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As línguas de Sinais e as línguas orais são parecidas em muitos aspectos. Para Sandler (2005), ambas são línguas naturais que surgem onde há uma comunidade de pessoas que falam a mesma língua; ambas cumprem efetivamente todas as funções mentais e sociais.
Considerando a afirmativa, marque a opção CORRETA em relação a Língua de sinais.
I. A configuração de mão é a mesma em ambos os sinais, chamada de /y/. A localização é diferente: enquanto AZAR é sinalizado no nariz, DESCULPAS é sinalizado no queixo.
II. O movimento é diferente. Enquanto DESCULPAS é sinalizado com um único movimento em direção ao nariz, AZAR é sinalizado com um movimento curto e repetido em direção ao queixo.
III. PEDRA e QUEIJO formam um par mínimo na Libras, em que a única unidade que difere nestes sinais é a configuração de mão. O movimento e o ponto de articulação são os mesmos.
Está CORRETO o que se afirma:
Na Língua Brasileira de Sinais, existe um conjunto de signos que representam as letras do alfabeto, denominado como “Alfabeto Manual”. Este recurso é utilizado para soletração de nomes próprios ou termos que não apresentem um sinal correspondente na Libras, ou quando se desconhece um referido sinal. Ao soletrar as palavras através do alfabeto manual, dá-se o nome a esse recurso de:
Na Língua de Sinais, o classificador é um recurso empregado através das configurações de mãos que podem ser afixados a um morfema lexical (sinal) para mencionar a classe a que pertence o referente desse sinal, para descrevê-lo quanto à forma e tamanho, ou para descrever a maneira como esse referente se comporta na ação verbal. Dentre os tipos de classificadores, pode-se considerar que os “classificadores especificadores” têm como função:
Julgue o item a seguir.
A morfologia concatenativa lida com a formação de
novos itens lexicais, colocando pelo menos dois
morfemas distintos juntos. A concatenação de morfemas
– entre os quais, afixos – acarreta processo de
gramaticalização de uma Língua de Sinais.
Ao traduzir determinadas frases de língua portuguesa para Libras, o intérprete faz uso de sinais da Libras classificados morfossintaticamente como verbo com concordância ou direcional.
Tal fato ocorre na tradução de: