Questões de Concursos

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As palavras “profilaxia”, “translineação” e “cavalheiro” apresentam respectivamente:

As nanopartículas são partículas poliméricas na forma de reservatório (cápsulas) ou matricial (matriz polimérica) nas quais o fármaco está encapsulado ou adsorvido na matriz. Entre as vantagens que os nanossistemas podem oferecer, destacam-se: proteção do fármaco no sistema terapêutico contra possíveis instabilidades no organismo, manutenção de níveis plasmáticos em concentração constante, aumento da eficácia terapêutica, liberação progressiva e controlada do fármaco, diminuição expressiva da toxicidade, possibilidade de direcionamento a alvos específicos (sítio-especificidade), possibilidade de incorporação de substâncias hidrofílicas e lipofílicas, diminuição da dose terapêutica, diminuição do número de administrações do medicamento; e aumento do nível de aceitação da terapia pelo paciente.
PIMENTEL, L. F. et al. Nanotecnoliga Farmacêutica Aplicada ao Tratamento da Malária.
Rev. Bras. Cienc. Farm. v. 43, nº 4, São Paulo, Oct./Dec. 2007 (adaptado).

Considerando as vantagens dos sistemas nanotecnológicos descritas, avalie as afirmações a seguir.

I. Os quimioterápicos que sofrem degradação química devido ao suco gástrico podem ter sua ação melhorada no corpo humano por meio do uso de nanoencapsulação.

II. O efeito de primeira passagem no sistema hepático, inerente aos medicamentos administrados por via oral, pode ser minimizado por meio da nanotecnologia.

III. O aumento da eficácia terapêutica de um quimioterápico contido num sistema nanotecnológico se deve à redução da posologia a ser aplicada ao paciente.

IV. A liberação controlada de um quimioterápico contido em um nanossistema pode ser alcançada, entre outros fatores, devido à velocidade de degradação controlada pelo uso de polímeros adequados.

V. Um quimioterápico lipofílico não pode ser incorporado em um mesmo sistema nanotecnológico que já contenha um fármaco hidrofílico, pois pode gerar um precipitado devido à incompatibilidade química.

É correto apenas o que se afirma em

TEXTO II
PORÉM IGUALMENTE

É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.
É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.
Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.

COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.

No trecho "e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória", observa-se um eufemismo da ideia de morte.

Tal figura de linguagem está relacionada semanticamente à ideia expressa pelos vocábulos 
A carteira …

