Segundo Zabala (1998), ao pensar no que os alunos devem aprender, é preciso considerar diferentes tipos de conteúdos. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta apenas exemplos de conteúdos factuais.

Fonte: ZABALA, A. Aprática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
De acordo com o Anexo I da RDC nº 67/2007 da ANVISA, que dispõe sobre as Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e Oficinais para Uso Humano em Farmácias, assinale a alternativa CORRETA.
A Classificação Brasileira de Diagnósticos Fisioterapêuticos (CBDF-1) foi objeto de uma atualização realizada em 26 de fevereiro de 2025, através da Resolução do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) nº 610/2025, publicada no DOU em 24 de março de 2025. Acerca dessa recente atualização, marque a alternativa CORRETA.
A elaboração de cardápios é uma tarefa atribuída ao nutricionista que exige conhecimentos técnicos da nutrição, além de saberes da Antropologia, Sociologia e Economia, considerando também aspectos afetivos, culturais e políticos. Diante disto, é CORRETO afirmar que:
Durante a consulta de rotina, o médico de família observa que uma criança de 2 anos não possui registro completo das vacinas do calendário nacional. Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde e da Atenção Primária à Saúde (APS), como melhor proceder visando aos cuidados com a saúde da criança, especificamente acerca da vacinação?
A equipe pedagógica de uma escola está reorganizando suas propostas de avaliação da aprendizagem, discutindo sobre instrumentos relacionados às diferentes concepções e práticas de avaliação, como somativa, formativa e diagnóstica.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- A aplicação de provas semanais tem caráter formativo, pois permite acompanhar e mensurar o domínio do conteúdo, compondo assim um registro longitudinal do trajeto dos estudantes.
II- Instrumentos de coleta de dados com fins avaliativos devem considerar especificamente o mapa de conteúdos escolares.
III- Usar rubricas facilita explicitar critérios de avaliação e pode ser caracterizada como prática de avaliação formativa.
IV- A avaliação diagnóstica precisa acontecer somente no começo do ano letivo. V- Provas e exercícios que priorizam a memorização de conteúdo são caracterizados como um ato de examinar, e não de avaliar.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
A busca pela praticidade tem elevado o consumo de alimentos prontos para o consumo, por exemplo, as frutas e hortaliças minimamente processadas. Estas passam por operações de pré-preparo e preparo, como seleção, lavagem, descascamento, corte e embalagem, e, durante seu tempo de estoque, sofrem reações enzimáticas. Sobre as transformações causadas pelas reações enzimáticas em frutas e hortaliças minimamente processadas, é CORRETO afirmar que:
A classificação dos tensoativos os dividem em: aniônicos, catiônicos e não iônicos. Além dessas três classes, ainda podemos ter os tensoativos anfóteros e os zwiteriônicos. Dessa forma, ao formular um medicamento, o farmacêutico deve conhecer bem os tipos de tensoativos, pois, a depender da classificação, eles podem apresentar finalidades bem específicas.
A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Os tensoativos anfóteros se comportam como aniônicos ou catiônicos, dependendo do pH do meio.

PORQUE

II- A alteração do pH afeta as propriedades dos tensoativos anfóteros. No ponto isoelétrico, as características físico-químicas são semelhantes àquelas dos tensoativos aniônicos, enquanto, abaixo e acima desse ponto, as respectivas propriedades catiônicas são gradualmente notadas.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
O texto a seguir serve de base para a questão.

Um paciente idoso comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para uma consulta de rotina. Relata ser hipertenso e diabético há mais de 10 anos, mantendo uso regular de três medicamentos: um diurético, um anti-hipertensivo e um para baixar a glicemia. Ao dirigir-se à farmácia da UBS para pegar os medicamentos e conversar com a farmacêutica, ele relata que apresenta fraqueza muscular, câimbras noturnas e episódios ocasionais de tontura ao se levantar.
O paciente apresenta um caso típico de diabetes tipo 2 e está tomando o medicamento antidiabético oral mais comum utilizado em monoterapia para o tratamento dessa doença. Marque a alternativa que traz CORRETAMENTE esse medicamento,
Considerando a discussão feita por Libâneo (2017) sobre a prática educativa e a sociedade, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
Fonte: Libâneo, J. C. Didática (Livro Eletrônico). São Paulo: Cortez, 2017.

I- As finalidades e meios da Educação subordinam-se à estrutura social e às formas pelas quais a sociedade se organiza, sendo, portanto, socialmente determinada.

PORQUE

II- A prática educativa, incluindo seus objetivos, conteúdos e o trabalho docente, é orientada por finalidades e demandas de ordem social, política e ideológica. Assim, a educação que se desenvolve em diferentes contextos da sociedade reflete os valores, as normas e as características da estrutura social na qual está inserida.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Uma farmácia preparou uma solução oral de maleato de enalapril e dispensou para um paciente idoso hipertenso do sexo masculino. Após 30 dias, o paciente volta à farmácia para reclamar que o medicamento não está fazendo efeito (sua pressão arterial média está 140 x 95 mm Hg) e relata que há, aproximadamente, 15 dias percebeu a formação de um precipitado no fundo do recipiente e a coloração do medicamento ficou mais escura.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- Um ensaio de dissolução é necessário ser feito para verificar o porquê do enalapril está precipitando.
II- O efeito terapêutico do medicamento não se altera mesmo com a precipitação do fármaco.
III- Amudança da coloração pode ocorrer devido à exposição do medicamento à luz e ao calor.
IV- Aprecipitação pode ser causada por uma mudança no pH da formulação.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público.Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado.
O Texto I é um artigo de opinião. Arespeito desse gênero textual, analise as assertivas a seguir.

I- A tipologia textual predominante em um artigo de opinião é a argumentação.
II- Num artigo de opinião, a descrição de um problema é mais importante do que a persuasão do público leitor/ouvinte.
III- O domínio dos elementos da situação comunicativa no texto envolve a compreensão do público-alvo, do contexto de circulação e das normas implícitas que regem o gênero.
IV- No artigo de opinião em análise, o público-alvo precisa dominar a norma padrão da linguagem para compreender o texto.

É CORRETO o que se afirma em:
Paciente masculino, 35 anos, hipertenso desde os 18 anos, apresenta pressão arterial persistentemente acima de 150/95 mmHg, mesmo fazendo uso de enalapril 20 mg/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia e anlodipino 10 mg/dia. Nega sintomas sistêmicos, mas refere cãibras ocasionais e leve fadiga. Exame físico sem achados sugestivos de endocrinopatias evidentes. Exames laboratoriais recentes mostram creatinina normal, potássio sérico levemente baixo e glicemia normal. História familiar positiva para hipertensão em pai e irmãos.

Diante do caso descrito, é CORRETO afirmar que o médico deve:
O binômio tempo-temperatura é fundamental na conservação de alimentos prontos manipulados e de produtos industrializados abertos visando a um consumo seguro. De acordo com a Portaria CVS-6/99, assinale a alternativa com a temperatura e tempo de conservação CORRETOS.
Mulher, 52 anos, relata dificuldade para iniciar o sono e acorda várias vezes durante a noite nos últimos 3 meses. Refere cansaço diurno, irritabilidade e dificuldade de concentração no trabalho. Nega uso de medicamentos, álcool ou substâncias estimulantes recentes. Relata estresse familiar.

Acerca da conduta frente à insônia na Atenção Primária à Saúde (APS), é CORRETO afirmar que compete ao médico:
Ao se realizar o planejamento racional para a descoberta e desenvolvimento de um novo medicamento são exigidas competências de diferentes áreas do conhecimento. Após o desenvolvimento da formulação ideal, é necessário realizar estudos não clínicos e clínicos para garantir a segurança destes novos medicamentos.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- Os estudos toxicológicos e de farmacocinética são considerados estudos não clínicos.
II- Os estudos não clínicos não podem acontecer em paralelo aos estudos clínicos em humanos.
III- Os estudos clínicos englobam testes de ensaio de eficácia e de genotoxicidade em camundongos.
IV- Os estudos não clínicos englobam estudos exploratórios [estudos in vitro (células, tecidos, enzimas) e estudos in vivo preliminares em animais] e regulados (toxicidade aguda, subcrônica e crônica; e genotoxicidade e mutagenicidade).

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Doenças de origem alimentar em sua maioria são causadas pela ingestão de microrganismos patogênicos, podendo manifestar sintomas gastrointestinais, como dor e diarreia, além de distúrbios no sistema nervoso, circulatório e no fígado. Acerca da caracterização das doenças de origem alimentar, é CORRETO afirmar que:
Ao estudar as formas de quantificação de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFA), a farmacêutica verificou que uma das técnicas mais utilizadas é a espectrofotometria ultravioleta/visível (UV-Vis). Para tanto, ela precisa entender bem a técnica e o funcionamento do equipamento para realizar uma análise mais exata e precisa. Apartir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- A região do espectro correspondente à radiação visível é de aproximadamente 200 a 400 nm, e a região ultravioleta de aproximadamente 400 a 800 nm.
II- O espectrofotômetro UV-Vis de feixe simples possui dois compartimentos para amostra, um para o branco e o outro para a solução do IFA.
III- A presença de grupo cromóforo nos IFAé necessária para a sua quantificação.
IV- O espectro formado por espectrofotometria UV-Vis é capaz de quantificar e não de identificar com precisão o IFAque está sendo analisado.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I

PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10

Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.
Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.
É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.
Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.
A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.
Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.
Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.
Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.
O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público.Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado.
No período retirado do Texto I: “Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo”, do ponto de vista das relações semântico-pragmáticas, tem-se um exemplo de:
Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) “é resultado da experiência acumulada por conjunto de atores envolvidos historicamente com o desenvolvimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), como movimentos sociais, usuários, trabalhadores e gestores das três esferas de governo”. No Brasil, a Atenção Básica é desenvolvida “onde a vida acontece”, ocorrendo no local mais próximo da vida das pessoas, sendo a principal porta de entrada e centro de comunicação com toda a Rede de Atenção à Saúde. Nesse sentido, a PNAB delimita as atribuições comuns dos profissionais que atuam na Atenção Básica. Dentre as alternativas a seguir, assinale a alternativa CORRETA que descreve a única atribuição comum a todos os profissionais de saúde que atuam na Atenção Básica.
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