Relacione as colunas de acordo com as teorias e seus
teóricos.
1. Vygotsky
2. Wallon
3. Piaget
( ) Em sua teoria buscou explicar que elementos
biológicos são importantes, mas que as emoções
desempenham um papel fundamental no
desenvolvimento humano. Ele considerava que a
formação se dá num processo que envolve aspectos
intelectuais, afetivos e sociais;
( ) Segundo ele, o fator biológico “determina a base, o
fundamento das reações inatas, e o organismo não
tem como condições de sair dos limites desse
fundamento”, entretanto nossas reações são
determinadas “pela estrutura do meio onde cresce e
se desenvolve o organismo”. ( ) Separou o desenvolvimento cognitivo em estágios,
a saber: 1° sensório-motor; 2° pensamento préoperacional; 3° operações concretas; 4° operações
formais.
A sequência CORRETA é:
Segundo Jean Piaget, entre os 2 e 7 anos a criança se encontra no
estágio pré-operacional do seu desenvolvimento, quando
começam a representar o mundo através de palavras e imagens.
Assinale a opção que indica, corretamente, uma atividade
adequada a esse estágio.
Tendo como plano de fundo a Teoria das Inteligências Múltiplas, leia atentamente o caso de Breno. Breno, o segundo filho de um casal que teve uma menina como primogênita, desde que nasceu, mostrou-se
tranquilo. Dormia sozinho no aconchego de seu berço e sempre abraçado à um “piu-piu” de pelúcia que era quase do seu
tamanho. Após os seis meses, passou a dormir mexendo na orelha, mas com o brinquedo de pelúcia sempre ao lado.
Estranhava com facilidade as pessoas que não eram de seu convívio social. Ao sair de casa, não era o tipo de criança que
saía correndo e pulando, estava sempre “grudado” com a mãe, de quem quase não largava a mão. Aos três anos foi
matriculado na natação com o intuito de fazer amizades, mas isso se tornou um castigo, pois, ao perceber que iria para a
academia, já começava a chorar. Sua mãe então o colocou no judô. Novamente isso virou uma tortura para Breno. Depois
de muita conversa sua mãe conseguia que Breno entrasse na sala de judô; porém, tinha que ficar na janela do salão
olhando para ele que não tirava os olhos dela. Se porventura ela olhasse para o lado, ele saía da aula e corria em sua
direção, perguntando se ela iria continuar ali. Ela insistiu por três meses e depois não o levou mais. Resolveu então
matriculá-lo na educação infantil. Foi outro suplício. Ele chorou por meses. Não se identificava com nenhum amigo, com
nenhum brinquedo e nem com a professora. O tempo passou e sua mãe, dessa vez, insistiu e não o tirou da escola. Ele
levou muito tempo, mas se adaptou. Sempre foi organizado com seus brinquedos – que raramente estragava ou quebrava
– e com suas coisas. O seu quarto sempre esteve arrumado. Quando ia brincar, tirava os brinquedos do baú e passava um
bom tempo se entretendo com eles; se resolvia mudar de brincadeira, guardava tudo organizadamente no baú. Quando
convidado para o aniversário de um coleguinha da escola sua mão o levava para festa e ele ia bem animado. Ao entrar no
salão de festas, Breno se encostava a uma parede, de preferência que tivesse uma boa visão do que acontecia, e lá ficava
observando tudo. Não brincava, não participava das brincadeiras proporcionadas pelos animadores da festa, não comia
nada, só ficava ali, parado, observando. Quando sua mãe chegava para buscá-lo, encontrava-o no mesmo lugar,
praticamente na mesma posição. Ao levá-lo embora, ela perguntava o que tinha acontecido na festa e ele relatava as
brincadeiras sucintamente, limitando-se a responder o que ela lhe perguntava, sem florear e nem destacar nenhum fato.
