Questões de Concursos

filtre e encontre questões para seus estudos.

A exploração da terra foi a base econômica da colonização do Brasil. Passada a fase extrativista, a cana-deaçúcar tornou-se a atividade principal. Centrada particularmente em áreas do litoral nordestino, a agroindústria açucareira atraiu capitais europeus, consolidou a estrutura latifundiária e a escravidão, além de ter gerado uma sociedade predominantemente patriarcal e excludente. Ao declínio do açúcar seguiu-se a mineração no século XVIII, dando início à transferência do eixo econômico e político para o Centro-Sul da colônia, processo que se aprofundaria com a emergência do café, no século seguinte, como a principal riqueza do país. No século XX, a economia brasileira se transformou. Sob o impacto da Crise de 1929 e dos efeitos da Segunda Guerra Mundial (1939-45), o país lançou-se à industrialização, esforço que, iniciado na Era Vargas (1930-45), não mais foi interrompido, especialmente ao longo dos governos de Vargas (1951-54), de JK (1956-61) e em parte do ciclo militar (1964-85).

A partir dessas informações, entendidas como referência inicial, julgue os itens seguintes, relativos a aspectos da história econômica brasileira e mundial.

A desorganização da economia mundial, gerada pela grande depressão de 1929, foi importante causa da eclosão da Segunda Guerra Mundial.

Um mundo profundamente transformado e dilacerado por guerras colossais contextualiza a nova estética que o século XX faz desenvolver. A arte de vanguarda expressa, entre inúmeras outras possibilidades, os sentimentos contraditórios da modernidade. Percorrendo os múltiplos caminhos assumidos pela arte, aparecem o Fauvismo, o Futurismo, o Cubismo, o Construtivismo, o Expressionismo, o Surrealismo, o Dadaísmo, o Abstracionismo, o Concretismo, o Minimalismo, entre outros. Sinteticamente, o Abstracionismo trabalha com a

São elementos históricos que contribuíram para a crise do feudalismo:

 1. as críticas aos desvios da Igreja católica.

 2. o renascimento comercial e urbano

 3. a formação da burguesia

 4. o retorno às relações servis.

Estão corretas

Com relação às mudanças políticas iniciadas no final do século XVIII no Ocidente, assinale a opção correta.

África e América foram incorporadas à história ocidental a partir do expansionismo comercial e marítimo europeu do início dos tempos modernos. O processo de exploração colonial desses continentes seguiu a lógica econômica e política que, na Europa, caracterizava a transição do feudalismo ao capitalismo. Nas palavras de um ex-diretor geral da Unesco, ?hoje, torna-se evidente que a herança africana marcou, em maior ou menor grau, dependendo do lugar, os modos de sentir, pensar, sonhar e agir de certas nações do hemisfério ocidental. Do sul dos Estados Unidos ao norte do Brasil, passando pelo Caribe e pela costa do Pacífico, as contribuições culturais herdadas da África são visíveis por toda parte; em certos casos, chegam a constituir os fundamentos essenciais da identidade cultural de alguns segmentos mais importantes da população?.

Tendo por referência inicial as informações contidas no texto acima e considerando aspectos significativos do ensino de história, da história da América e de suas identidades, bem como da história africana e de suas relações com o exterior, julgue os itens de 81 a 90.

Um dos graves problemas do ensino de história da África, no Brasil, decorre de uma visão estereotipada, de modo que a recorrente identidade continental - o africano - leva à construção de uma falsa homogeneidade, desconhecendo-se as especificidades das sociedades que habitam o continente.
Matutos, caipiras, jecas: certamente era com esses olhos que, em 1950, os 10 milhões de citadinos viam os outros 41 milhões de brasileiros que moravam no campo, nos vilarejos e cidadezinhas de menos de 20 mil habitantes. Olhos, portanto, de gente moderna, “superior”, que enxerga gente atra-sada, “inferior”. (MELLO, João Manuel Cardoso de; NOVAIS, Fernando A. Capitalismo Tardio e Soci-abilidade Moderna. In.: SCHWARCZ, Lilia Moritz (org). História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. p. 574) O trecho revela a relação conturbada entre o campo e a cidade na modernidade brasileira. Sobre isso, é CORRETO afirmar:

A expansão era tudo e, sendo a superfície do mundo limitada, o grande objetivo da humanidade contemporânea devia ser tomar tantos pedaços do mundo quantos fosse possível.

