Questões de Concursos

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Com relação à filosofia de Platão, julgue os itens abaixo.

Conhecimento é recordação das formas. Portanto, o sensível não tem nenhuma importância nesse processo, pois as formas não se originam no sensível.

Diversos estudiosos de metodologia de ensino de filosofia insistem na necessidade de não apenas oferecer informações filosóficas aos alunos, mas também, em buscar, nas aulas de filosofia, desenvolver neles algumas características próprias do filosofar. Alguns destes estudiosos reportam-se a uma fala de Kant posta desta forma: não se deve ensinar filosofia e sim a filosofar. Lídia M. Rodrigo (2009) diz algo a respeito: ?Retoma-se, assim, a perspectiva posta pelos PCN sobre o ensino de filosofia, ao propor que a aquisição de um conteúdo filosófico esteja vinculada à apropriação de um método de acesso a esse conhecimento?. Ao se referir a alguns estudiosos, diz ela que eles apontam três aspectos como ?definidores da prática do ensino de filosofia: problematizar, conceituar e argumentar?.

A partir do texto acima, é correto afirmar:

Na filosofia de Husserl, o termo "intencionalidade" indica

Quem foi o filósofo contemporâneo que defendeu a ideia de justiça como equidade na obra "Uma Teoria da Justiça"?

A Bioética é um ramo da ética que estuda conflitos, controvérsias, pesquisas e práticas que visam esclarecer e resolver questões éticas dentro da biologia. Um de seus objetivos centrais é estabelecer uma ponte entre o conhecimento científico e o humanístico a fim de evitar impactos negativos da ciência e da tecnologia sobre a vida. Entre os princípios da Bioética, destacam-se o Princípio da Autonomia, segundo o qual se deve respeitar as crenças, a vontade e os valores morais dos sujeitos da pesquisa, o Princípio da Não Maleficência, que busca preservar a integridade e minimizar a dor e os danos dos envolvidos na pesquisa, e o Princípio da Proporcionalidade, o qual defende o equilíbrio entre benefícios e riscos na pesquisa.
Considerando a caracterização da Bioética apresentada no texto, é correto afirmar que

(ENEM 2014) Alguns dos desejos são naturais e necessários; outros, naturais e não necessários; outros, nem naturais nem necessários, mas nascidos de vã opinião. Os desejos que não nos trazem dor se não satisfeitos não são necessários, mas o seu impulso pode ser facilmente desfeito, quando é difícil obter sua satisfação ou parecem geradores de dano.

EPICURO DE SAMOS. “Doutrinas principais”. In: SANSON, V. F. Textos de filosofia. Rio de Janeiro: Eduff, 1974

No fragmento da obra filosófica de Epicuro, o homem tem como fim

No início da obra Dialética do esclarecimento, T. W. Adorno e M. Horkheimer afirmam que nessa obra se propõem a compreender “por que a humanidade, em vez de ingressar em um estado verdadeiramente humano, atingiu um novo gênero de barbárie”. Com essa indicação, os autores se referem
Charles Sanders Peirce inaugurou uma nova forma de fazer filosofia e de refletir sobre a ciência. Conforme esse filósofo, na ciência há três diferentes modos fundamentais de raciocínio, quais sejam:
Sobre a questão da liberdade em Spinoza, a filósofa brasileira Marilena Chauí afirma o seguinte: “[...] o poder teológico-político é duplamente violento. Em primeiro lugar, porque pretende roubar dos homens a origem de suas ações sociais e políticas, colocando-as como cumprimento a mandamentos transcendentes de uma vontade divina incompreensível ou secreta, fundamento da ‘razão de Estado’. Em segundo, porque as leis divinas reveladas, postas como leis políticas ou civis, impedem o exercício da liberdade, pois não regulam apenas usos e costumes, mas também a linguagem e o pensamento, procurando dominar não só os corpos, mas também os espíritos”.
CHAUÍ, Marilena. Espinosa, uma subversão filosófica. Revista CULT, 14 de março de 2010. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/baruch-espinosa/.
O poder teológico-político é violento, porque

O Racionalismo Moderno é frequentemente contrastado com qual outra escola de pensamento filosófico?

Em obras como Sobre a violência, Hannah Arendt compreende o poder político como
Segundo Norberto Bobbio, entre os ideais que definem a democracia e a “matéria bruta”, ou seja, entre a teoria e a prática, entre o que foi prometido e o que foi realizado, há uma longa distância. Para ele, o aprofundamento da democracia no Brasil deve orientar-se pela superação dos descompassos entre os ideais e a realidade. Bobbio nos dá algumas pistas para essa tarefa ao identificar certos objetivos que, na prática, as democracias não foram capazes de alcançar. Destacam-se, dentre elas, a importância de se estender a democracia política para a democracia social; a necessidade de combater o que denomina poder invisível, ou seja, de se realizar o princípio da publicidade, e, por fim, de se promover a educação para a cidadania. (Denise Vitale. Revista Cult. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/ home/cidadania-e-democracia-nobrasil/. Adaptado) 
Segundo o texto, cabe afirmar que a democracia brasileira

Desde Platão e Aristóteles, passou-se a tratar os sofistas como um conjunto de pensadores e técnicos da palavra. A respeito desse tema, assinale a alternativa correta.

Peter Medawar ressalta em Os Limites das Ciências as dificuldades que a ciência tem apresentado tanto para encaminhar quanto para responder as questões postas a ela ao longo da história. Medawar enfatiza que a articulação entre a política e a ciência tem demonstrado que as políticas de Estado interferem decisivamente no percurso do desenvolvimento científico. A partir disso, é correto afirmar que

É o caráter radical do que se procura que exige a radicalização do próprio processo de busca. Se todo o espaço for ocupado pela dúvida, qualquer certeza que aparecer a partir daí terá sido de alguma forma gerada pela própria dúvida, e não será seguramente nenhuma daquelas que foram anteriormente varridas por essa mesma dúvida.

SILVA, F. L. Descartes: a metafísica da modernidade. São Paulo: Moderna, 2001 (adaptado).

Apesar de questionar os conceitos da tradição, a dúvida radical da filosofia cartesiana tem caráter positivo por contribuir para o(a)

A primeira função da “teoria dos ídolos” é a de tornar os homens conscientes das falsas noções que congestionam a sua mente e barram-lhes o caminho para a verdade. Sobre a “teoria dos ídolos” de Francis Bacon, analise as afirmativas a seguir.

I. Os ídolos da tribo são os homens quando procuram as ciências em seus pequenos mundos, não no mundo maior, que é idêntico para todos os homens. Portanto, esses ídolos perturbam o conhecimento, uma vez que mantêm o homem preso em preconceitos e singularidades.

II. Os ídolos da caverna se alicerçam na própria natureza humana e na própria família humana. Eles têm sua origem no próprio intelecto humano que mistura a natureza das coisas. Dessa forma, há uma confusão mental que, segundo Bacon, ocorre quando o intelecto sofre influência da nossa vontade e dos afetos, de modo a confundir a natureza das coisas com aquilo que projetamos delas.

III. Os ídolos do foro ou do mercado são ídolos que, através das palavras, penetram no intelecto. Provenientes do intercâmbio entre os homens, eles existem devido ao mau uso da fala. Como essa troca entre os homens se dá por meio da linguagem, esses ídolos existem devido a uma inadequada atribuição aos nomes.

IV. Os ídolos do teatro ocorrem pela adesão a diversas doutrinas filosóficas e por causa das péssimas regras de demonstração delas. Bacon chama assim porque considera que sistemas filosóficos foram preparados para serem representados. No entanto, esses sistemas estão a quem de conseguir atingir a verdade, e se manter preso a eles é distanciar-se da verdade. Para isso é necessário um novo método, deixando de permanecer nesse que nos mantém longe da verdade universal.

Estão corretas apenas as afirmativas

O processo para a efetivação de um socialismo libertário só se justifica em relação à cidadania e às relações sociais se houver

O problema dominante na filosofia pré-socrática até os sofistas é o cosmológico. O pensamento filosófico desse período – a cosmologia – é definido como um tipo de saber:

Nos estudos a respeito de estética de Adorno, constata-se que uma teoria dialética da cultura deve resistir não apenas à dicotomia abstrata entre cultura e vida material, como também à não menos abstrata negação da distinção entre elas. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.

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