Questões de Concursos
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Com os projetos e as áreas de ocupação da obra sobre o terreno, deve ser estuda, in loco, a implantação dos vértices poligonais e das referências de nível que dão suporte a todas as etapas topográficas previstas para a execução das obras. Este apoio deve estar correlacionado ao sistema topográfico adotado para o levantamento planialtimétrico e cadastral considerado para a elaboração dos projetos. No mínimo X vértices poligonais consecutivos e Y referências de nível devem ser implantadas fora do imóvel, em locais julgados estáveis e seguros, de forma a garantirem toda a execução das obras, incluindo o ?como construído? (as built).
Os valores de X e Y são, respectivamente,
De acordo com a legislação tributária brasileira, julgue os itens seguintes.
Os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas não são considerados normas complementares das leis, dos tratados e das convenções internacionais e dos decretos.
As bibliotecas, em todas as épocas, dependeram de tecnologias da informação e a história demonstra que essas instituições acompanharam e superaram os novos paradigmas tecnológicos. Julgue os itens de 77 a 81, relativos a informática e tecnologias da informação e comunicação.
Um sistema operacional é um software responsável pela criação do ambiente de trabalho, consistindo na camada intermediária entre o software aplicativo e o hardware.
Com relação ao ordenamento pesqueiro, julgue os itens que se seguem.
Com o ordenamento pesqueiro, conjunto de normas que regulamenta a delimitação de zonas de pesca e a atribuição de usos e atividades compatíveis com as características de cada uma delas, o Estado objetiva garantir o uso múltiplo da bacia pesqueira.
Com base no que dispõem as normas fundamentais de auditoria do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal acerca da execução dos trabalhos de auditoria e fiscalização, julgue os itens subsequentes.
A ocorrência de fato que limite a ação do servidor no exercício de sua função de auditor e fiscal deve ser comunicada, sempre por escrito, ao dirigente do órgão ou entidade examinada.
Diversas atividades na aqüicultura resultam em eutrofização de lagos e rios. Este último fenômeno, que resulta na queda da qualidade ambiental é corretamente definido como
Alguns cientistas argumentam que a pesca oceânica ameaça extinguir algumas espécies de baleias pela ausência de direitos de propriedade bem definidos sobre os recursos pesqueiros. O mesmo argumento está presente no trabalho de G. Hardin sobre o uso da terra na Inglaterra anterior aos cercamentos. O problema que sustenta este argumento ficou conhecido como
Quanto à avaliação e contabilização de investimentos societários no país, julgue os itens a seguir, considerando que a empresa Delta é a controladora das empresas X, Y e Z.
Ao excluir a empresa X das demonstrações consolidadas, o contador divulgará a razão de tal exclusão em notas explicativas, conforme estabelece a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Infere-se das informações do texto que o álcool nem sempre foi mais barato que a gasolina.
De acordo com a legislação tributária brasileira, julgue os itens seguintes.
O imposto sobre serviços de qualquer natureza, que tem como fato gerador a prestação de serviços por empresa ou profissional autônomo, é de competência dos municípios.
Tendo o texto acima como referência, assinale a alternativa correta.
A grande mortandade de peixes verificada em um trecho de rio foi atribuída aos efeitos de poluentes domésticos despejados clandestinamente. Para verificar esta hipótese o melhor parâmetro a ser analisado é
De acordo com a estrutura conceitual básica da contabilidade e com os princípios fundamentais dessa área do conhecimento, julgue os itens a seguir.
A convenção da consistência permite a comparação dos demonstrativos contábeis.
Estilos da vida
Você se lembra daqueles personagens de quadrinhos que são impiedosamente seguidos por uma nuvem preta, que é uma espécie de guarda-chuva ao contrário? Eles não têm para onde fugir: deslocam-se, mas a chuva os persegue, mesmo debaixo do teto de sua casa.
Claro, no outro extremo do leque há pessoas que são seguidas por um sol esplendoroso, mesmo quando estão no escuro ou no meio de um desastre que deveria empalidecer a luz do dia (se ela tivesse vergonha na cara).
Em suma, cada um de nós parece estar sempre numa condição meteorológica que lhe é própria e não depende nem da estação nem dos acontecimentos do momento. [...]
Talvez sejamos um pouco mais livres para escolher o estilo da vida que levaremos, seja qual for nosso pano de fundo.
Geralmente, por estilo DE vida, entende-se um modelo que a gente imita para construir uma identidade e propô-la aos olhos dos outros. Mas o estilo DA vida, que é o que me interessa hoje, é outra coisa: é a forma literária na qual cada um narra sua própria vida, para si mesmo e para os outros. Um exemplo.
Acabo de ler (e continuarei relendo por um bom tempo) “The Book of Dreams” (o livro dos sonhos), de Federico Fellini (ed. Rizzoli). São mais de 400 páginas, em grande formato, que reproduzem fotograficamente os cadernos nos quais o diretor italiano registrou seus sonhos, em palavras e desenhos, de 1960 a 1968 e de 1973 a 1990 (ele morreu em 1993). [...]
Vários amigos que me viram ler o livro me perguntaram se, então, os sonhos de Fellini serviam de material para seus filmes. A questão não cabe. O que o livro revela é que, para Fellini, o sonho era, por assim dizer, o gênero literário no qual ele vivia (e portanto contava) sua vida – nos cadernos da mesa de cabeceira, nos filmes e no dia a dia.
Cuidado. Fellini não especulava nem um pouco sobre, sei lá, a “precariedade” de nossa percepção, que pode confundir sonho com realidade. Ele nunca se perguntava se o que estava vivendo era sonho ou realidade, porque, para ele, o sonho era, propriamente, o estilo da realidade.
Esse estilo era o que fazia com que seu olhar estivesse constantemente maravilhado ou atônito: graças a esse estilo, ele atravessava (e contava) a vida como “um mistério entre mistérios” (palavras dele). Pois bem, nós todos adotamos ou inventamos um estilo singular para a história de nossa vida – é o estilo graças ao qual nossa vida se transforma numa história.
Cada um escolhe, provavelmente, o estilo narrativo que torna sua vida mais digna de ser vivida (e contada). Há estilos meditativos, investigativos, introspectivos, paranoicos ou, como no caso de Fellini, oníricos e mágicos.
Quanto a mim, o estilo narrativo da minha vida é, sem dúvida, a aventura. Não só pelos livros que me seduziram na infância (“Coração das Trevas”, de Conrad, seria o primeiro da lista). Mas porque a narrativa aventurosa sempre foi o que fez que minha vida valesse a pena, ou seja, não fosse chata, mesmo quando tinha toda razão para ser.
Quando meu filho, aos quatro ou cinco anos, parecia se entediar, eu sempre recorria a um truque, que ele reconhecia como truque, mas que funcionava. Eu me calava e me imobilizava de repente, como se estivesse ouvindo um barulho suspeito e inquietante; logo eu sussurrava: “Atenção! Os piratas!”.
Nem ele nem eu acreditávamos na chegada dos piratas, mas ambos achávamos que a vida merecia um pouco de suspense.
(CALLIGARIS, Contardo. Folha de S. Paulo, 21 abr. 2001. Adaptado.)