(Cecil Rhodes)

Assinale a alternativa correta a respeito da relação entre a expansão imperialista e a Primeira Guerra Mundial.

A exploração da terra foi a base econômica da colonização do Brasil. Passada a fase extrativista, a cana-deaçúcar tornou-se a atividade principal. Centrada particularmente em áreas do litoral nordestino, a agroindústria açucareira atraiu capitais europeus, consolidou a estrutura latifundiária e a escravidão, além de ter gerado uma sociedade predominantemente patriarcal e excludente. Ao declínio do açúcar seguiu-se a mineração no século XVIII, dando início à transferência do eixo econômico e político para o Centro-Sul da colônia, processo que se aprofundaria com a emergência do café, no século seguinte, como a principal riqueza do país. No século XX, a economia brasileira se transformou. Sob o impacto da Crise de 1929 e dos efeitos da Segunda Guerra Mundial (1939-45), o país lançou-se à industrialização, esforço que, iniciado na Era Vargas (1930-45), não mais foi interrompido, especialmente ao longo dos governos de Vargas (1951-54), de JK (1956-61) e em parte do ciclo militar (1964-85).

A partir dessas informações, entendidas como referência inicial, julgue os itens seguintes, relativos a aspectos da história econômica brasileira e mundial.

A rápida descoberta de metais preciosos pelos portugueses foi a razão pela qual a colonização do Brasil em nada diferiu da colonização espanhola na América.

Julgue os itens a seguir, relativos à Europa moderna e contemporânea.

A queda do Muro de Berlim, em 1989, foi uma manifestação emblemática do colapso do socialismo real na Europa.

Leia o trecho a seguir servirá de base para questão que se segue:

A formação da opinião pública começou com a destruição da imprensa livre. Nas semanas e meses que se seguirão a 30 de janeiro de 1933, cerca de 2 mil jornalistas alemães, incluindo escritores ju-deus, liberais, conservadores, apolíticos, socialdemocratas e comunistas sofreram a perda de seus empregos, prisão, exílio forçado ou, às vezes, uma combinação dessas três formas de perseguição. A grande maioria dos jornalistas permaneceu em seus empregos. O controle da imprensa implicava tanto a expulsão e repressão a suspeitos de dissidência, o que abria vagas para membros do Partido Nazista, como a adaptação oportunista por parte de jornalistas que adotaram a causa das elites con-servadoras do novo regime. Ao todo, 200 jornais socialdemocratas e 35 jornais comunistas, de circu-lação conjunta de aproximadamente 2 milhões de unidades, foram fechados. Em julho de 1933, os jornais da editora Mosse, incluindo um dos carros-chefes do liberalismo alemão, o Berliner Tageblatt, sucumbiu à Gleichshaltung, ou “coordenação”, o termo nazista para a purga, a incorporação e o con-trole das várias instituições da sociedade política, economia e cultura alemãs. Em 4 de outubro de 1933, a Lei de Controle Editorial formulada pelo diretor de imprensa da Reich, Otto Dietrich, colocou todos os editores de jornais e periódicos sob controle governamental, o que acabou assim com qual-quer pretensão de liberdade de imprensa. Os editores precisavam ser “arianos” e não podiam ser casados com alguém não ariano. Dessa forma, a lei bania judeus e todos aqueles casados com judeus da prática jornalista. Todos os editores deviam ser membros da Liga da Imprensa Alemão do Reich, cujo diretor era Dietrich. A lei estabelecia tribunais controlados pela liga que podiam punir ou banir editores suspeitos de terem violado os requerimentos da lei. Em 12 de dezembro de 1933, importantes serviços alemães de imprensa juntaram-se para formar a Agência Alemã de Notícias (Deutsches Na-chrichtenbüro ou DNB), que, por sua vez, foi colocada sob supervisão do Escritório de Imprensa de Dietrich no Ministério da Propaganda. A imprensa alemã tornara-se monopólio estatal. (HERF, Jeffrey. Inimigo Judeu: propaganda nazista durante a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto. São Paulo: Edipro, 2014. p.60) O trecho acima narra o percurso de controle da imprensa pelo Partido Nazista, no processo de im-plantação da Ditadura hitlerista na Alemanha. Tudo isso nos faz pensar na importância de uma im-prensa livre e múltipla para a manutenção das democracias.

