Piaget(1996), em seus estudos, afirmou que as crianças não pensam como adultos, aprendem durante seu desenvolvimento que se dá por estágios cognitivos e sensório-motor, se preparando para ser pessoa adulta e ser inserindo no mundo adulto. Aprende nesses estágios valores morais e éticos, regras sociais e adquirindo uma maturidade psicológica; é neste contexto que acontece o mecanismo de processo de assimilação que é a incorporação de objetos do mundo exterior a esquemas mentais preexistentes; e acomodação, que se refere às modificações dos sistemas de assimilação influenciadas pelo mundo externo. Considere uma criança entre dois a sete anos aproximadamente, que apresenta o surgimento da capacidade de dominar a linguagem e a representação do mundo por meio de símbolos. Ainda continua egocêntrica e, além disso, não é capaz, moralmente, de se colocar no lugar de outra pessoa. Pode-se afirmar que, segundo Piaget, ela se encontra no estágio
Piaget defende que a criança se desenvolve
individualmente, enquanto Vygotsky defende que o
aprendizado ocorre das relações estabelecidas da
interação e das trocas mútuas. Segundo Vygotsky, o
problema do ensino são as práticas fossilizadas dos
professores, as mesmas técnicas usadas há anos, os
professores não têm problematizado a forma de ensino.
De acordo com Vygotsky (1998), o aprendizado acontece a partir de duas variáveis:
De acordo com Vygotsky (1998), o aprendizado acontece a partir de duas variáveis:
Relacione as colunas de acordo com as teorias e seus
teóricos.
1. Vygotsky
2. Wallon
3. Piaget
( ) Em sua teoria buscou explicar que elementos biológicos são importantes, mas que as emoções desempenham um papel fundamental no desenvolvimento humano. Ele considerava que a formação se dá num processo que envolve aspectos intelectuais, afetivos e sociais;
( ) Segundo ele, o fator biológico “determina a base, o fundamento das reações inatas, e o organismo não tem como condições de sair dos limites desse fundamento”, entretanto nossas reações são determinadas “pela estrutura do meio onde cresce e se desenvolve o organismo”.
( ) Separou o desenvolvimento cognitivo em estágios, a saber: 1° sensório-motor; 2° pensamento préoperacional; 3° operações concretas; 4° operações formais.
A sequência CORRETA é:
1. Vygotsky
2. Wallon
3. Piaget
( ) Em sua teoria buscou explicar que elementos biológicos são importantes, mas que as emoções desempenham um papel fundamental no desenvolvimento humano. Ele considerava que a formação se dá num processo que envolve aspectos intelectuais, afetivos e sociais;
( ) Segundo ele, o fator biológico “determina a base, o fundamento das reações inatas, e o organismo não tem como condições de sair dos limites desse fundamento”, entretanto nossas reações são determinadas “pela estrutura do meio onde cresce e se desenvolve o organismo”.
( ) Separou o desenvolvimento cognitivo em estágios, a saber: 1° sensório-motor; 2° pensamento préoperacional; 3° operações concretas; 4° operações formais.
A sequência CORRETA é:
FGV•
A arte da Educação é como a da Medicina: uma arte que não
pode ser praticada sem “dons” especiais, mas que pressupõe
conhecimentos exatos e experimentais, relativos aos seres
humanos sobre os quais é exercida. Esses conhecimentos não são
anatômicos e fisiológico, como os do médico, mas psicológicos.
Nem por isso se tornam menos indispensáveis, e a solução das
questões da escola ativa ou da formação do raciocínio depende
precisamente deles, na forma mais direta. As pesquisas
psicológicas acerca do desenvolvimento das operações racionais e
da aquisição ou construção das noções fundamentais fornecem,
com efeito, dados que se revelam decisivos em favor dos métodos
ativos e estão a carecer, mesmo, de uma reforma do ensino
intelectual muito mais radical que possam imaginar muitos dos
partidários da escola ativa.
A respeito da relação estabelecida por Jean Piaget entre a psicologia e o processo educativo, assinale a afirmativa que descreve corretamente sua teoria.
Fonte: Piaget, Jean. Para onde vai a educação?
Rio de Janeiro: Editora Unesco, 197, p. 62
A respeito da relação estabelecida por Jean Piaget entre a psicologia e o processo educativo, assinale a afirmativa que descreve corretamente sua teoria.
FGV•
Segundo Jean Piaget, entre os 2 e 7 anos a criança se encontra no
estágio pré-operacional do seu desenvolvimento, quando
começam a representar o mundo através de palavras e imagens.
Assinale a opção que indica, corretamente, uma atividade adequada a esse estágio.
Assinale a opção que indica, corretamente, uma atividade adequada a esse estágio.
Tendo como plano de fundo a Teoria das Inteligências Múltiplas, leia atentamente o caso de Breno.
Breno, o segundo filho de um casal que teve uma menina como primogênita, desde que nasceu, mostrou-se tranquilo. Dormia sozinho no aconchego de seu berço e sempre abraçado à um “piu-piu” de pelúcia que era quase do seu tamanho. Após os seis meses, passou a dormir mexendo na orelha, mas com o brinquedo de pelúcia sempre ao lado. Estranhava com facilidade as pessoas que não eram de seu convívio social. Ao sair de casa, não era o tipo de criança que saía correndo e pulando, estava sempre “grudado” com a mãe, de quem quase não largava a mão. Aos três anos foi matriculado na natação com o intuito de fazer amizades, mas isso se tornou um castigo, pois, ao perceber que iria para a academia, já começava a chorar. Sua mãe então o colocou no judô. Novamente isso virou uma tortura para Breno. Depois de muita conversa sua mãe conseguia que Breno entrasse na sala de judô; porém, tinha que ficar na janela do salão olhando para ele que não tirava os olhos dela. Se porventura ela olhasse para o lado, ele saía da aula e corria em sua direção, perguntando se ela iria continuar ali. Ela insistiu por três meses e depois não o levou mais. Resolveu então matriculá-lo na educação infantil. Foi outro suplício. Ele chorou por meses. Não se identificava com nenhum amigo, com nenhum brinquedo e nem com a professora. O tempo passou e sua mãe, dessa vez, insistiu e não o tirou da escola. Ele levou muito tempo, mas se adaptou. Sempre foi organizado com seus brinquedos – que raramente estragava ou quebrava – e com suas coisas. O seu quarto sempre esteve arrumado. Quando ia brincar, tirava os brinquedos do baú e passava um bom tempo se entretendo com eles; se resolvia mudar de brincadeira, guardava tudo organizadamente no baú. Quando convidado para o aniversário de um coleguinha da escola sua mão o levava para festa e ele ia bem animado. Ao entrar no salão de festas, Breno se encostava a uma parede, de preferência que tivesse uma boa visão do que acontecia, e lá ficava observando tudo. Não brincava, não participava das brincadeiras proporcionadas pelos animadores da festa, não comia nada, só ficava ali, parado, observando. Quando sua mãe chegava para buscá-lo, encontrava-o no mesmo lugar, praticamente na mesma posição. Ao levá-lo embora, ela perguntava o que tinha acontecido na festa e ele relatava as brincadeiras sucintamente, limitando-se a responder o que ela lhe perguntava, sem florear e nem destacar nenhum fato. Quando lhe perguntava se tinha gostado da festa, respondia que tinha gostado muito. Nunca demonstrou qualquer sentimento de tristeza por não se comportar da mesma forma que os outros amiguinhos que brincavam em grupo, corriam, dançavam e faziam qualquer peripécia da idade. Breno se sentia uma criança feliz, embora sua mãe ficasse muito preocupada com seu comportamento. Ele sempre administrou bem seus sentimentos, sempre teve opinião própria, não se deixando influenciar por ninguém; ao tomar uma decisão, desde pequeno, não voltava atrás. Esse tipo de comportamento