Quando lhe perguntava se tinha gostado da festa, respondia que tinha gostado muito. Nunca demonstrou qualquer
sentimento de tristeza por não se comportar da mesma forma que os outros amiguinhos que brincavam em grupo,
corriam, dançavam e faziam qualquer peripécia da idade. Breno se sentia uma criança feliz, embora sua mãe ficasse muito
preocupada com seu comportamento. Ele sempre administrou bem seus sentimentos, sempre teve opinião própria, não
se deixando influenciar por ninguém; ao tomar uma decisão, desde pequeno, não voltava atrás. Esse tipo de comportamento
gerou, por diversas vezes, atrito entre ele e seus pais.
Breno, entre os sete e oito anos, finalmente se identificou com um amigo que era seu vizinho de prédio. Foi uma
amizade forte que dura até os dias atuais. Essa amizade veio dar um colorido novo à vida de Breno, principalmente sob a
ótica de sua mãe, que começou a se sentir mais tranquila. Estavam sempre juntos, amavam ir ao clube, brincavam, e
faziam muita “arte” no prédio onde moravam. Sempre revezavam dormindo um na casa do outro. Só não estudavam na
mesma escola, mas isso não interferia em nada. Esse amigo de Breno, a um olhar superficial, apresentava características
de inteligência corporal-cinestésica, interpessoal e espacial. Breno continuava com o mesmo comportamento. Sempre muito observador, detendo-se aos detalhes e se esmerando
em tudo o que fazia. Essas características encantavam seu amigo que era o próprio “moleque” na real expressão da palavra.
Eles se completavam, pois Breno era sempre o autor intelectual das ideias e seu amigo as colocava em prática; porém, os dois,
sempre juntos, assumiam a autoria das “artes” e sofriam as consequências dos seus atos, ou seja, ficavam de castigo juntos
(porém separados). Quando Breno tinha 12 e seu amigo 13 anos, começaram a frequentar as domingueiras do clube. Quando
voltavam para casa, os dois vinham conversando animadamente ao som de muitas risadas. Breno contava tudo o que tinha
observado, e posso dizer que tinha uma visão completa de tudo o que tinha acontecido no salão, e seu amigo contava seus
peripécias e suas experiências com as meninas.
Nos estudos Breno ia sempre muito bem, embora nunca estudasse. Prestar atenção na aula era o suficiente. Em
compensação, seu amigo passava de série ano sim, ano não. Quando tinha dezesseis anos, Breno se apaixonou. Era sua
primeira namorada, enquanto seu amigo aparecia, a cada semana, com uma namorada nova. Breno teve uma atitude que
surpreendeu a todos: foi pedir a menina em namoro para o pai dela. O espanto foi geral, tanto da família de Breno quanto
da família da menina. Breno continuou com o temperamento centrado, sempre muito responsável, com opinião formada,
sabendo bem aonde queria chegar. Continua sendo de poucas palavras, mas quando fala tem conteúdo. Tem facilidade
em raciocínio lógico e cálculo e optou por engenharia elétrica com ênfase em telecomunicações, trabalhando, hoje, em
uma empresa de telefonia.
(Caso retirado do Livro: Inteligências na Prática Educativa. Editora Intersaberes, 2012 p. 173 a 175. Adaptado.) “Diante dessas observações, podemos afirmar que Breno tem a inteligência ____________ como a mais potencializada;
porém, se tivesse sido estimulado nas demais inteligências, hoje poderia ter outro tipo de comportamento. Poderia ser
uma pessoa mais comunicativa ao ter a inteligência ____________ estimulada, utilizando a ____________ ou a
____________ para fundamentar de forma decisiva suas ideias, teorias e convicções. Usaria a ____________ concomitantemente com a ____________ e a ____________ no desenvolvimento e no aprimoramento da telefonia, que
abrange estes tópicos de forma integrada. Teria um pensamento atento e voltado para ____________, uma vez que
vivemos em uma época decisiva quanto à conscientização ecológica, e seu ramo de trabalho utiliza peças que normalmente contêm metais pesados e substâncias tóxicas que contaminam o solo, as águas e o ar. Também a inteligência
____________ lhe propiciaria uma manipulação totalmente eficaz nos testes desenvolvidos em sua profissão, uma vez
que a superação e o lançamento de novos modelos acontecem numa velocidade ímpar.” Assinale a alternativa que
completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Além de contribuírem para melhor compreender as crianças e seu desenvolvimento, as pesquisas de Piaget levaram
ao aperfeiçoamento dos métodos de ensino. Dessa forma, ele foi importante não somente por ter estudado as diferenças entre adultos e crianças, mas também por ter investigado especificamente como se constroem certas estruturas
lógico-matemáticas que fazem parte de todas as formas evoluídas do pensamento adulto. De acordo com sua teoria,
assinale a afirmativa INCORRETA.
