Questões de Concursos
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I. A técnica de alveoplastia intrasseptal ou técnica de Dean é mais bem utilizada em áreas nas quais o rebordo alveolar é de contorno relativamente regular e altura adequada, porém, apresenta uma depressão no fundo do vestíbulo. A principal vantagem desta técnica é o aumento da espessura do rebordo.
II. Quando os toros mandibulares são bilaterais e se deseja removê‐los simultaneamente, a manutenção de uma pequena faixa de tecido ceratinizado na linha média entre as extensões anteriores das duas incisões reduz a formação de hematoma na região anterior do assoalho de boca.
III. A técnica de vestibuloplastia localizada, utilizada para frenectomia labial, é especialmente vantajosa quando a base da inserção de freio é extremamente larga.
IV. Em todos os casos de redução da tuberosidade maxilar (remoção de tecido duro) onde houver perfuração do seio maxilar, o uso de antibiótico (amoxicilina) pós‐operatório e descongestionante sinusal é recomendado. Os medicamentos devem ser mantidos por um período de 7 a 14 dias.
Estão corretas apenas as afirmativas
Uma família pretende viajar nas férias. Eles moram em uma cidade de Pernambuco e pretendem conhecer a cidade de João Pessoa-PB. A viagem será feita de carro que faz em média, 12km por litro de combustível. A distância entre as cidades é de 300km. Quantos litros de combustível serão gastos nesta viagem?
Na busca de uma política de qualidade para humanização do SUS, tendo como diretriz uma política transversal entendida como uma construção coletiva, a estratégia de alcance deverá ser:
( ) Em desfavor do réu A deve ser reconhecida a agravante da reincidência, prevista no artigo 61, I, do Código Penal.
( ) O réu C é tecnicamente primário, não podendo os dados constantes em sua certidão de antecedentes criminais serem considerados em seu desfavor.
( ) O réu B registra uma única condenação caracterizadora da reincidência.
( ) O réu C é reincidente e portador de maus antecedentes.
A sequência está correta em
O Decreto nº 6.303, de 12 de dezembro de 2007, em seu artigo 1º, parágrafo 2º, normatiza que as atividades presenciais obrigatórias em um curso a distância são
CFC•
A educação possível
A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos.
Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações
sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida
pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima
dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo
propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares
de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem
bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.
Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém
um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de
construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra
colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos
ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua
autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e
escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é
trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.
Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, dacomunidade onde se vive, conseguindo contar,
ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,
é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,
escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.
No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de
conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer
bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar
como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio
benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: cidadania.
O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seufundamento eficaz nos
dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito
menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender
qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,
frustrados.
Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.
Meu desgosto pela profissão que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos deveu-se em parte à
minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o
currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam
articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto
incapazes de assimilare discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns
com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.
Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que
inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito
simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,
que os escolhemos e sustentamos. (>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)
Em ...saibamos ensinar aos alunos o mais elementar,... (3º§), o verbo destacado é:
I. “A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), órgão da ONU sediado em Roma, lançou em 2013 um programa com o objetivo de incentivar a criação de insetos para combater a fome.”
PORQUE
II. “A agência dirigida pelo sul-coreano Ban Ki-moon acredita que os insetos poderão ser uma resposta para o futuro na luta contra a fome no planeta e já vem implantando algumas espécies no cardápio de países das Américas Central e do Sul, onde há regiões em que a fome atinge índices alarmantes.”
Assinale a afirmativa correta.
Sobre a população indígena do estado do Tocantins, é correto afirmar que
I. como berço da civilização Guarani, o estado conserva várias tribos desta etnia em terras protegidas, principalmente na região do rio Xingu.
II. na reserva Raposa Serra do Sol há um dos mais acirrados conflitos por posse de terras no Brasil, envolvendo indígenas e fazendeiros.
III. Karajá, Xambioá, Javaé, Xerente, Krahô-Canela, Apinajé e Pankararu são etnias indígenas distribuídas em mais de 8O aldeias existentes no estado.
IV. somente em reservas indígenas, o estado possui cerca de 2 milhões de hectares protegidos, onde uma população de 10 mil indígenas preserva suas tradições, costumes e crenças.
Estão corretas apenas as afirmativas