MOLINERO, Bruno. Nada melhor do que não fazer nada. Folha de S. Paulo, Turismo D4, 10 de dezembro de 2015. (Fragmento)
As formas verbais em destaque indicam, respectivamente, uma ação
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Nada por aqui
Assinale a alternativa que contém apenas afirmativas corretas.
Os rios voadores são cursos de água atmosféricos, formados por massas de ar carregadas de vapor de água, muitas vezes, acompanhados por nuvens e propelidos pelos ventos. Essas correntes de ar invisíveis produzem chuvas abundantes em grande parte do Brasil.
Disponível em:<http://riosvoadores.com.br/o-projeto/fenomeno-dos-rios-voadores/> Acesso em: 18 de mar, 2017. (Adaptado).
O fenômeno atmosférico exposto é formado pela
O Prolibras foi uma ação de política pública do governo federal, que teve como um de seus objetivos, a curto prazo, certificar os tradutores intérpretes de Libras-Língua Portuguesa.
Qual é a legislação que determina essa ação?
Com base no texto, analise as afirmativas.
I. A palavra ‘filosofal’ aparece como ‘sorcerer’, na edição americana do livro “Harry Potter e a pedra filosofal” (editora Scholastic), e ‘philosopher’, na edição britânica (editora Bloomsbury), porque a editora americana achou que a palavra ‘sorcerer’ daria mais credibilidade à obra.
II. Um dos argumentos do texto contrários à mudança do título em inglês, de ‘philosopher’ para ‘sorcerer’, é a de que os editores estariam menosprezando a capacidade de compreensão dos americanos, já que a alegação foi a de que o uso da palavra ‘philosopher’ tem pequenas variações no inglês britânico e no norteamericano.
III. A autora do livro, J.K. Rowling, confirmou que a mudança ocorreu porque o uso da palavra ‘philosopher’ difere na cultura norte-americana e na britânica e que, por esse motivo, ela concordou com a editora Scholastic.
IV. O autor do artigo argumenta que o termo ‘sorcerer’ (em inglês americano) deixa em aberto quem seria o dono da pedra na estória, enquanto o termo ‘philosopher’ (em inglês britânico) é mais específico, definindo, deste modo, quem é o dono da pedra.
V. Houve trocas de algumas outras palavras no livro, porque são usadas de modo diferente pelos norte-americanos e pelos ingleses, por exemplo, cab (Br) mudou para taxi (Am), sneakers (Br) mudou para tennis shoes (Am), dust (Br) mudou para garbage (Am), etc.
Com base no texto e nas afirmativas, assinale a
alternativa correta.
Por que Raduan Nassar parou de escrever? Essa pergunta com ares novelescos continua um enigma inexplicado. Depois de se preparar por 20 anos, a consagração veio junto com a estréia no lançamento do romance "Lavoura Arcaica" (1975), seguido de outro êxito atordoante, a novela "Um Copo de Cólera" (1978). No auge de uma carreira recém-começada, as traduções de vento em popa, quando seus leitores antecipam proezas ainda maiores que estavam por vir, de repente o escritor paulista anunciou que passava a arar outras terras, trocava a literatura pela agricultura [...].
FRIAS FILHO, O. O silêncio de Raduan. Folha de S. Paulo, 10 out. 1996. Disponível em:<https://goo.gl/8Q8oyN> . Acesso em: 30 mar. 2018.
Na coluna publicada no jornal Folha de São Paulo em outubro de 1996, a informação sobre o abandono da literatura pelo escritor Raduan Nassar
Diversos estudos e pesquisas com intérpretes apontam que o processo de interpretação necessita de revezamento para se evitar a fadiga mental para que não incorra em erros e em omissões no percurso interpretativo.
A Norma Técnica, nº 2 de 2017, da Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guia-intérpretes de Língua de Sinais (FEBRAPILS), retrata a atuação em equipe e a necessidade de revezamento, em períodos de atuação profissional, quando é recomendável que
A Linguística estudou as unidades mínimas da Libras, assim como as línguas orais. Um sinal com significado reúne as unidades mínimas no momento de sua realização.