De repente, Honório olhou para o chão e viu uma carteira. Abaixar-se, apanhá-la e guardá-la foi obra de alguns instantes. Ninguém o viu, salvo um homem que estava à porta de uma loja, e que, sem o conhecer, lhe disse rindo:
— Olhe, se não dá por ela; perdia-a de uma vez.
— É verdade, concordou Honório envergonhado.
Para avaliar a oportunidade desta carteira, é preciso saber que Honório tem de pagar amanhã uma dívida, quatrocentos e tantos mil-réis, e a carteira trazia o bojo recheado. A dívida não parece grande para um homem da posição de Honório, que advoga; mas todas as quantias são grandes ou pequenas, segundo as circunstâncias, e as dele não podiam ser piores. Gastos de família excessivos, a princípio por servir a parentes, e depois por agradar à mulher, que vivia aborrecida da solidão; baile daqui, jantar dali, chapéus, leques, tanta cousa mais, que não havia remédio senão ir descontando o futuro. Endividou-se. Começou pelas contas de lojas e armazéns; passou aos empréstimos, duzentos a um, trezentos a outro, quinhentos a outro, e tudo a crescer, e os bailes a darem-se, e os jantares a comerem-se, um turbilhão perpétuo, uma voragem.
— Tu agora vais bem, não? dizia-lhe ultimamente o Gustavo C..., advogado e familiar da casa.
— Agora vou, mentiu o Honório.
A verdade é que ia mal. Poucas causas, de pequena monta, e constituintes remissos; por desgraça perdera ultimamente um processo, em que fundara grandes esperanças. Não só recebeu pouco, mas até parece que ele lhe tirou alguma cousa à reputação jurídica; em todo caso, andavam mofinas nos jornais.
D. Amélia não sabia nada; ele não contava nada à mulher, bons ou maus negócios. Não contava nada a ninguém. Fingia-se tão alegre como se nadasse em um mar de prosperidades. Quando o Gustavo, que ia todas as noites à casa dele, dizia uma ou duas pilhérias, ele respondia com três e quatro; e depois ia ouvir os trechos de música alemã, que D. Amélia tocava muito bem ao piano, e que o Gustavo escutava com indizível prazer, ou jogavam cartas, ou simplesmente falavam de política. [...]
Eram cinco horas da tarde. Tinha-se lembrado de ir a um agiota, mas voltou sem ousar pedir nada. Ao enfiar pela Rua da Assembleia é que viu a carteira no chão, apanhou-a, meteu no bolso, e foi andando.
Durante os primeiros minutos, Honório não pensou nada; foi andando, andando, andando, até o Largo da Carioca. No Largo parou alguns instantes, – enfiou depois pela Rua da Carioca, mas voltou logo, e entrou na Rua Uruguaiana. Sem saber como, achou-se daí a pouco no Largo de S. Francisco de Paula; e ainda, sem saber como, entrou em um Café. Pediu alguma cousa e encostou-se à parede, olhando para fora. Tinha medo de abrir a carteira; podia não achar nada, apenas papéis e sem valor para ele. Ao mesmo tempo, e esta era a causa principal das reflexões, a consciência perguntava-lhe se podia utilizar-se do dinheiro que achasse. Não lhe perguntava com o ar de quem não sabe, mas antes com uma expressão irônica e de censura. Podia lançar mão do dinheiro, e ir pagar com ele a dívida? Eis o ponto. A consciência acabou por lhe dizer que não podia, que devia levar a carteira à polícia, ou anunciá-la; mas tão depressa acabava de lhe dizer isto, vinham os apuros da ocasião, e puxavam por ele, e convidavam-no a ir pagar a cocheira. Chegavam mesmo a dizer-lhe que, se fosse ele que a tivesse perdido, ninguém iria entregar-lha; insinuação que lhe deu ânimo.
Tudo isso antes de abrir a carteira. Tirou-a do bolso, finalmente, mas com medo, quase às escondidas; abriu-a, e ficou trêmulo. Tinha dinheiro, muito dinheiro; não contou, mas viu duas notas de duzentos mil-réis, algumas de cinquenta e  vinte; calculou uns setecentos mil réis ou mais; quando menos, seiscentos. Era a dívida paga; eram menos algumas despesas urgentes. Honório teve tentações de fechar os olhos, correr à cocheira, pagar, e, depois de paga a dívida, adeus; reconciliar-se-ia consigo. Fechou a carteira, e com medo de a perder, tornou a guardá-la.
Mas daí a pouco tirou-a outra vez, e abriu-a, com vontade de contar o dinheiro. Contar para quê? era dele? Afinal venceu-se e contou: eram setecentos e trinta mil-réis. Honório teve um calafrio. Ninguém viu, ninguém soube; podia ser um lance da fortuna, a sua boa sorte, um anjo... Honório teve pena de não crer nos anjos... Mas por que não havia de crer neles? E voltava ao dinheiro, olhava, passava-o pelas mãos; depois, resolvia o contrário, não usar do achado, restituí-lo. Restituí-lo a quem? Tratou de ver se havia na carteira algum sinal.
"Se houver um nome, uma indicação qualquer, não posso utilizar-me do dinheiro," pensou ele.
Esquadrinhou os bolsos da carteira. Achou cartas, que não abriu, bilhetinhos dobrados, que não leu, e por fim um cartão de visita; leu o nome; era do Gustavo. Mas então, a carteira?... Examinou-a por fora, e pareceu-lhe efetivamente do amigo. Voltou ao interior; achou mais dous cartões, mais três, mais cinco. Não havia duvidar; era dele.
A descoberta entristeceu-o. Não podia ficar com o dinheiro, sem praticar um ato ilícito, e, naquele caso, doloroso ao seu coração porque era em dano de um amigo. Todo o castelo levantado esboroou-se como se fosse de cartas. Bebeu a última gota de café, sem reparar que estava frio. Saiu, e só então reparou que era quase noite. Caminhou para casa. Parece que a necessidade ainda lhe deu uns dous empurrões, mas ele resistiu.
"Paciência, disse ele consigo; verei amanhã o que posso fazer."
Chegando a casa, já ali achou o Gustavo, um pouco preocupado e a própria D. Amélia o parecia também. Entrou rindo, e perguntou ao amigo se lhe faltava alguma cousa.
— Nada.
— Nada?
— Por quê?
— Mete a mão no bolso; não te falta nada?
— Falta-me a carteira, disse o Gustavo sem meter a mão no bolso. Sabes se alguém a achou? — Achei-a eu, disse Honório entregando-lha.
Gustavo pegou dela precipitadamente, e olhou desconfiado para o amigo. Esse olhar foi para Honório como um golpe de estilete; depois de tanta luta com a necessidade, era um triste prêmio. Sorriu amargamente; e, como o outro lhe perguntasse onde a achara, deu-lhe as explicações precisas.
— Mas conheceste-a?
— Não; achei os teus bilhetes de visita.
Honório deu duas voltas, e foi mudar de toilette para o jantar. Então Gustavo sacou novamente a carteira, abriu-a, foi a um dos bolsos, tirou um dos bilhetinhos, que o outro não quis abrir nem ler, e estendeu-o a D. Amélia, que, ansiosa e trêmula, rasgou-o em trinta mil pedaços: era um bilhetinho de amor.

