Muitas oportunidades, tanto em grandes quanto em pequenas empresas estão disponíveis para aqueles que desenvolvem uma importante habilidade vital: a capacidade empreendedora que leva a formar uma nova organização de valor. Os empreendedores geram novas ideias e as transformam em empreendimentos de negócios. Entretanto, a capacidade empreendedora frequentemente é mal interpretada tornando-se mito. Analise as afirmativas a seguir; marque M se for considerado mito e R se for considerado realidade.
( ) Qualquer pessoa pode iniciar um negócio. ( ) Empreendedores são jogadores. ( ) Empreendedores nascem feitos; não podem ser criados. ( ) Um empreendedor nasce pelo acúmulo de habilidades relevantes, know-how, experiências e contatos durante alguns anos, além de grandes doses de autodesenvolvimento. ( ) Empreendedores bem-sucedidos correm riscos calculados. ( ) Empreendedores devem ser jovens e enérgicos.
A sequência está correta em
Diógenes de Sinope refletia que a natureza é o grande paradigma para qualquer conduta, diz Rachel Gazolla, professora de História da Filosofia Antiga da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Eles, os cínicos, se declaravam cidadãos do mundo. Acreditavam que o homem deve ser autônomo e autossuficiente tratando o mundo com indiferença, pois a felicidade deve vir de dentro do homem e não do seu exterior.
(Filosofia Antiga. departamentodeantiga.blogspot.com. Adaptado.)
Um fato peculiar de Diógenes seria seu encontro com Alexandre, O grande, homem mais poderoso conhecido na época. São concepções de Diógenes de Sinope e de outros seguidores do Cinismo:
O teatro é uma obra de arte social e comunal; nunca isso foi mais verdadeiro do que na Grécia antiga.
(BERTHOLD, 2011, p. 103.)

Em relação à tragédia grega, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os componentes dramáticos da tragédia arcaica eram um prólogo que explicava a história prévia, o cântico de entrada do coro, o relato dos mensageiros na trágica virada do destino e o lamento das vítimas.
( ) Seu enredo é composto pela peripécia, pelo reconhecimento e pela catástrofe. Seu objetivo é provocar a catarse, isto é, a purificação dos sentimentos.
( ) Os principais autores trágicos da antiguidade foram Ésquilo, Aristófanes e Sófocles.
( ) O traje do ator trágico consistia geralmente no quíton – túnica jônica ou dórica, usada na Grécia.
( ) As máscaras eram um item essencial no figurino e tinham um papel importante no clima da tragédia. Foi Ésquilo quem introduziu as máscaras de planos largos e solenes.
A sequência está correta em
Algo que me deixava irritado era a improdutiva polêmica se cinema é arte ou não: já não me irrito, porque percebi que os que dizem não, o fazem apenas por esporte. O esporte de irritar os outros. Todo filme em potencial faz pensar. Do mais bobo ao mais hermético. E o mais bobo pode ser muito mais filosófico do que o hermético. Entretanto, quando a função é exclusivamente entreter, ainda que faça pensar (acidentalmente), será mais pobre. Então, se a função é de saída pensar, a chance de ser mais rico é maior.
(Paranhos, 2003.In: Revista Filosofia, Ciência & Vida. Nº 4. Editora Escala Educacional, p. 56.)
Em pouco tempo o cinema se tornou uma indústria; e hoje não podemos falar sobre ela sem mencionarmos a indústria cultural. Nos deparamos, às vezes, com uma banalização generalizada e com uma crescente padronização dos produtos culturais, que cada vez mais se apresentam simplificados. Na lógica da indústria cultural:
Resolvido o problema de relação entre filosofia e mito, temos ainda um outro problema a solucionar: o que tornou possível o surgimento da filosofia na Grécia no final do século VII a.C.? Quais as condições materiais, econômicas, sociais, políticas e históricas que permitiram tal coisa? Esse tem sido, ao longo do tempo, um ponto comum nos questionamentos e estudos acerca da emergência da Filosofia, quando se trata dos gregos. (CHAUÍ, 2003.)
A política estimula um pensamento e um discurso que não procuram ser formulados por seitas secretas dos iniciados em mistérios sagrados. A ideia de um pensamento que todos podem compreender e discutir, comunicar e transmitir foi fundamental para a chegada da filosofia, que teve, também, entre condições históricas favoráveis para seu surgimento:
Fazei, ó Senhor, que voltemos já para Vós para nós não submergirmos, porque o nosso bem, que sois Vós mesmo vive, sem deficiência alguma, em Vós. Apesar de nos termos precipitado do nosso bem, não temos receio de o não encontrar quando voltarmos; porque, na nossa ausência, não desaba a nossa morada — a vossa eternidade.
(STO. AGOSTINHO: Confissões (397/401) Confissões – Santo Agostinho PDF Grátis | Baixe Livros.)
