A autora Ciavatta (2012) discorre sobre três questionamentos aos processos educacionais, a saber: “primeiro, a proximidade com a ciência e a tecnologia, que nos permite conhecer fatos como esse e manipular instrumentos cujo objetivo é proporcionar conhecimentos e ações impensáveis para gerações passadas. Segundo, a interação do homem com a natureza está produzindo transformações imprevisíveis, e parece que está se rompendo, gradativamente, o equilíbrio interativo que permite a sobrevivência humana. Por último, a formação humana de crianças, adolescentes e jovens para o mundo de hoje exige o domínio de conhecimentos globais das ciências, das tecnologias e a socialização para uma convivência com o planeta e a humanidade, de modo a preservar a vida, o que significa a exigência de uma visão de totalidade no tratamento dos conhecimentos” (p.69).
Assinale a metodologia ou princípio que NÃO contribui para a problematização das questões suscitadas pela autora.
“A Sociologia das Ausências é um procedimento transgressivo, uma sociologia insurgente para tentar mostrar que o que não existe é produzido ativamente como não-existente, como uma alternativa não-crível, como uma alternativa descartável, invisível à realidade hegemônica do mundo” (SANTOS, 2007, p.28-29).
Na sociologia ocidental, as ausências seriam produzidas por meio de cinco modos ou “monoculturas”: a monocultura do saber e do rigor; a do tempo linear; a da naturalização das diferenças; a da escala dominante; e, finalmente, aquela do produtivismo capitalista. Nesse quadro, tudo que não é produtivo no contexto capitalista é considerado “improdutivo”, produzindo ausências que deixam de lado, como não-existentes, diversas formas de experiências sociais.
Nesse contexto, assinale a alternativa INCORRETA em relação aos modos de produção de ausências.