Questões de Concursos

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A avaliação da aprendizagem, quando compreendida como um processo contínuo e intrínseco à prática pedagógica, transcende a mera mensuração de resultados. Ao considerar as dimensões formativa e diagnóstica, o professor assume um papel ativo na construção de conhecimentos significativos. Com base nessa perspectiva, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A avaliação formativa se assemelha a uma avaliação diagnóstica, como quando identifica novas dificuldades durante o processo, mas não são a mesma coisa, pois a formativa tem um caráter contínuo e ajustável ao longo do tempo. ( ) A avaliação diagnóstica, por ocorrer no início do processo de ensino, tem como principal objetivo classificar os alunos em grupos homogêneos, facilitando a organização do trabalho pedagógico. ( ) A avaliação formativa, ao fornecer feedback contínuo aos alunos, permite que o professor ajuste suas práticas pedagógicas e que os estudantes reflitam sobre seu próprio processo de aprendizagem. ( ) A avaliação da aprendizagem deve ser vista como um instrumento semelhante ao contrato didático, utilizado pelo professor para controlar o processo de ensino e promover o clima escolar em sala de aula. ( ) A avaliação formativa e a avaliação diagnóstica são processos independentes, com objetivos distintos: a primeira busca acompanhar o progresso, e a segunda, identificar dificuldades. ( ) Ambas as avaliações são complementares, mas a avaliação diagnóstica possui um caráter classificatório, enquanto a avaliação formativa tem como foco a melhoria contínua da aprendizagem.

A sequência correta está em
La enseñanza de lenguas extranjeras

Serie: 'Educación en la era digital'.

La enseñanza de lenguas extranjeras es un fenómeno extendido por los sistemas educativos de todo el mundo. Desde hace varias décadas, los gobiernos invierten dinero en formación de profesores y creación de programas para que los alumnos puedan acceder al aprendizaje de una lengua extranjera. El inglés ha sido la lengua que más relevancia ha tenido en estos programas y hoy día se estudia en muchos países como parte del currículo estatal. En España se han hecho esfuerzos para fomentar su aprendizaje desde las comunidades y desde las escuelas concertadas y privadas. Algunos ejemplos son el Programa Bilingüe de inglés y español de la Comunidad de Madrid o los modelos de los colegios británicos acreditados por el British Council.

La creación de estos programas no está exenta de polémica y de crítica por ciertos sectores de la sociedad, pero los esfuerzos siguen encaminados en la misma dirección y el aprendizaje de lenguas extranjeras en nuestro país goza ya de un apoyo innegable.

En los países de nuestro entorno, el panorama es similar y los sistemas educativos también fomentan el aprendizaje de lenguas extranjeras. En este caso es interesante observar que el español tiene su espacio y hay regiones y gobiernos que impulsan y apoyan su aprendizaje en escuelas, institutos y universidades.

Este artículo de la BBC muestra claramente en qué países se apuesta por la enseñanza de nuestra lengua. En él se recogen datos del informe del Instituto Cervantes llamado El español: una lengua viva, de 2018. Se puede observar que el español está muy presente en Estados Unidos, Brasil o Francia. La cercanía de estos países con otros de habla hispana es una razón evidente, pero, además, hay otros países que también cuentan con un número importante de aprendices a pesar de no compartir frontera con países hispanoparlantes (Alemania, Reino Unido, Italia, etc.).

El Instituto Cervantes es una de las instituciones que promocionan la lengua y la cultura española en otros países. Su crecimiento ha sido evidente y hoy día cuenta con una multitud de sedes repartidas en todo el mundo. Los estudiantes que acuden al Cervantes pueden elegir distintos tipos de curso según las necesidades personales y, asimismo, pueden certificar su dominio del idioma a través del Examen DELE (Diploma de Español de Lengua Extranjera).