A inteligibilidade é a capacidade de ter consciência do que se sabe,
do que se conhece, assim como do que se faz. Por vezes, vemos
alguém consertar alguma coisa e, então, perguntamos: “Por que
você agiu assim?” Ao que o outro responde: “A razão pela qual isso
funciona desse modo eu não sei, mas sei que é assim.”
Mecanicamente, sabe fazer alguma coisa, mas não sabe a razão
pela qual é necessário agir dessa forma. Nesse caso, não há
inteligibilidade na conduta.
LUCKESI, Cipriano, Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do
ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2021, p. 110.
Nas situações da prática de ensino, há atividades escolares em que
a noção de inteligibilidade, tal como definida pelo trecho acima, se
aplica.
Assinale a opção que expressa corretamente uma dessas
aplicações.
Jean Piaget formula a clássica teoria da divisão do
desenvolvimento cognitivo e moral da criança. O período da vida
infantil que antecede a linguagem, em que a criança executa
apenas ações motoras, sem ter ainda atividades de pensamento,
denomina-se
Piaget(1996), em seus estudos, afirmou que as crianças não pensam como adultos, aprendem durante seu desenvolvimento que se dá por estágios cognitivos e sensório-motor, se preparando para ser pessoa adulta e ser inserindo no mundo adulto. Aprende nesses estágios valores morais e éticos, regras sociais e adquirindo uma maturidade psicológica; é neste contexto que acontece o mecanismo de processo de assimilação que é a incorporação de objetos do mundo exterior a esquemas mentais preexistentes; e acomodação, que se refere às modificações dos sistemas de assimilação influenciadas pelo mundo externo. Considere uma criança entre dois a sete anos aproximadamente, que apresenta o surgimento da capacidade de dominar a linguagem e a representação do mundo por meio de símbolos. Ainda continua egocêntrica e, além disso, não é capaz, moralmente, de se colocar no lugar de outra pessoa. Pode-se afirmar que, segundo Piaget, ela se encontra no estágio
Piaget defende que a criança se desenvolve
individualmente, enquanto Vygotsky defende que o
aprendizado ocorre das relações estabelecidas da
interação e das trocas mútuas. Segundo Vygotsky, o
problema do ensino são as práticas fossilizadas dos
professores, as mesmas técnicas usadas há anos, os
professores não têm problematizado a forma de ensino.
De acordo com Vygotsky (1998), o aprendizado
acontece a partir de duas variáveis:
A arte da Educação é como a da Medicina: uma arte que não
pode ser praticada sem “dons” especiais, mas que pressupõe
conhecimentos exatos e experimentais, relativos aos seres
humanos sobre os quais é exercida. Esses conhecimentos não são
anatômicos e fisiológico, como os do médico, mas psicológicos.
Nem por isso se tornam menos indispensáveis, e a solução das
questões da escola ativa ou da formação do raciocínio depende
precisamente deles, na forma mais direta. As pesquisas
psicológicas acerca do desenvolvimento das operações racionais e
da aquisição ou construção das noções fundamentais fornecem,
com efeito, dados que se revelam decisivos em favor dos métodos
ativos e estão a carecer, mesmo, de uma reforma do ensino
intelectual muito mais radical que possam imaginar muitos dos
partidários da escola ativa.
