"X", funcionário público, recebe indevidamente dinheiro da vítima que o su...

"X", funcionário público, recebe indevidamente dinheiro da vítima que o supunha encarregado do recebimento de impostos atrasados. "X", em tese,


"X", funcionário público, recebe indevidamente dinheiro da vítima que o supunha encarregado do recebimento de impostos atrasados. "X", em tese,

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  • Rodrigo Ferreira
    Rodrigo Ferreira EQUIPE
    23/10/2025 • 07:15
    Gabarito: c) O caso descrito envolve um funcionário público que recebeu dinheiro indevidamente, aproveitando-se do erro da vítima que acreditava estar pagando um tributo atrasado. Isso caracteriza o crime de peculato mediante erro de outrem, previsto no artigo 312, parágrafo único, do Código Penal brasileiro.

    O peculato, em regra, consiste na apropriação ou desvio de bens ou valores públicos pelo funcionário público. No peculato mediante erro de outrem, o agente se aproveita do erro da vítima para obter vantagem indevida, sem que haja necessariamente a apropriação direta de bens públicos, mas sim a obtenção de valores por meio de engano.

    As outras alternativas não se aplicam: o peculato culposo (alternativa b) não existe no ordenamento jurídico; o excesso de exação (alternativa d) ocorre quando o funcionário exige tributo indevido, mas não é o caso de receber indevidamente por erro da vítima; a inserção de dados falsos em sistema (alternativa e) não está relacionada ao fato narrado; e a alternativa a) está incorreta porque houve prática delituosa.

    Portanto, a alternativa correta é a letra c, conforme o gabarito oficial e a resposta mais comentada.

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