Questões de Concursos
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Nada por aqui
Aristóteles afirma, na Metafísica, que a sabedoria não deve ser apenas a ciência ou o conhecimento das causas, mas o conhecimento das causas primeiras e mais universais. Nesse contexto, a filosofia surge como um retorno à sabedoria devido ao
Sobre a concepção de currículo integrado, analise as afirmações a seguir.
I. A concepção de currículo integrado remete à ideia de completude, à compreensão das partes em relação ao todo ou da unidade dentro da diversidade, com base nos conceitos de Politecnia e Formação Integrada.
II. A concepção de currículo integrado demanda valorização da polivalência, segundo exigências e princípios inerentes ao domínio da estrutura lógica, conceitual, investigativa e metodológica dos diversos cursos e atores participantes.
III. A concepção de currículo integrado compreende a educação como uma totalidade social nas múltiplas mediações que caracterizam os processos educativos. Nesse sentido, a formação geral é parte inseparável da formação para o trabalho.
IV. A concepção de currículo integrado supera o ser humano segmentado historicamente pela divisão social do trabalho entre o planejar e o executar. Fundamenta-se, pois, na priorização do trabalho e da tecnologia, na globalização das aprendizagens e nas especializações dos saberes.
Estão corretas as afirmações
O Espectro de Estilos de Ensino é baseado na tomada de decisões que se relaciona com o planejamento, orientação e controle da aprendizagem. Esse Espectro constitui um continuum que vai de um estilo de ensino
O meio de extinção de obrigações entre pessoas que são, simultaneamente, credor e devedor uma da outra denomina-se de
Futuro a distância
A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.
Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas. Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.
A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.
Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.
Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.
Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.
Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.
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