I. Se uma pessoa investiu dois quintos de seu
capital em uma aplicação com prazo de 90
dias, à taxa de 6,5% ao ano (juros simples), e
recebeu R$ 130,00 de juros, então o capital
dessa pessoa, antes da aplicação, era superior
a R$ 18.000,00.
II. Suponha que um cliente solicite ao banco no
qual é correntista um empréstimo de R$
500,00, pelo qual pagará 10% de juros em um
mês. Porém, nessa modalidade de empréstimo,
o banco cobra os juros antecipadamente, ou
seja, o cliente recebe em sua conta a quantia
de R$ 450,00, devendo pagar R$ 500,00 daí a
um mês exatamente. Nessas condições, os
juros efetivamente pagos pelo cliente serão
maiores que 11% ao mês.
III. Suponha que uma editora imprimiu um
lote de livros usando os serviços de duas
tipografias diferentes – T¹ e T² -, sendo
que T¹ imprimiu 70% e T² imprimiu 30%
do total do lote. Sabendo-se que 3% dos
livros impressos na tipografia T¹ e 2% dos
livros impressos na tipografia T² estavam
defeituosos do lote é igual a 2,5%.
IV. Considere que uma gravura de forma
retangular, medindo 15 cm x 20 cm, deve
ser ampliada para 1,2m de largura. Nesse
caso, se for mantida a mesma proporção, o
comprimento sofrerá uma ampliação
superior a 400%.
Com base nas disposições do Decreto n.º 1.171/1994, julgue o item que se segue.
É vedado ao servidor público desviar outros servidores para atender a seus interesses particulares, exceto em casos que envolvam risco da imagem do servidor ou da organização.
O sociólogo Simon Schwartzman, ex-presidente do IBGE,
afirmou que as pesquisas feitas nas universidades brasileiras
não contribuem para o desenvolvimento do País, como
deveriam.
Diz o ex-presidente:
“Em geral, elas ficam restritas ao âmbito acadêmico e não
se transformam em produtos ou serviços úteis à sociedade.
Não há transferência de conhecimento, nem mesmo quando
se trata de uma pesquisa aplicada.”
Revista Veja, 07 maio 2008.
Um fator que justifica a afirmação específica do sociólogo está relacionado à seguinte característica geral das universidades públicas brasileiras:
Segundo uma reportagem sobre o uso do celular, publicada na Revista Veja de 26 de abril de 2006, uma pesquisa realizada com os americanos mostrou que 70% dos entrevistados afirmam que não saberiam viver sem ele, 52% o deixam ligado 24h por dia e 40% ocupam o tempo ocioso fazendo ligações pelo aparelho. Escolhendo-se ao acaso uma das pessoas entrevistadas, a probabilidade de que esta pessoa tenha afirmado não saber viver sem o celular e, também, que o deixa ligado 24h por dia será de, no mínimo:
A Organização das Nações Unidas, pormeio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, utiliza o índice de desenvolvimento humano para compreender as desigualdades socioeconômicas e propor medidas que viabilizem melhores condições de vida, principalmente para os países subdesenvolvidos. O IDH é formado por indicadores econômicos e sociais, servindo de base para a construção de um ranking de desenvolvimento entre os lugares. Entre os indicadores a seguir, o utilizado pela ONU no IDH que abrange a perspectiva social é:
Julgue os itens a seguir, referentes a qualidade no atendimento ao público.
As necessidades pessoais dos usuários de serviços públicos influenciam suas expectativas quanto ao atendimento e impactam suas percepções sobre a qualidade e efetividade do serviço prestado.
TEXTO 1 - História Dos Medicamentos Genéricos No Brasil
O programa de medicamentos genéricos, criado no Brasil em 1999 com a promulgação da Lei 9787, se deu três anos após o país voltar a respeitar o direito de patentes, em 1996. Após apenas 4 anos da criação dessa lei, os genéricos já se encontravam disponíveis em mais de 4 mil apresentações, abrangendo as principais classes terapêuticas, atendendo a mais de 60% das necessidades de prescrições médicas.
Atualmente temos mais de 21 mil apresentações, sendo possível tratar, com medicamentos genéricos, a maioria das doenças conhecidas.
Absolutamente seguros e eficazes, além de mais baratos que os chamados medicamentos inovadores, os genéricos, ao longo destes anos, trouxeram uma nova realidade para os consumidores do país, principalmente no que diz respeito à qualidade. (Associação Brasileira de Genéricos)
“O programa de medicamentos genéricos (1), criado no Brasil em 1999 com a promulgação da Lei 9787(2), se deu três anos após o país voltar a respeitar o direito de patentes, em 1996. Após apenas 4 anos da criação dessa lei (3), os genéricos já se encontravam disponíveis em mais de 4 mil apresentações, abrangendo as principais classes terapêuticas, atendendo a mais de 60% das necessidades de prescrições médicas (4)."
Considerando os termos sublinhados e numerados, são complementos dos termos anteriores:
Julgue os itens abaixo, relativos à Lei n.º 8.112/1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.
A remoção, a suspensão e a demissão são exemplos de penalidades disciplinares previstas na lei em apreço.
A respeito do regime jurídico dos servidores públicos civis da
União, julgue os itens seguintes.
É possível que o servidor se afaste do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, para participar de programa de pós-graduação stricto sensu em instituição de ensino superior no país, desde que haja interesse da administração e que essa participação não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário.
No que concerne ao regime jurídico dos servidores públicos civis federais, julgue os seguintes itens. A aposentadoria compulsória, imposta ao servidor que completa setenta anos de idade, garante ao servidor proventos proporcionais ao seu tempo de contribuição.
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Atenção: As questões de números 1 a 14 referem-se ao texto
seguinte.
A propósito de uma aranha
Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com
os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de
sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa
e artística que surpreenderá os insetos e os enredará
para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga,
resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga
em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso
franguinho. Sua morte, vida nossa.
Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que,
além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte
alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o
arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar
quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e
processados na cozinha. Mas por que não imaginar que
estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o
calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros
do vento? Sua morte, vida nossa.
Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou
geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da
ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não
perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há
pouco voava debate-se inutilmente, enquanto a aranha caminha
com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de
malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de
misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem
na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a
boa alma tomará partido entre duas mortes.
A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua
primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a
eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma
trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos
nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser
cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a
escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a
natureza: os cronistas também comem. E como não sabem
fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade
de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena
teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A
natureza está a todo momento explicando suas verdades para
nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas,
acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.
(Virgílio Covarim)
Está clara, coerente e correta a redação da seguinte frase: