Texto 1
Reciclagem no Brasil
O Brasil é um dos países que mais produzem lixo em todo o mundo. Porém, a maior parte desses resíduos não é reciclada, sendo inclusive depositada de forma incorreta no meio ambiente. Esse cenário ocorre em razão da ausência de políticas públicas efetivas de reciclagem de lixo, como a promoção da coleta seletiva, a criação de usinas de reciclagem, a proposição de vantagens econômicas e, até mesmo, a construção de infraestrutura adequada de destinação de resíduos. O maior volume do lixo no Brasil não recebe o tratamento devido, sendo destinado para aterros sanitários e, até mesmo, lixões a céu aberto. Tal situação resulta em diversos problemas ambientais e sanitários, como proliferação de doenças, poluição do solo e da água e acentuação das enchentes. Esses aspectos ainda esbarram no desconhecimento de grande parcela da população sobre a correta destinação do lixo.1
Disponível em:
<https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/reciclagem.htm>. Acesso
em: 13 mar. 2023. [Adaptado].
“Tudo aponta para o fato de que o Estado está se redefinindo, em função não só de seus problemas estruturais, herdados da tradição da dominação patrimonial e oligárquica. A propósito dessas mudanças, fala-se muito, condenando, em Estado mínimo no Brasil como se fosse o Estado da ideologia econômica neoliberal. No meu modo de ver, são coisas diferentes. O que está acontecendo no Brasil, com a reforma do Estado, é sobretudo a desoligarquização do Estado, ou seja, uma modernização do Estado.”
MARTINS, José de Sousa. A Sociedade vista do abismo. Novos estudos sobre exclusão, pobreza e classes sociais. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 176.
O texto acima acaba se opondo a uma corrente interpretativa majoritária na sociologia brasileira a respeito dessa temática, que define o novo Estado brasileiro como “neoliberal”. A posição de Martins pode ser denominada “modernizadora” e a dos que ele contesta como sendo “neoliberal”. Essas duas posições expressam, respectivamente:
UFG•
Texto 3
O mundo onde vivemos
Como todos os dias, acordo, arrumo a casa e saio para a rua. Lá, vejo-a suja e tudo muito poluído, nada de verde! Nada de natureza. Olhando aquilo, resolvi tomar uma atitude que achei que poderia ajudar muito a população.
Fui com um cesto de lixo pegando os papéis que estavam no chão. Andei alguns metros, e o cesto logo ficou cheio. Peguei outra sacola de lixo para continuar andando por todo o bairro. Olhando o bairro limpo, até fiquei satisfeito.
Então, resolvi voltar para casa. Chegando lá, pensei por que todo mundo não poderia ser assim: ajudando a viver em um lugar melhor, limpo e feliz?
No dia seguinte, acordei, arrumei a casa e fui para a rua. Lá, vi que todo meu trabalho do dia anterior foi por água abaixo. Notei toda rua suja novamente, até com mais papéis do que no dia anterior.
Aí parei e pensei: o mundo em que vivemos está cada dia mais perdido.
LOPES, Igor da Silva Ramos. O mundo onde vivemos. Disponível em:
<https://www.projetosdeleitura.com.br/livros_completos/As50MelhoresCr
onicasdoLerebomExperimente!Vol.1.pdf>. Acesso em: 24 mar. 2023.
[Adaptado].
Edge•
De acordo com Junior, Bento e Carvalho (2012), as atividades permanentes desenvolvidas com crianças de 0 a 5 anos têm como características principais atender às necessidades básicas, criar hábitos e familiaridade, além de promover a igualdade racial. Essas atividades podem ocorrer diariamente ou em alguns dias da semana.
Disponível em: <https://www.gov.br/mec/ptbr/media/seb/pdf/publicacoes/educacao_infantil/revistadeeducacaoinfantil_201 2.pdf>. Acesso em: 27 fev.2024.
Neste contexto, consideram-se atividades permanentes
O Pacto pela Vida é “o compromisso entre os gestores do SUS em torno de prioridades, estabelecidas através de metas nacionais, estaduais ou municipais, que apresentam impacto sobre a situação de saúde da população brasileira” (Brasil, 2006). As prioridades pactuadas apresentam-se divididas em seis grandes vertentes: a saúde do idoso, o controle de câncer de colo de útero e de mama, a redução da mortalidade infantil e materna, o fortalecimento de capacitação de respostas às doenças emergentes e endemias com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária e influenza, a promoção da saúde e o fortalecimento da atenção básica (Brasil, 2006).
SALIBA, Menre Adas. Administração pública: o pacto pela saúde como uma nova estratégia de racionalização das ações e serviços em saúde no Brasil. Rev. Adm. Pública, 43 (2) abr. 2009.
O texto fala sobre o planejamento de uma política pública destinada ao cuidado da saúde pública, direito constitucionalizado a todos os brasileiros. Nesse caso, o município de Morrinhos