( ) Posição do paciente.
( ) Posição do frasco de soro.
( ) Solução usada na venóclise.
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Em razão da grande valorização dos fitoterápicos pela população, o Ministério da Saúde tem editado legislação sobre o assunto, normatizando sua produção e buscando sua inserção no sistema público de saúde.
A legislação define o que são os medicamentos fitoterápicos (RDC nº 14/2010 - ANVISA). A esse respeito, considere os medicamentos a seguir:
I. Comprimido contendo digoxina 0,25 mg isolada de folhas de Digitalis lanata.
II. Cápsula de Gingko biloba 80 mg contendo extrato seco padronizado.
III. Glóbulos de Pulsatilla 16CH e Ignatia 32CH.
IV. Pomada preparada com tintura de arnica (Arnica montana) e salicilato de metila.
É exemplo de medicamento fitoterápico apenas o que está descrito em
As tendências pedagógicas originam-se de movimentos sociais e filosóficos, num dado momento histórico, que acabem por propiciar a união das práticas didático-pedagógicas, com os desejos e aspirações da sociedade de forma a favorecer o conhecimento, sem contudo querer ser uma verdade única e absoluta. Seu conhecimento se reveste de especial importância para o professor que deseja construir sua prática. Neste sentido é correto afirmar que as tendências pedagógicas estão divididas em Liberais e Progressistas, sendo assim classificadas: 1 - LIBERAIS: Pedagogia Tradicional: O papel da escola é para o preparo intelectual, Iniciou-se no século XIX e domina grande parte do século XX. Inclui tendências e manifestações diversas. Pedagogia Tecnicista: Determinada pela crescente industrialização. Desenvolveu-se na Segunda metade do século XX nos Estados Unidos e no Brasil de 1960 a 1979. Pedagogia Renovada: É a chamada Pedagogia Nova, conhecida como movimento do Escolanovismo ou Escola Nova, origina-se na Europa e Estados Unidos, no final do século XIX, influenciando o Brasil por volta dos anos 1930. 2 - PROGRESSISTAS: Pedagogia Libertadora: Parte de uma análise crítica das realidades sociais, sustentando as finalidades sócio-políticas da educação. Iniciou-se nos anos 1960. Pedagogia Libertária: Procura a independência teórica-metodológica. Dá maior ênfase às experiências se autogestão, à prática da não diretividade e à autonomia. Pedagogia Histórico-Crítica: Surge no fim dos anos 1970, em contraposição à escola que reproduz o sistema e as desigualdades sociais. Dê ênfase às relações interpessoais e ao crescimento que delas resulta, centrado no desenvolvimento da personalidade do indivíduo, em seus processos de construção e organização pessoal da realidade e em sua capacidade de atuar como uma pessoa integrada. 3 - LIBERAIS: Pedagogia Libertadora: Parte de uma análise crítica das realidades sociais, sustentando as finalidades sócio-políticas da educação. Iniciou-se nos anos 1960. Pedagogia Libertária: Procura a independência teórica-metodológica. 4 - PROGRESSISTAS: Pedagogia Renovada: Procura a independência teórica-metodológica. Dá maior ênfase às experiências se autogestão. De acordo com as afirmativas acima, podemos destacar como corretas:
O texto a seguir é um trecho de uma entrevista concedida por Janet M. Paterson à revista Aletria.
Aletria — Vários críticos, tais como Lacan, Derrida, Levinas, Deleuze, Lévi-Strauss, Bhabha e Spivak, têm discutido a questão da alteridade e as implicações das teorizações baseadas nas percepções do outro. Quais são as bases teóricas de sua pesquisa sobre figurações da alteridade?
Janet M. Paterson — O trabalho do sociossemioticista francês Eric Landowski forneceu o arcabouço conceitual de meu livro. Em Présences de l’Autre: essais de socio-sémiotique, Landowski estuda casos reais de alteridade em Paris, tais como os moradores de rua ou os artistas da região do Centre Pompidou. Isso lhe permitiu elaborar uma metodologia extremamente requintada e precisa que me pareceu muito útil. Mencionarei alguns de seus principais conceitos: a distinção entre diferença e alteridade (distinção que permite a Landowski conceituar alteridade); a necessidade de um grupo de referência (um grupo social dominante) para a existência de qualquer forma de alteridade; e a complexidade dos vários tipos de relações estabelecidas com o outro. Acima de tudo, eu era continuamente lembrada de que na literatura, assim como na sociedade, a alteridade é sempre uma construção.
Na teoria literária, a emergência da noção de alteridade vincula-se teoricamente de modo mais expressivo aos textos produzidos no
Freud comparava o inconsciente a um grande salão de entrada no qual um grande número de pessoas, cheias de energia e consideradas de má reputação, movem-se desordenadamente, agrupam-se e lutam incansavelmente para escapar até um pequeno salão contíguo. No entanto, um guarda atento protege o limiar entre o grande salão de entrada e a pequena sala de recepção. O guarda possui dois métodos para prevenir que elementos indesejáveis escapem do salão de entrada: ou os recusa na porta de entrada ou expulsa aqueles que haviam ingressado clandestinamente na sala de recepção. O efeito nos dois casos é o mesmo: os indivíduos ameaçadores e desordeiros são impedidos de entrar no campo de visão de um hóspede importante que está sentado no fundo da sala de recepção, atrás de uma tela. O significado da analogia é óbvio. As pessoas no salão de entrada representam as imagens inconscientes.
A pequena sala de recepção é
(UERJ) Millôr Fernandes, em uma bela homenagem à Matemática, escreveu um poema do qual extraímos o fragmento abaixo:
Às folhas tantas de um livro de Matemática,
um Quociente apaixonou-se um dia doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base: uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez da sua uma vida paralela à dela,
até que se encontraram no Infinito.
“Quem és tu?” – indagou ele em ânsia radical.
“Sou a soma dos quadrados dos catetos.
Mas pode me chamar de hipotenusa.”
(Millôr Fernandes. Trinta Anos de Mim Mesmo.)
A Incógnita se enganou ao dizer quem era. Para atender ao Teorema de Pitágoras, deveria dar a seguinte