gerou, por diversas vezes, atrito entre ele e seus pais. Breno, entre os sete e oito anos, finalmente se identificou com um amigo que era seu vizinho de prédio. Foi uma amizade forte que dura até os dias atuais. Essa amizade veio dar um colorido novo à vida de Breno, principalmente sob a ótica de sua mãe, que começou a se sentir mais tranquila. Estavam sempre juntos, amavam ir ao clube, brincavam, e faziam muita “arte” no prédio onde moravam. Sempre revezavam dormindo um na casa do outro. Só não estudavam na mesma escola, mas isso não interferia em nada. Esse amigo de Breno, a um olhar superficial, apresentava características de inteligência corporal-cinestésica, interpessoal e espacial. Breno continuava com o mesmo comportamento. Sempre muito observador, detendo-se aos detalhes e se esmerando em tudo o que fazia. Essas características encantavam seu amigo que era o próprio “moleque” na real expressão da palavra. Eles se completavam, pois Breno era sempre o autor intelectual das ideias e seu amigo as colocava em prática; porém, os dois, sempre juntos, assumiam a autoria das “artes” e sofriam as consequências dos seus atos, ou seja, ficavam de castigo juntos (porém separados). Quando Breno tinha 12 e seu amigo 13 anos, começaram a frequentar as domingueiras do clube. Quando voltavam para casa, os dois vinham conversando animadamente ao som de muitas risadas. Breno contava tudo o que tinha observado, e posso dizer que tinha uma visão completa de tudo o que tinha acontecido no salão, e seu amigo contava seus peripécias e suas experiências com as meninas. Nos estudos Breno ia sempre muito bem, embora nunca estudasse. Prestar atenção na aula era o suficiente. Em compensação, seu amigo passava de série ano sim, ano não. Quando tinha dezesseis anos, Breno se apaixonou. Era sua primeira namorada, enquanto seu amigo aparecia, a cada semana, com uma namorada nova. Breno teve uma atitude que surpreendeu a todos: foi pedir a menina em namoro para o pai dela. O espanto foi geral, tanto da família de Breno quanto da família da menina. Breno continuou com o temperamento centrado, sempre muito responsável, com opinião formada, sabendo bem aonde queria chegar. Continua sendo de poucas palavras, mas quando fala tem conteúdo. Tem facilidade em raciocínio lógico e cálculo e optou por engenharia elétrica com ênfase em telecomunicações, trabalhando, hoje, em uma empresa de telefonia. (Caso retirado do Livro: Inteligências na Prática Educativa. Editora Intersaberes, 2012 p. 173 a 175. Adaptado.)
“Diante dessas observações, podemos afirmar que Breno tem a inteligência ____________ como a mais potencializada; porém, se tivesse sido estimulado nas demais inteligências, hoje poderia ter outro tipo de comportamento. Poderia ser uma pessoa mais comunicativa ao ter a inteligência ____________ estimulada, utilizando a ____________ ou a ____________ para fundamentar de forma decisiva suas ideias, teorias e convicções. Usaria a ____________ concomitantemente com a ____________ e a ____________ no desenvolvimento e no aprimoramento da telefonia, que abrange estes tópicos de forma integrada. Teria um pensamento atento e voltado para ____________, uma vez que vivemos em uma época decisiva quanto à conscientização ecológica, e seu ramo de trabalho utiliza peças que normalmente contêm metais pesados e substâncias tóxicas que contaminam o solo, as águas e o ar. Também a inteligência ____________ lhe propiciaria uma manipulação totalmente eficaz nos testes desenvolvidos em sua profissão, uma vez que a superação e o lançamento de novos modelos acontecem numa velocidade ímpar.