Questões de Concursos

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As sucessivas transformações espaciais engendradas pela reprodução do capital e pela ação humana que ocorrem em escala planetária, a partir das determinações econômicas do modo de produção capitalista, em suas manifestações críticas e contraditórias, mediadas pela generalização do mercado e da propriedade privada, podem ser adequadamente compreendidas sob a perspectiva da
Uma fonte sonora está presa a um carrinho montadosobre trilhos. A trajetória do carrinho é circular de raio 5m, eeste completa uma volta a cada 1s. Um observador que seencontra em uma posição O, distante 10 m do centro datrajetória do carrinho, percebe uma nítida mudança nafrequência do sinal emitido pela fonte. De fato, o maiorvalor de frequência percebido pelo observador é F, ao passoque o menor valor de frequência percebido por este é f.Sabe-se que a fonte emite um sinal de 600Hz e que avelocidade de propagação do som no ar é de 330 m/s. Parao cálculo de F e f, considere os pontos de interseção dasretas tangentes à trajetória circular do carrinho e quepassam por O. Supondo, para efeito de cálculo, que π = 3, adiferença entre o maior e o menor valor da frequência emHz percebido pelo observador é de
Durante o segundo reinado, havia, no Brasil, cerca de 20 mil pessoas que podiam ser eleitores e escolher deputados e senadores (0,4% da população), eles eram homens, católicos e com renda anual superior a 200 mil-réis. Havia ainda no Brasil 2,2 milhões de mulheres livres, 1,8 milhão de homens livres pobres, algo em torno de 1,7 milhão de escravos e escravas e outro grande número de pessoas sem acesso ao voto (praças, estrangeiros, religiosos em regime de clausura, mendigos e não católicos em geral).
Fonte: Brasil 500 anos. IstoÉ, p.72. Estabilização no Império.

Considerando esse aspecto da política brasileira, durante o império, explícito nos dados citados, é correto afirmar que

“Como as pessoas que infringem as leis parecem injustas e as cumpridoras da lei parecem justas, evidentemente todos os atos conforme à lei são justos no sentido de as leis visarem ao interesse comum a todas as pessoas, de tal forma que chamamos justos os atos que tendem a produzir e preservar a felicidade para a comunidade política; e a lei determina igualmente que ajamos como homens corajosos, como homens moderados, como homens amáveis e assim por diante em relação às outras formas de virtudes, impondo a prática de certos atos e proibindo outros.”

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco, 1129b. Trad. bras. Mario da Gama Kury. – 4 ed. Brasília: Editora da UnB, 2001 – Adaptado.


Segundo a citação acima, é correto concluir que

Das 16 primeiras vilas criadas no Ceará, apenas 4 delas (Aquiraz – 1699; Fortaleza – 1725; Aracati – 1747 e Caucaia – 1750) estavam diretamente no litoral ou bem próximo dele. As demais 12 vilas mais antigas localizavam-se sertão adentro, próximas a cursos d’água ou em regiões serranas (Icó – 1735; Viçosa do Ceará – 1759; Baturité – 1762; Crato – 1762; Sobral – 1766; Granja – 1776; Quixeramobim – 1789; Guaraciaba do Norte – 1791; Russas – 1799; Tauá – 1801; Jardim – 1814 e Lavras da Mangabeira – 1816).
Esse aspecto da ocupação do espaço cearense se deveu
Com relação às principais correntes da Geografia, assinale a afirmação verdadeira.
A geopolítica atual da Nova Ordem Mundial diferencia-se do cenário configurado no âmbito da ordem da Guerra Fria pelo fato de
Quando a expressão algébrica E = (1 + x) + (1 +x)2 + (1 + x)3 + (1 + x)4 + ﹒﹒﹒ ﹒+ (1 + x)18 é apresentada na forma E = a0x18 + a1x17 + a2x16 + ﹒﹒﹒﹒ + a17x + a18, o valor do coeficiente do termo do primeiro grau, isto é, a17 é igual a
No que concerne à História da África, atente para o seguinte excerto:
“O certo é que, ao contrário do que a literatura colonialista acostumou a opinião pública europeia a pensar, a África não era uma terra “selvagem”, refratária ao progresso e aos valores da civilização. Um exemplo encontra-se no reino Bamun, situado na atual República dos Camarões”.

MACEDO, J.R. História da África. São Paulo: Contexto, 2019, pp. 132-135).


Escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir sobre o reino Bamun.
( ) A islamização do reino permitiu melhores condições de resistir ao avanço cristão europeu. ( ) O rei Njoya (1875-1933), durante seu reinado, conseguiu, por meio de ações diplomáticas, evitar que Bamun sucumbisse aos interesses colonialistas britânicos. ( ) Foi abolida a religião nacional e foram proibidas a leitura dos livros sagrados e a entrada de missionários alemães no reino. ( ) A abertura da economia permitiu a introdução de tecnologia e da indústria.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
O ‘índio’ é qualquer membro de uma comunidade indígena, reconhecido por esta como tal. E ‘comunidade indígena’ é toda comunidade fundada em relações de parentesco ou vizinhança entre seus membros, que mantém laços histórico-culturais com as organizações sociais indígenas pré-colombianas”.
CASTRO, Eduardo Viveiros de. “No Brasil, todo mundo é índio, exceto quem não é”. In: Povos Indígenas no Brasil, 20 de janeiro de 2016.
Seguindo esta definição do antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, é correto concluir que, no Brasil,
Considerando a função real de variável real definida por f(x) = (cosx + secx + 2).cosx, onde x é tal que cosx ≠ 0, é correto afirmar que a imagem de f (isto é, o conjunto de valores de f) é

The World Might Be Running Low on Americans


The world has been stricken by scarcity. Our post-pandemic pantry has run bare of gasoline, lumber, microchips, chicken wings, ketchup packets, cat food, used cars and Chickfil-A sauce. Like the Great Toilet Paper Scare of 2020, though, many of these shortages are the consequence of near-term, Covid-related disruptions. Soon enough there will again be a chicken wing in every pot and more than enough condiments to go with it.


But there is one recently announced potential shortage that should give Americans great reason for concern. It is a shortfall that the nation has rarely had to face, and nobody quite knows how things will work when we begin to run out.


I speak, of course, of all of us: The world may be running low on Americans — most crucially, tomorrow’s working-age, childbearing, idea-generating, community-building young Americans. Late last month, the Census Bureau released the first results from its 2020 count, and the numbers confirmed what demographers have been warning of for years: The United States is undergoing “demographic stagnation,” transitioning from a relatively fast-growing country of young people to a slow-growing, older nation.


Many Americans might consider slow growth a blessing. Your city could already be packed to the gills, the roads clogged with traffic and housing prices shooting through the roof. Why do we need more folks? And, anyway, aren’t we supposed to be conserving resources on a planet whose climate is changing? Yet demographic stagnation could bring its own high costs, among them a steady reduction in dynamism, productivity and a slowdown in national and individual prosperity, even a diminishment of global power.


And there is no real reason we have to endure such a transition, not even an environmental one. Even if your own city is packed like tinned fish, the U.S. overall can accommodate millions more people. Most of the counties in the U.S. are losing working-age adults; if these declines persist, local economies will falter, tax bases will dry up, and localgovernments will struggle to maintain services. Growth is not just an option but a necessity — it’s not just that we can afford to have more people, it may be that we can’t afford not to.


But how does a country get more people? There are two ways: Make them, and invite them in. Increasing the first is relatively difficult — birthrates are declining across the world, and while family-friendly policies may be beneficial for many reasons, they seem to do little to get people to have more babies. On the second method, though, the United States enjoys a significant advantage — people around the globe have long been clamoring to live here, notwithstanding our government’s recent hostility to foreigners. This fact presents a relatively simple policy solution to a vexing long-term issue: America needs more people, and the world has people to send us. All we have to do is let more of them in.


For decades, the United States has enjoyed a significant economic advantage over other industrialized nations — our population was growing faster, which suggested a more youthful and more prosperous future. But in the last decade, American fertility has gone down. At the same time, there has been a slowdown in immigration.


The Census Bureau’s latest numbers show that these trends are catching up with us. As of April 1, it reports that there were 331,449,281 residents in the United States, an increase of just 7.4 percent since 2010 — the second-smallest decade-long growth rate ever recorded, only slightly ahead of the 7.3 percent growth during the Depression-struck 1930s.


The bureau projects that sometime next decade — that is, in the 2030s — Americans over 65 will outnumber Americans younger than 18 for the first time in our history. The nation will cross the 400-million population mark sometime in the late 2050s, but by then we’ll be quite long in the tooth — about half of Americans will be over 45, and one fifth will be older than 85.


The idea that more people will lead to greater prosperity may sound counterintuitive — wouldn’t more people just consume more of our scarce resources? Human history generally refutes this simple intuition. Because more people usually make for more workers, more companies, and most fundamentally, more new ideas for pushing humanity forward, economic studies suggest that population growth is often an important catalyst of economic growth.


A declining global population might be beneficial in some ways; fewer people would most likely mean less carbon emission, for example — though less than you might think, since leading climate models already assume slowing population growth over the coming century. And a declining population could be catastrophic in other ways. In a recent paper, Chad Jones, an economist at Stanford, argues that a global population decline could reduce the fundamental innovativeness of humankind. The theory issimple: Without enough people, the font of new ideas dries up, Jones argues; without new ideas, progress could be imperiled.


There are more direct ways that slow growth can hurt us. As a country’s population grows heavy with retiring older people and light with working younger people, you get a problem of too many eaters and too few cooks. Programs for seniors like Social Security and Medicare may suffer as they become dependent on ever-fewer working taxpayers for funding. Another problem is the lack of people to do all the work. For instance, experts predict a major shortage of health care workers, especially home care workers, who will be needed to help the aging nation.


In a recent report, Ali Noorani, the chief executive of the National Immigration Forum, an immigration-advocacy group, and a co-author, Danilo Zak, say that increasing legal immigration by slightly more than a third each year would keep America’s ratio of working young people to retired old people stable over the next four decades.


As an immigrant myself, I have to confess I find much of the demographic argument in favor of greater immigration quite a bit too anodyne. Immigrants bring a lot more to the United States than simply working-age bodies for toiling in pursuit of greater economic growth. I also believe that the United States’ founding idea of universal equality will never be fully realized until we recognize that people outside our borders are as worthy of our ideals as those here through an accident of birth.

The sentence “As a country’s population grows heavy with retiring older people and light with working younger people, you get a problem of too many eaters and too few cooks.” contains a/an
Há 50 anos, em 13 de dezembro de 1968, o regime militar, então sob governo do general Costa e Silva, baixou o Ato Institucional nº 5. O AI-5, como ficou conhecido, vigorou por 10 anos, até dezembro de 1978, sendo a expressão mais clara da ditadura militar brasileira, e resultou
Assinale a alternativa que apresenta a correta definição de partenogênese.
No plano, com o sistema de coordenadas cartesianas usual, os gráficos das funções reais de variável real f(x)= x2 – 6x + 9 e g(x)= –x2 + 6x – 1 são parábolas. Os pontos de interseção dessas parábolas juntamente com seus vértices são vértices de um quadrilátero convexo, cuja medida da área é igual a

u. a. = unidades de área
De acordo com recente levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2021), a população brasileira chegou aos 213,3 milhões. Destes, 21,9%, isto é, 46,7 milhões, estão concentrados em 17 municípios com mais de 1 milhão de habitantes; enquanto que 14,8%, isto é, 31,6 milhões, concentram-se em 3.770 municípios com menos de 20 mil habitantes cada. Quanto às Regiões Metropolitanas, o estudo apontou que, juntas, as 28 regiões metropolitanas, mais as regiões integradas de desenvolvimento e as aglomerações urbanas com mais de 1 milhão de habitantes somam mais de 100 milhões de habitantes, o que equivale a 47,7% da população brasileira. Considerando-se tal estrutura da distribuição populacional, é correto afirmar que
São exemplos de relações ecológicas interespecíficas desarmônicas:
O organismo de um ciclista consome uma média de energia igual a 4,2 x 106 J por hora. Antes de uma prova, o ciclista tomou um energético com X calorias. Considerando 1 cal = 4,2 J, determine o valor de X sabendo que as calorias do energético serão consumidas nas primeiras 2 horas de prova.
Sobre o olho humano, é correto afirmar que
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