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SC fecha 2024 com 7 vezes mais casos prováveis de dengue que no mesmo período do ano anterior
Os últimos dias de 2024 acenderam o alerta para a alta expressiva nos registros de dengue em Santa Catarina. Entre 15 e 28 de dezembro, foram 1.792 casos prováveis da doença - uma alta de 717% em relação ao mesmo período em 2023. Os dados são da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC).
Dos casos prováveis de dengue, 31 deles já foram confirmados, sendo que um é considerado caso de dengue com sinais de alarme. Os outros 1.760 são suspeitos.
O mês de dezembro teve crescimento gradual do número de casos de dengue: 1ª semana: 351 casos; 2ª semana: 670 casos; 3ª semana: 969 casos; 4ª semana: 822 casos.
A Grande Florianópolis, que concentra grande parte da população de Santa Catarina, lidera o número de casos prováveis. Em seguida aparece a região Nordeste, que engloba a cidade de Joinville, a mais populosa do estado.
Fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2025/01/06/altacasos-dengue-santa-catarina.ghtml(adaptado).
Sobre o aumento de casos de dengue em Santa Catarina no final de 2024, analise as assertivas abaixo:
I. O número de casos prováveis de dengue entre 15 e 28 de dezembro de 2024 aumentou sete vezes em relação ao mesmo período de 2023.
II. A Grande Florianópolis foi a região com o maior número de casos prováveis de dengue em Santa Catarina.
III. Todos os casos prováveis registrados em dezembro foram confirmados como dengue com sinais de alarme.
IV. Os dados apresentados no texto foram coletados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC).
Está correto o que se afirma em:
SC fecha 2024 com 7 vezes mais casos prováveis de dengue que no mesmo período do ano anterior
Os últimos dias de 2024 acenderam o alerta para a alta expressiva nos registros de dengue em Santa Catarina. Entre 15 e 28 de dezembro, foram 1.792 casos prováveis da doença - uma alta de 717% em relação ao mesmo período em 2023. Os dados são da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC).
Dos casos prováveis de dengue, 31 deles já foram confirmados, sendo que um é considerado caso de dengue com sinais de alarme. Os outros 1.760 são suspeitos.
O mês de dezembro teve crescimento gradual do número de casos de dengue: 1ª semana: 351 casos; 2ª semana: 670 casos; 3ª semana: 969 casos; 4ª semana: 822 casos.
A Grande Florianópolis, que concentra grande parte da população de Santa Catarina, lidera o número de casos prováveis. Em seguida aparece a região Nordeste, que engloba a cidade de Joinville, a mais populosa do estado.
Fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2025/01/06/altacasos-dengue-santa-catarina.ghtml(adaptado).
As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) representam uma das maiores causas de morbimortalidade no Brasil. Sobre essas doenças, analise as assertivas abaixo:
I. Doenças como hipertensão arterial e diabetes mellitus são exemplos de DCNT que podem ser prevenidas com mudanças no estilo de vida.
II. O tabagismo, a alimentação inadequada e o sedentarismo são fatores de risco para o desenvolvimento de DCNT.
III. As DCNT têm como característica principal serem contagiosas, exigindo medidas de isolamento social para seu controle.
IV. A atenção primária à saúde é um nível de cuidado importante na prevenção e controle das DCNT.
Das assertivas, é correto afirmar que:
A pragmática estuda o uso da linguagem em contextos específicos, considerando a intenção do falante e as implicações comunicativas.
No diálogo abaixo, qual é a implicatura gerada pela fala de B?
A: Are you going to the party tonight?
B: I have a lot of work to do.
O que é o sol da meia-noite e em que lugares do planeta ele acontece?
Existem lugares na Terra nos quais o Sol pode brilhar por 24 horas, sem cessar. Este fenômeno ganha o nome de sol da meia-noite, como explica um artigo dedicado ao tema da Encyclopedia Britannica (plataforma de conhecimento e educação do Reino Unido), e se dá tanto no Hemisfério Norte como no Sul, mas em lugares bem determinados.
“O sol da meia-noite é visto no Ártico ou na Antártida, onde a inclinação do eixo da Terra, em relação ao plano de sua órbita, produz pelo menos um período de 24 horas de luz do dia e um de noite, em cada ano”, explica a Britannica. Neste caso, o sol segue brilhando mesmo quando chega a meia-noite no horário local.
Já um artigo governamental do estado norte-americano de Illinois (um dos mais geograficamente ao norte dos Estados Unidos) detalha que esse acontecimento natural ocorre nos meses de verão e em locais do Círculo Polar Ártico e do Círculo Polar Antártico, não exclusivamente nos polos.
O fenômeno oposto, por sua vez, é a noite polar e ocorre durante o inverno em cada hemisfério, “quando o Sol permanece abaixo do horizonte durante todo o dia”, continua o texto estadunidense.
Nos polos, o efeito da inclinação do eixo tem, teoricamente, seis meses de duração e é visto nas latitudes mais baixas gerando o prolongamento das horas de luz do dia no verão e seu encurtamento no inverno, explica o texto governamental.
“Quando o sol da meia-noite é visto no Ártico, o Sol parece se mover da esquerda para a direita, mas na Antártica o movimento aparente equivalente é da direita para a esquerda. Isso ocorre em latitudes de 65°44' a 90° ao norte ou ao sul, e não para exatamente no Círculo Polar Ártico ou no Círculo Polar Antártico, devido à refração”, explica.
“Como não há assentamentos humanos permanentes ao sul do Círculo Polar Antártico, com exceção das estações de pesquisa, os países e territórios cujas populações experimentam o sol da meia-noite se limitam àqueles atravessados pelos círculos polares”, diz o artigo governamental.
Segundo a fonte, esses locais são: os territórios de Yukon, Nunavut e partes do noroeste do Canadá; países como Islândia, Finlândia,Noruega, Suécia e o território da Groenlândia; além da Rússia e do estado do Alasca, nos Estados Unidos, reforça a fonte.
“A maior cidade do mundo ao norte do Círculo Polar Ártico, Murmansk (na Rússia), recebe o sol da meia-noite de 22 de maio a 22 de julho (62 dias)”, conta o site governamental.
Ainda como curiosidade, vale ressaltar que um quarto do território da Finlândia está ao norte do Círculo Polar Ártico e, por isso mesmo, em seu ponto mais ao norte no país “o Sol não se põe por 72 dias seguidos durante o verão”, continua a fonte.
Já em Svalbard, na Noruega, a região habitada mais ao norte da Europa, não há pôr do sol aproximadamente de 19 de abril a 23 de agosto. “Os locais extremos são os polos, onde o Sol pode estar continuamente visível durante metade do ano. O Polo Norte tem sol à meia-noite durante seis meses, do final de março ao final de setembro, por exemplo”, afirma a mesma fonte.
Fonte: www.nationalgeographicbrasil.com (adaptado).