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Breno, o segundo filho de um casal que teve uma menina como primogênita, desde que nasceu, mostrou-se tranquilo. Dormia sozinho no aconchego de seu berço e sempre abraçado à um “piu-piu” de pelúcia que era quase do seu tamanho. Após os seis meses, passou a dormir mexendo na orelha, mas com o brinquedo de pelúcia sempre ao lado. Estranhava com facilidade as pessoas que não eram de seu convívio social. Ao sair de casa, não era o tipo de criança que saía correndo e pulando, estava sempre “grudado” com a mãe, de quem quase não largava a mão. Aos três anos foi matriculado na natação com o intuito de fazer amizades, mas isso se tornou um castigo, pois, ao perceber que iria para a academia, já começava a chorar. Sua mãe então o colocou no judô. Novamente isso virou uma tortura para Breno. Depois de muita conversa sua mãe conseguia que Breno entrasse na sala de judô; porém, tinha que ficar na janela do salão olhando para ele que não tirava os olhos dela. Se porventura ela olhasse para o lado, ele saía da aula e corria em sua direção, perguntando se ela iria continuar ali. Ela insistiu por três meses e depois não o levou mais. Resolveu então matriculá-lo na educação infantil. Foi outro suplício. Ele chorou por meses. Não se identificava com nenhum amigo, com nenhum brinquedo e nem com a professora. O tempo passou e sua mãe, dessa vez, insistiu e não o tirou da escola. Ele levou muito tempo, mas se adaptou. Sempre foi organizado com seus brinquedos – que raramente estragava ou quebrava – e com suas coisas. O seu quarto sempre esteve arrumado. Quando ia brincar, tirava os brinquedos do baú e passava um bom tempo se entretendo com eles; se resolvia mudar de brincadeira, guardava tudo organizadamente no baú. Quando convidado para o aniversário de um coleguinha da escola sua mão o levava para festa e ele ia bem animado. Ao entrar no salão de festas, Breno se encostava a uma parede, de preferência que tivesse uma boa visão do que acontecia, e lá ficava observando tudo. Não brincava, não participava das brincadeiras proporcionadas pelos animadores da festa, não comia nada, só ficava ali, parado, observando. Quando sua mãe chegava para buscá-lo, encontrava-o no mesmo lugar, praticamente na mesma posição. Ao levá-lo embora, ela perguntava o que tinha acontecido na festa e ele relatava as brincadeiras sucintamente, limitando-se a responder o que ela lhe perguntava, sem florear e nem destacar nenhum fato. Quando lhe perguntava se tinha gostado da festa, respondia que tinha gostado muito. Nunca demonstrou qualquer sentimento de tristeza por não se comportar da mesma forma que os outros amiguinhos que brincavam em grupo, corriam, dançavam e faziam qualquer peripécia da idade. Breno se sentia uma criança feliz, embora sua mãe ficasse muito preocupada com seu comportamento. Ele sempre administrou bem seus sentimentos, sempre teve opinião própria, não se deixando influenciar por ninguém; ao tomar uma decisão, desde pequeno, não voltava atrás. Esse tipo de comportamento gerou, por diversas vezes, atrito entre ele e seus pais. Breno, entre os sete e oito anos, finalmente se identificou com um amigo que era seu vizinho de prédio. Foi uma amizade forte que dura até os dias atuais. Essa amizade veio dar um colorido novo à vida de Breno, principalmente sob a ótica de sua mãe, que começou a se sentir mais tranquila. Estavam sempre juntos, amavam ir ao clube, brincavam, e faziam muita “arte” no prédio onde moravam. Sempre revezavam dormindo um na casa do outro. Só não estudavam na mesma escola, mas isso não interferia em nada. Esse amigo de Breno, a um olhar superficial, apresentava características de inteligência corporal-cinestésica, interpessoal e espacial. Breno continuava com o mesmo comportamento. Sempre muito observador, detendo-se aos detalhes e se esmerando em tudo o que fazia. Essas características encantavam seu amigo que era o próprio “moleque” na real expressão da palavra. Eles se completavam, pois Breno era sempre o autor intelectual das ideias e seu amigo as colocava em prática; porém, os