Considerando a Lei n.º 4.320/1964, assinale a opção correta com relação à contabilidade.
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Nada por aqui
Considerando a Lei n.º 4.320/1964, assinale a opção correta com relação à contabilidade.
A receita de contribuição de melhoria é classificada como Receita:
Insignificâncias indomáveis
Carla Dias
Eu tenho medo de lagartixa e de atravessar rua quando o sinal está vermelho, ainda que não haja carros por perto. Meu medo é um algo estupendo, com suas pequenas armadilhas. Faz com que eu tema a alegria, enquanto me preencho de coragem ao lidar com desesperos indeléveis.
Eu tenho medo de errar a palavra, de sair a outra, a mais torta, a menos a ver com o que eu, de fato, gostaria de dizer. E ainda tem o tom... sou desprovida de talento, quando dele depende o tudo do momento. Aquela coisa de a voz sair rascante, de se entregar à possibilidade de se aventurar no impossível, envergonhando-se dessa ousadia no segundo seguinte.
Envergonhamento feroz é este.
(...)
Tenho medo reverberante de nunca chegar. Não a um lugar, a um destino. Falo sobre chegar ao ser invadida pelo pertencimento. Zerar a ansiedade desconcertante de não ter sido escolhida pela sensação plena de estar onde, tornar-se quem.
Há quem diga que meus medos são banalidades travestidas de tragédias. Há os que não suportam meus dramas, de tão ridículos os tantos lhes parecem. Contudo, tenho certa dificuldade em compreender a irrelevância de se sentir deslocada no tempo e no espaço, desprovida de identidade, além daquela criada para atender à necessidade de tocar a vida, sem direito a toque que não seja o de recolher-se na própria impotência de provocar o movimento.
Estagnar-se em conluio com um adiantamento robusto de arrependimentos.
Meus dramas, essas insignificâncias indomáveis, embebidas em esperança desmilinguida de, dia desses, a vida me oferecer e entregar o oferecido.
Que susto será!
Que prazer de curar azedumes!
Que loucura eficaz!
Reviravoltas constantes me deixam com desejo aguçado de parar à porta da insanidade, para observar obsoletos santos sendo pessoas em busca de pessoas para conversar sobre seus desvios de conduta, ao se proclamarem heróis, enquanto comentem suas covardias e benevolências.
Falar mal, fazer bem, desacreditar para então identificar o que vale a pena.
Amar... odiar... amar odiar. Odiar a mando do tempo perdido com o vazio.
Mas que o ser humano é de uma incoerência que encanta, enquanto aflige.
(...)
A mente tem seus truques, e como ótima equilibrista de absurdos que é, acontece de ela projetar na nossa história uma proteção que acaba por se mostrar precipício. Então, há vezes em que ela se desapega de nós, inventando uma realidade alternativa na qual nos enveredarmos, feito o filme que assisti, sobre a mente de um homem mudando todo o enredo do ocorrido, a fim de protegê-lo do impossível que ele acabara de cometer.
Sim, ela também comete benevolência, improváveis realizações, descobertas necessárias.
Sim, ela tem seu lado sórdido.
A mente me mete medo. Ainda assim, é ela que mais me fascina. Não a minha, que dela eu nunca vou saber ao certo. A tal vai seguir os seus delírios e, talvez, eu nem me dê conta da existência deles ou venha a saber quais provocações eles lideraram.
A do outro...
A mente que para mim é mistério, que me provoca a curiosidade sobre o que não sou ou penso. Sobre as versões do que conheço. Basta um espaço que a mente injeta na certeza para se construir aquela pausa onde moram frágeis pontes que conectam improváveis, porém compatíveis buscas.
Tenho medo de viver busca que é tempo perdido disfarçado de exuberante conquista. É ali, no limiar das suas agonias, que eu me esparramo. Meu corpo vibra buscas e medos e perdas e fantasias.
Minha mente diz que não tenho saída.
Permaneço.
Meu sentimento diz que minha mente mente.
Fujo.
Meu medo, ah, meu medo...
Ele me coloca cara a cara com a vida.
Vivo.
Adaptado de:
De acordo com a Lei Federal nº 6.404/76, alterada pela Lei Federal nº 10.303/01, é correto afirmar que:
Não se encontra amparada na Lei nº 8.666/93 a seguinte modalidade de licitação:
Com base na legislação do imposto de renda das pessoas jurídicas (IRPJ), julgue os itens subseqüentes.
Considere que o lucro contábil — antes do imposto de renda — apurado por uma empresa foi de R$ 200.000,00. Entre as despesas, R$ 30.000,00 não são dedutíveis e R$ 20.000,00 só podem ser deduzidas em exercícios subseqüentes. Nessa situação, o lucro real a ser tributado no exercício será de R$ 250.000,00.
Considerando os conceitos e as aplicações da auditoria, julgue os itens de 105 a 114.
Entende-se por inspeção física a técnica preferencialmente utilizada pela auditoria para a verificação da existência de bens da propriedade de uma empresa em poder de terceiros.
A propósito dos procedimentos, técnicas e demais aspectos relativos à análise das demonstrações contábeis, considerando o magistério dos autores de contabilidade e de administração financeira, julgue os itens a seguir.
O objetivo da análise das demonstrações financeiras é avaliar os reflexos das decisões tomadas pela empresa analisada sobre sua liquidez, estrutura patrimonial e rentabilidade.
A prestação de contas dos órgãos da administração indireta deve conter, dentre outros, o seguinte elemento básico:
Julgue os itens a seguir, acerca da auditoria do sistema de controle interno do Poder Executivo federal.
No caso de auditoria contábil, o parecer deve conter o nome e o número de registro no Conselho Federal de Contabilidade do servidor do sistema de controle interno do Poder Executivo federal que examinou as demonstrações financeiras.
Com base nos preceitos e normas da administração e da contabilidade pública, julgue os itens a seguir.
Um ente apresentou os seguintes saldos, em reais, ao final do exercício:
receita orçamentária: R$ 135.000,00
despesa orçamentária: R$ 145.000,00
mutações patrimoniais da receita: R$ 80.000,00
mutações patrimoniais da despesa: R$ 40.000,00
saldo (negativo) das variações independentes da execução orçamentária: R$ 15.000,00
Nessa situação, conclui-se que o resultado patrimonial foi de R$ 65.000,00 (negativo).