El español está sufriendo un notable incremento en la demanda de su aprendizaje y esto hace que surjan nuevas necesidades. En este sentido, el Cervantes se ha asociado con varias universidades (Universidad de Salamanca, Universidad Nacional Autónoma de México y la Universidad de Buenos Aires) para crear el examen SIELE (Servicio Internacional de Evaluación de la Lengua Española) y así responder a las necesidades del aprendiz del siglo XXI. Este examen se puede realizar en línea, con fines específicos y con mayor flexibilidad de fechas.

Los docentes tienen un papel central en la enseñanza de la lengua y la cultura y son ellos los que, finalmente, transmiten estos conocimientos a sus alumnos. Es importante que las instituciones apoyen la profesión docente y en este punto es destacable la labor de algunos organismos como las universidades. Estas ofrecen un amplio abanico de formación especializada en ELE (español como lengua extranjera) en forma de cursos de especialización o másteres universitarios. Esta formación permite al profesor obtener los conocimientos necesarios para lograr su objetivo: ayudar al aprendiz de español a mejorar cada día su dominio y comprensión de la lengua.

Es interesante ver el crecimiento que está experimentando el aprendizaje del español en el mundo. Las próximas décadas traerán nuevos retos y nuevas ilusiones que enriquecerán la labor de enseñanza de la lengua en el extranjero.

(VÍCTOR SOLÍS PAREJO. Disponible en: https://www.ui1.es/blog-ui1/. Acceso en: 10/11/2024.)
Sobre los exámenes del grado de competencia en lengua española, todas las opciones están correctas, EXCEPTO:
[...] As luzes são uma época de conclusão, de recapitulação, de síntese – e não de inovação radical. As grandes ideias das Luzes não têm origem no século XVIII; quando elas não vêm da Antiguidade, trazem os traços da Idade Média, do Renascimento e da época clássica. As luzes absorvem e articulam opiniões que, no passado, estavam em conflito, é por isso que os historiadores quase sempre observam que é preciso dissipar algumas imagens convencionais. As luzes são ao mesmo tempo racionalistas e empiristas, herdeiras tanto de Descartes quanto de Locke. (TODOROV, 2008, p. 13.)
Segundo muitos autores, é difícil caracterizar com precisão o movimento Iluminista, pois, para a sua formação, concorreram fatores culturais, sociais e locais, e além disso:
Em relação ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), consideram-se atribuições do professor:
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é uma das formas de concretizar a educação de todos os alunos, como veículo que sintetiza aspirações e princípios que refletem a ação escolar, oferecendo possibilidades de legitimar diretrizes e linhas de ação pelas quais serão construídas propostas para a aprendizagem e participação de todos os alunos. As discussões e a elaboração de políticas inclusivas devem contemplar o nível que envolve a organização de apoios e a formação continuada dos professores e demais profissionais da educação, de modo que a escola desenvolva capacidade de responder às necessidades dos alunos, sem nenhum mecanismo de exclusão, sendo que as atribuições do nível descrito competem à:
Nos períodos de chuva, a ocorrência de doenças reemergentes devido à formação de água parada em locais de difícil acesso cresce muito, pois ocorre o desenvolvimento, nesses locais inundados, de larvas de inúmeros mosquitos hospedeiros intermediários de muitas doenças. São consideradas doenças transmitidas por esses tipos de insetos:
No núcleo celular, o DNA se associa a proteínas específicas para formar uma estrutura compacta e organizada, cuja condensação varia ao longo do ciclo celular. Durante a interfase, algumas regiões do DNA permanecem altamente compactadas. A forma mais condensada da cromatina na interfase denomina-se:
O mundo é cercado por diversos agentes infecciosos e alérgicos que temos contato todos os dias. Por isso, nosso organismo é preparado com uma série de mecanismos de defesa, adquirindo, assim, imunidade. Porém, a imunidade pode ser adquirida de várias formas; uma delas é por meio da vacinação. Esse tipo de imunidade é conhecida como:
Gustavo é um aluno do curso técnico em desenvolvimento de sistemas oferecido pelo Governo do Estado do Paraná. Ele aprendeu sobre os principais conceitos da lógica de programação, compreendendo como interpretar um problema real e construir uma solução tecnológica para resolvê-lo de forma automatizada e eficiente. Nesse processo de aprendizado, construiu soluções com o auxílio de fluxogramas e agora, já habituado com os cenários abordados nessa etapa do conhecimento, Gustavo utiliza o pseudocódigo para escrever as soluções elaboradas. Considerando que esse recurso é parte fundamental da lógica de programação, está INCORRETO o que se afirma em:
A urbanização é um processo que se desenvolve de maneira distinta em países desenvolvidos e subdesenvolvidos, refletindo as especificidades históricas, econômicas e sociais de cada contexto. Considerando os diferentes processos de urbanização em países desenvolvidos e subdesenvolvidos, assinale a afirmativa INCORRETA.
El texto contextualiza la pregunta. Léelo atentamente.

