Questões de Concursos
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Nada por aqui
O acesso principal para recuperação do documento, seja ele um autor pessoal, entidade, evento, cabeçalho uniforme ou título do documento, denomina-se
Uma forma de melhorar o fluxo de caixa é aumentar o
giro das mercadorias. Estoques altos demais significam menos
dinheiro em caixa (...) Os grandes fornecedores deverão tentar
receber em prazos menores e os grandes clientes farão de
tudo para conseguir prazos maiores (...) A produção ao longo
do ano deve ser programada de forma a acompanhar a
demanda dos clientes o mais próximo possível da realidade.
Dentro dessa filosofia, as empresas precisam atuar de forma
logística no seu processo de aquisição/suprimentos, na gestão
de seus estoques, na produção propriamente dita e no
pronto-atendimento aos clientes.
(Receitas para o ano novo. Revista PME Exame. Dezembro/2011,
adaptado)
Analise o seguinte trecho do texto apresentado [...] as empresas precisam atuar de forma logística no seu processo de aquisição/suprimentos, na gestão de seus estoques, na produção propriamente dita e no pronto-atendimento aos clientes. O trecho refere-se a
Analise as afirmativas abaixo:
I. O Microsoft PowerPoint é um aplicativo cuja função básica é auxiliar o usuário a montar apresentações, na forma de uma seqüência de telas para projeções.
II. Com o PowerPoint pode-se criar slides, que por sua vez podem ser exibidos através de equipamentos próprios para tal. I
II. As telas do PowerPoint podem ser compostas por textos, gráficos, sons e imagens.
Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):
Uma família pretende viajar nas férias. Eles moram em uma cidade de Pernambuco e pretendem conhecer a cidade de João Pessoa-PB. A viagem será feita de carro que faz em média, 12km por litro de combustível. A distância entre as cidades é de 300km. Quantos litros de combustível serão gastos nesta viagem?
Na busca de uma política de qualidade para humanização do SUS, tendo como diretriz uma política transversal entendida como uma construção coletiva, a estratégia de alcance deverá ser:
O Decreto nº 6.303, de 12 de dezembro de 2007, em seu artigo 1º, parágrafo 2º, normatiza que as atividades presenciais obrigatórias em um curso a distância são
A educação possível
A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos.
Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações
sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida
pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima
dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo
propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares
de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem
bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.
Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém
um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de
construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra
colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos
ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua
autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e
escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é
trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.
Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, dacomunidade onde se vive, conseguindo contar,
ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,
é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,
escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.
No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de
conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer
bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar
como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio
benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: cidadania.
O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seufundamento eficaz nos
dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito
menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender
qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,
frustrados.
Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.
Meu desgosto pela profissão que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos deveu-se em parte à
minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o
currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam
articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto
incapazes de assimilare discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns
com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.
Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que
inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito
simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,
que os escolhemos e sustentamos. (>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)
Em ...saibamos ensinar aos alunos o mais elementar,... (3º§), o verbo destacado é:
Numa relação professor-aluno cujo contrato didático seja construído a partir de laços de confiança, são atributos imprescindíveis
I. contar com os conhecimentos e as contribuições dos alunos, tanto no início das atividades quanto durante sua realização.
II. ajudar os estudantes a encontrar sentido no que estão pesquisando e estudando.
III. promover um clima, no qual a autoestima e o autoconceito fiquem minimizados.
IV. potencializar progressivamente a autonomia e a dependência dos estudantes na definição de objetivos para o trabalho.
Assinale