dois, sempre juntos, assumiam a autoria das “artes” e sofriam as consequências dos seus atos, ou seja, ficavam de castigo juntos (porém separados). Quando Breno tinha 12 e seu amigo 13 anos, começaram a frequentar as domingueiras do clube. Quando voltavam para casa, os dois vinham conversando animadamente ao som de muitas risadas. Breno contava tudo o que tinha observado, e posso dizer que tinha uma visão completa de tudo o que tinha acontecido no salão, e seu amigo contava seus peripécias e suas experiências com as meninas. Nos estudos Breno ia sempre muito bem, embora nunca estudasse. Prestar atenção na aula era o suficiente. Em compensação, seu amigo passava de série ano sim, ano não. Quando tinha dezesseis anos, Breno se apaixonou. Era sua primeira namorada, enquanto seu amigo aparecia, a cada semana, com uma namorada nova. Breno teve uma atitude que surpreendeu a todos: foi pedir a menina em namoro para o pai dela. O espanto foi geral, tanto da família de Breno quanto da família da menina. Breno continuou com o temperamento centrado, sempre muito responsável, com opinião formada, sabendo bem aonde queria chegar. Continua sendo de poucas palavras, mas quando fala tem conteúdo. Tem facilidade em raciocínio lógico e cálculo e optou por engenharia elétrica com ênfase em telecomunicações, trabalhando, hoje, em uma empresa de telefonia. (Caso retirado do Livro: Inteligências na Prática Educativa. Editora Intersaberes, 2012 p. 173 a 175. Adaptado.)
“Diante dessas observações, podemos afirmar que Breno tem a inteligência ____________ como a mais potencializada; porém, se tivesse sido estimulado nas demais inteligências, hoje poderia ter outro tipo de comportamento. Poderia ser uma pessoa mais comunicativa ao ter a inteligência ____________ estimulada, utilizando a ____________ ou a ____________ para fundamentar de forma decisiva suas ideias, teorias e convicções. Usaria a ____________ concomitantemente com a ____________ e a ____________ no desenvolvimento e no aprimoramento da telefonia, que abrange estes tópicos de forma integrada. Teria um pensamento atento e voltado para ____________, uma vez que vivemos em uma época decisiva quanto à conscientização ecológica, e seu ramo de trabalho utiliza peças que normalmente contêm metais pesados e substâncias tóxicas que contaminam o solo, as águas e o ar. Também a inteligência ____________ lhe propiciaria uma manipulação totalmente eficaz nos testes desenvolvidos em sua profissão, uma vez que a superação e o lançamento de novos modelos acontecem numa velocidade ímpar.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Além de contribuírem para melhor compreender as crianças e seu desenvolvimento, as pesquisas de Piaget levaram
ao aperfeiçoamento dos métodos de ensino. Dessa forma, ele foi importante não somente por ter estudado as diferenças entre adultos e crianças, mas também por ter investigado especificamente como se constroem certas estruturas
lógico-matemáticas que fazem parte de todas as formas evoluídas do pensamento adulto. De acordo com sua teoria,
assinale a afirmativa INCORRETA.
A inteligibilidade é a capacidade de ter consciência do que se sabe,
do que se conhece, assim como do que se faz. Por vezes, vemos
alguém consertar alguma coisa e, então, perguntamos: “Por que
você agiu assim?” Ao que o outro responde: “A razão pela qual isso
funciona desse modo eu não sei, mas sei que é assim.”
Mecanicamente, sabe fazer alguma coisa, mas não sabe a razão
pela qual é necessário agir dessa forma. Nesse caso, não há
inteligibilidade na conduta.
LUCKESI, Cipriano, Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2021, p. 110.
Nas situações da prática de ensino, há atividades escolares em que a noção de inteligibilidade, tal como definida pelo trecho acima, se aplica.
Assinale a opção que expressa corretamente uma dessas aplicações.
LUCKESI, Cipriano, Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2021, p. 110.
Nas situações da prática de ensino, há atividades escolares em que a noção de inteligibilidade, tal como definida pelo trecho acima, se aplica.
Assinale a opção que expressa corretamente uma dessas aplicações.
Jean Piaget formula a clássica teoria da divisão do
desenvolvimento cognitivo e moral da criança. O período da vida
infantil que antecede a linguagem, em que a criança executa
apenas ações motoras, sem ter ainda atividades de pensamento,
denomina-se
A teoria do desenvolvimento cognitivo de Jean Piaget foi
uma das mais influentes para entender como os
processos de pensamento evoluem na infância e
influenciam a maneira como as crianças interagem com
o mundo ao seu redor. Piaget propôs que as crianças
pensam de maneira diferente dos adultos e desenvolveu
uma teoria com fases específicas para descrever o
progresso do desenvolvimento intelectual infantil.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a Fase Pré-Operacional proposta por Piaget:
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a Fase Pré-Operacional proposta por Piaget:
FGV•
Considerando a teoria sobre o desenvolvimento da criança
segundo Piaget, assinale a afirmativa correta.
Sobre o desenvolvimento infantil, é falso
afirmar:
Relações interpessoais, segundo Antunes (2014, p. 9),são “[...] o conjunto de procedimentos que, facilitando a comunicação
e as linguagens, estabelece laços sólidos nas relações humanas”. Para o autor, as relações interpessoais têm bases emocionais e psicopedagógicas e podem criar um clima favorável na escola ou não.
Segundo Lück (2009, p. 82), “[...] são as pessoas que fazem diferença em educação, como em qualquer outro empreendimento humano, pelas ações que promovem, pelas atitudes que assumem, pelo uso que fazem dos recursos disponíveis, pelo esforço que dedicam na produção e alcance de novos recursos e pelas estratégias que aplicam na resolução de problemas, no enfrentamento de desafios e promoção do desenvolvimento”.
Considerando as relações interpessoais, assinale a afirmativa INCORRETA.
Segundo Lück (2009, p. 82), “[...] são as pessoas que fazem diferença em educação, como em qualquer outro empreendimento humano, pelas ações que promovem, pelas atitudes que assumem, pelo uso que fazem dos recursos disponíveis, pelo esforço que dedicam na produção e alcance de novos recursos e pelas estratégias que aplicam na resolução de problemas, no enfrentamento de desafios e promoção do desenvolvimento”.
Considerando as relações interpessoais, assinale a afirmativa INCORRETA.
As necessidades das crianças de 0 a 6 anos são:
I. Crianças de 0 a 1 ano necessitam: - proteção para perigos físicos; - cuidados de saúde adequada; - adultos com os quais desenvolvem apego; - adultos que entendam e respondam a seus sinais; - coisas para olhar, tocar, escutar, cheirar e provar; - oportunidades para explorar o mundo; - estimulação adequada para o desenvolvimento da linguagem.
II. Crianças entre 1 e 3 anos necessitam todas as condições acima e mais: - apoio na aquisição de novas habilidades motoras, de linguagem e pensamento; - oportunidade para desenvolver alguma independência; - ajuda para aprender a controlar seu próprio comportamento; - oportunidades para começar a aprender a cuidar de si próprias; - oportunidades diárias para brincar com uma variedade de objetos.
III. Crianças entre 3 e 6 anos (e acima desta idade) necessitam todas as condições acima e mais: - oportunidade para desenvolver habilidades motoras finas; - encorajamento para exercitar a linguagem, através da fala, da leitura, e do canto; - atividades que desenvolvam um senso de competência positivo; - oportunidades para aprender a cooperar, ajudar,compartilhar; - experimentação com habilidades de pré-escrita e pré-leitura.
