MARX, Karl. Introdução à crítica da economia política. Trad. Edgard Malagodi et al. São Paulo: Abril Cultural, 1982, p. 3-4. Texto modificado.
Com base nessa passagem, é correto afirmar que, para Marx,
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Nada por aqui
“Os grandes cientistas de Tales a Demócrito e Anaxágoras costumam ser descritos nos livros de história ou de filosofia como ‘pré-socráticos’, como se sua principal função fosse sustentar a fortaleza filosófica até o advento de Sócrates, Platão e Aristóteles, e talvez influenciá-los um pouco. Na verdade, os antigos jônios representam uma tradição diferente e bastante questionadora, muito mais compatível com a ciência moderna.”
SAGAN, Carl. A espinha dorsal da noite. In: Cosmos. Trad. bras. Paulo Seiger. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
É implícita a essa passagem de Carl Sagan (1934- 1996) acerca do surgimento e da história da filosofia grega a visão de que
Analise o seguinte trecho da letra da música A Carne, de autoria de Marcelo Yuka, Ulisses Cappelletti e Seu Jorge, interpretada por Elza Soares.
“A carne mais barata do mercado
É a carne negra
A carne mais barata do mercado
É a carne negra
Que vai de graça pro presídio
E para debaixo do plástico
E vai de graça pro subemprego
E pros hospitais psiquíatricos
A carne mais barata do mercado
É a carne negra
Que fez e faz e faz história
Segurando esse país no braço, meu irmão
O cabra aqui, não se sente revoltado
Porque o revólver já está engatilhado
E o vingador eleito” [...].
Atente para o que se afirma a seguir a respeito do conteúdo da música apresentada:
I. De acordo com o conteúdo da música, os negros no Brasil tornam-se vulneráveis em função do desemprego e da crise econômica pela qual o País passa atualmente.
II. A música é uma forma de denúncia da situação histórica dos negros no País e do racismo a que eles estão submetidos.
III. Caracteriza-se como como uma canção de protesto, pois demonstra a dívida que o Brasil tem com os negros. Como denota a canção, o respeito é ausente e a justiça também.
IV. Enaltece a contribuição dos negros na construção do Brasil, ao reconhecer que foram eles que seguraram o País nos braços.
Está corretamente relacionado à letra da música somente o que consta em
Atente para a seguinte notícia: “Professor da Uece flagra morte de 439 quelônios no açude Cedro em Quixadá; pesquisa será feita para revelar causas... O professor comenta que a mortandade dos animais pode causar um panorama ainda mais grave. Ele prevê que com as primeiras chuvas, a água que possa se acumular pode representar riscos à saúde pública, já que não haverá espécies vivas no açude para cumprir o papel do ecossistema”.
Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/sertaocentral/meio-ambiente/professor-da-uece-flagra-mortandade-de-cagados-no-acude-cedro-pesquisa-sera-feita/
Relacione, corretamente, os conceitos geográficos de espaço, região e lugar, numerando os parênteses abaixo, de acordo com a seguinte indicação:
1. Espaço;
2. Lugar;
3. Região
( ) De acordo com a corrente da Geografia Humana, é considerada uma entidade concreta, resultado de múltiplas determinações que agem sobre um quadro territorial previamente ocupado, caracterizado por uma natureza transformada e heranças culturais, materiais, econômicas e, portanto, sociais.
( ) Em uma definição dada pelo geógrafo Milton Santos, é constituído por um conjunto indissociável, solidário e, ao mesmo tempo, contraditório, de sistemas de objetos e sistemas de ações, os quais não podem ser considerados isoladamente, mas como um quadro único no qual a história e o tempo se manifestam.
( ) Sua definição está relacionada à identidade, à vida cotidiana, ao nível do indivíduo e do seu sentimento de pertencimento e em função das suas práticas espaciais cotidianas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
“Como se sabe, a palavra mythos raramente foi empregada por Heródoto (apenas duas vezes). Caracterizar um logos(narrativa) como mythos era para ele um meio claro de rejeitá-lo como duvidoso e inconvincente. [...] Situado em algum lugar além do que é visível, um mythos não pode ser provado.”
HARTOG, F. Os antigos, o passado e o presente. Brasília, Editora da UnB, 2003, p. 37.
Sobre a diferença entre mythos e logos acima sugerida, é INCORRETO afirmar que