FONTE: http://www.ebc.com.br/noticias/2015/02/swiss-leaks-entenda-fraude-fiscal-no-*
FONTE: http://www.ebc.com.br/noticias/2015/02/swiss-leaks-entenda-fraude-fiscal-no-*
FONTE: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2015/04/25/interna_internacional,64104 3/*-confirma-que-brasileiro-sera-executado.shtml
Se esse investidor manter o dinheiro aplicado no mesmo investimento por 2,5 anos, qual será o rendimento obtido no fim do período?
por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.
In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20
Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.
No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.
Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.
Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:
1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.
2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.
3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.
4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.
5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.
6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.
7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.
8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.
Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.
9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.
In http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Compras – 1234
Almoxarifado – 1235
Recepção - 1200
Limpeza - 1236
Assinale a alternativa que permite ao usuário ordenar a lista alfabeticamente:
Os termos PVPS (Primeiro que Vence, Primeiro que Sai) e PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) referem-se a métodos de controle de estoque e gestão de armazenagem, escolhidos com base nas necessidades e características específicas de cada empresa.
Em qual setor o método PVPS deve ser aplicado?
Qual é a função do inventário no almoxarifado?
Um almoxarife é responsável por gerenciar o estoque de uma empresa, garantindo que os materiais estejam disponíveis quando necessários, ao mesmo tempo, também minimizar e otimizar os custos de armazenamento. Dentre as várias técnicas utilizadas para gerenciar estoques, uma das mais comuns é a análise ABC.
Assinale a alternativa que melhor define a técnica ABC.
Carga unitária é uma técnica de armazenamento e de transporte que envolve agrupar vários itens em uma única unidade para facilitar a movimentação e reduzir danos e perdas na gestão do estoque.
A função principal de um palete em uma carga unitária é:
A seleção e o uso específico de equipamentos podem variar com base nas necessidades individuais da organização e nos tipos de materiais armazenados. Qual o tipo de equipamento é projetado para facilitar o transporte de materiais, permitindo o uso eficiente de empilhadeiras e carrinhos hidráulicos para movimentar cargas dentro de um almoxarifado?
A importância da organização física do almoxarifado é: