prevenção e promoção da saúde mental, combate ao bullying, orientação vocacional, estendendo tais orientações à família e a profissionais dentro da instituição.
III. Na parte prática, é esperado que o profissional designado atue nas diversas situações escolares e familiares em todas as instituições escolares no Brasil onde for designado. Contudo, quando o profissional está atuando em campo, o psicólogo escolar vem sendo chamado pelo corpo docente com a finalidade de prestar atendimento clínico dentro da instituição escolar, o que também é sua função.
Está correto o que se afirma em
As concepções de conhecimento e aprendizagem são fatores importantes para se pensar em estratégias ao ato de aprender. Autores como Nunes e Silveira (2015) afirmam que o conceito de aprendizagem não é um conceito simples e unânime e que há uma variedade de concepções de conhecimento que abordam a aprendizagem de forma diversificada”.
(Nunes e Silveira 2015 p. 12.)
Sobre as concepções de conhecimentos de aprendizagem no cenário da psicologia da educação, relacione adequadamente os conceitos às suas respectivas concepções.
1. Empirista.
2. Inatista.
3. Construtivista.
4. Histórico-cultural.
( ) Essa visão de conhecimento considera que as condições do indivíduo para aprender são predeterminadas.
( ) A concepção de conhecimento com base nessa visão enfatiza o papel da cultura na formação da consciência humana e da atividade do sujeito.
( ) A denominação dessa visão refere-se ao movimento filosófico, surgido na Inglaterra, no século XVII, que defendia a tese de que o conhecimento humano tem origem a partir da experiência.
( ) Essa concepção considera o conhecimento humano construído graças à interação sujeito e meio (físico e social) externo. O desenvolvimento intelectual-afetivo passa por etapas de organização, não sendo inato, nem apenas fruto de estimulações do ambiente.
A sequência está correta em
Sobre as orientações didáticas contidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o componente curricular denominado educação física, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A educação física é o componente curricular que reproduz as práticas corporais em suas diversas formas de codificação e significação social, entendidas como manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos, produzidas por diversos grupos sociais no decorrer da história. Nessa concepção, o movimento humano está sempre inserido no âmbito da cultura e se limita a um deslocamento espaço-temporal de um segmento corporal.
( ) Nas aulas, as práticas corporais devem ser abordadas como fenômeno biológico, diversificado, unidimensional, singular e contraditório. Desse modo, é possível assegurar aos alunos a reprodução de um conjunto de conhecimentos que permitam ampliar sua consciência a respeito de seus movimentos e dos recursos para o cuidado de si e dos outros e desenvolver autonomia para apropriação e utilização da cultura corporal de movimento em diversas finalidades humanas, favorecendo sua participação de forma confiante e dependente na sociedade.
( ) É fundamental frisar que a educação física oferece uma série de possibilidades para enriquecer a experiência das crianças, jovens e adultos na educação básica, permitindo o acesso a um vasto universo cultural. Esse universo compreende saberes corporais, experiências estéticas, emotivas, lúdicas e agonistas, que se inscrevem, mas não se restringem, à racionalidade típica dos saberes científicos que, comumente, orienta as práticas pedagógicas na escola.
( ) Há três elementos fundamentais comuns às práticas corporais: movimento corporal como elemento essencial; organização interna (de maior ou menor grau), pautada por uma lógica específica; e, produto cultural vinculado com o lazer/entretenimento e/ou o cuidado com o corpo e a saúde. Portanto, entende-se que essas práticas corporais são aquelas realizadas fora das obrigações laborais, domésticas, higiênicas e religiosas, nas quais os sujeitos se envolvem em função de propósitos específicos, sem caráter instrumental.
A sequência está correta em
Considere o fragmento reflexivo a seguir:
A educação, por si só, não transforma diretamente a estrutura social. Para que este fato se concretize é importante isso que
aconteça a transformação das consciências dos que passam pela escola. Para transformar essas consciências é fundamental
buscar uma metodologia e uma lógica que deem conta de apreender o movimento do real com todas as contradições presentes.
(CFP, 2013 p. 53-54.)
A escola tem como meta socializar os conteúdos e os instrumentos possibilitando o aprendizado; tem, ainda, como objetivo promover a socialização e a experiência apontadas pelos sujeitos, valorizando-os independente de classe, cultura, religião e etnia. Neste campo, pode-se afirmar que o psicólogo entende que:
I. A sua ação pode ser encaminhada para a transformação ou para a manutenção da sociedade, tal como está organizada.
II. Em contextos educativos, sua ação tem muito a contribuir em busca de uma prática pedagógica voltada à humanização.
III. Poderá contribuir como mediador, fortalecendo o papel do professor como agente principal do processo de ensino e aprendizagem.
IV. Nem sempre educadores e psicólogos têm clareza da visão de homem e educação que per meia a sua prática profissional.
Está correto o que se afirma em
Em qual período se formam os dedos, as mãos, as orelhas e os órgãos internos do bebê?
Uma breve história da expectativa de vida
(Disponível em: uper.abril.com.br/coluna/. Acesso em: 10/07/2024. Adaptado.)
Read the text to aswer the question.
The enduring joy of Golden Girls: a wildly sassy sitcom that will always cheer you up
A comedic masterclass with the best sitcom theme song of all time, Golden Girls pulled back the curtains on ageing and dealt with big-ticket issues.
A zinger-infused maelstrom of shoulder pads, pastels and perms. Rattan furniture, DayGlo linen and Formica. There’s such a distinctive look, feel and vibe to The Golden Girls, the iconic sitcom that ran from 1985 to 1992, scooping up 68 Emmy nominations and 11 wins in the process. The brainchild of producer Susan Harris, the show spawned several acclaimed spinoffs and became an enduring work of high camp in the process.
The premise? Three older women decide to live together: the stern, witty ex-teacher Dorothy Zbornak (Bea Arthur), the sweet but fantastically dense Rose Nylund (Betty White) and southern hornbag Blanche Devereaux (Rue McClanahan). At first it’s a matter of convenience, but before long, they become fast friends. During the pilot they’re joined by a fourth: Dorothy’s mother Sophia Petrillo (Estelle Getty), a nitpicky little shrew whose ability to cockblock our heroines saw her gradually become the Scrappy-Doo of the house. (Don’t @ me, Goldies, you know I’m right.)
For a comedy that primarily took place within a Floridian kitchen, The Golden Girls boasted some serious talent. The four leads were all astoundingly adept at their craft.
The golden girls themselves proved that the family you make is sometimes stronger than the one you’re born with. Dorothy, Rose and Blanche feel, at times, aged out of their previous lives. Careers, spouses, the world: all seem to be pushing them away. But the girls are proof that you can – and should – forge new bonds, even if it seems like your old life is done for. That you can make a new family, even if your old one rejects you.
The Golden Girls pulled back the curtains on ageing, showing the ways in which old people can be flawed, passionate, monumentally stupid, brave – even at times, almost heroically horny. And it did so with an almost reckless willingness to be as wildly funny as it possibly could.
The show ended up doing what many sitcoms do: use antagonism as heat to push the plot forward. It takes truly hack writers to defend needless antagonism as the only source of fuel to propel a story (I’m looking at you, post-Sorkin West Wing). The last two seasons of The Golden Girls aren’t terrible, but Sophia morphs from an old lady without boundaries to an ancient sociopathic prankster. But even with this odd acceleration towards a caricatured sitcom event horizon, the show still manages to roll out the hits. The two-part finale, written by Mitch Hurwitz (the creator of Arrested Development) and starring Leslie Nielsen as Dorothy’s love interest, ranks as some of the best in the show’s history.
It also has – and I cannot stress this enough – the best sitcom theme song in the history of sitcom theme songs. In 2023, there are few things that will haul you out of whatever psychic muck you find yourself in than whacking on an episode of The Golden Girls. I promise you, once the credits roll, you’ll find yourself lying on the lanai in your mind, feeling somehow much lighter than you did before.
(The Guardian 2024, The Guardian website. Accessed: 06 February 2024. Available: <https://www.theguardian.com/tv-and-radio/2023/aug/02/goldengirls-tv-sitcom-enduring-joy-dorothy-rose-betty-white-blanche>. Adapted.)
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