Esse percentual é menor do que o crescimento da economia no governo Lula que foi de
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Esse percentual é menor do que o crescimento da economia no governo Lula que foi de
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. Para o diagnóstico da situação alimentar e nutricional da população,deverão ser utilizados o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) e outros sistemas de informação em saúde.
II. As ações de prevenção das carências nutricionais específicas por meio de suplementação de micronutrientes (ferro, vitamina A, dentre outros) serão de responsabilidade de todos os níveis de atenção à saúde.
III. A promoção da Alimentação Adequada e Saudável (PAAS) é uma das vertentes da promoção à saúde.
IV. A vigilância alimentar e nutricional subsidiará o planejamento da atenção nutricional e das ações relacionadas à promoção da saúde e da alimentação adequada e saudável e à qualidade e regulamentação dos alimentos, nas esferas de gestão do SUS.
V. Os conselhos e as conferências de saúde serão espaços para divulgação dos resultados das ações por parte dos gestores.
Estão CORRETAS as afirmativas:
No Alasca, um esporte tradicional é cortar árvores. Há lenhadores famosos, com domínio, habilidade e energia no uso do machado. Querendo tornar-se também um grande lenhador, um jovem escutou falar do melhor de todos os lenhadores do país. Resolveu procurá-lo.
- Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvore como o senhor. O jovem empenhou-se no aprendizado das lições do mestre, e depois de algum tempo achou-se melhor que ele. Mais forte, mais ágil, mais jovem, venceria facilmente o velho lenhador. Desafiou o mestre para uma competição de oito horas, para ver qual dos dois cortaria mais árvores.
O desafio foi aceito, e o jovem lenhador começou a cortar árvores com entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra, olhava para o mestre, mas na maior parte das vezes o via sentado. O jovem voltava às suas árvores, certo da vitória, sentindo piedade pelo velho mestre.
Quando terminou o dia, para grande surpresa do jovem, o velho mestre havia cortado muito mais árvores do que o seu desafiante.
Mas como é que pode? - surpreendeu-se. Quase todas as vezes em que olhei, você estava descansando!
Não, meu filho, eu não estava descansando. Estava afiando o machado. Foi por isso que você perdeu.
Aprendizado é um processo que não tem fim. Sempre temos algo a aprender. O tempo utilizado para afiar o machado é recompensado valiosamente. O reforço no aprendizado, que dura a vida toda, é como afiar sempre o machado.
Continue afiando o seu.
Do livro: Comunicação Global - Dr. Lair Ribeiro
A palavra sublinhada nessa frase é uma forma verbal conjugada em tempo
Considerando que os dois tipos de entidades estão sujeitos a penalidades pelo descumprimento do Estatuto, assinale a alternativa que, conforme o Estatuto do Idoso, contém penalidades unicamente aplicáveis às entidades governamentais.
I. Usam o protocolo HTML para solicitar dados.
II. São tipos de software que permitem acessar a Internet.
III. Solicitam as informações para um servidor, por meio de um endereço.
Estão CORRETAS as afirmativas
( ) Informações sobre o desempenho financeiro auxiliam os usuários a compreenderem a rentabilidade obtida sobre os seus recursos econômicos, que serve como indicativo de quão diligente a administração tem sido no desempenho de suas responsabilidades para tornar eficaz o uso dos recursos da empresa.
( ) O regime de competência retrata com propriedade os efeitos de transações sobre os recursos econômicos e reivindicações da empresa, nos períodos em que esses efeitos são produzidos, ainda que os recebimentos e pagamentos em caixa relativos a esses efeitos ocorram em períodos distintos.
( ) Informações sobre o desempenho financeiro da empresa, durante um período, também podem ser indicativos da extensão em que certos eventos tenham provocado aumento ou diminuição nos recursos econômicos e reivindicações da empresa, afetando, assim, sua capacidade de gerar entrada e saída de fluxos de caixa líquidos.
