Um professor fará uma avaliação cuja nota será composta por 20% da nota de um trabalho escrito, 30% da nota de uma apresentação oral e o restante por uma prova sobre um tema a ser sorteado. Se o aluno obtiver nota 9 no trabalho escrito, 8 na apresentação oral, para que ele tenha nota 7 nessa avaliação ele terá que tirar nessa prova uma nota igual a
Um triângulo equilátero está inscrito em uma circunferência centrada na origem e um dos seus vértices é o ponto (2,0). Os outros vértices do triângulo são os pontos

O mundo como pode ser: uma outra globalização


Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.

Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.

É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.

No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).

O segundo parágrafo é construído a partir da enumeração de uma série de fatos sociais que, segundo o autor, indicam possibilidade de emergência de uma nova história. Esses fatos são:

O mundo como pode ser: uma outra globalização


Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.

Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.

É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.

No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).

Considere o seguinte recorte:

“As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação”.

O discurso do outro é apresentado nesse trecho por meio de uma

Duas ondas sonoras são descritas pelas funções y = 1 + sen x e y = 1 - cos x.Considerando 0x≤ 2π, os gráficos dessas funções se interceptam em
Líquidos de arrefecimento são utilizados para melhorar o sistema de refrigeração dos motores dos carros. Geralmente são soluções aquosas de etilenoglicol, um diol, de fórmula molecular C2H6O2 e massa molar 62,1 g/mol. O rótulo de uma determinada marca de líquido de arrefecimento indica que há 50% de etilenoglicol em massa, o que corresponde a 530 g por litro de solução. A concentração dessa solução aquosa de etilenoglicol, em mol/L, é aproximadamente:

Leia o texto a seguir. A tradição continua a ser o único fundamento para imaginarmos que houve a Guerra de Tróia, e os motivos de uma expedição ultramarina tão complicada ainda precisam ser explicados.

FINLEY, M. Aspectos da Antiguidade. São Paulo: Martins Fontes, 1991. p. 37.

De acordo com a tradição mítica, o episódio responsável por fazer eclodir a Guerra de Tróia foi

Leia o texto a seguir para responder à questão.

O lobo e o cordeiro
Vamos mostrar que a razão do mais forte é sempre a melhor. Um cordeiro matava sua sede numa corrente de água pura, quando chega um lobo cuja fome o levava a buscar caça.
– Que atrevimento é esse de sujar a água que estou bebendo? – diz enfurecido o lobo. – Você será castigado por essa temeridade.
– Senhor – responde o cordeiro –, que vossa majestade não se encolerize e leve em conta que estou bebendo vinte passos mais abaixo que o senhor. Não posso, pois, sujar a água que está bebendo.
– Você a suja, sim – diz o cruel animal. – Sei que você falou mal de mim no ano passado.
– Como eu poderia tê-lo feito, se não havia sequer nascido? – responde o cordeiro. – Eu ainda mamo.
– Se não foi você, foi seu irmão.
– Eu não tenho irmãos.
– Então, foi alguém dos seus, porque todos vocês, inclusive pastores e cães, não me poupam. Fiquei sabendo disso e, portanto, preciso vingar-me.
Sem fazer nenhuma outra forma de julgamento, o lobo pegou o cordeiro, estraçalhou-o e devorou-o.
La Fontaine. O lobo e cordeiro. In: SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz.Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 125. (Adaptado).
O modo de construção da narrativa e a moral embutida na história indicam que o texto pertence ao gênero
A equação reduzida de uma circunferência é x2 + y2 = 4. A área do hexágono regular inscrito nessa circunferência é igual a
Leia o texto a seguir. No ano de 450 a. C. por pressão da plebe foi escrito o primeiro código legal romano, a Lei das Doze Tábuas, que ao ser acessível a toda a população poderia inibir arbitrariedades que pudessem ser praticadas pelo desconhecimento da lei. Mas nem todas as questões referentes aos interesses da plebe foram resolvidas, perdurando, por exemplo, a escravidão por dívidas, que só foi suspensa em 367 a. C. com as Leis Licínias. TASINAFO, C. R; FREITAS NETO, J. A. de. História Geral e do Brasil. São Paulo: Harbra, 2006. p. 75.

Além de mudar o entendimento acerca da escravidão por dívidas, as Leis Licínias também propunham que
Duas circunferências possuem equações ( x+1)2 + y2 = 1 e (x-1)2 + y2 = 1. A intersecção entre as duas circunferências
Embora tanto o poema-canção quanto a pintura apresentados se enquadrem como produções modernas, a pintura se constrói sob uma perspectiva
O que a alternância de elementos visuais verticais, cujo formato lembra bumerangues, confere à pintura apresentada?

Leia o texto a seguir.

Eu digo que o Departamento de Estado, um dos mais importantes de nossos ministérios, está completamente infectado de comunistas. Eu conheço, eu tenho em minhas mãos casos de 57 indivíduos que são membros do Partido Comunista, ou que ao menos são simpatizantes; apesar disso, eles continuam a praticar a nossa política externa.

Anais do Congresso americano. In: TASINAFO, C. L.; FREITAS NETO, J. A. de. História Geral e do Brasil. São Paulo: Habra, 2006. p. 724.

O texto é um trecho de um discurso do senador americano Joseph McCarthy, que acusou inúmeras pessoas de serem comunistas e de praticarem atividades antiamericanas. Sua atuação encontrou apoio em parte do Congresso, que aprovou a Lei McCarran, que

Leia o texto e responda à questão.

