As teorias da verdade enquanto correspondência procuram evitar qualquer relação com a realidade.
(...) A conduta humana deve ser sempre fundamentada na ética.
(...) É possível ser um bom cidadão sem agir de forma ética em todas as situações.
(...) A ética é importante apenas para as relações profissionais.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
•Imperativo hipotético: ordena ações condicionadas a objetivos desejados.
•Imperativo categórico: ordena ações incondicionais, universalizáveis e moralmente obrigatórias, independentemente de interesses individuais.
Com base nessas definições, assinale a alternativa correta.
P1: Todos os caminhoneiros dirigem.
P2: Paulo dirige.
C: Paulo é caminhoneiro.
O argumento é:
“O ato de fala total na situação de fala total é o único fenômeno real que, em última análise, pretendemos elucidar”.
(AUSTIN, J. L. How to do things with words. Oxford: Clarendon Press, 1962, p. 147.)
J. L. Austin é um dos representantes da renovação em Filosofia da linguagem no século XX, ao propor um método de análise de questões filosóficas por meio do uso da linguagem entendida como modo de ação por meio das palavras.
Assinale a opção que identifica corretamente essa corrente contemporânea da Filosofia da linguagem.
“O verdadeiro é o vir-a-ser de si mesmo, o círculo que pressupõe seu fim como sua meta, que o tem como princípio, e que só é efetivo mediante sua atualização e seu fim”. Hegel, A Fenomenologia do Espírito.
Sabendo que o pensamento hegeliano está no topo do idealismo alemão, e apoiado no fragmento acima, podemos afirmar que Hegel compreende a verdade como
1. Parte da filosofia reflete sobre o comportamento humano à luz dos valores e das normas que regulam a vida das sociedades. 2. Sinônimo de jurisprudência ou de lei consuetudinária que tem por finalidade o controle seguro dos comportamentos sociais. 3. Conjunto de usos, costumes, normas de conduta e juízos de valor em determinada sociedade.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Partindo dessa concepção da origem das ideias e do conhecimento, Hume, o mais radical dos empiristas, chegará a negar validade universal ao princípio de causalidade e à noção de necessidade a ele associada. A causalidade não seria, assim, uma propriedade do real, mas simplesmente o resultado de nossa forma habitual de perceber fenômenos, relacionando-os como causa e efeito, a partir de sua repetição constante.
MARCONDES, Danilo. O empirismo inglês. In: REZENDE, Antonio (Org.). Curso de Filosofia: para professores e estudantes dos cursos de ensino médio e de graduação. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. p. 120-121.
Avalie as afirmações abaixo e julgue se elas são Verdadeiras (V) ou Falsas (F) em relação ao que se afirma no trecho.
( ) Podemos definir uma causa como um objeto seguido de outro de tal forma que todos os objetos semelhantes ao primeiro são seguidos de objetos semelhantes ao segundo.
( ) Objetos semelhantes sempre se encontram em conexão com outros objetos semelhantes.
( ) Um objeto seguido de outro, e cuja aparição sempre conduz o pensamento à ideia desse outro objeto.
( ) A relação de causa e efeito é obtida e fundamentada racionalmente sem relação direta com a experiência
A sequência correta está descrita em:
Com base nessa concepção e nas interfaces entre ética, cultura, trabalho e meio ambiente, assinale a alternativa correta.
A razão não possui nenhum patrimônio apriorístico. A consciência não retira seus conteúdos da razão, mas exclusivamente da experiência. Por ocasião do nascimento, o espírito humano está vazio de conteúdos, é uma tabula rasa, uma folha em branco sobre a qual a experiência irá escrever.
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HESSEN, Joannes. Teoria do conhecimento. 3. ed.
São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012, p. 54-55.
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A respeito da teoria do conhecimento, assinale a alternativa que apresenta a corrente filosófica descrita no texto.
