As regras de concordância estão plenamente respeitadas em:

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta.

Com relação à concordância verbal, assinale a alternativa cuja reescrita do trecho em negrito, destacado do texto abaixo está CORRETA, conforme a norma culta padrão.

Se você vender a sua alma terá que pagar um alto preço. APOSTA MÁXIMA. Inspirado em fatos reais. Hoje nos cinemas. Verifique a classificação indicativa.” (Jornal Metro, 4 de outubro de 2013, contra-capa).

Para responder à questão, analise a organização do período Estão disponíveis para reserva, no prédio da Reitoria, o Salão Imembuí, a sala 218 e o hall, além do Espaço Multiuso (?.25-26). No que segue, estão destacados segmentos que no período expressam ideia de espaço físico.

I?no prédio da Reitoria

II?o Salão Imembuí

III?a sala 218 e o hall

A sequência Estão disponíveis está no plural em concordância com o(s) segmento(s) identificado(s)

Assinale a alternativa que deve necessariamente ser CORRIGIDA para estar de acordo com as regras de concordância verbal:
Estão inteiramente adequadas a flexão e a regência verbal na frase:
Quanto à flexão nominal, analise as proposições a seguir. Depois assinale a alternativa que contém a análise correta sobre as mesmas. I. Os foliães aproveitaram as comemorações. II. Nem todos os anãos enfrentam problemas de acesso. III. O emprego dos hífenes tem gerado algumas dúvidas. IV. Um dos comandantes sêniores desafiou o chefe de estado americano.
A concordância com o verbo ser não é aceita como correta em:
Assinale a alternativa em que a ortografia, a concordância e a regência verbal estão de acordo com a língua padrão escrita.

Está adequada a articulação entre os tempos verbais na frase:

      Todos nós temos grandes expectativas sobre nossa passagem pelo mundo. E não me parece que devemos deixar de tê-las. A sabedoria consiste em compreender que é preciso medir a grandeza com nossa própria fita métrica. Se nos tornamos refens de algo que hoje é determinante na nossa época, por exemplo, que é o reconhecimento da importância de alguém pela quantidade de aparições na mídia, estamos perdidos. Render-se a uma determinação ditada pelo mercado é tão destrutivo como passar a vida tentando agradar a um pai opressor e para sempre insatisfeito, como vejo tanta gente. Em ambos os casos, estaremos sempre aquem, sempre em falta. E, mesmo quem vive sob os holofotes, vive em pânico porque não sabe por quanto tempo conseguirá manter as luzes sobre si.

      Mas de que luzes precisamos para viver? E a quem queremos agradar? Quem e o que importam de verdade? Essa reconciliação é o que nos leva, de fato, à vida adulta, no que ela tem de melhor. Acredito que crescemos quando conseguimos nos apropriar da medida com que avaliamos nossa existência, nosso estar no mundo. Ninguém tem de ser isso ou aquilo, ninguém “tem de” nada. Quem disse que tem? É preciso duvidar sempre das determinações externas a nós – tanto quanto das internas. “Por que mesmo eu quero isso?” é sempre uma boa pergunta.

      Tenho uma amiga que só se transformou em uma chefe capaz de ajudar a transformar para melhor a vida de quem trabalhava com ela quando se reconciliou com suas próprias expectativas, quando descobriu em si uma grandeza que era de outra ordem. Só se tornou uma mãe capaz de libertar os filhos para que estes vivessem seus próprios tropeços e acertos quando se apaziguou consigo mesma. Ela, de quebra, descobriu que era talentosa numa área, a cozinha, na qual até então não via nenhum valor. Ao descobrir-se cozinheira, não pensou em empreender uma nova maratona, desta vez na tentativa de virar uma chef e fazer um programa de TV. Já estava sábia o suficiente para exultar de alegria ao acabar com a boa forma de suas amigas mais queridas.