Está(ão) CORRETO(S):
I. Crianças de 0 a 1 ano necessitam: - proteção para perigos físicos; - cuidados de saúde adequada; - adultos com os quais desenvolvem apego; - adultos que entendam e respondam a seus sinais; - coisas para olhar, tocar, escutar, cheirar e provar; - oportunidades para explorar o mundo; - estimulação adequada para o desenvolvimento da linguagem.
II. Crianças entre 1 e 3 anos necessitam todas as condições acima e mais: - apoio na aquisição de novas habilidades motoras, de linguagem e pensamento; - oportunidade para desenvolver alguma independência; - ajuda para aprender a controlar seu próprio comportamento; - oportunidades para começar a aprender a cuidar de si próprias; - oportunidades diárias para brincar com uma variedade de objetos.
III. Crianças entre 3 e 6 anos (e acima desta idade) necessitam todas as condições acima e mais: - oportunidade para desenvolver habilidades motoras finas; - encorajamento para exercitar a linguagem, através da fala, da leitura, e do canto; - atividades que desenvolvam um senso de competência positivo; - oportunidades para aprender a cooperar, ajudar,compartilhar; - experimentação com habilidades de pré-escrita e pré-leitura.
Está(ão) CORRETO(S):
FAU•
É o autor e defensor da premissa de que existe as zonas de conhecimento: real (aquilo
que se faz sozinho), potencial (o que pode se realizar com auxílio de pessoas mais
experientes) e proximal (o que está em amadurecimento). Marque a alternativa que define
CORRETAMENTE o autor:
FAU•
O brincar é uma atividade natural e essencial para o desenvolvimento infantil. É por
meio das brincadeiras que as crianças exploram o mundo ao seu redor, desenvolvem
habilidades motoras, aprimoram a linguagem, aprendem a resolver problemas e,
fundamentalmente, constroem relações sociais. Sobre a importância do brincar, leia as
alternativas abaixo e marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) O brincar é uma linguagem universal que transcende barreiras culturais e linguísticas, sendo reconhecido como uma das formas mais eficazes de aprendizagem.
( ) Por meio das brincadeiras as crianças reelaboram situações, enfrentam desafios, resolvem conflitos, desenvolvem o raciocínio e a criatividade, levantam hipóteses etc.
( ) Portanto, faz-se necessário que os espaços sejam urgentemente ressignificados, a fim de garantir que as crianças possam brincar, investigar, correr, pesquisar, pois quanto menos lúdico, cuidadoso, acolhedor, propositivo e desafiador for o ambiente educacional maior será o desenvolvimento da criança.
( ) Para tanto, não é preciso inventar a roda, basta se apoiar nos documentos oficiais, como a Síntese das Diretrizes Curriculares da Educação Básica (CNE), as quais enfatizam que os eixos norteadores das práticas pedagógicas devem ser as interações e as brincadeiras, garantindo às crianças as mais diversas experiências, envolvendo as múltiplas linguagens; e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que define seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento, os quais devem ser assegurados a todas as crianças, a saber.
( ) O brincar é uma linguagem universal que transcende barreiras culturais e linguísticas, sendo reconhecido como uma das formas mais eficazes de aprendizagem.
( ) Por meio das brincadeiras as crianças reelaboram situações, enfrentam desafios, resolvem conflitos, desenvolvem o raciocínio e a criatividade, levantam hipóteses etc.
( ) Portanto, faz-se necessário que os espaços sejam urgentemente ressignificados, a fim de garantir que as crianças possam brincar, investigar, correr, pesquisar, pois quanto menos lúdico, cuidadoso, acolhedor, propositivo e desafiador for o ambiente educacional maior será o desenvolvimento da criança.
( ) Para tanto, não é preciso inventar a roda, basta se apoiar nos documentos oficiais, como a Síntese das Diretrizes Curriculares da Educação Básica (CNE), as quais enfatizam que os eixos norteadores das práticas pedagógicas devem ser as interações e as brincadeiras, garantindo às crianças as mais diversas experiências, envolvendo as múltiplas linguagens; e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que define seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento, os quais devem ser assegurados a todas as crianças, a saber.