Sobre o controle da imprensa alemã e em relação ao mundo nazista, os impactos desse controle da imprensa e a seletividade dos que podiam escrever e publicar, assim como os valores impostos leva-ram à

O século XIX assinalou, no mundo ocidental, a emergência de três grandes representações: liberalismo, nacionalismo e socialismo. No campo econômico, o dinamismo do sistema capitalista, impulsionado pela Revolução Industrial, desembocou no imperialismo. As disputas por colônias e áreas de exploração foram determinantes para a eclosão da Primeira Guerra Mundial. Em 1917, a vitoriosa revolução bolchevique fez da Rússia a primeira nação socialista. Crise política, econômica e social de grandes proporções atestou o esgotamento do modelo liberal, em grande parte substituído por regimes totalitários, como os nazifascistas. Com o fim da Segunda Guerra, configurou-se um mundo diferente, bipolarizado pela ascendência dos Estados Unidos da América (EUA) e da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Décadas mais tarde, com o fim da Guerra Fria, o mundo ficou submetido à relativa hegemonia norteamericana, à frágil presença da Organização das Nações Unidas (ONU) e à ação de grupos terroristas. Em termos econômicos, ampliou-se a globalização, ao tempo em que cresceu a consciência universal relativa à necessidade de se preservar a vida no planeta em face dos problemas ambientais de grande dimensão.

Tendo o texto acima como indicativo de alguns dos principais acontecimentos da história contemporânea, julgue os itens seguintes.

A raiz dos maiores problemas do Oriente Médio situa-se na resistência árabe às diversas tentativas atuais de criação do Estado de Israel.

Em toda a América Latina houve mudanças substanciais nas estruturas agrárias, entre as décadas de 1930 e 1980. Dentre as principais mudanças verificadas ao final desse período, pode-se constatar

Assinale a alternativa correta a respeito da escravidão.

A Guerra do Golfo mostrou, nos anos 1990, as tensões políticas existentes na região e as manobras de Saddam Hussein para aumentar o poderio militar do Iraque. O conflito entre os Estados Unidos e o Iraque, no período acima, resultou:

Sobre o papel do Estado-nação na sociedade contemporânea, analise as assertivas abaixo.

I. Mudanças em âmbito econômico, político, social, tecnológico, ambiental etc. são responsáveis pelo abalo das identidades territoriais baseadas em modelos tradicionais e em limites sociais homogêneos e claramente estabelecidos. II. As identidades particularistas são reforçadas como forma de resistência ao processo de globalização. III. O modelo do Estado-nação deixou de ser uma referência absoluta com o advento das sociedades globalizadas. As formas de organização supranacional como a proposta pela União Europeia são um bom exemplo, pois apresentam um harmônico funcionamento independentemente da referência do Estado Nacional. É correto o que se afirma em

Assinale a alternativa correta acerca da inter-relação de história e literatura.

Acerca da Revolução Industrial e das questões sociais dela decorrentes, julgue os próximos itens.

Na Inglaterra, o rápido processo de urbanização contribuiu para a criação de novos valores éticos e sociais.

Analisando-se a construção do processo de civilização, não é correto afirmar que

Página 32