      Como minha amiga e como todo mundo, eu também acalentei grandes esperanças sobre minha própria existência. Depois do fracasso da minha carreira de astronauta, desejei ser escritora. Acho que ser escritora é o que quis desde que peguei o primeiro livro na mão e consegui decifrálo. É claro que eu não queria apenas escrever um livro de entretenimento. Eu escreveria, obviamente, a maior obraprima da humanidade. Meu primeiro livro já nasceria um clássico. Eu reinventaria a linguagem e ditaria novos parâmetros para a literatura. Depois de mim, Proust e Joyce estariam reduzidos ao rodapé do cânone.

      Não é divertido? Acreditem, eu rio muito. E até me enterneço. No meu quarto amarelo, lá em Ijuí, eu fiz o seguinte plano. Emily Brontë escreveu ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ aos 19 anos. Logo, eu deveria escrever minha obra-prima aos 17, no máximo 18. Pois não é que os 18 anos passaram e eu estava mais ocupada com fraldas e com beijos na boca? Bem, eu já não seria tão precoce assim, mas me conformei. Afinal, minha obra seria tão acachapante, tão revolucionária, que mesmo aos 20 e poucos eu seria considerada um prodígio. E os 20 passaram, assim como os 30, e lá vou eu aumentando cada vez mais os “e tantos” dos 40.

      Não desisti de um dia escrever um romance, não. Acho mesmo que ele está mais perto, agora que eu me absolvi de escrever a grande obra da literatura mundial. Mas foi só depois de me apropriar da medida da minha vida que me descobri estonteantemente feliz como contadora de histórias reais. Quando finalmente escrever um romance de ficção, ele só será possível porque vivi mais de duas décadas embriagada de histórias absurdamente reais e gente de carne, osso e nervos. E só será possível porque deverá estar à altura apenas de mim mesma. Só precisarei ser fiel à minha própria voz.

      Porque é esta, afinal, a grande aventura da vida. Desvelar ___ nossa singularidade, o extraordinário de cada um de nós – descobrir ___ voz que é só nossa. Mesmo que essa descoberta não se torne jamais uma capa de revista. O importante é que seja um segredo nosso, um bem precioso e sem valor monetário, que guardamos entre uma dobra e outra da alma para viver com furiosa verdade esse milagre que é a vida humana.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: http://desacontecimentos.com/?p=445. Acesso em: 25/10/2019.)

No trecho “Acredito que crescemos quando conseguimos nos apropriar da medida com que avaliamos nossa existência, nosso estar no mundo.” (2º§), se todos os verbos e pronomes que estão no plural fossem flexionados no singular, quantas palavras ao todo precisariam ter a grafia modificada, garantindo-se a correta concordância verbo-nominal?
Leia o trecho do romance Menino de engenho, de José Lins do Rego, para responder à questão.