La integración regional en Latinoamérica

El tema de la integración regional es un asunto ampliamente discutido por muchos investigadores de Relaciones Internacionales, Geografía, Economía y otras ciencias. El proceso de integración regional entre Estados nacionales sucede, básicamente, cuando se mezclan, confunden y fusionan de forma voluntaria con sus vecinos. Al hacerlo, estos Estados pierden ciertos atributos fácticos de la soberanía, ya que adoptan nuevas técnicas para resolver en conjunto sus conflictos.
Es destacable que América Latina haya intentado diferentes estrategias de cooperación e integración a lo largo de las últimas décadas. La región tiene diversas organizaciones subregionales de integración como, por ejemplo, la Comunidad Andina de Naciones (CAN), la Asociación Latinoamericana de Integración (ALADI) y el Mercado Común del Sur (MERCOSUR). Sin embargo, estas organizaciones no han logrado mostrarse actores coherentemente unificados, aunque tengan intereses en común. Por lo tanto, esta es la mayor dificultad de estos países latinos, o sea, trabajar juntos en la búsqueda de soluciones no necesariamente enfocadas a nivel nacional, sino de toda la región latinoamericana.
Varios investigadores han analizado cuáles son las causas de estos obstáculos para la unificación en Latinoamérica. Además de los problemas de la falta de coordinación de políticas comerciales comunes, los inconvenientes causados por la pobreza, la desigualdad social y la corrupción tienen una presencia negativa responsable de gran parte de las dificultades para alcanzar una Latinoamérica integrada.
Otro punto que parece recibir pocas inversiones para ampliar la conexión de Latinoamérica es la cuestión cultural. La región tiene diversos aspectos culturales en común, inclusive la misma lengua hablada en, por lo menos, 18 países de su espacio geográfico. No obstante, se puede inferir que este factor no influye significativamente para la integración de América Latina, es decir, somos parecidos y tenemos intereses en común, pero insistimos en actuar separadamente. Así mismo, la ausencia de más políticas culturales que puedan integrar mejor a los países dificulta el acceso a la cultura entre ellos.

(Oliveira Cardoso, Larissa – Revista de Estudios Brasileños – Universidad de Salamanca Adapt.)
Tras el análisis del siguiente fragmento del artículo y el conocimiento sobre tiempos verbales, enseñala la opción que trae la mejor comprensión, en portugués, para la locución verbal destacada: “Es destacable que América Latina haya intentado diferentes estrategias de cooperación […](2º§)
Phonological awareness can be described as the ability to identify and manipulate the smallest sounds in spoken words. The skills developed from phonological awareness are important for early reading and writing, and notably involve oral language, as they engage listening to the spoken word. The following are components of phonological awareness, EXCEPT for:
Para gerenciar e manipular dados em bancos de dados relacionais, são utilizadas linguagens específicas que permitem criar, ler, atualizar e excluir informações. Essas linguagens são essenciais para interagir eficientemente com os dados armazenados. Trata-se de linguagem de consulta utilizada para interagir com bancos de dados relacionais:
João é um aluno neurotípico com deficiência física nos membros inferiores; frequenta sala de ensino regular do 8º ano e faz uso de cadeira de rodas. Ele e seus colegas foram à sala de informática com um determinado professor para utilizar o computador com os objetivos de: pesquisar na web, construir um texto, tabular informações, organizar suas apresentações etc. O computador é para João:
A questão se refere ao Núcleo Comum, aplicável a todos os eixos tecnológicos da Educação Profissional.
A Shell é uma empresa que investe fortemente na melhoria da qualidade de vida no trabalho de seus funcionários para garantir maior produtividade. Sua estratégia é investir na instalação de restaurantes especializados em pratos leves e de fitness centers nas unidades que não possuem clube esportivo. A Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) representa o grau em que os membros da organização são capazes de satisfazer suas necessidades pessoais através do seu trabalho na organização. A QVT envolve uma constelação de fatores como, EXCETO:
Haga la lectura del texto para contestar la cuestione.

Comida chatarra: por qué los alimentos “malos” saben tan bien

Todos sabemos que nos hace mal y que la debemos evitar. Pero ¿qué hace que la comida chatarra sea tan irresistiblemente Buena?
Eso le consultó un oyente a los “detectives científicos” de la BBC, el biólogo Adam Rutherford y la matemática Hannah Fry, presentadores del programa de radio “Los casos curiosos de Rutherford y Fry”, que se dedica a investigar misterios de la vida diaria enviados por el público.
“¿Por qué la comida mala sabe tan bien?”, preguntó Alan Fouracre desde Nueva Zelanda, aclarando que se refería a cosas como “salchichas, papas fritas y chocolate”.

Huele rico
“Lo que impulsa nuestro antojo es nuestro olfato”, explicó el experto.
El olor a cierto tipo de comida hace que nuestro sistema digestivo se encienda y reclame ser alimentado.
Y una vez que la comida está en nuestra boca, también es nuestra nariz la que nos permite sentir toda la sutileza de su sabor.
“Son miles de sabores, es algo muy sofisticado”, detalló Miodownik.
El papel que juega el olfato explica por qué muchas de estas comidas – por ejemplo una hamburguesa o el tocino fritonos resultan irresistibles cuando están calientes, pero ya no nos interesan frías.

¿Y las gaseosas?
Pero si el calor es un factor importante para explicar la atracción de la comida chatarra, ¿qué pasa con las gaseosas, consideradas unas de las principales culpables del aumento de la obesidad en el mundo?
O con el chocolate y las golosinas, que nos cuesta tanto comer en moderación.
Una de las expertas en alimentos más reconocida del mundo, la profesora Linda Bartoshuk de la Universidad de Florida, le explicó al programa por qué los alimentos llenos de azúcar nos atraen tanto.
“El combustible para el cerebro es la glucosa, que es dulce, y a lo largo de la evolución nuestros cerebros se han desarrollado de tal forma de hacernos amar lo dulce, porque lo necesitamos”, señaló.
Esto explica por qué salimos en busca de alimentos dulces y por qué los disfrutamos tanto.
Bartoshuk señala que esta conexión “viene de nacimiento” e incluso antes: se ha comprobado que hasta los fetos disfrutan de lo dulce.

El aspecto psicológico
“Cuando clasificas una comida como mala creas una sensación de culpa de comerlo que lleva a pensar que eso debe ser particularmente placentero y puede hacerlo más difícil de resistir”, opinó Anthony Warner, quien escribe sobre comida bajo el pseudónimo The Angry Chef (el chef enojado).
“Es como poner esa comida sobre un pedestal y convertirla en comida prohibida. Hará que la desees más”, señaló.
Según Warner, la gente más culposa suele ser la que tiene menos control sobre lo que come y a la que más le cuesta mejorar sus hábitos alimenticios.
“Al llamarla mala la haces más difícil de resistir”, aseguró.
Entonces, ¿cuál es la solución para comer más sano, según los detectives científicos de la BBC?
“Come con moderación y disfrútalo. Necesitamos grasas, azúcares y alimentos salados”. “Tan solo no comas demasiado”.