( ) Informações sobre os fluxos de caixa da empresa auxiliam a avaliar sua capacidade de gerar fluxos de caixa futuros, pois indicam como a empresa obtém e despende caixa, incluindo informações sobre distribuições em caixa para seus investidores, que podem afetar a liquidez e a solvência da entidade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Clarice Lispector
Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo, porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz [...].
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar muito mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre o sono atrasado.
A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
A gente se acostuma a comer sanduíches porque não dá para almoçar.
A gente se acostuma à poluição.
Quanto à sílaba tônica, as palavras acima destacadas, são classificadas respectivamente como
Analise as seguintes afirmativas concernentes à relação entre a família, as crianças e adolescentes e o discurso jurídico.
I. Na literatura especializada sobre o tema das disputas familiares, pode-se encontrar, frequentemente, a ênfase na importância dos casais conseguirem diferenciar conjugalidade e parentalidade no processo de separação conjugal para diminuir o risco de que as crianças e adolescentes envolvidos sofram demasiadamente.
II. Mesmo nos casos de violência doméstica contra a criança e o adolescente, é importante adotar as medidas de proteção que visem ao fortalecimento dos vínculos familiares, como preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069 e alterações posteriores) e como recomenda a literatura especializada, pois a família não deixa de ser o melhor ambiente para o desenvolvimento infantojuvenil.
III. Sabe-se que fatores como a estruturação familiar e a condição socioeconômica estão entre os determinantes dos comportamentos dos adolescentes autores de ato infracional. Contudo, os psicanalistas que abordam esses adolescentes defendem que é necessária também, a implicação de cada sujeito no ato cometido e nas suas consequências para que uma mudança de posição subjetiva possa abrir a possibilidade da não reincidência.
A partir dessa análise, pode-se concluir que estão CORRETAS
COLUNA I
1. Verbal Formal.
2. Verbal Informal.
3. Não Verbal Formal.
4. Não Verbal Informal.
COLUNA II
( ) O chefe de seção colocou na intranet da empresa uma relação de projetos em atraso.
( ) Os funcionários da sucursal tiveram acesso aos dados enviados dos projetos atrasados dois dias depois.
( ) Os encarregados da autarquia trocaram consigo emails com dados sobre os projetos.
( ) O chefe de seção falou sobre os motivos dos atrasos dos projetos em reunião marcada para aquela tarde.
( ) Os gerentes de projeto comentaram entre si os efeitos da reunião ocorrida dois dias depois.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

(1) João Guimarães Rosa
Clarice Lispector
Eu sei, mas não devia. Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo, porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz [...].
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar muito mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre o sono atrasado.
A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
A gente se acostuma ____________ coisas demais, para não sofrer.
A gente se acostuma ____________ poluição.
A gente se acostuma a morar ____________ apartamentos de fundos.
Quanto à prescrição, é INCORRETO afirmar:
É exemplo de um bloco econômico consolidado:
Observando esse princípio, analise as seguintes afirmativas e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A divisão do trabalho significa a distribuição das tarefas (ou serviços) entre as pessoas, atribuindo-lhes responsabilidade, ou seja, a obrigação de realizar e prestar contas do que foi feito.
( ) O homem não é diferente quanto à natureza, capacidade e habilidade. Isso implica que não é uma atitude fundamental o ato de se especializar.
( ) A divisão do trabalho permite racionalizar as tarefas e serviços de uma empresa e evita o desperdício físico e mental do trabalhador.
( ) A divisão do trabalho aumenta o rendimento do trabalhador e possibilita sua especialização no trabalho.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
Com relação a essa alteração inflamatória, é incorreto afirmar:
Essas afirmativas dizem respeito especificamente aos objetivos do controle interno.
I. Verificar a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações.
II. Verificar a fidelidade funcional dos agentes da administração, responsáveis por bens e valores públicos, e a probidade da administração, a guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos.
III.Verificar o cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários e não monetários, ou seja, em termos de realização de obras e prestação de serviços.
IV.Verificar a exata observância dos limites das cotas trimestrais atribuídas a cada unidade orçamentária, dentro do sistema que for instituído para esse fim.
A partir da análise, conclui-se que estão CORRETAS as afirmativas: