Há cinco objetos alinhados numa estante: um violino, um grampeador, um vaso, um relógio e um tinteiro. Conhecemos as seguintes informações quanto à ordem dos objetos:

- O grampeador está entre o tinteiro e o relógio.

- O violino não é o primeiro objeto e o relógio não é o último.

- O vaso está separado do relógio por dois outros objetos.

Qual é a posição do violino?

A respeito das nulidades no processo penal, é correto afirmar que

Em relação ao Dolo e a Culpa, é INCORRETO afirmar que

Em tema de crimes e contravenções, é correto afirmar que

Atenção: As questões de números 1 a 8 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível
fazer tudo - além da certeza de que sua vida está passando
rápido demais. Essas são as principais conseqüências de
vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do "quanto
mais rápido, melhor". Psiquiatras já discutem a existência de um
distúrbio conhecido como "doença da pressa", cujos sintomas
seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos
mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. "Para
nós, ocidentais, o tempo é linear e nunca volta. Por isso
queremos ter a sensação de que estamos tirando o máximo
dele. E a única solução que encontramos é acelerá-lo", afirma o
jornalista canadense Carl Honoré. "É um equívoco. A resposta
desse dilema é qualidade, não quantidade."

Para outros especialistas no assunto, a aceleração é
uma escolha que fizemos. Somos como crianças descendouma
ladeira de skate. Gostamos da brincadeira, queremos mais
velocidade. O problema é que nem tudo ao nosso redor
consegue atender à demanda. Os carros podem estar mais
rápidos, mas as viagens demoram cada vez mais por culpa dos
congestionamentos. Semáforos vermelhos continuam testando
nossa paciência, obrigando-nos a frear a cada quarteirão. Mais
sorte têm os pedestres que podem apertar o botão que aciona o
sinal verde - uma ótima opção para controlar a ansiedade, mas
com efeito muitas vezes nulo. É um exemplo do que os
especialistas chamam de "botões de aceleração". Na teoria,
deixam as coisas mais rápidas. Na prática, servem para ser
apertados e só.

O que fazermos com os dois segundos, no máximo, que
economizamos ao acionar aquela tecla que fecha a porta do
elevador? E quem disse que apertá-la duas, quatro, dez vezes
vai melhorar a eficiência? Elevadores, aliás, são os ícones da
pressa em tempos velozes. Os primeiros modelos se moviam a
vintecentímetros por segundo. Hoje, o mais veloz sobe doze
metros por segundo. E, mesmo acelerando, estão entre os
maiores focos de impaciência. Engenheiros são obrigados a
desenvolver sistemas para conter nossa irritação, como luzes
ou alarmes que antecipam a chegada do elevador e cuja única
função é aplacar a ansiedade da espera.

(Adaptado de Sérgio Gwercman, Superinteressante, março de
2005, p. 54-55)

... a aceleração é uma escolha que fizemos. (2o parágrafo)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima, está em:

O funcionário público civil poderá acumular, de forma remunerada,

Atenção: As questões de números 1 a 8 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível
fazer tudo - além da certeza de que sua vida está passando
rápido demais. Essas são as principais conseqüências de
vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do "quanto
mais rápido, melhor". Psiquiatras já discutem a existência de um
distúrbio conhecido como "doença da pressa", cujos sintomas
seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos
mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. "Para
nós, ocidentais, o tempo é linear e nunca volta. Por isso
queremos ter a sensação de que estamos tirando o máximo
dele. E a única solução que encontramos é acelerá-lo", afirma o
jornalista canadense Carl Honoré. "É um equívoco. A resposta
desse dilema é qualidade, não quantidade."

Para outros especialistas no assunto, a aceleração é
uma escolha que fizemos. Somos como crianças descendouma
ladeira de skate. Gostamos da brincadeira, queremos mais
velocidade. O problema é que nem tudo ao nosso redor
consegue atender à demanda. Os carros podem estar mais
rápidos, mas as viagens demoram cada vez mais por culpa dos
congestionamentos. Semáforos vermelhos continuam testando
nossa paciência, obrigando-nos a frear a cada quarteirão. Mais
sorte têm os pedestres que podem apertar o botão que aciona o
sinal verde - uma ótima opção para controlar a ansiedade, mas
com efeito muitas vezes nulo. É um exemplo do que os
especialistas chamam de "botões de aceleração". Na teoria,
deixam as coisas mais rápidas. Na prática, servem para ser
apertados e só.

