Fonte: Proposta Curricular de Santa Catarina – 2014 p.66/67.
Fonte: Proposta Curricular de Santa Catarina – 2014 p.66/67.
Fonte: Proposta Curricular de Santa Catarina 1991, p.72.
A classificação e a reclassificação são dispositivos introduzidos na Educação Básica, pela Lei Federal nº 9.394/96, os quais refletem os princípios de flexibilidade da LDB e da autonomia das escolas. É correto afirmar, segundo a referida Lei, que
Fonte: Progestão: como promover a construção coletiva do projeto pedagógico da escola? - na página 15.
“As bases que dão sustentação ao projeto nacional de educação responsabilizam o poder público, a família, a sociedade e a escola pela garantia a todos os educandos de um ensino ministrado de acordo com os princípios de: (...).”
Fonte: Resolução 4, de 2010,Art. 4º.
Não se pode dizer que a globalização seja semelhante às ondas anteriores, nem mesmo uma continuação do que havia antes, exatamente porque as condições de sua realização mudaram radicalmente. É somente agora que a humanidade está podendo contar com essa nova qualidade da técnica, providenciada pelo que se está chamando de técnica informacional. Chegamos a um outro século e o homem, por meio dos avanços da ciência, produz um sistema de técnicas presidido pelas técnicas da informação. Estas passam a exercer um papel de elo entre as demais, unindo-as e assegurando a presença planetária desse novo sistema técnico.
Diante dessa realidade, o autor vê a globalização
Sacristán (2000), em seus estudos, aponta que o currículo é um dos conceitos mais potentes, estrategicamente falando, para analisar como a prática se sustenta e se expressa de forma peculiar dentro de um contexto escolar. O interesse pelo currículo segue paralelo com o interesse por conseguir um conhecimento mais penetrante sobre a realidade escolar. O autor define currículo como projeto seletivo de cultura, condicionado cultural, social, política e administrativamente, que preenche a atividade escolar e que se torna realidade dentro das condições da escola tal como se acha configurada.
Uma escola de Ciclo II do Ensino Fundamental apresenta alto índice de fracasso escolar e seus professores queixam-se constantemente do desinteresse dos alunos, da indisciplina na sala de aula, das agressões entre os alunos e da dificuldade de desenvolver seu trabalho nesse contexto.
O Supervisor de Ensino, considerando suas funções e competências (Jornal APASE, junho 2002) e tendo em vista as afirmações de Sacristán (2000), diante da situação da escola, deve
A escola tem que enfrentar os desafios para transformar o ensino da leitura e da escrita, de modo a formar praticantes da leitura e da escrita, segundo Lerner (2002). A autora refere-se à formação de leitores que
Martha Kohl, em Castorina, J. A. (2003), refletindo sobre as contribuições de Vygotsky para a educação e o ensino escolar, analisa a intervenção do outro social. De acordo com Vygotsky, pode-se entender essa intervenção como
Quais as finalidades da Documentação Pedagógica nas Instituições de Educação Infantil? Escolha a alternativa correta.
I. a educação formal é um processo que deve objetivar principalmente a inserção dos sujeitos educandos no universo da cultura simbólica e do trabalho profissional.
II. o projeto educacional se viabiliza mesmo quando o projeto político global da sociedade se contrapõe aos valores universalizados da democracia e da cidadania.
III. ensino e pesquisa são processos epistêmicos permanentemente vinculados entre si, de tal modo que um não se faça sem o outro.
IV. o pedagógico deve ser fundamentalmente mediação do político, expressão-síntese da condição de cidadania e de democracia.
V. o Supervisor de Ensino, comprometido com a consolidação da força centrífuga do projeto educacional, deve atuar como força de resistência e de transformação. Está de acordo com as idéias de Severino, na coletânea Escola: espaço de construção da cidadania (1994), apenas o contido em
Fonte: Proposta Curricular de Santa Catarina – 2014 p.66/67.
I. Os Planos de Cursos deverão conter: justificativa e objetivos; requisitos de acesso; perfil profissional de conclusão; organização curricular; critérios de avaliação; instalações e equipamentos; pessoal docente e técnico.
II. A duração dos cursos poderá variar para diferentes indivíduos, ainda que o Plano de Curso tenha uma carga horária mínima definida para cada qualificação ou habilitação por área profissional.
III. A Educação Profissional Técnica de nível médio poderá ser oferecida de forma articulada ao Ensino Médio, na mesma instituição de ensino, para concluintes do Ensino Fundamental, contando com matrícula única para cada aluno.
IV. A Educação Profissional Técnica de nível médio é organizada por áreas profissionais, que incluem as respectivas caracterizações, competências e carga horária mínima de cada habilitação.
V. Nos cursos, as situações ou modalidades e o tempo de prática profissional, inclusive estágio supervisionado, deverão ser incluídos na carga horária do curso pela escola.
De acordo com a Resolução CNE/ CEB nº 4/99, Parecer CNE 16/99 e Decreto Federal nº 5.154/2004 são corretas apenas