Leia o trecho da matéria abaixo, publicada no Jornal O Globo, que alerta, de certa forma, para problemas causados pela falta de curadoria humana de qualidade nos conteúdos gerados por IA. “Talvez você não saiba exatamente o que significa e qual é a relação disso com o uso cada vez mais generalizado de ferramentas de inteligência artificial na internet. Mas, de alguma forma, você certamente já esbarrou em algum (...).

É um termo amplo que ganhou força em referência a conteúdo gerado por IA de má qualidade ou indesejado e que aparece em mídias sociais, cada vez mais, em resultados de pesquisa.” (O GLOBO, 2024)

O termo ao qual o trecho acima se refere é:

Didaticamente, os autores André e Gisele Lorenzetti e Eduardo Ribeiro propõem que a elaboração de um planejamento estratégico de relacionamento com a mídia seja dividida em seis fases. Na primeira fase, o planejamento começa com a pesquisa, o mapeamento e o diagnóstico e, na última, termina com a mensuração de resultados.
A quarta fase, que prevê o detalhamento do plano, contempla o(a):

Leia o texto a seguir. “[U]m mundo em que todos estão mais próximos de todos (sobretudo dos erros de todos), um mundo onde há muito mais vigilância, onde uma mínima contradição pode adquirir exposição literalmente global, um mundo onde somos todos bombardeados por uma miríade de informações o tempo todo, onde quer que estejamos, exige que decisões cruciais sejam tomadas em tempo cada vez mais escasso. Em resumo: um mundo funcionando ‘na velocidade do pensamento’ expõe todas as reputações a um sentimento geral de desconfiança, pois todos estão mais vulneráveis diante de cada vez mais escolhas, feitas de forma cada vez mais rápida. E potencialmente perigosas. Há um ambiente de muito maior insegurança. De desconfiança.” (ROSA, 2007)

No cenário descrito no texto, é correto afirmar que:

Philip Kotler propõe que “[e]m um mundo conectado (...) o mix de marketing (os quatro Ps) deve ser redefinido como os quatro Cs: cocriação (co-criation), moeda (currency), ativação comunitária (communal activation) e conversa (conversation)”. (KOTLER, 2017)

Com um mix de marketing conectado, representado pelos quatro Cs, é correto afirmar que:

“Os jornalistas funcionam apoiados em algum tipo de método, altamente pessoal, para testar e fornecer a informação – sua própria disciplina individual de verificação. Essa disciplina consiste, entre outras práticas, em procurar várias testemunhas de um fato, descobrir novas fontes, indagar sobre os vários lados de uma questão.” (KOVACH, Bill e ROSENSTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo. São Paulo: Geração Editorial, 2003, p. 112)

Um determinado jornal impresso resolveu produzir uma grande reportagem para a edição dominical. O tema abordado foi a preservação de fachadas de arquitetura barroca no Brasil. Dessa maneira, o repórter recorreu a fontes de informação do tipo oficial/direta, independente/indireta e oficiosa/adicional, compreendendo, respectivamente:

De acordo com o Art. 7º da Lei nº 12.232/2010, que dispõe sobre “as normas gerais para licitação e contratação pela administração pública de serviços de publicidade prestados por intermédio de agências de propaganda e dá outras providências”, o plano de comunicação publicitária de que trata o inciso III do Art. 6º dessa lei será composto dos seguintes quesitos:

1. raciocínio básico;

2. estratégia de comunicação publicitária;

3. ideia criativa;

4. estratégia de mídia e não mídia.

Relacione os quesitos acima às suas funções.

