Questões de Concursos
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I Os planosP1eP2são ortogonais.
II Os planosP2 eP3 não se intersectam.
III Os planosP1eP2possuem vetores normais colineares.
IV O produto interno entre os vetores normais dos planos P1eP3é diferente de zero.
Estão certos apenas os itens
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394/1996), julgue os itens que explicitam corretamente os cursos abrangidos pela educação superior.
I Cursos iniciais.
II Cursos sequenciais.
III Cursos de graduação.
IV Cursos de pós-graduação.
Assinale a opção correta.
Na situação hipotética precedente, caso apenas 3 operários e 2 máquinas trabalhem com jornada de trabalho de 8 horas diárias, a obra será terminada em
I No serviço não orientado a conexões sem confirmação, a máquina de origem envia quadros independentes à máquina de destino, sem que esta confirme o recebimento desses quadros.
II No serviço não orientado a conexões com confirmação, mesmo não havendo conexões lógicas usadas, cada quadro enviado é confirmado individualmente.
III No serviço orientado a conexões com confirmação, antes de qualquer dado ser transferido, cada quadro enviado pela conexão é numerado, e a camada de enlace de dados garante que cada quadro seja, de fato, recebido.
Assinale a opção correta.
Texto 8A1-I
Quatro ou cinco cavalheiros debatiam, uma noite, várias questões de alta transcendência. (...)
Entre a cidade, com as suas agitações e aventuras, e o céu, em que as estrelas pestanejavam, através de uma atmosfera límpida e sossegada, estavam os nossos quatro ou cinco investigadores de coisas metafísicas, resolvendo amigavelmente os mais árduos problemas do universo.
Por que quatro ou cinco? Rigorosamente eram quatro os que falavam; mas, além deles, havia na sala um quinto personagem, calado, pensando, cochilando, cuja espórtula no debate não passava de um ou outro resmungo de aprovação. Esse homem tinha a mesma idade dos companheiros, entre quarenta e cinquenta anos, era provinciano, capitalista, inteligente, não sem instrução, e, ao que parece, astuto e cáustico. Não discutia nunca; e defendia-se da abstenção com um paradoxo, dizendo que a discussão é a forma polida do instinto batalhador, que jaz no homem, como uma herança bestial.
Como desse esta mesma resposta naquela noite, contestou-lha um dos presentes, e desafiou-o a demonstrar o que dizia, se era capaz. Jacobina (assim se chamava ele) refletiu um instante, e respondeu:
— Pensando bem, talvez o senhor tenha razão.
Vai senão quando, no meio da noite, sucedeu que este casmurro usou da palavra, e não dois ou três minutos, mas trinta ou quarenta. A conversa, em seus meandros, veio a cair na natureza da alma, ponto que dividiu radicalmente os quatro amigos. Cada cabeça, cada sentença; não só o acordo, mas a mesma discussão tornou-se difícil... Um dos argumentadores pediu ao Jacobina alguma opinião, uma conjetura, ao menos.
— Nem conjetura, nem opinião, redarguiu ele; uma ou outra pode dar lugar a dissentimento, e, como sabem, eu não discuto. Mas, se querem ouvir-me calados, posso contar-lhes um caso de minha vida, em que ressalta a mais clara demonstração acerca da matéria de que se trata. Em primeiro lugar, não há uma só alma, há duas...
— Duas?
— Nada menos de duas almas. Cada criatura humana traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para fora, outra que olha de fora para dentro... A alma exterior pode ser um espírito, um fluido, um homem, muitos homens, um objeto, uma operação. Está claro que o ofício dessa segunda alma é transmitir a vida, como a primeira; as duas completam o homem, que é, metafisicamente falando, uma laranja. Quem perde uma das metades, perde naturalmente metade da existência; e casos há, não raros, em que a perda da alma exterior implica a da existência inteira.
E assim outros mais casos. Eu mesmo tenho experimentado dessas trocas. Não as relato, porque iria longe; restrinjo-me ao episódio de que lhes falei.
Eis aqui como ele começou a narração:
— Tinha vinte e cinco anos, era pobre, e acabava de ser nomeado alferes da Guarda Nacional. Não imaginam o acontecimento que isto foi em nossa casa. Vai, então, uma das minhas tias, D. Marcolina, que morava a muitas léguas da vila, desejou ver-me, e pediu que fosse ter com ela e levasse a farda. Fui, acompanhado de um pajem, que daí a dias tornou à vila, porque a tia Marcolina, apenas me pilhou no sítio, escreveu a minha mãe dizendo que não me soltava antes de um mês, pelo menos. E abraçava-me! Chamava-me também o seu alferes... Se lhes disser que o entusiasmo da tia Marcolina chegou ao ponto de mandar pôr no meu quarto um grande espelho, obra rica e magnífica, que lhe dera a madrinha, e que esta herdara da mãe, que o comprara a uma das fidalgas vindas em 1808 com a corte de D. João VI. Não sei o que havia nisso de verdade; era a tradição. O espelho estava naturalmente muito velho; mas se via nele ainda o ouro, comido em parte pelo tempo, uns delfins esculpidos nos ângulos superiores da moldura, uns enfeites de madrepérola e outros caprichos do artista. Tudo velho, mas bom...
O certo é que todas essas coisas, carinhos, atenções, obséquios, fizeram em mim uma transformação, que o natural sentimento da mocidade ajudou e completou. O alferes eliminou o homem. Durante alguns dias, as duas naturezas equilibraram-se; mas não tardou que a primitiva cedesse à outra; ficou-me uma parte mínima de humanidade. Aconteceu, então, que a alma exterior mudou de natureza, e passou a ser a cortesia e os rapapés da casa, tudo o que me falava do posto, nada do que me falava do homem. A única parte do cidadão que ficou comigo foi aquela que entendia com o exercício da patente; a outra dispersou-se no ar e no passado.
Machado de Assis. O espelho. Esboço de uma nova teoria da alma humana.
In: Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (com adaptações).
A partir da perspectiva da pedagogia histórico-crítica formulada por Dermeval Saviani, julgue os itens a seguir.
I Para a pedagogia histórico-crítica, a prática social é ponto de partida e de chegada da ação educativa, pois constitui um elemento comum tanto para o professor quanto para os alunos, que transformam suas práticas através de problematizações e instrumentalizações.
II Saviani desenvolveu uma teoria crítica da educação, fundamentada no materialismo histórico-dialético.
III A pedagogia histórico-crítica se assemelha às teorias escolanovistas na medida em que considera a escola como um ambiente de desenvolvimento individual, onde cada sujeito produz sua experiência e seu aprendizado.
IV Saviani considera como secundária a função de formação humana e social da escola, destacando outros espaços de educação como ambientes mais qualificados para o processo de ensino e aprendizagem.
Estão certos apenas os itens
Um professor da educação infantil, regente de uma turma com alunos de 5 anos de idade, têm o hábito de vestir as crianças e organizar a sala cotidianamente, com o intuito de obter eficiência, organização e agilidade no cotidiano escolar.
De acordo com o Referencial Nacional para Educação Infantil (volumes 1 e 2), a postura do professor na situação hipotética apresentada
Conforme os estudiosos da linguística textual, a análise da língua deve ser feita com base na produção textual, pelo estudo, a partir do texto, oral ou escrito, dos seguintes elementos, entre outros:
I organização das intenções e processos pragmáticos;
II progressão temática e organização tópica;
III raciocínio e argumentação;
IV funcionamento dos processos semânticos da língua.
Assinale a opção correta.
No que se refere ao letramento, julgue os itens a seguir.
I O letramento é a capacidade de uso da escrita, da leitura e da oralidade nas práticas sociais e pessoais que envolvem os elementos da cultura.
II As práticas docentes voltadas para o letramento devem ser exclusivamente baseadas na memorização das letras e sílabas.
III Para o ensino da produção escrita, é necessário proporcionar aos estudantes situações artificiais de escrita.
Assinale a opção correta.