(Disponible en: < https://www.bbc.com/mundo/noticias-46613759>. Acceso el: 25/08/2024. Adaptado.)
Considere el término subrayado en “Lo que impulsa nuestro antojo es nuestro olfato […] (5º§). Es correcto decir que él podría ser sustituido, sin cambio de sentido, por:
Haga la lectura del texto para contestar la cuestione.

Comida chatarra: por qué los alimentos “malos” saben tan bien

Todos sabemos que nos hace mal y que la debemos evitar. Pero ¿qué hace que la comida chatarra sea tan irresistiblemente Buena?
Eso le consultó un oyente a los “detectives científicos” de la BBC, el biólogo Adam Rutherford y la matemática Hannah Fry, presentadores del programa de radio “Los casos curiosos de Rutherford y Fry”, que se dedica a investigar misterios de la vida diaria enviados por el público.
“¿Por qué la comida mala sabe tan bien?”, preguntó Alan Fouracre desde Nueva Zelanda, aclarando que se refería a cosas como “salchichas, papas fritas y chocolate”.

Huele rico
“Lo que impulsa nuestro antojo es nuestro olfato”, explicó el experto.
El olor a cierto tipo de comida hace que nuestro sistema digestivo se encienda y reclame ser alimentado.
Y una vez que la comida está en nuestra boca, también es nuestra nariz la que nos permite sentir toda la sutileza de su sabor.
“Son miles de sabores, es algo muy sofisticado”, detalló Miodownik.
El papel que juega el olfato explica por qué muchas de estas comidas – por ejemplo una hamburguesa o el tocino fritonos resultan irresistibles cuando están calientes, pero ya no nos interesan frías.

¿Y las gaseosas?
Pero si el calor es un factor importante para explicar la atracción de la comida chatarra, ¿qué pasa con las gaseosas, consideradas unas de las principales culpables del aumento de la obesidad en el mundo?
O con el chocolate y las golosinas, que nos cuesta tanto comer en moderación.
Una de las expertas en alimentos más reconocida del mundo, la profesora Linda Bartoshuk de la Universidad de Florida, le explicó al programa por qué los alimentos llenos de azúcar nos atraen tanto.
“El combustible para el cerebro es la glucosa, que es dulce, y a lo largo de la evolución nuestros cerebros se han desarrollado de tal forma de hacernos amar lo dulce, porque lo necesitamos”, señaló.
Esto explica por qué salimos en busca de alimentos dulces y por qué los disfrutamos tanto.
Bartoshuk señala que esta conexión “viene de nacimiento” e incluso antes: se ha comprobado que hasta los fetos disfrutan de lo dulce.

El aspecto psicológico
“Cuando clasificas una comida como mala creas una sensación de culpa de comerlo que lleva a pensar que eso debe ser particularmente placentero y puede hacerlo más difícil de resistir”, opinó Anthony Warner, quien escribe sobre comida bajo el pseudónimo The Angry Chef (el chef enojado).
“Es como poner esa comida sobre un pedestal y convertirla en comida prohibida. Hará que la desees más”, señaló.
Según Warner, la gente más culposa suele ser la que tiene menos control sobre lo que come y a la que más le cuesta mejorar sus hábitos alimenticios.
“Al llamarla mala la haces más difícil de resistir”, aseguró.
Entonces, ¿cuál es la solución para comer más sano, según los detectives científicos de la BBC?
“Come con moderación y disfrútalo. Necesitamos grasas, azúcares y alimentos salados”. “Tan solo no comas demasiado”.

(Disponible en: < https://www.bbc.com/mundo/noticias-46613759>. Acceso el: 25/08/2024. Adaptado.)
Es correcto decir que:
[...] Na medida em que a ação da colonização se consubstanciava, novos discursos em prol do trabalho eram produzidos, separando cada vez mais os indígenas cristãos – os fiéis – daqueles que não aceitavam e resistiam às regras – os infiéis – cujos discursos eram atentados pelas concepções ocidentais de ócio e vício.
(SANTOS, 2012, p. 34.)
Os indígenas, em sua dinâmica cultural, em muito se diferenciavam dos colonizadores europeus, isso é público e notório, e no contexto da colonização:
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