Fonte: adaptado de: ASSIS, Machado. Disponível em:  Acesso em: 6 fev. 2018.
Leia o trecho a seguir.

“Mas daí a pouco tirou-a outra vez, e abriu-a, com vontade de contar o dinheiro. Contar para quê? era dele? Afinal venceu-se e contou: eram setecentos e trinta mil-réis. Honório teve um calafrio. Ninguém viu, ninguém soube; podia ser um lance da fortuna, a sua boa sorte, um anjo... Honório teve pena de não crer nos anjos... Mas por que não havia de crer neles? E voltava ao dinheiro, olhava, passava-o pelas mãos; depois, resolvia o contrário, não usar do achado, restituí-lo. Restituí-lo a quem? Tratou de ver se havia na carteira algum sinal”.

Leias as afirmativas.

I. No trecho, predominam marcas de discurso direto porque a personagem fala diretamente com o leitor.
II. Em: “Afinal venceu-se e contou: eram setecentos e trinta mil-réis”, os dois pontos são empregados para introduzir uma oração com o objetivo de esclarecer ou explicar a ideia anterior.
III. Em: “Ninguém viu, ninguém soube; podia ser um lance da fortuna, a sua boa sorte, um anjo... Honório teve pena de não crer nos anjos...”, o emprego das reticências sugere suspensão ou interrupção do pensamento.

Assinale a alternativa CORRETA.
Uma lesão exofítica, pedunculada, de menos de 1cm de diâmetro, com superfície rugosa ou tipo "couve-flor", em região de palato mole de um indivíduo do sexo feminino de 30 anos, é diagnosticada como

Se X está contido em Y, então X está contido em Z. Se X está contido em P, então X está contido em T. Se X não está contido em Y, então X está contido em P. Ora, X não está contido em T. Logo:

Lück (2006) destaca os princípios, atitudes e estratégias como também o monitoramento e a avaliação que envolve a prática e a construção da autonomia de gestão escolar.

Com base nas reflexões da autora, analise as seguintes afirmativas sobre essa prática e construção, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) Uma das atitudes que favorecem as práticas autônomas corresponde à delimitação e transferência de responsabilidade no trabalho e na educação.
( ) Entre os seus principais princípios orientadores estão a criatividade, o comprometimento e a visão proativa.
( ) Por ocorrer de modo espontâneo e a partir da própria escola, o desenvolvimento da autonomia é um processo transitório que envolve o coletivo da escola e requer uma mudança de atitude e prática de novas compreensões, transformando a cultura escolar.
( ) Para que a ação autônoma seja organizada, incentivada, orientada, monitorada e avaliada em seus processos e resultados, faz-se necessários a criação e o funcionamento de mecanismos de gestão colegiada.

Assinale a sequência correta.
Um determinado produto, comprado por R$ 300,00, foi vendido com um lucro correspondente a 60% do preço de venda. Sendo o lucro igual ao preço de venda menos o preço de custo, pode-se concluir que esse produto foi vendido por

Numa pesquisa, sobre a preferência entre 2 produtos, foram, entrevistadas 320 pessoas e chegou-se ao seguinte resultado: 210 preferiram o produto A, 190 preferiram o produto B e 45 nenhum dos dois. Portanto o total de entrevistados que preferiram somente um dos produtos foi de:

(FUVEST-SP) Qual das alternativas distingue organismos heterotróficos de organismos autotróficos?

Um paciente de 64 anos de idade foi internado no setor de clínica cirúrgica de um hospital, em pós-operatório imediato de cirurgia de ressecção transurretral de próstata (RTUP), decorrente de diagnóstico médico de hiperplasia prostática benigna. No histórico pré-operatório, estavam registradas como principais queixas do paciente a frequência aumentada da micção, com diminuição do volume e da força do jato urinário e a sensação de que a bexiga não tinha sido totalmente esvaziada, acompanhada por infecções recorrentes do trato urinário. O paciente encontra-se com irrigação vesical de três vias, com aspecto de sangramento vivo.

Considerando o quadro apresentado, avalie as afirmações a seguir.

I. A RTUP é o procedimento cirúrgico mais utilizado nas cirurgias prostáticas, sendo realizada por meio de endoscopia, em que um instrumento cirúrgico e óptico é introduzido diretamente através da uretra na próstata, que é visualizada diretamente e removida por partes com uma alça de corte elétrica.

II. No pré-operatório, os cuidados de enfermagem a serem prestados ao paciente consistem, basicamente, no controle da ansiedade, no alívio do desconforto, na orientação acerca do procedimento e nos cuidados pós-operatórios, além dos preparos físicos comuns realizados na maior parte das cirurgias gerais.

III. As principais complicações possíveis de ocorrer que devem ser avaliadas regularmente pelo enfermeiro, nesse processo são: hemorragia, infecção, trombose venosa profunda, obstrução do cateter vesical e complicações em sua retirada, além de disfunção sexual.

IV. Em relação ao sistema de drenagem vesical, o paciente apresenta sangramento vivo relacionado à lesão cirúrgica que se encontra irrigada, cabendo ao enfermeiro controlar o balanço hídrico entre a quantidade infundida e a drenada da bexiga, bem como avaliar a redução do sangramento.

V. Nos casos de obstrução da sonda, a principal causa geralmente é a formação de coágulo de sangue, que deve ser retirado com infusão de anticoagulantes diretamente no sistema de infusão, para permitir que fique pérvio, devendo-se também usar furosemida, para aumentar o volume urinário.

É correto apenas o que se afirma em

Na evolução do sistema de saúde no Brasil, foram elaboradas legislações específicas governamentais que “estruturaram” a formação do SUS, formando uma “linha do tempo”. Um órgão foi criado, em 1977, e fez parte do Sistema Nacional de Assistência e Previdência Social (SIMPAS). Este órgão foi o grande prestador da assistência médica e funcionava à custa de compra de serviços médicos hospitalares, do setor privado. O órgão referenciado no texto é o :

Considerando o prescrito na legislação em relação à Educação Ambiental no Ensino Formal, é INCORRETO afirmar que:

A respeito da capacidade de direito e da capacidade de exercício, assinale a alternativa correta:
“Os Objetivos (ou Metas) do Milênio” são um conjunto de 8 (oito) metas organizadas em setembro de 2000 pelos governos dos 191 países-membros da Organização das Nações Unidas, com a finalidade de tornar o mundo um lugar mais justo, solidário e melhor para se viver. Os países acordaram em alcançar os 8 (oito) “Objetivos (ou Metas) do Milênio” até 2015, como forma de solucionar alguns dos grandes problemas da humanidade, como a pobreza, a fome e a desigualdade entre os sexos.”

(OS OBJETIVOS do Milênio. Disponível em: < http://blog.voluntariosonline.org.br/objetivos-dmilenio/?gclid=CJXelN7rgbwCFTJp7AodqHIA-g>. Acesso em: 15 jan. 2014)

A partir desse texto, identifique com V as metas que fazem parte dos “Objetivos (Metas) do Milênio” e comF, as demais.

( ) Explorar o espaço sideral.
( ) Educação básica de qualidade para todos.
( ) Reduzir a mortalidade infantil.
( ) Justiça de qualidade e respeito ao direito patrimonial.
( ) Acabar com a fome e a miséria.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo é a
A Comunicação Não Violenta é um processo de comunicação criado pelo psicólogo norte americano Marshall Rosenberg, a partir da década de 1960. As adversidades que vivenciamos diariamente na nossa vida pessoal, profissional e familiar, se vistas com um outro olhar, livre de julgamentos e imposições e com uma linguagem mais empática e compassiva, seriam solucionadas de uma forma mais natural, em vez de fazer nascer novos conflitos. A violência é despertada muitas vezes pela forma como nos comunicamos, pelo tom das palavras que utilizamos em determinadas ocasiões, mesmo que não consideremos a maneira de nos comunicarmos como “violenta”. Um conflito só permanece quando não se abre espaço para a escuta e o diálogo. Não se trata de uma nova comunicação, com palavras novas, como também não é uma maneira de falar baixo ou de forma mansa. Até porque podemos nos comunicar de maneira educada, calma e contida, e essa comunicação ser cheia de ironia e cinismo.
A comunicação não violenta traz uma transformação na forma de:

O DNA é capaz de se duplicar e transmitir a informação hereditária para as células-fi lhas, além de produzir o RNA que comanda a síntese de proteínas no citoplasma. Pode acontecer de haver "enganos" quando o DNA se duplica, o que pode levar ao aparecimento de uma nova característica. Esses acontecimentos denominam-se, respectivamente:

A soma de x com 10 está para 3, assim como a diferença entre 15 e x está para 2. O valor de x é
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