( ) Indicar e defender as linhas gerais da proposta para suprir o desafio e alcançar os resultados e metas de comunicação desejadas pelo órgão ou entidade responsável pela licitação;

( ) Ser apresentado sob a forma de exemplos de peças publicitárias, que corresponderão à resposta criativa do proponente aos desafios e metas por ele explicitados na estratégia e comunicação publicitária;

( ) Apresentar um diagnóstico das necessidades de comunicação publicitária do órgão ou entidade responsável pela licitação, a compreensão do proponente sobre o objeto da licitação e os desafios de comunicação a serem enfrentados;

( ) Identificar as peças a serem veiculadas ou distribuídas e suas respectivas quantidades, inserções e custos nominais de produção e de veiculação, explicitando e justificando a estratégia e as táticas recomendadas, em consonância com a estratégia de comunicação publicitária sugerida pelo proponente e em função da verba disponível indicada no instrumento convocatório.

A sequência correta é:

Philip Kotler, em seu Marketing 5.0: Tecnologia para a humanidade, afirma que “[a] customização e a personalização, no mundo digital, são diretas. O profissional de marketing usa a informação digital sobre o cliente para entregar conteúdo dinâmico que se encaixa no seu perfil. Antes, no espaço físico, a customização e a personalização dependiam fortemente do toque humano. Com a infraestrutura de IoT e de IA implantadas, as empresas podem usar essa competência digital para realizar ações de marketing sob medida no mundo físico com muito pouca intervenção humana”. (KOTLER, 2021) Na perspectiva do autor, o marketing sob medida pode ser entregue em três níveis, a saber: marketing informativo, marketing interativo e marketing imersivo.
No marketing interativo:

Sobre os formatos que integram o gênero opinativo no jornalismo, considere as definições a seguir.

1. Costuma ser elaborado por um especialista, que julga um acontecimento passível de controvérsia a partir de seu repertório.

2. É produzido por um jornalista experiente que analisa certa ocorrência – em geral, relacionada a algum assunto trabalhado, na mesma edição, por um formato informativo –, relacionando-a a fatos anteriores e fazendo projeções de possíveis desdobramentos.

3. Registra um posicionamento institucional do veículo e não é assinado.

As definições referem-se, respectivamente, aos seguintes formatos opinativos:

Slogans como “Abuse e Use C&A” (C&A), “Não saia de casa sem ele” (American Express), “Seja mais feliz em um Chevrolet” (Chevrolet) fazem uso de uma função da linguagem muito comum no texto publicitário, que é a:

Na pesquisa social, as amostragens podem ser classificadas em probabilística e não probabilística.

Integra o segundo grupo, a amostragem:

É sabido que uma série de ações comunicacionais voltadas para o público interno precisam ser implementadas no intuito de reforçar a missão e os valores organizacionais, dentre outros pontos que integram um plano de comunicação social corporativo. Outro aspecto que não deve ser negligenciado é o sentimento de pertencimento e motivação do funcionário. Para estreitar os laços afetivos e, ainda, alinhar os objetivos pessoais com os objetivos organizacionais, o marketing interno entende que os empregados devem sempre ser tratados como clientes. Daí se infere que o endomarketing é:
As regras do Anexo X do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária “destinam-se a garantir que os anúncios de apostas sejam responsáveis, com particular atenção à necessidade de proteger crianças, adolescentes e outras pessoas em situação de vulnerabilidade”. (CONAR, 2025)
Nesse sentido, é correto afirmar que:
A classificação Marques de Melo, provavelmente uma das mais difundidas no Brasil, propõe a existência de cinco gêneros jornalísticos de acordo com a sua função, a saber: vigilância social; auxílio nas tomadas de decisões cotidianas; papel educativo e esclarecedor; distração e lazer; e fórum de ideias. Essas funções correspondem respectivamente aos seguintes gêneros:
Marshall McLuhan, no clássico Os meios de comunicação como extensões do homem, propôs a classificação dos meios como quentes ou frios, sendo os primeiros aqueles que “prolongam um único de nossos sentidos e em alta definição”. (MCLUHAN, 1969) Portanto, na perspectiva do autor, seriam meios quentes:

Leia o texto a seguir sobre a fotografia. “Quando havia o negativo, havia o rastro físico: aquele negativo correspondia a pessoas, objetos e/ou cenários que foram fixados em frações de segundo. Mesmo com a tecnologia digital, as informações correspondentes àquela captação de imagem também ficam armazenadas chapa por chapa; há uma individualidade da impressão luminosa”.