Fonte: Piaget, Jean. Para onde vai a educação?
Rio de Janeiro: Editora Unesco, 197, p. 62
A respeito da relação estabelecida por Jean Piaget entre a
psicologia e o processo educativo, assinale a afirmativa que
descreve corretamente sua teoria.
Relações interpessoais, segundo Antunes (2014, p. 9),são “[...] o conjunto de procedimentos que, facilitando a comunicação
e as linguagens, estabelece laços sólidos nas relações humanas”. Para o autor, as relações interpessoais têm bases emocionais e psicopedagógicas e podem criar um clima favorável na escola ou não.
Segundo Lück (2009, p. 82), “[...] são as pessoas que fazem diferença em educação, como em qualquer outro empreendimento humano, pelas ações que promovem, pelas atitudes que assumem, pelo uso que fazem dos recursos disponíveis,
pelo esforço que dedicam na produção e alcance de novos recursos e pelas estratégias que aplicam na resolução de problemas, no enfrentamento de desafios e promoção do desenvolvimento”.
Considerando as relações interpessoais, assinale a afirmativa INCORRETA.
“Nessa fase de desenvolvimento na educação infantil é
esperado que a criança: ande sem apoio; suba e desça
escadas; fale algumas palavras; faça gesto de não com
a cabeça; faça rabiscos; recuse alimentos; brinque
com outras crianças; mastigue bem alimentos sólidos;
pegue colher e copo; e tenha um sono tranquilo”.
I. Crianças de 0 a 1 ano necessitam: - proteção para
perigos físicos; - cuidados de saúde adequada; -
adultos com os quais desenvolvem apego; - adultos
que entendam e respondam a seus sinais; - coisas para
olhar, tocar, escutar, cheirar e provar; - oportunidades
para explorar o mundo; - estimulação adequada para
o desenvolvimento da linguagem.
II. Crianças entre 1 e 3 anos necessitam todas as
condições acima e mais: - apoio na aquisição de novas
habilidades motoras, de linguagem e pensamento; -
oportunidade para desenvolver alguma
independência; - ajuda para aprender a controlar seu
próprio comportamento; - oportunidades para
começar a aprender a cuidar de si próprias; -
oportunidades diárias para brincar com uma
variedade de objetos.
III. Crianças entre 3 e 6 anos (e acima desta idade)
necessitam todas as condições acima e mais: -
oportunidade para desenvolver habilidades motoras
finas; - encorajamento para exercitar a linguagem,
através da fala, da leitura, e do canto; - atividades que
desenvolvam um senso de competência positivo; -
oportunidades para aprender a cooperar, ajudar,compartilhar; - experimentação com habilidades de
pré-escrita e pré-leitura.
O brincar é uma atividade natural e essencial para o desenvolvimento infantil. É por
meio das brincadeiras que as crianças exploram o mundo ao seu redor, desenvolvem
habilidades motoras, aprimoram a linguagem, aprendem a resolver problemas e,
fundamentalmente, constroem relações sociais. Sobre a importância do brincar, leia as
alternativas abaixo e marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) O brincar é uma linguagem universal que transcende barreiras culturais e
linguísticas, sendo reconhecido como uma das formas mais eficazes de aprendizagem.
( ) Por meio das brincadeiras as crianças reelaboram situações, enfrentam desafios,
resolvem conflitos, desenvolvem o raciocínio e a criatividade, levantam hipóteses etc.
( ) Portanto, faz-se necessário que os espaços sejam urgentemente ressignificados, a
fim de garantir que as crianças possam brincar, investigar, correr, pesquisar, pois quanto
menos lúdico, cuidadoso, acolhedor, propositivo e desafiador for o ambiente educacional
maior será o desenvolvimento da criança.
( ) Para tanto, não é preciso inventar a roda, basta se apoiar nos documentos oficiais,
como a Síntese das Diretrizes Curriculares da Educação Básica (CNE), as quais enfatizam
que os eixos norteadores das práticas pedagógicas devem ser as interações e as
brincadeiras, garantindo às crianças as mais diversas experiências, envolvendo as
múltiplas linguagens; e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que define seis direitos
de aprendizagem e desenvolvimento, os quais devem ser assegurados a todas as crianças,
a saber.
A teoria do desenvolvimento cognitivo de Jean Piaget foi
uma das mais influentes para entender como os
processos de pensamento evoluem na infância e
influenciam a maneira como as crianças interagem com
o mundo ao seu redor. Piaget propôs que as crianças
pensam de maneira diferente dos adultos e desenvolveu
uma teoria com fases específicas para descrever o
progresso do desenvolvimento intelectual infantil.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a
Fase Pré-Operacional proposta por Piaget:
De acordo com a teoria de desenvolvimento de Jean Piaget, as
crianças atravessam quatro estágios distintos. Cada estágio é
caracterizado por diferentes tipos de pensamento e
comportamento.
Relacione os estágios aos seus respectivos exemplos.
( ) Agrupar desenhos de vegetais conforme categorias.
( ) Derrubar diferentes objetos para ver como eles caem.
( ) Fingir que um item de cozinha é uma nave espacial.
( ) Defender seu próprio conceito abstrato de liberdade.
Assinale a opção que indica a relação correta, segundo a ordem
apresentada.
Sobre a influência da Educação Infantil e a capacidade
de poder influenciar na fase adulta, analise os itens a
seguir:
I. É nesta fase que começa a construção das quatro áreas
do desenvolvimento de uma criança – a física, a
cognitiva, a emocional e a social – que são os esteios
da formação do caráter, da identidade, do
desenvolvimento físico e psicológico.
II. A Educação Infantil é uma das fases mais importantes
na vida da criança. Alguns pais não dão o devido
valor que esse momento merece e, muitas vezes por
falta de conhecimento, acabam negligenciando esse
período fundamental para a formação dos pequenos,
que tem total impacto na fase adulta.
III. É nessa etapa que as crianças começam a existir fora
do convívio familiar, o que envolve lidar com
diferenças, desenvolvimento da personalidade e da
autonomia, a criação de laços de amizade e as
descobertas em diferentes áreas do conhecimento.
IV. A Educação Infantil, além de funcionar como uma
base para as demais etapas da educação formal e o seu
correto aproveitamento, permite que os pequenos
cresçam com mais autonomia e tenham mais sucesso
em sua vida escolar e individual.
Considerando a promoção do letramento e o papel da literatura infantil, assinale a alternativa que indica a afirmação correta sobre a relação entre a leitura de histórias e o desenvolvimento cognitivo das crianças:
Piaget classifica os jogos em: de exercício, simbólicos
e de regras. Para tanto é importante lembrar que
segundo este autor deve haver uma variação de
conteúdo dos jogos de acordo com a realidade do meio
físico e social da criança.
Quanto à classificação dos jogos de Piaget, analise os
itens a seguir:
I. Nesse jogo, a criança finge ser outrem, atribui
novas funções a objetos ou se imagina em alguma
situação. Ela reproduzirá a realidade, será uma
cópia da mesma e em seu imaginário pretende viver
e simular a realidade a modificando de acordo com
seus interesses.
II. É neste tipo de jogo que a criança começa a se
adaptar com a vida em sociedade sendo que as leis
fazem com que o grupo se torne coeso e busquem
um objetivo em comum: jogar. Vale lembrar que as
crianças neste momento não questionam as normas,
apenas as cumprem.
III. São jogos sensório-motores, sendo que ambos estão
relacionados ao prazer funcional ou “à tomada de
consciência de novos poderes”. Nesses jogos não há
necessidade de pensamento nem estrutura
representativa especialmente lúdica.