O que fazermos com os dois segundos, no máximo, que
economizamos ao acionar aquela tecla que fecha a porta do
elevador? E quem disse que apertá-la duas, quatro, dez vezes
vai melhorar a eficiência? Elevadores, aliás, são os ícones da
pressa em tempos velozes. Os primeiros modelos se moviam a
vintecentímetros por segundo. Hoje, o mais veloz sobe doze
metros por segundo. E, mesmo acelerando, estão entre os
maiores focos de impaciência. Engenheiros são obrigados a
desenvolver sistemas para conter nossa irritação, como luzes
ou alarmes que antecipam a chegada do elevador e cuja única
função é aplacar a ansiedade da espera.

(Adaptado de Sérgio Gwercman, Superinteressante, março de
2005, p. 54-55)

... que antecipam a chegada do elevador.

Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal correta passa a ser:

Atenção: As questões de números 1 a 8 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível
fazer tudo - além da certeza de que sua vida está passando
rápido demais. Essas são as principais conseqüências de
vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do "quanto
mais rápido, melhor". Psiquiatras já discutem a existência de um
distúrbio conhecido como "doença da pressa", cujos sintomas
seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos
mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. "Para
nós, ocidentais, o tempo é linear e nunca volta. Por isso
queremos ter a sensação de que estamos tirando o máximo
dele. E a única solução que encontramos é acelerá-lo", afirma o
jornalista canadense Carl Honoré. "É um equívoco. A resposta
desse dilema é qualidade, não quantidade."

Para outros especialistas no assunto, a aceleração é
uma escolha que fizemos. Somos como crianças descendouma
ladeira de skate. Gostamos da brincadeira, queremos mais
velocidade. O problema é que nem tudo ao nosso redor
consegue atender à demanda. Os carros podem estar mais
rápidos, mas as viagens demoram cada vez mais por culpa dos
congestionamentos. Semáforos vermelhos continuam testando
nossa paciência, obrigando-nos a frear a cada quarteirão. Mais
sorte têm os pedestres que podem apertar o botão que aciona o
sinal verde - uma ótima opção para controlar a ansiedade, mas
com efeito muitas vezes nulo. É um exemplo do que os
especialistas chamam de "botões de aceleração". Na teoria,
deixam as coisas mais rápidas. Na prática, servem para ser
apertados e só.

O que fazermos com os dois segundos, no máximo, que
economizamos ao acionar aquela tecla que fecha a porta do
elevador? E quem disse que apertá-la duas, quatro, dez vezes
vai melhorar a eficiência? Elevadores, aliás, são os ícones da
pressa em tempos velozes. Os primeiros modelos se moviam a
vintecentímetros por segundo. Hoje, o mais veloz sobe doze
metros por segundo. E, mesmo acelerando, estão entre os
maiores focos de impaciência. Engenheiros são obrigados a
desenvolver sistemas para conter nossa irritação, como luzes
ou alarmes que antecipam a chegada do elevador e cuja única
função é aplacar a ansiedade da espera.

(Adaptado de Sérgio Gwercman, Superinteressante, março de
2005, p. 54-55)

... e cuja única função é aplacar a ansiedade da espera. O pronome grifado acima substitui corretamente, por seu sentido no contexto, a expressão

Atenção: As questões de números 9 a 15 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Antes de os telescópios existirem, os olhos definiam o
que existia nos céus. Apenas a imaginação podia criar outras
realidades para além da escuridão. Poucos na História ousaram
propor que existiam outros mundos, camuflados pelas sombras.
Foi o caso de Giordano Bruno, que por essas e outras heresias
acabou seus dias na fogueira.

Tudo mudou quando Galileu provou, em 1610, que o
telescópio permitia enxergar mundos que, sem ele,
permaneceriam desconhecidos para sempre: a realidade
material não se limitava ao imediatamente visível. Era inegável
- mesmo que alguns tenham se recusado a acreditar - que
Galileu havia descoberto quatro luas girando em torno de
Júpiter, que jamais haviam sido vistas antes. A conseqüência
dessa descoberta foi profunda: os segredos ocultos nos céus
podem ser desvendados com o uso de técnicas de observação
e telescópios mais sofisticados.Galileu iniciou uma nova
tradição astronômica, a da caça aos mundos.

Em meados do século XX, vários outros mundos haviam
sido descobertos. Girando em torno do Sol, os planetas Urano,
Netuno e Plutão; em torno dos planetas, dezenas de luas; entre
Marte e Júpiter, um cinturão de asteróides, restos rochosos de
um planeta que nunca se formou. Os astrônomos não tinham
dúvida de que, com telescópios mais poderosos, novos mundos
seriam descobertos. O mistério, no entanto, permanecia. Que
mundos seriam esses? E o que poderiam nos dizer sobre a
formação do Sistema Solar e sobre o passado da Terra - o
nosso passado?

(Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, Mais!, 5 de
março de 2006, p. 9)

Conclui-se corretamente do texto que

Atenção: As questões de números 9 a 15 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Antes de os telescópios existirem, os olhos definiam o
que existia nos céus. Apenas a imaginação podia criar outras
realidades para além da escuridão. Poucos na História ousaram
propor que existiam outros mundos, camuflados pelas sombras.
Foi o caso de Giordano Bruno, que por essas e outras heresias
acabou seus dias na fogueira.

Tudo mudou quando Galileu provou, em 1610, que o
telescópio permitia enxergar mundos que, sem ele,
permaneceriam desconhecidos para sempre: a realidade
material não se limitava ao imediatamente visível. Era inegável
- mesmo que alguns tenham se recusado a acreditar - que
Galileu havia descoberto quatro luas girando em torno de
Júpiter, que jamais haviam sido vistas antes. A conseqüência
dessa descoberta foi profunda: os segredos ocultos nos céus
podem ser desvendados com o uso de técnicas de observação
e telescópios mais sofisticados.Galileu iniciou uma nova
tradição astronômica, a da caça aos mundos.

Em meados do século XX, vários outros mundos haviam
sido descobertos. Girando em torno do Sol, os planetas Urano,
Netuno e Plutão; em torno dos planetas, dezenas de luas; entre
Marte e Júpiter, um cinturão de asteróides, restos rochosos de
um planeta que nunca se formou. Os astrônomos não tinham
dúvida de que, com telescópios mais poderosos, novos mundos
seriam descobertos. O mistério, no entanto, permanecia. Que
mundos seriam esses? E o que poderiam nos dizer sobre a
formação do Sistema Solar e sobre o passado da Terra - o
nosso passado?

(Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, Mais!, 5 de
março de 2006, p. 9)

... que por essas e outras heresias acabou seus dias na fogueira. (1o parágrafo)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:

O agente público que NÃO pode ser considerado sujeito ativo do crime de responsabilidade, nos termos da Lei no 1079/50, é

Quando a ação penal pública for condicionada à representação do ofendido, o exercício desta pelo ofendido ou por quem tenha qualidade para representá-lo

Atenção: As questões de números 1 a 8 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível
fazer tudo - além da certeza de que sua vida está passando
rápido demais. Essas são as principais conseqüências de
vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do "quanto
mais rápido, melhor". Psiquiatras já discutem a existência de um
distúrbio conhecido como "doença da pressa", cujos sintomas
seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos
mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. "Para
nós, ocidentais, o tempo é linear e nunca volta. Por isso
queremos ter a sensação de que estamos tirando o máximo
dele. E a única solução que encontramos é acelerá-lo", afirma o
jornalista canadense Carl Honoré. "É um equívoco. A resposta
desse dilema é qualidade, não quantidade."

Para outros especialistas no assunto, a aceleração é
uma escolha que fizemos. Somos como crianças descendouma
ladeira de skate. Gostamos da brincadeira, queremos mais
velocidade. O problema é que nem tudo ao nosso redor
consegue atender à demanda. Os carros podem estar mais
rápidos, mas as viagens demoram cada vez mais por culpa dos
congestionamentos. Semáforos vermelhos continuam testando
nossa paciência, obrigando-nos a frear a cada quarteirão. Mais
sorte têm os pedestres que podem apertar o botão que aciona o
sinal verde - uma ótima opção para controlar a ansiedade, mas
com efeito muitas vezes nulo. É um exemplo do que os
especialistas chamam de "botões de aceleração". Na teoria,
deixam as coisas mais rápidas. Na prática, servem para ser
apertados e só.

O que fazermos com os dois segundos, no máximo, que
economizamos ao acionar aquela tecla que fecha a porta do
elevador? E quem disse que apertá-la duas, quatro, dez vezes
vai melhorar a eficiência? Elevadores, aliás, são os ícones da
pressa em tempos velozes. Os primeiros modelos se moviam a
vintecentímetros por segundo. Hoje, o mais veloz sobe doze
metros por segundo. E, mesmo acelerando, estão entre os
maiores focos de impaciência. Engenheiros são obrigados a
desenvolver sistemas para conter nossa irritação, como luzes
ou alarmes que antecipam a chegada do elevador e cuja única
função é aplacar a ansiedade da espera.

(Adaptado de Sérgio Gwercman, Superinteressante, março de
2005, p. 54-55)

É um equívoco. A resposta desse dilema é qualidade, não quantidade. (final do 1o parágrafo)

De acordo com a afirmativa acima,

Considere as afirmativas abaixo.

I. Está consumado o crime quando o fato concreto se subsume ao tipo abstrato descrito na lei penal.

II. São elementos da tentativa, a cogitação do crime, os atos preparatórios e os atos de execução.

III. No arrependimento eficaz, o agente, embora tenha iniciado a execução do crime, não a leva adiante, abandonando a sua realização.

IV. Para a caracterização da desistência voluntária, é imprescindível que o agente esgote os atos de execução e em seguida atue evitando que o resultado ocorra.

V. Salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um a dois terços.

É correto APENAS o que se afirma em:

Atenção: As questões de números 9 a 15 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Antes de os telescópios existirem, os olhos definiam o
que existia nos céus. Apenas a imaginação podia criar outras
realidades para além da escuridão. Poucos na História ousaram
propor que existiam outros mundos, camuflados pelas sombras.
Foi o caso de Giordano Bruno, que por essas e outras heresias
acabou seus dias na fogueira.

Tudo mudou quando Galileu provou, em 1610, que o
telescópio permitia enxergar mundos que, sem ele,
permaneceriam desconhecidos para sempre: a realidade
material não se limitava ao imediatamente visível. Era inegável
- mesmo que alguns tenham se recusado a acreditar - que
Galileu havia descoberto quatro luas girando em torno de
Júpiter, que jamais haviam sido vistas antes. A conseqüência
dessa descoberta foi profunda: os segredos ocultos nos céus
podem ser desvendados com o uso de técnicas de observação
e telescópios mais sofisticados.Galileu iniciou uma nova
tradição astronômica, a da caça aos mundos.

Em meados do século XX, vários outros mundos haviam
sido descobertos. Girando em torno do Sol, os planetas Urano,
Netuno e Plutão; em torno dos planetas, dezenas de luas; entre
Marte e Júpiter, um cinturão de asteróides, restos rochosos de
um planeta que nunca se formou. Os astrônomos não tinham
dúvida de que, com telescópios mais poderosos, novos mundos
seriam descobertos. O mistério, no entanto, permanecia. Que
mundos seriam esses? E o que poderiam nos dizer sobre a
formação do Sistema Solar e sobre o passado da Terra - o
nosso passado?

(Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, Mais!, 5 de
março de 2006, p. 9)

Antes de os telescópios existirem, os olhos definiam o que existia nos céus.

A frase inicial do texto significa corretamente, em outras palavras,

Atenção: As questões de números 9 a 15 baseiam-se no texto
apresentado abaixo.

Antes de os telescópios existirem, os olhos definiam o
que existia nos céus. Apenas a imaginação podia criar outras
realidades para além da escuridão. Poucos na História ousaram
propor que existiam outros mundos, camuflados pelas sombras.
Foi o caso de Giordano Bruno, que por essas e outras heresias
acabou seus dias na fogueira.

Tudo mudou quando Galileu provou, em 1610, que o
telescópio permitia enxergar mundos que, sem ele,
permaneceriam desconhecidos para sempre: a realidade
material não se limitava ao imediatamente visível. Era inegável
- mesmo que alguns tenham se recusado a acreditar - que
Galileu havia descoberto quatro luas girando em torno de
Júpiter, que jamais haviam sido vistas antes. A conseqüência
dessa descoberta foi profunda: os segredos ocultos nos céus
podem ser desvendados com o uso de técnicas de observação
e telescópios mais sofisticados.Galileu iniciou uma nova
tradição astronômica, a da caça aos mundos.

Em meados do século XX, vários outros mundos haviam
sido descobertos. Girando em torno do Sol, os planetas Urano,
Netuno e Plutão; em torno dos planetas, dezenas de luas; entre
Marte e Júpiter, um cinturão de asteróides, restos rochosos de
um planeta que nunca se formou. Os astrônomos não tinham
dúvida de que, com telescópios mais poderosos, novos mundos
seriam descobertos. O mistério, no entanto, permanecia. Que
mundos seriam esses? E o que poderiam nos dizer sobre a
formação do Sistema Solar e sobre o passado da Terra - o
nosso passado?

(Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, Mais!, 5 de
março de 2006, p. 9)

- mesmo que alguns tenham se recusado a acreditar - (2o parágrafo)

A frase isolada pelos travessões denota, considerando-se o contexto,

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