Questões de Concursos
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Um alimento ao permanecer de remolho sofre um aumento em seu peso pela hidratação a que foi submetido. Dessa forma, considere as informações a seguir e assinale e alternativa que aponta corretamente o valor do indicador de reidratação do feijão.
Peso do alimento seco: 1 kg.
Peso do alimento reidratado: 2 kg.
Peso do alimento cozido sem caldo: 2,5 kg.
pH = –log10[H+]
Considerando que uma amostra de sangue apresenta uma concentração iônica [H+] de 100,61 × 10–8 mol/L, qual é o pH dessa amostra de sangue?
“Para o estudo do Diabetes Mellitus, é imprescindível o conhecimento das principais vias metabólicas dos (X) e dos (Y). É importante ter em mente que o metabolismo do diabético se assemelha ao de um indivíduo em (Z), pois embora ele possua muita glicose, esta não é processada devido à ausência ou deficiência de insulina.”
Respectivamente, (X), (Y) e (Z) referem-se a
Os descaminhos do lixo
Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019, produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), em 2018 foram gerados no Brasil 79 milhões de toneladas de resíduos. Desse total, 92% foram coletados. Isso significa uma pequena melhora em relação ao ano anterior, já que, se a produção de lixo aumentou 1%, a coleta aumentou 1,66%. Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. Dos resíduos coletados em 2018, 59,5% receberam destinação adequada nos aterros sanitários, uma melhora de 2,4% em relação a 2017.
Mas esses relativos avanços não deveriam disfarçar a precariedade crônica do setor. A média nacional é bastante inferior à dos países na mesma faixa de renda, onde 70% do lixo recebe a destinação correta. Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que até agosto de 2014 o País deveria estar livre dos lixões. Mas, hoje, cerca de 8% do lixo produzido no Brasil (6,3 milhões de toneladas) ainda não é sequer coletado e 40% do lixo que é coletado é descarregado em lixões ou aterros que não contam com medidas necessárias para garantir a integridade do meio ambiente e a da população local. Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País.
(https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)
Os descaminhos do lixo
Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019, produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), em 2018 foram gerados no Brasil 79 milhões de toneladas de resíduos. Desse total, 92% foram coletados. Isso significa uma pequena melhora em relação ao ano anterior, já que, se a produção de lixo aumentou 1%, a coleta aumentou 1,66%. Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. Dos resíduos coletados em 2018, 59,5% receberam destinação adequada nos aterros sanitários, uma melhora de 2,4% em relação a 2017.
Mas esses relativos avanços não deveriam disfarçar a precariedade crônica do setor. A média nacional é bastante inferior à dos países na mesma faixa de renda, onde 70% do lixo recebe a destinação correta. Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que até agosto de 2014 o País deveria estar livre dos lixões. Mas, hoje, cerca de 8% do lixo produzido no Brasil (6,3 milhões de toneladas) ainda não é sequer coletado e 40% do lixo que é coletado é descarregado em lixões ou aterros que não contam com medidas necessárias para garantir a integridade do meio ambiente e a da população local. Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País.
(https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)
A portaria a que se refere o texto está em consonância com a parte do art. 6 da Lei n° 3.820 de 11/11/1960, (que cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia), que trata, entre outros assuntos, de
Tecnicamente, a Diretora constatou que o projeto carecia de
Essa manobra é denominada