Lawyers could be the next profession to be replaced by computers
Technology is often blamed for destroying traditional working-class jobs in sectors like manufacturing and retail. But blue collar jobs aren't the only ones at risk on an imminent future: white collar jobs are going to be affected by technology as well.
The legal profession is on the cusp of a transformation in which artificial-intelligence (AI) platforms might dramatically affect how legal work gets done. Those platforms will mine documents for evidence that will be useful in litigation, to review and create contracts, raise red flags within companies to identify potential fraud and other misconduct or do legal research and perform due diligence before corporate acquisitions. Those are all tasks that — for the moment at least — are largely the responsibility of flesh-and-blood attorneys.
Increasing automation of the legal industry promises to increase efficiency and save client’s money, but could also cut jobs in the sector as the technology becomes responsible for tasks currently performed by humans.
Advocates of AI, however, argue there could actually be an increase in the sector's labor force as the technology drives costs down and makes legal services more affordable to greater numbers of people. It's like the beginning for a future changing in legal profession with AI-powered platform which can perform almost all mechanical work such as creating a new contract or reviewing it for clients and companies.

What machines do better than people
One question raised by the introduction of AI legal platforms is how well they do their jobs compared to a flesh-and-blood lawyer, who has years of experience under his belt. Supporters of this new technology defend that AI platform can search documents for relevant information to lawsuits and other litigation as well as experienced lawyers. Here are some of AI advantages:
Keywords: human beings are not very good at keyword searches. There's a fallacy that human beings looking at documents is the gold standard which cannot be, because human may miss things.
Database: the explosion in the amount of electronic data generated today makes it hard for human workers to keep up. This so much more data nowadays need these technologies find relevant material for lawyers. Also the AI could not just look at the text of a document or email, it can look at the tone of the conversation, who sent it, to check if the item should be flagged for review in litigation.
Restless: computers don't get tired, they don't get hungry, they don't sleep in and all of the things that are biological problems that can happen to a human being can't happen to computers.
An example of this technology is ROSS - it is a legal research platform based on IBM's cognitive computing system Watson. This technology is being used by a number of law firms, which state that the legal sector has being changing along the years. Firms, particularly larger ones, begin to see the advantage of AI, and their legal future possibly will completely change, with lawyers working from office, home office and other possibilities.
Disponível em: <https://www.cnbc.com/2017/02/17/lawyers-could-be-replaced-by-artificial-intelligence.html>
Acesso em: 08 maio 2018. (Adaptado)
According to the text, we verify that
Em termos imagéticos tem-se, na pintura e na letra da canção apresentadas, respectivamente, a representação do
Na atualidade, diversas técnicas têm sido utilizadas para favorecer a propagação de determinadas espécies vegetais, dentre elas as de espécies nativas dos diferentes biomas brasileiros. Uma destas técnicas é a cultura de tecidos, que apresenta grande aplicação na agricultura e oferece diferentes soluções originais para o programa de melhoramento vegetal em função de ser uma ferramenta com
Carbonato de cálcio sólido reage com ácido fosfórico em solução aquosa produzindo dióxido de carbono, água e o respectivo sal. As fórmulas químicas dos produtos dessa reação são:

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Forest fires: the good and the bad

Every year it seems like there’s another disastrous wildfire in the American West. In 2018, nearly 9 million acres were burned in the US alone. Uncontrolled fires often started accidentally by people, rampage and decimate forests. F

or most people, a forest fire is synonymous with disaster. But there are some kinds of forest fires that actually benefit the environment.

A controlled burn is a wildfire that people set intentionally for a specific purpose. Well-thought-out and wellmanaged controlled burns can be incredibly beneficial for forest management—in part because they can help stop an out-of-control wildfire. The technique is called backburning, and it involves setting a controlled fire in the path of the approaching wildfire. All the flammable material is burnt up and extinguished. When the wildfire approaches, there’s no more fuel left for it to keep going, and it dies out.

Controlled burns are also used to prevent forest fires. Even before human involvement, natural, low-intensity wildfires occurred every few years to burn up fuel, plant debris, and dead trees, making way for young, healthy trees and vegetation to thrive. That new growth in turn supports forest wildlife. Forest managers are now replicating this natural strategy when appropriate, starting manageable, slow-burning fires to make room for new life that will help keep the forest healthy in the long term.

The same method is one of WWF’s strategies for maintaining grassland habitats in the Northern Great Plains. Working with partners such as the U.S. Fish and Wildlife Service, WWF has intentionally burned hundreds of acres of prairie land to revitalize these key habitats. The fire burns off tall, aggressive vegetation that isn’t as hospitable to wildlife, and makes room for new growth that attracts bison, birds, and prairie dogs.

This doesn’t mean all intentional wildfires are good – far from it. Many of the fires intentionally set for agriculture and land clearing are at best ill-advised, and at worst devastating. Slash and burn fires are set every day to destroy large sections of forests. Of course, these forests don’t just remove trees; they kill and displace wildlife, alter water cycles and soil fertility, and endanger the lives and livelihoods of local communities. They also can rage out of control. In 1997, fires set intentionally to clear forests in Indonesia escalated into one of the largest wildfires in recorded history. Hundreds of people died; millions of acres burned; already at-risk species like orangutans perished by the hundreds; and a smoke and ash haze hung over southeast Asia for months, reducing visibility and causing acute health conditions.

That’s exactly why WWF helps governments around the world crack down on slash and burn deforestation. WWF also works with farmers and companies to stop unnecessary agricultural burns. And when our scientists think fire could be the best solution for revitalizing wild areas, we bring the right experts to the table to study the situation and come up with a plan.

All fire is risky. To minimize that risk as much as possible, controlled burns must be well-considered, wellplanned, and ignited and maintained by trained professionals. The bottom line? Fire can be a tool for conservation, but only when used the right way.

Disponível em: https://www.worldwildlife.org/stories/forest-fires-the-good-and-the-bad. Acesso em: 08 out. 2019

According to the ideas expressed in the text, we verify that
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