FGV•
De acordo com a teoria de desenvolvimento de Jean Piaget, as
crianças atravessam quatro estágios distintos. Cada estágio é
caracterizado por diferentes tipos de pensamento e
comportamento.
Relacione os estágios aos seus respectivos exemplos.
1. Operatório Formal.
2. Sensório-Motor.
3. Pré-Operatório.
4. Operatório Concreto.
( ) Agrupar desenhos de vegetais conforme categorias.
( ) Derrubar diferentes objetos para ver como eles caem.
( ) Fingir que um item de cozinha é uma nave espacial.
( ) Defender seu próprio conceito abstrato de liberdade.
Assinale a opção que indica a relação correta, segundo a ordem apresentada.
Relacione os estágios aos seus respectivos exemplos.
1. Operatório Formal.
2. Sensório-Motor.
3. Pré-Operatório.
4. Operatório Concreto.
( ) Agrupar desenhos de vegetais conforme categorias.
( ) Derrubar diferentes objetos para ver como eles caem.
( ) Fingir que um item de cozinha é uma nave espacial.
( ) Defender seu próprio conceito abstrato de liberdade.
Assinale a opção que indica a relação correta, segundo a ordem apresentada.
“Nessa fase de desenvolvimento na educação infantil é
esperado que a criança: ande sem apoio; suba e desça
escadas; fale algumas palavras; faça gesto de não com
a cabeça; faça rabiscos; recuse alimentos; brinque
com outras crianças; mastigue bem alimentos sólidos;
pegue colher e copo; e tenha um sono tranquilo”.
A fase a que se refere o texto é:
Assinale a alternativa CORRETA:
A fase a que se refere o texto é:
Assinale a alternativa CORRETA:
Considerando a promoção do letramento e o papel da literatura infantil, assinale a alternativa que indica a afirmação correta sobre a relação entre a leitura de histórias e o desenvolvimento cognitivo das crianças:
Piaget classifica os jogos em: de exercício, simbólicos
e de regras. Para tanto é importante lembrar que
segundo este autor deve haver uma variação de
conteúdo dos jogos de acordo com a realidade do meio
físico e social da criança.
Quanto à classificação dos jogos de Piaget, analise os itens a seguir:
I. Nesse jogo, a criança finge ser outrem, atribui novas funções a objetos ou se imagina em alguma situação. Ela reproduzirá a realidade, será uma cópia da mesma e em seu imaginário pretende viver e simular a realidade a modificando de acordo com seus interesses.
II. É neste tipo de jogo que a criança começa a se adaptar com a vida em sociedade sendo que as leis fazem com que o grupo se torne coeso e busquem um objetivo em comum: jogar. Vale lembrar que as crianças neste momento não questionam as normas, apenas as cumprem.
III. São jogos sensório-motores, sendo que ambos estão relacionados ao prazer funcional ou “à tomada de consciência de novos poderes”. Nesses jogos não há necessidade de pensamento nem estrutura representativa especialmente lúdica.
A sequência CORRETA é:
Quanto à classificação dos jogos de Piaget, analise os itens a seguir:
I. Nesse jogo, a criança finge ser outrem, atribui novas funções a objetos ou se imagina em alguma situação. Ela reproduzirá a realidade, será uma cópia da mesma e em seu imaginário pretende viver e simular a realidade a modificando de acordo com seus interesses.
II. É neste tipo de jogo que a criança começa a se adaptar com a vida em sociedade sendo que as leis fazem com que o grupo se torne coeso e busquem um objetivo em comum: jogar. Vale lembrar que as crianças neste momento não questionam as normas, apenas as cumprem.
III. São jogos sensório-motores, sendo que ambos estão relacionados ao prazer funcional ou “à tomada de consciência de novos poderes”. Nesses jogos não há necessidade de pensamento nem estrutura representativa especialmente lúdica.
A sequência CORRETA é: