Assim, podemos considerar como características não reprodutivas e sua função
Questões de Concursos
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Nada por aqui
A ficção inspira uma questão de Física. Leia a situação que o protagonista vivencia em Canaã.
"[...] Milkau, alemão, recém-chegado, a uma colônia de imigrantes europeus, no Espírito Santo, aluga um cavalo para ir do Queimado à cidade de Porto do Cachoeiro.
Milkau deseja arrematar um lote de terra. Schultz apresenta-lhe o agrimensor, Sr. Felicíssimo, que está para ir ao Rio Doce fazer medições de terra. Milkau, desejando aí se estabelecer, decide se juntar ao agrimensor e convida Lentz para acompanhá-lo[...]"
ARANHA, Graça (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.
Agora, analise a situação sob a ótica da Física. Imagine que, após algumas horas de viagem, o agrimensor percebe estar perdido e tenta usar uma bússola magnética a 6 m abaixo de uma linha de transmissão, que conduz uma corrente constante de 180 A. Os imigrantes, entretanto, chamam a atenção para a influência que a linha de transmissão terá sobre a leitura da bússola.
Considere a permeabilidade magnética do meio 4π.10-7 T.m/A e as informações do texto para responder à questão.
O campo magnético produzido pela linha de transmissão na posição da bússola é de
A concentração, em mol/L, de chumbo encontrada no rio Doce é, aproximadamente, de
Dado:
Massa Molar:
Pb = 207 g/mol
— […] O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra. Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas. Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas. [...] Aparentemente, há nada mais contristador que uma dessas terríveis pestes que devastam um ponto do globo? E, todavia, esse suposto mal é um benefício, não só porque elimina os organismos fracos, incapazes de resistência, como porque dá lugar à observação, à descoberta da droga curativa. A higiene é filha de podridões seculares; devemo-la a milhões de corrompidos e infectos. Nada se perde, tudo é ganho.
(Quincas Borba, 2016.)
Trechos do livro Estados Unidos: a formação da nação:
“Centenas de tribos indígenas habitavam a América do Norte até a chegada dos europeus. Há uma variedade enorme nestas tribos: só em línguas diferentes encontraram-se mais de trezentas [...] Por toda a América do Norte a história dessas tribos seria profundamente modificada pela chegada dos europeus” (p. 54).
“O primeiro carregamento de escravos negros chegou à Virgínia em 1619, trazido por holandeses [...] Em duas décadas a escravidão estava presente em todas as colônias e havia uma legislação específica para ela” (p. 59).
“[...] um dos primeiros fatos no século XVIII que saltam aos olhos é o grande crescimento da população [...] Além dos alemães, chegaram também muitos escoceses e irlandeses. Os franceses protestantes também constituíram um significativo grupo de imigrantes no século XVIII” (p. 62-63).
KARNAL, Leandro. Estados Unidos: a formação da nação. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
Trecho de discurso do atual presidente dos EUA, Donald Trump, sobre imigrantes:
— Vocês têm que pensar nisso em termos de imigração
— assinalou o presidente, antes de compartilhar a música, baseada em uma fábula de Esopo.
“’Eu te salvei’, gritou a mulher/’E você me picou, mas por quê?/Você sabe que sua picada é venenosa e agora eu irei morrer’/’Oh, cale-se, mulher tola’, disse o réptil com um sorriso/’Você sabia muito bem que eu era uma cobra antes de me acolher’”, recitou Trump em meio aos aplausos do público.
— Isso é o que estamos fazendo com nosso país — concluiu Trump. — Estamos deixando as pessoas entrarem, e vai haver muita gente. Só vai piorar. Damos proteção a eles como nunca antes.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/mundo/trump-compara-imigrantes-cobras-damos-protecao-como-nunca-antes-22428274. Acesso em 03 de setembro de 2018. O discurso original pode ser encontrado em: https:// www.vox.com/policy-and-politics/2018/2/23/17044760/transcript-trumpcpac-speech-snake-mccain. Acessado em 03/09/2018.
Do século XVII aos dias atuais, a história da formação
social dos Estados Unidos é marcada:
“As denúncias de que o exército brasileiro ao lutar na guerra (1864-1870) era formado por escravos não são novas. Ao contrário, têm pelo menos cento e vinte anos. Seus primeiros autores foram os redatores dos jornais paraguaios da época que tratavam de menosprezar o exército brasileiro com base no duvidoso argumento de que, por ser formado por negros, deveria ser de qualidade inferior”.
TORAL, André Amaral de. A participação dos negros escravos na guerra do Paraguai. Estudos Avançados. v. 9, nº 24, São Paulo, May/ Aug. 1995 (Adaptado).
Sobre os negros como partícipes da Guerra do Paraguai, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Os exércitos paraguaio, brasileiro e uruguaio tinham alguns batalhões formados exclusivamente por negros. Como exemplos, tem-se o Corpo dos Zuavos da Bahia e o batalhão uruguaio Florida.
II. Na época da Guerra do Paraguai, não existiam negros escravos ou ex-escravos no exército paraguaio. A escravidão havia sido abolida no Paraguai em 1842, por Carlos Lopes, pai de Francisco Solano López.
III. Na época da guerra (1864-1870), no Paraguai, o negro brasileiro era representado como inimigo. O exército brasileiro era o exército macacuno e seus líderes, segundo a propaganda lopizta, eram macacos que pretendiam escravizar o povo paraguaio, conduzindo-os da liberdade à escravidão.
IV. Havia negros no exército brasileiro na Guerra do Paraguai, mas eles já tinham sido libertos.