A velha Totonha de quando em vez batia no engenho. E era um acontecimento para a meninada. Ela vivia de contar histórias de Trancoso1 . Pequenina e toda engelhada2 , tão leve que uma ventania poderia carregá-la, andava léguas e léguas a pé, de engenho a engenho, como uma edição viva das Mil e uma noites. Que talento ela possuía para contar as suas histórias, com um jeito admirável de falar em nome de todos os personagens! Sem nem um dente na boca, e com uma voz que dava todos os tons às palavras.
(Menino de engenho, 2000.)
1 Trancoso: escritor português do século XVI.
2 engelhada: enrugada.
Está em conformidade com as regras de concordância da norma-padrão da língua portuguesa a seguinte frase escrita a partir do texto:
Samba
1 Oh ritmos fraternos do samba,
trazendo o feitiço das macumbas,
o cavo bater das marimbas gemendo
4 lamentos despedaçados de escravo,
oh ritmos fraternos do samba quente da Baía!
Pegando fogo no sangue inflamável dos mulatos,
7 fazendo gingar os quadris dengosos das mulheres,
entornando sortilégios e loucura
nas pernas bailarinas dos negros...
10 Ritmos fraternos do samba,
herança de África que os negros levaram
no ventre sem sol dos navios negreiros,
13 e soltaram, carregados de algemas e saudade,
nas noites mornas do Cruzeiro do Sul!
Oh ritmos fraternos do samba,
16 acordando febres palustres no meu povo
embotado das doses do quinino europeu...
Ritmos africanos do samba da Baía,
19 com maracas matraqueando compassos febris
— Que é que a baiana tem, que é —
violões tecendo sortilégios de xicuembos
22 e atabaques soando, secos, soando...
Oh ritmos fraternos do samba!
Acordando o meu povo adormecido à sombra dos embondeiros
25 dizendo na sua linguagem encharcada de ritmos
que as correntes dos navios negreiros não morreram não,
só mudaram de nome,
28 mas ainda continuam,
continuam,
os ritmos fraternais do samba!
Noémia de Souza. Sangue negro. São Paulo: Kapulana, 2016, p. 85.
Tendo como referência o fragmento do poema Samba, escrito em 1949 pela autora moçambicana Noémia de Souza, julgue o item a seguir.
O emprego das formas verbais “trazendo”, “pegando”, “fazendo”, “acordando”, “soando” e “dizendo” é um recurso textual que sugere a ideia de processo em curso, em uma associação do samba com as consequências do sistema escravista colonial, o que é confirmado pelos versos “mas ainda continuam, /continuam” (v. 28 e 29).
Observe os períodos a seguir, quanto à concordância verbal e nominal e identifique o único que respeita os preceitos de norma culta.
Em qual dos trechos há um erro de concordância?
Assinale a opção que apresenta a frase em que houve erro de concordância da palavra sublinhada.
Há erro de concordância em qual das alternativas abaixo?

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica desvio de concordância nominal.

O texto que segue deve ser lido para se responderem à questão.


Discutir a relação realmente vale a pena?


Relacionar-se com outra pessoa exige paciência, flexibilidade, vontade de dar certo e uma visão embevecida de amor. A comunicação sempre foi e será a chave do sucesso nas relações afetivas, aquele que a conquistarem estarão passos à frente no quesito maturidade emocional. Pesquisas apontam que são as mulheres que iniciam as DRs, mas homens também acham importante falar sobre os incômodos e comportamentos inadequados, mesmo sendo uma minoria neste assunto.
Os casais precisam entender que as diferenças existem e junto com elas uma razão de ser, mas lembre-se, nem tudo precisa virar motivo de DR ou discussão, afinal de contas, alguns detalhes podem ser adaptados ou até mesmo relevados. Adaptar-se ao estilo do outro exige paciência, bom senso e compreensão, não estamos aqui para suprir as expectativas e muito menos para nos tornarmos uma cópia fiel do outro.
Os pontos divergentes merecem ser comentados e assuntos que nos incomodam precisam ser expostos, para que alternativas possam surgir e a plenitude na relação possam sempre existir. Algumas dicas são fundamentais neste processo:
Escolha o melhor momento e lugar para essa conversa: Atenção é um bem raro hoje em dia, então evite elementos de distração.
Pense o que vai dizer: Muitas vezes não nos preocupamos como o outro vai receber aquilo que temos a falar. Colocar-se no lugar do outro além de elegante, evita novos desgastes.
Crie um momento adequado: Nada de conversar quando ambos estiveram cansados, ocupados, fazendo algo que gostam muito ou quem sabe antes de dormir, ser estratégico conta muito para o resultado final.
Aprenda a ouvir: O outro sempre tem algo a dizer, sempre. Antes de falar procure ouvir, muitas respostas podem ser adquiridas neste momento. Imaginar que você está sempre certo, além de ser chato, não te ajuda a melhorar.
Seja sincero, em amor: Muitas vezes não é o que falamos, mas a forma como escolhemos passar o que desejamos. Se você ouvisse o que tem a dizer, como se sentiria?
Por fim, lembre-se, se podemos amar o outro quando aprendemos a nos amar, experimente.
(http://blog.tnh1.com.br/vamosfalardagente/discutir-a-relacao-realmentevale-a-pena/. Acesso em 17/9/2018)
Conforme se pode depreender do texto, somente não se pode afirmar que:
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