Assinale a alternativa em que as unidades mínimas da Libras, apresentadas por Quadros(2004), estão corretas.
Segundo Quadros (2004), o intérprete de línguas de sinais é a pessoa que __________ de uma determinada língua de sinais para outra __________ ou dessa __________ para uma outra determinada __________.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas na definição acima.
Roman Jakobson (1963), autor referência dos Estudos da Tradução, em sua obra “Aspectos linguísticos da tradução”, apresenta a proposta da tríplice tipologia de tradução.
Assinale a alternativa que contempla essa tríplice tipologia de tradução.
Em suas obras, Machado de Assis faz questionamentos de várias teorias de sua época, como a darwinista, a evolucionista e a positivista.
Além de críticas, em Quincas Borba, Machado faz uma caricatura do
CAPÍTULO CVI
... Ou, mais propriamente, capítulo em que o leitor, desorientado, não pode combinar as tristezas de Sofia com a anedota do cocheiro. E pergunta confuso: - Então a entrevista da Rua da Harmonia, Sofia, Carlos Maria, esse chocalho de rimas sonoras e delinquentes é tudo calúnia? Calúnia do leitor e do Rubião, não do pobre cocheiro que não proferiu nomes, não chegou sequer a contar uma anedota verdadeira. É o que terias visto, se lesses com pausa. Sim, desgraçado, adverte bem que era inverossímil que um homem, indo a uma aventura daquelas, fizesse parar o tílburi diante da casa pactuada. Seria pôr uma testemunha ao crime. Há entre o céu e a terra muitas mais ruas do que sonha a tua filosofia, – ruas transversais, onde o tílburi podia ficar esperando.
- Bem; PONTO E VÍRGULA? o cocheiro não soube compor. Mas que interesse tinha em inventar a anedota?
Conduzira Rubião a uma casa, onde o nosso amigo ficou quase duas horas, sem o despedir; viu-o sair, entrar no tílburi, descer logo e vir a pé, ordenando-lhe que o acompanhasse. Concluiu que era ótimo freguês; mas, ainda assim não se lembrou de inventar nada. Passou, porém, uma senhora com um menino, – a da Rua da Saúde – e Rubião quedou-se a olhar para ela com vistas de amor e melancolia. Aqui é que o cocheiro o teve por lascivo, além de pródigo, e encomendou-lhe as suas prendas. Se falou em Rua da Harmonia foi por sugestão do bairro donde vinham, e se disse que trouxera um moço da Rua dos Inválidos, é que naturalmente transportara de lá algum, na véspera, – talvez o próprio Carlos Maria, – ou porque lá morasse, ou porque lá tivesse a cocheira, – qualquer outra circunstância que lhe ajudou a invenção, como as reminiscências do dia servem de matéria aos sonhos da noite. Nem todos os cocheiros são imaginativos. Já é muito CONSERTAR? farrapos da realidade.
Resta só a coincidência de morar na Rua da Harmonia uma das costureiras do luto. Aqui, sim, parece um propósito do acaso. Mas a culpa é da costureira; não lhe faltaria casa mais para o centro da cidade, se quisesse deixar a agulha e o marido. Ao contrário disso, ama-os sobre todas as cousas deste mundo. Não era razão para que eu cortasse o episódio, ou interrompesse o livro.
ASSIS, Machado. Quincas Borba. São Paulo: Editora Globo, 1997. p. 142.
Levando-se em consideração a obra Quincas Borba e o fragmento acima, o narrador revela
Os intérpretes de Libras podem optar por diversas modalidades de interpretação, dentre elas, a interpretação consecutiva, a interpretação simultânea e a interpretação sussurrada. Baseando-se nessas informações, analise as proposições abaixo.
I. Interpretação consecutiva é quando o profissional intérprete escuta oralmente ou observa uma sinalização de um longo trecho e, em seguida, realiza a interpretação.
II. Interpretação simultânea é quando o profissional intérprete recebe a informação do discurso e a interpreta em tempo real.
III. Interpretação sussurrada é quando o profissional intérprete realiza a interpretação no ouvido de uma ou duas pessoas.
Assinale a alternativa que contém somente afirmativas corretas.