(BUITONI, 2012) A autora aponta que a gênese da fotografia, na qual ela é entendida como conexão física, traço, marca, depósito ou rastro, pode ser o que fundamenta a atividade fotojornalística, na medida em que a foto produzida e divulgada com finalidades jornalísticas precisa partir dessa conexão com o real já incorporada pelo senso comum.

Essa gênese da fotografia, à qual a autora se refere, é seu caráter:

Para avaliar e mensurar a vantagem competitiva das empresas, em seu método intitulado quociente reputacional, Charles Fombrun:

“Se o espetáculo, tomado sob o aspecto restrito dos ‘meios de comunicação de massa’, que são sua manifestação mais esmagadora, dá a impressão de invadir a sociedade como simples instrumentação, tal instrumentação nada tem de neutra: ela convém ao automovimento total da sociedade. Se as necessidades sociais da época na qual se desenvolvem essas técnicas só podem encontrar satisfação com sua mediação, se a administração dessa sociedade e qualquer contato entre os homens só se podem exercer por intermédio dessa força de comunicação instantânea, é porque essa ‘comunicação’ é essencialmente unilateral; sua concentração equivale a acumular nas mãos da administração do sistema os meios que lhe permitem prosseguir nessa precisa administração.” (DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997, p. 17)

A obra intitulada A sociedade do espetáculo, do escritor francês Guy Debord, aborda conceitos como ideologia, alienação, mediação sociocultural, dentre outros. Ao aceitarmos a premissa de que a espetacularização é uma estratégia de poder, o papel de agente cabe aos meios de comunicação de massa. De acordo com o exposto acima, o espetáculo na sociedade tem como desígnio:

Texto 1

“A reportagem documental permite (e talvez exija) maior originalidade nas aberturas. É possível usar recursos factuais ou de ação, roubados à fact-story ou à action-story. A de fatos costuma limitar-se aos mesmos, mas sempre há maneiras especiais de fazê-lo (...). Sair da convencional abertura informativa, em busca de estilo mais literário, pode ser uma alternativa para interessar o leitor.” (SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de reportagem. Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986, p. 68)

Texto 2

“O ano era 1957. Morávamos no bairro de Pinheiros, em São Paulo, em uma casa pequena, insuficiente para acomodar pai com escritório, mãe, sete filhos de todas as idades e a Babá, que passara a ocupar a função de cozinheira. Minha mãe durante a metade daquele ano procurou outra moradia para sair da que se viu obrigada a se instalar às pressas, havia dois anos, quando chegamos da Itália. Certa noite ela anunciou que finalmente encontrara uma casa que Papai teria condições de alugar, onde caberíamos todos. Lembro-me bem da minha decepção quando, no bairro do Pacaembu, dobramos a esquina e Mamãe, realizada, disse para olharmos a casa nova. Vi uma casa velha de arquitetura meio normanda, com aspecto de total abandono e, do lado oposto da rua, outra novíssima de arquitetura estilo dos anos 1950, que, por segundos, quis que fosse a nossa.

Não consigo imaginar, hoje, um cenário que não seja este, o da rua Buri, 35, para a história da minha família. Papai e seu escritório, seus alunos, amigos, pesquisadores, as paredes forradas de livros, Mamãe, nós sete, a Babá, a Generosa, gatos, agregados, frequentadores de todas as gerações, cantorias, brincadeiras, jogos, festas com centenas de pessoas e as constantes reuniões políticas.” (HOLLANDA, Ana de. Chico Buarque aos olhos da irmã menor. Revista Piauí, edição 211, abril de 2024)

No texto 2, a abertura informativa escolhida prima por:

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