Priestley e Scheele, em pleno período em que dominava a teoria flogística, produziram um gás cujo nome eles próprios desconheciam, pois oxigênio foi uma denominação posterior. Carlos Henrique Escobar, em seu livro “Epistemologia das ciências hoje”, discute que eles tinham produzido oxigênio sem ter a menor ideia do que tinham feito, isto é, eles não possuíam ainda “o seu conceito”, pois não conseguiam sair da problemática específica da “flogística”. Sob essa perspectiva, os primeiros (Priestley e Scheele) produziram o oxigênio, mas apenas Lavoisier o descobriu e o conceituou. A partir dessa concepção de epistemologia das ciências, leia as afirmativas abaixo, considerando-as como V (Verdadeira) ou F (Falsa).
I. Uma determinada ciência pode ser desenvolvida em qualquer momento da história da humanidade, independente das condições materiais postas.
II. Oxigênio como conceito pode ser visto como ponto de início da Química como ciência, ao permitir orompimento com a teoria do Flogisto e dos preceitos da Alquimia.
III. Flogisto, assim como Alquimia, apesar de terem sido essenciais para desenvolvendo de materiais, operações, processos e técnicas de laboratório, não contribuíram para o avanço da química como ciência.
IV. A conjuntura do período pré-capitalista colocava condições materiais e culturais propícias para desenvolvimento da química como ciência a partir dos trabalhos de Lavoisier, Priestley e Scheele.
As afirmativas I a IV são, respectivamente:
I. A pesquisa qualitativa tem um ambiente controlado, especificamente utilizando o laboratório para analisar a situação a ser pesquisada.
II. A pesquisa qualitativa do tipo histórico-estrutural, dialético, parte também da descrição que intenta captar não só a aparência do fenômeno, como também sua essência.
III. Os pesquisadores qualitativos marxistas estão preocupados essencialmente com os resultados e produtos.
IV. Na pesquisa qualitativa com raízes no materialismo dialético, o fenômeno tem sua própria realidade fora da consciência. Ele é real, concreto e, como tal, é estudado.
V. A pesquisa de origem materialista dialética desconhece a dicotomia qualitativa-quantitativa, podendo apoiar-se na estatística para determinar a representatividade da amostra.
Está CORRETO o que se afirma em
A ideia de que juízos de valor são subjetivos expressa uma concepção segundo a qual juízos de valor são:
(JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário Básico de Filosofia. 4 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. p. 68.)
O enunciado se refere especificamente à
“Agir de tal forma que a máxima da minha ação possa ser universalizada sem contradição.”
Em um contexto filosófico que destaca a busca por princípios éticos universais, Immanuel Kant formulou a máxima que orienta a ação moral, visando a universalização das máximas individuais. Analise as afirmativas a seguir:
I. A máxima de Kant busca estabelecer um princípio ético universal que pode ser aplicado a todas as situações, garantindo consistência lógica em sua universalização.
II. O Idealismo Alemão, em sua essência, propõe que a realidade é construída pela mente, sendo uma representação subjetiva do sujeito.
III. A relação entre a máxima kantiana e o Idealismo Alemão reside na busca por uma ética fundamentada em princípios subjetivos, adaptáveis a diferentes contextos.
IV. Kant, ao formular sua máxima, considera a importância da realidade objetiva como um fundamento para a ética, diferenciando-se do Idealismo Alemão nesse ponto.
V. A universalização da máxima kantiana sem contradição implica a existência de princípios éticos que transcendem as particularidades culturais e individuais.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas:
Leia o fragmento abaixo.
“[…] as condições da possibilidade da experiência em geral são, ao mesmo tempo, condições da possibilidade dos objetos da experiência e têm, por isso, validade objetiva num juízo sintético, a priori”.
Kant, Crítica da Razão Pura.
Essa afirmação implica em uma grande reviravolta na teoria do conhecimento moderno,
impulsionada pelo modo como Kant defendeu