Dentre os sistemas de monta, existe aquele em que o touro
permanece no rebanho durante todo período do ano. Como
consequência,
Para a inclusão de pessoas surdas, o Decreto nº 5.626/2005
propõe a
Todos os profissionais da área da saúde que atuam em
alguma etapa do sistema de medicação devem estar
comprometidos com a segurança do paciente e para isso,
é fundamental conhecer os medicamentos. Ao prestar
assistência a pacientes com alterações renais é necessário
reconhecer que os seguintes anti-inflamatórios não
esteróides (AINEs) podem causar nefrotoxicidade:
A qualidade de software é um aspecto crucial em qualquer
projeto de desenvolvimento de software, pois afeta
diretamente a satisfação do cliente. Dentre os aspectos
relevantes da qualidade de software, destacam-se os
atributos de qualidade, que são propriedades que
descrevem quão bem o software realiza suas ações. O
tempo de resposta é uma métrica associada ao atributo de
qualidade:
Leia o texto a seguir.
Nesse horizonte, não se está mais seguro do que quer dizer a palavra homem. Existe uma história do conceito de homem e é preciso se interrogar sobre essa história: de onde vem o conceito de homem, como o homem ele mesmo pensa o que é o próprio do homem? Por exemplo, quando tradicionalmente se opõe o homem ao animal, se afirma que o próprio do homem é a linguagem, a cultura, a história, a sociedade, a liberdade etc. Podem-se colocar questões sobre a validade de todas essas definições do "próprio" e do homem e, portanto, sobre a validade do conceito de homem tal como geralmente é utilizado. Colocar questões sobre esse conceito de homem é nada ter de seguro a esse respeito. Mas isso não quer dizer ser contra o homem. Frequentemente se acusa a desconstrução de, ao colocar questões sobre a história do conceito de homem, ser inumana, desumana, contra o humanismo. Nada tenho contra o humanismo, mas me reservo o direito de interrogar quanto à história, à genealogia e à figura do homem, quanto ao conceito do próprio do homem.
DERRIDA, J. A solidariedade dos seres vivos. Entrevista por Evando Nascimento, publicada no suplemento Mais! Folha de São Paulo, em 27.5.2001.
De que modo tais reflexões produzem óbice ao etnocentrismo?
Nesse horizonte, não se está mais seguro do que quer dizer a palavra homem. Existe uma história do conceito de homem e é preciso se interrogar sobre essa história: de onde vem o conceito de homem, como o homem ele mesmo pensa o que é o próprio do homem? Por exemplo, quando tradicionalmente se opõe o homem ao animal, se afirma que o próprio do homem é a linguagem, a cultura, a história, a sociedade, a liberdade etc. Podem-se colocar questões sobre a validade de todas essas definições do "próprio" e do homem e, portanto, sobre a validade do conceito de homem tal como geralmente é utilizado. Colocar questões sobre esse conceito de homem é nada ter de seguro a esse respeito. Mas isso não quer dizer ser contra o homem. Frequentemente se acusa a desconstrução de, ao colocar questões sobre a história do conceito de homem, ser inumana, desumana, contra o humanismo. Nada tenho contra o humanismo, mas me reservo o direito de interrogar quanto à história, à genealogia e à figura do homem, quanto ao conceito do próprio do homem.
DERRIDA, J. A solidariedade dos seres vivos. Entrevista por Evando Nascimento, publicada no suplemento Mais! Folha de São Paulo, em 27.5.2001.
De que modo tais reflexões produzem óbice ao etnocentrismo?
São cidades sergipanas reconhecidas como cidades
históricas:
Leia o texto a seguir.
A etnografia da América indígena contém um tesouro de referências a uma teoria cosmopolítica que imagina um universo povoado por diferentes tipos de agências ou agentes subjetivos, humanos como não-humanos – os deuses, os animais, os mortos, as plantas, os fenômenos meteorológicos, muitas vezes também os objetos e os artefatos –, todos providos de um mesmo conjunto básico de disposições perceptivas, apetitivas e cognitivas, ou, em poucas palavras, de uma “alma” semelhante. Essa semelhança inclui um mesmo modo, que poderíamos chamar performativo, de apercepção: os animais e outros não-humanos dotados de alma “se veem como” pessoas, e portanto, em condições ou contextos determinados, “são” pessoas, isto é, são entidades complexas, com uma estrutura ontológica de dupla face (uma visível e outra invisível), existindo sob os modos pronominais do reflexivo e do recíproco e os modos relacionais do intencional e do coletivo. O que essas pessoas veem, entretanto – e que sorte de pessoas elas são –, constitui precisamente um dos problemas filosóficos mais sérios postos por e para o pensamento indígena.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Metafísicas canibais. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p. 43. [Adaptado].
Conforme o texto, na concepção ameríndia, a cultura tem qual forma?
A etnografia da América indígena contém um tesouro de referências a uma teoria cosmopolítica que imagina um universo povoado por diferentes tipos de agências ou agentes subjetivos, humanos como não-humanos – os deuses, os animais, os mortos, as plantas, os fenômenos meteorológicos, muitas vezes também os objetos e os artefatos –, todos providos de um mesmo conjunto básico de disposições perceptivas, apetitivas e cognitivas, ou, em poucas palavras, de uma “alma” semelhante. Essa semelhança inclui um mesmo modo, que poderíamos chamar performativo, de apercepção: os animais e outros não-humanos dotados de alma “se veem como” pessoas, e portanto, em condições ou contextos determinados, “são” pessoas, isto é, são entidades complexas, com uma estrutura ontológica de dupla face (uma visível e outra invisível), existindo sob os modos pronominais do reflexivo e do recíproco e os modos relacionais do intencional e do coletivo. O que essas pessoas veem, entretanto – e que sorte de pessoas elas são –, constitui precisamente um dos problemas filosóficos mais sérios postos por e para o pensamento indígena.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Metafísicas canibais. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p. 43. [Adaptado].
Conforme o texto, na concepção ameríndia, a cultura tem qual forma?
Com relação ao ensino da modalidade escrita da Língua
Portuguesa como segunda língua para pessoas surdas, o
Decreto nº 5.626/2005 estabelece que este deve ser incluído
como disciplina curricular nos cursos de formação de
professores para a educação infantil e para os anos iniciais
do ensino fundamental, de nível médio e superior, bem como
IFSE•
O ato de colocar um bebê consciente e engasgado, de
bruços em cima do seu braço, e realizar cinco
compressões entre as escápulas e, em seguida, virar o
bebê de barriga para cima em seu braço e efetuar mais
cinco compressões sobre o esterno, na altura dos mamilos
é denominado de
IFSE•
A datilologia utilizada para soletrar nomes próprios ou
palavras que não tenham sinais, geralmente funciona como
um “coringa” para os ouvintes que estão aprendendo a
Libras, e, por isso, deve ser trabalhada pelo professor tanto
na sua forma produtiva (expressiva) como na receptiva
(compreensão). Em contextos de ensino de Libras como
segunda língua para ouvintes, deve-se
IFSE•
Na Libras, assim como em outras línguas de sinais, os
classificadores são formas linguísticas representadas por
configurações de mãos que retratam objetos, pessoas e
animais, e servem como marcadores de concordância. Com
relação à sua tipologia, uma representação mimética ou
visual-geométrica mostrando o objeto sendo manipulado
denomina-se classificador
IFSE•
Assim como nas línguas orais, as línguas de sinais também
apresentam especificidades e se utilizam de metáforas. Na
Libras, é possível utilizar metáforas orientacionais, icônicas
e ontológicas. As metáforas orientacionais são aquelas que
dão a um conceito uma orientação espacial. É exemplo de
metáfora orientacional a utilização do sinal de
No modelo de virtualização de computação na nuvem
denominado de Software-as-a-Service (SaaS),
A escrita de sinais é fundamental para que se possa fazer
registros históricos da evolução linguística, dos traços
culturais e das identidades da comunidade surda. Sobre a
forma de escrita de sinais denominada de SignWriting,
criada nos Estados Unidos em 1974 por Valerie Sutton,
podemos afirmar que é um
Leia o caso a seguir.
Uma escola da rede regular de ensino recebe uma criança surda de cinco anos que apresenta surdez bilateral congênita de grau profundo. Trata-se de uma criança surda de pais ouvintes e que não adquiriu a língua de sinais como primeira língua.
Elaborado pelo(a) autor(a).
Para iniciar o processo de escolarização dessa criança, a escola deverá
Uma escola da rede regular de ensino recebe uma criança surda de cinco anos que apresenta surdez bilateral congênita de grau profundo. Trata-se de uma criança surda de pais ouvintes e que não adquiriu a língua de sinais como primeira língua.
Elaborado pelo(a) autor(a).
Para iniciar o processo de escolarização dessa criança, a escola deverá
Conforme consta nos Referenciais para o ensino de Língua
Brasileira de Sinais como primeira língua na Educação
Bilíngue de Surdos, além da educação básica, alunos
surdos, surdocegos, pessoas surdas com outras
deficiências associadas e pessoas com deficiência auditiva
que se comunicam por meio da Libras têm o direito de
acesso aos conteúdos acadêmico-científicos no âmbito do
Ensino Superior em Libras. Nessa perspectiva, a proposta
de Libras como L1, para esse público, tem como função
A modalidade de educação bilíngue/bicultural do surdo
compreende a surdez como uma condição e como um
aspecto cultural, considerando que existem dois contextos
linguísticos: o da língua de sinais e o da língua oral. De
acordo com, o Decreto nº 7.611/2011, para atender um
aluno surdo, é necessário promover um conjunto de
atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos
organizados institucional e continuamente por meio do
IFSE•
No sistema de flexão verbal da Libras, há o parâmetro
direcionalidade, que é um marcador de flexão de pessoa do
discurso. Por exemplo, quando se diz em Libras
“1sPERGUNTAR2s”, a direção do movimento marca quem é
o emissor e quem é o receptor, que, nesse caso, é:
A abordagem educacional da comunicação total advoga o
uso de todos os meios que possam facilitar a comunicação,
desde a fala sinalizada, passando por uma série de sistemas
artificiais, até os sinais (Capovilla, 2000). Constitui-se,
portanto, característica dessa abordagem educacional a
A Lei nº 13.146/2015, conhecida como a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com Deficiência, considera como
tecnologia assistiva ou ajuda técnica os produtos,
equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias,
estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a
funcionalidade relacionada à atividade e à participação da
pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida,
visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida
e inclusão social. Com base nessa definição, constitui
tecnologia assistiva, capaz de promover a acessibilidade
linguística da pessoa surda