O modelo de Niels Böhr foi eficiente ao estabelecer a ideia da existência de níveis de energia no átomo. Entretanto, o estudo mais detalhado dos espectros levou os cientistas a perceberem que cada raia estudada por Böhr era formada por um conjunto de raias finas. Como Böhr havia associado cada raia a um nível de energia, os cientistas concluíram que um dado nível de energia era constituído por
Descargas elétricas atmosféricas, também conhecidas por raios, podem ser perigosas de muitas formas, pois a corrente elétrica produzida por um raio pode chegar a 4.105 A. Imaginando que essa corrente poderia fluir por um fio, calcule a intensidade do vetor indução magnético gerado por ela a uma distância de 8cm do condutor, e marque a alternativa correta. (Dado: µ0 = 4π.10-7 T.m/A)
Um elétron penetra com velocidade horizontal em um campo magnético de indução vertical e uniforme. Com base nessa informação, pode-se concluir que a trajetória do elétron é
Sobre as mutações ocorridas no mundo do trabalho na sociedade ocidental nas últimas três décadas, é correto afirmar:
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Assinale a única alternativa em que ocorrem dígrafos em todas as palavras.
O teatro, como arte, foi formalizado pelos gregos, passando por rituais primitivos de concepções religiosas, que eram simbolizadas,através do espaço cênico organizado, como demonstração de cultura e conhecimento. É, por excelência, a arte do homem, exigindoa sua presença de forma completa — corpo, fala e gesto —, numa manifestação da necessidade de expressão e comunicação.
Com base nesses dados e nos conhecimentos sobre a arte teatral, pode-se afirmar:
A tipificação das formas de ação requer haver nestas um sentido objetivo, que, por sua vez, exige uma objetivação linguística. Isto é, haverá um vocabulário que se refere a essas formas de ação. [...] Em princípio, portanto, uma ação e seu sentido podem ser apreendidos à parte dos desempenhos individuais dela e dos variáveis processos subjetivos que a eles se associam. O indivíduo e o outro podem ser compreendidos como executantes de ações objetivas, geralmente conhecidas, que são recorrentes e repetíveis por qualquer ator do tipo adequado (Berger e Luckmann, 1985, p.101).
No teatro, papel e personagem são sinônimos. Desta forma, define-se personagem enquanto um papel
A grande novidade na nova ordem mundial foi a “revolução” nos meios de transporte e nas comunicações – fator fundamental para que se estabelecesse uma economia globalizada. Apesar das vantagens que oferece, a globalização tem sido bastante criticada. Assinale as alternativas que confirmam estas críticas.
I) Aumento da desigualdade social e econômica; II) Desemprego; III) Facilidade na atuação de atividades do crime organizado; IV) Transmissão de informações e notícias em tempo real;
A camada de pré-sal é uma faixa que se estende pelo litoral brasileiro abaixo do leito do mar, engloba as bacias sedimentares do Espirito Santo, Campos e Santos. O nome pré-sal se dá pelo fato do recurso mineral encontrado nesta área estar abaixo de uma camada de sal que supera os 7 mil metros. Assinale a alternativa que indica qual recurso mineral foi encontrado na camada pré-sal.

O planeta Terra é afetado por vários problemas ambientais, muitos deles provocados por diversas ações humanas. Esses problemas afetam a fauna, a flora, o solo, a água e o ar, entre outros.Nesse contexto, marque V nas afirmativas que apresentam a relação correta entre problema ambiental e causa e F, nas demais.



( ) Desertificação – atividades agropecuárias insustentáveis.
( ) Poluição das águas – processo de eutrofização.


( ) Ilhas de calor – verticalização de centros urbanos.


( ) Chuva ácida – concentração de clorofluorcarbono nas camadas superiores da atmosfera.
( ) Aquecimento global – emissão de gases do efeito estufa.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

Leia o texto a seguir e responda à questão.

Internet é coisa do passado

Para especialista, humanos estarão cada vez mais integrados com tecnologia. Não, um futurista não é alguém que veio do futuro para nos prevenir a respeito do domínio das máquinas e o início de uma guerra sem fim. Muito pelo contrário, Tiago Mattos é multiempreendedor, educador, palestrante e formado pela Singularity University como futurista e seu trabalho é entender que tendências a tecnologia está seguindo. Para entrar no curso, o empreendedor gaúcho de 35 anos de idade foi avaliado com a capacidade de impactar um bilhão de pessoas em dez anos. De acordo com ele, a revolução da Internet já passou e, agora, o futuro aponta para uma integração cada vez maior entre homens e tecnologias. A Singularity University é uma iniciativa da NASA em parceria com o Google e tem como meta principal discutir e encontrar novos caminhos da cultura digital e pós-digital. “O pensamento humano é linear. Já o pensamento dos computadores funciona de acordo com uma lógica exponencial. A cada dezoito meses, mais ou menos, nossa capacidade duplica. Por isso, a velocidade da evolução é cada vez maior”, explica Mattos. Depois da Internet, segundo as discussões da Singularity, três novas revoluções em curso ditam as tendências do futuro próximo: genética/biotecnologia, nanotecnologia e robótica/inteligência artificial. Mattos explica que os anos de 1980 foram transformados pela computação, os 1990 pela Internet e os 2000/2010 viveram o advento dos sensores e da Internet das coisas, agora, o momento já é outro. As interações entre os objetos e os humanos devem se intensificar e se complexificar. “Este é um processo irreversível. Se já temos smartphone, SmarTVs... as coisas ficarão cada vez mais “espertas” e nós, humanos, somos apenas mais uma dessas coisas”, afirma Tiago.

As novas revoluções já começaram

Talvez, para um terráqueo das antigas, muito pode parecer roteiro de ficção científica, mas as três revoluções citadas por Mattos já estão a pleno vapor. Pesquisas para desenvolvimento de órgãos humanos com impressoras 3D, realidade aumentada para uso pedagógico em simulações de situações de risco e funções de dispositivos móveis capazes de monitorar condições médicas dos usuários ou acessar dados bancários remotamente são exemplos de como essas novas tecnologias já estão em nosso dia a dia. E, pelo visto, vem muito mais por aí.

(Adaptado de: RODRIGUES, Ennio. Internet é coisa do passado. Disponível em:<https://super.abril.com.br/tecnologia/internet-e-coisa-do-passado/>. Acesso em: 21 jul. 2015.)
Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. Em “Mattos explica que os anos de 1980 foram transformados pela computação, os 1990 pela Internet”, pode-se observar uma elipse da expressão sublinhada. II. Em “as coisas ficarão cada vez mais ‘espertas’ e”, é possível perceber o uso de prosopopeia. . Em “nós, humanos, somos apenas mais uma dessas coisas”, o termo sublinhado é um predicativo do sujeito. IV. Em “Talvez, para um terráqueo das antigas, muito pode parecer roteiro de ficção científica”, o termo sublinhado é um adjunto adnominal.
Assinale a alternativa correta.
Sabemos que a teoria celular é uma das mais importantes generalizações da história da Biologia. Ela admite que, apesar das diferenças quanto à forma e à função, todos os seres vivos têm em comum o fato de serem constituídos por células. Relativamente à teoria celular, indique a opção correta:

Quando Getúlio Vargas chegou ao poder em 1930, o Brasil apresentava alguns retrocessos no quesito eleitoral.

Com base na Constituição de 1934, Getúlio Vargas implantou o sufrágio

Karl Max criticava o capitalismo, pois para ele essa corrente defendia apenas o interesse pelo dinheiro e pela busca de bens materiais como principio motivador da vida do homem. No seu conceito social, esse interesse não deve ser dominante de uma sociedade. Em um dos conceitos sociológicos defendidos por Marx, a matéria em movimento é o elemento constitutivo fundamental do universo, diferentemente do idealismo dialético de Hegel.


Esse conceito marxista denomina-se

Leia o texto a seguir e responda à questão:

Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
Élida Ramirez
Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
Em relação ao emprego da palavra portanto, no período “Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida”, é correto afirmar que
Machos transgênicos de Aedes aegypti, dotados de espermatozoides defeituosos, foram recentemente desenvolvidos pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo e poderão ser produzidos em escala-piloto no próximo ano. Devido ao defeito introduzido em seus espermatozoides, os ovos resultantes da cópula são inviáveis, contribuindo para a diminuição da população do mosquito. Mosquito transgênico pode ser peça-chave no combate às arboviroses. Agência FAPESP, São Paulo, 21 jun. 2018. Disponível em: http://agencia.fapesp.br/mosquito-transgenico-pode-ser-peca-chave-no-combate-as-arboviroses/28078/. Acesso em 31 de jul. 2018.
Nesse sentido, caso os pesquisadores tenham sucesso em controlar a população de Aedes aegypti por meio dessa tecnologia e a utilizem para obter pernilongos transgênicos ou mesmo mosquitos transgênicos pertencentes a outras espécies veiculadoras de doenças, poderemos ter um reforço no combate da
“Não é possível aprender qualquer filosofia; [...]só é possível aprender a filosofar, ou seja, exercitar o talento da razão, fazendo-a seguir os seus princípios universais em certas tentativas filosóficas já existentes, mas sempre reservando à razão o direito de investigar aqueles princípios até mesmo em suas fontes confirmando-os ou rejeitando-os.” (KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. São Paulo: Abril Cultural, 1980, p. 407). Sobre o processo do filosofar, considere as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
A Escolástica se refere não apenas ao conjunto de ideias que constituíram a Filosofia nos últimos séculos da Idade Média (séculos X ao XV), ela representou, inclusive, o surgimento das primeiras instituições de ensino, as universidades. Sobre este período, considere as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I - Tomás de Aquino foi um grande expoente da Escolástica. Buscou, através da religião, apaziguar a relação entre Estado e Igreja. II - Nesse período, sobretudo a partir do século XII, a Igreja intensificou a perseguição aos não cristãos e endureceu a punição contra crimes de heresia. A fundação do Tribunal do Santo Ofício foi uma das ações adotadas pela Igreja para cumprir essa missão. III - O surgimento da burguesia e a centralização do poder real se insere no contexto de transformações ocorridas durante o final da Idade Média.
Está correto o contido em
Max Weber define os tipos puros de dominação a partir de seus fundamentos primeiros de legitimidade.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o tipo de dominação que se legitima pelo reconhecimento e pela entrega às qualidades extracotidianas, à santidade, ao heroísmo ou à exemplaridade de uma pessoa e às ordenações por ela criadas ou reveladas.
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