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Qual é o valor do montante de uma aplicação financeira, sobre o regime de juros simples, a um capital de R$ 600,00, com uma taxa de 2,5% ao mês, por um período de 1 ano e 3 meses?
Sobre a entomologia médica, assinale a alternativa correta:

Uma das funções primordiais do cuidador de creche é

São atribuições privativas do(a) assistente social, conforme estabelece a Lei nº 8.662/1993:
No contexto da Teoria e Metodologia do Treino Desportivo, o equilíbrio entre a especificidade e a generalidade do treino é essencial para otimizar o desempenho dos atletas. Assinale a alternativa correta em relação a esse equilíbrio:
Os macronutrientes possuem papéis distintos na ressíntese de ATP durante o exercício. Qual dos fatores abaixo explica a preferência do organismo pelo uso de carboidratos como fonte de energia em exercícios de alta intensidade?
Com base no parágrafo único do Art. 4º, presente no Título I da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, assinale a alternativa correta:
Uma adolescente de 16 anos é atendida em um posto de saúde com queixas de febre, dor muscular e cefaleia intensa há três dias. Durante a triagem, o enfermeiro observa erupção cutânea em tronco e extremidades, além de sinais de desidratação leve. A paciente relata que não tomou todas as doses da vacina contra febre amarela durante a infância. Considerando o contexto epidemiológico, a equipe de saúde suspeita de febre amarela e decide realizar exames confirmatórios. O enfermeiro inicia medidas de suporte enquanto orienta a família sobre a importância de vacinação e prevenção de arboviroses. Qual deve ser a conduta do enfermeiro ao manejar este caso, considerando os protocolos de vigilância em saúde?
Durante a visita domiciliar, uma enfermeira do Programa Saúde da Família encontra uma idosa de 72 anos que mora sozinha e apresenta sintomas de fraqueza, cansaço frequente e perda de peso significativa nos últimos três meses. Ao realizar o exame físico, observa-se mucosa oral pálida e extremidades frias. A paciente relata dificuldade em se alimentar devido a problemas dentários e relata não ter realizado consultas médicas há anos. O enfermeiro solicita exames laboratoriais, que indicam anemia ferropriva. Considerando o diagnóstico, qual seria a estratégia prioritária para o plano de cuidados?
Em uma unidade de pronto-atendimento, uma criança de 5 anos é trazida pelos pais com febre persistente, dificuldade respiratória e tosse produtiva com secreção amarelada há três dias. O exame físico revela taquipneia, retração intercostal e saturação de oxigênio em 88%. A radiografia de tórax confirma pneumonia lobar. O enfermeiro, integrado à equipe multidisciplinar, realiza intervenções iniciais para estabilizar a condição da criança. Qual deve ser a abordagem inicial do enfermeiro neste caso de pneumonia grave?
O artigo 196 estabelece que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado, que deve garantir o acesso universal e igualitário a ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde. A Constituição Federal de 1988 estabelece outras garantias como as descritas abaixo, exceto:
Sobre a relação entre psicopatologia e o método clínico em Psicologia é possível afirmar:
“Se torna importante problematizar a educação inclusiva nos cotidianos escolares e as práticas que se legislam para que ela se materialize e efetive de fato através de um processo de ensino e aprendizagem que reconheça os alunos e suas singularidades, tendo como finalidade o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos”. (SOUZA. Ivan Vale (org.) Educação Inclusiva no Brasil: legislação e contextos. Jundiaí- SP: paco editorial, 2021 (adaptado). Acerca da educação inclusiva marque a alternativa correta abaixo:
Sobre os aspectos afetivos da aprendizagem, assinale a alternativa INCORRETA.

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Lendo-se o segundo parágrafo do texto I, compreende-se que a “experimentação libertária” mencionada refere-se

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja expressão verbal sublinhada destoe das demais enquanto valor semântico (aspecto verbal) aplicado no contexto.
A história do Brasil foi marcada por diversas revoltas, principalmente no Estado da Bahia. Dentre elas, uma possuía um caráter separatista temporário, haja vista que o objetivo era constituir uma “República Bahiense” até D. Pedro II atingir a maioridade. A revolta citada foi:
Renata, 70 anos, está internada com diagnóstico de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. Durante o plantão, o técnico de enfermagem identifica que Renata está com dificuldade de deglutição e apresenta tosse ao ingerir líquidos. Qual conduta o técnico de enfermagem deve adotar neste caso?
O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil - RCNEI destaca a importância de abordar conteúdos de naturezas diversas de forma:

De acordo com o Art. 7º da Constituição Federal, é assegurado aos trabalhadores urbanos e rurais o direito a

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