A Base Nacional Comum Curricular publicada pelo MEC em 2017, em seu item 4.1.1.2 (p.136), descreve o que se espera do componente curricular Língua Portuguesa nos anos finais do Ensino Fundamental. O documento diz que:
No componente Língua Portuguesa, amplia-se o contato dos estudantes com gêneros textuais relacionados a vários campos de atuação e a várias disciplinas, partindo-se de práticas de linguagem já vivenciadas pelos jovens para a ampliação dessas práticas, em direção a novas experiências.
Com esta ampliação do contato com gêneros textuais relacionados a diversos campos de atuação, o documento nos propõe como objetivos principais de aprendizagem em seu contexto aqueles que
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Existem dores que só quem conviveu com o vício de perto conhece bem: os desaparecimentos por dias, as brigas constantes, a sensação de que aquele pesadelo nunca vai passar. Em muitos momentos, tudo o que as famílias e amigos do adicto desejam é que houvesse uma pílula mágica que acabasse com esse sofrimento. E bem, ela não existe, mas isso não quer dizer que a luta contra o vício seja um beco sem saída. A busca por tratamento psicológico, desenvolvimento de hobbies, laços sociais mais saudáveis e a reflexão sobre um novo propósito de vida e a reelaboração de traumas, tudo isso pode ajudar. E, em meio à luta contra o abuso de substâncias, a ciência parece ter encontrado um aliado inesperado: os psicodélicos.
Revista Mente Afiada: curiosidades. Ano 2, nº 14 – março de 2025
• “Não esperam1 companhia[...]”
• “Espero2 que haja muitos deles espalhados pelo mundo [...]”
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Existem dores que só quem conviveu com o vício de perto conhece bem: os desaparecimentos por dias, as brigas constantes, a sensação de que aquele pesadelo nunca vai passar. Em muitos momentos, tudo o que as famílias e amigos do adicto desejam é que houvesse uma pílula mágica que acabasse com esse sofrimento. E bem, ela não existe, mas isso não quer dizer que a luta contra o vício seja um beco sem saída. A busca por tratamento psicológico, desenvolvimento de hobbies, laços sociais mais saudáveis e a reflexão sobre um novo propósito de vida e a reelaboração de traumas, tudo isso pode ajudar. E, em meio à luta contra o abuso de substâncias, a ciência parece ter encontrado um aliado inesperado: os psicodélicos.
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• “[...] as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que1 se bastam.”
• [...] e que2 , ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade [...]
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Existem dores que só quem conviveu com o vício de perto conhece bem: os desaparecimentos por dias, as brigas constantes, a sensação de que aquele pesadelo nunca vai passar. Em muitos momentos, tudo o que as famílias e amigos do adicto desejam é que houvesse uma pílula mágica que acabasse com esse sofrimento. E bem, ela não existe, mas isso não quer dizer que a luta contra o vício seja um beco sem saída. A busca por tratamento psicológico, desenvolvimento de hobbies, laços sociais mais saudáveis e a reflexão sobre um novo propósito de vida e a reelaboração de traumas, tudo isso pode ajudar. E, em meio à luta contra o abuso de substâncias, a ciência parece ter encontrado um aliado inesperado: os psicodélicos.
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Somente a forma verbal em destaque, transposta para a segunda pessoa do plural do pretérito-mais-que-perfeito do indicativo, está corretamente estruturada em
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Existem dores que só quem conviveu com o vício de perto conhece bem: os desaparecimentos por dias, as brigas constantes, a sensação de que aquele pesadelo nunca vai passar. Em muitos momentos, tudo o que as famílias e amigos do adicto desejam é que houvesse uma pílula mágica que acabasse com esse sofrimento. E bem, ela não existe, mas isso não quer dizer que a luta contra o vício seja um beco sem saída. A busca por tratamento psicológico, desenvolvimento de hobbies, laços sociais mais saudáveis e a reflexão sobre um novo propósito de vida e a reelaboração de traumas, tudo isso pode ajudar. E, em meio à luta contra o abuso de substâncias, a ciência parece ter encontrado um aliado inesperado: os psicodélicos.
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Existem dores que só quem conviveu com o vício de perto conhece bem: os desaparecimentos por dias, as brigas constantes, a sensação de que aquele pesadelo nunca vai passar. Em muitos momentos, tudo o que as famílias e amigos do adicto desejam é que houvesse uma pílula mágica que acabasse com esse sofrimento. E bem, ela não existe, mas isso não quer dizer que a luta contra o vício seja um beco sem saída. A busca por tratamento psicológico, desenvolvimento de hobbies, laços sociais mais saudáveis e a reflexão sobre um novo propósito de vida e a reelaboração de traumas, tudo isso pode ajudar. E, em meio à luta contra o abuso de substâncias, a ciência parece ter encontrado um aliado inesperado: os psicodélicos.
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