O tempo é, e sempre tem sido, um problema filosófico de grande interesse, principalmente em nossa época. Aliás, não só para filósofos e cientistas, mas também para o indivíduo comum, que está acostumado a organizar e realizar suas tarefas e experiências de acordo com a ideia de tempo concebida como sucessão de instantes traduzida em presente, passado e futuro. Agostinho de Hipona (354-430) foi um dos grandes pensadores a se preocupar com esta problemática e, dentre suas reflexões sobre o tema, é possível afirmar que:
Os pensadores da Escola Jônica buscaram explicar o mundo por meio de um princípio único e racional, denominado arché. Com base nos fundamentos da Escola Jônica, identifique corretamente o elemento que cada pensador considerava como arché.
O que é ser moral? Para que ser moral? As respostas a essas duas questões são cruciais para orientarmos nossa conduta em relação aos outros e a nós mesmos. O que entendemos por “bem” ou por “mal” pode definir que tipo de pessoa queremos ser e que compromisso temos com os valores éticos e morais. Os conceitos de moral e ética, ainda que diferentes, são com frequência usados como sinônimos. Em um primeiro momento, o sujeito moral é o que age bem ou mal ao acatar ou transgredir as regras morais admitidas em determinada época ou por um grupo de pessoas. No entanto, essa definição é incompleta. A moral refere-se à ação moral concreta, quando nos perguntamos: o que devo fazer? Como devo agir nessa situação? O que é certo? O que é condenável? [...]
(FREITAG, Bárbara, 1989.)

Podemos estabelecer algumas diferenças entre valores éticos e morais, bem como, em relação às teorias que se estabelecem acerca do tema, já que essas definições variam de acordo com a abordagem de cada filósofo. Em Aristóteles, por exemplo:
Uma professora de educação física planeja incluir a dança criativa no currículo escolar de uma turma do ensino fundamental. Durante a elaboração de sua proposta pedagógica, a professora analisa os fundamentos e os objetivos da dança criativa e percebe que há pontos que precisam de atenção para não serem confundidos com outros métodos. NÃO corresponde a um princípio ou objetivo da dança criativa no contexto escolar:
De acordo com o que pensou Thomas Hobbes (ibid., p. 41-42), o “pacto de união” logo no começo da sua história política formalizaria uma importante declaração contratual: “autorizo e cedo meu direito de governar a mim mesmo a este homem ou a esta assembleia de homens, com a seguinte condição: que tu também lhe cedas teu direito e autorize todas as suas ações do mesmo modo”.
(Leviatã: 112 apud Bobbio.)
Thomas Hobbes foi um filósofo e teórico político inglês, sendo um dos formuladores da teoria contratualista. Trata-se de um dos pensamentos essenciais no modelo político de Hobbes:
A política do “pão e circo” (que no capitalismo apresenta de forma nítida sua extemporalidade), as execuções escabrosas de condenados e outros atentados contra a dignidade humana constituem um elemento indissociável do desenvolvimento civilizatório. Todos esses fenômenos sociais apresentam o ponto comum de associarem intrinsecamente a exaltação da visibilidade, da crueldade e do entretenimento público como mecanismos de poder sobre a subjetividade popular. O espetáculo apropriado pelo poder estabelecido muitas vezes apresenta uma capacidade de submissão das massas mais intensa que uma violência legítima do Estado.
(Bittencourt, 1996. In: Revista Filosofia, Ciência & Vida. Nº 8-Editora Escala Educacional, p. 56.)
Dentre os grandes debates da contemporaneidade, a questão do desenvolvimento midiático e as suas influências no cotidiano são sempre pauta importante. Jean Baudrillard dedica seus estudos, dentre outros assuntos, à compreensão da sociedade de massa e à massificação da sociedade. Aponta para o que ele qualificou de hiper-realidade, que condiz com a ideia:
Ser artista de vanguarda, ainda que de vanguarda em crise, significa, em primeiro lugar, acreditar no conteúdo de verdade da arte. Isto é, acreditar que a arte expressa algo de essencialmente verdadeiro que não pode ser alcançado por outros caminhos. Em segundo lugar, significa acreditar que esse algo, uma vez revelado, possa mudar a relação entre as pessoas e as coisas.
(MAMMI, Lorenzo. In: TASSINARI et al. Nuno Ramos. São Paulo: Ática, 1977. p. 200-1.)
A relação que se estabelece entre arte e filosofia está presente nas discussões sobre estética desde os primórdios da teoria da arte (e mesmo antes de que ela assim fosse nomeada). Observa-se uma constante necessidade de discutir a prática criativa através das discussões filosóficas. Platão e Aristóteles trouxeram importantes considerações sobre a estética, sendo que:
Radioactive, filme sobre a vida e a obra da cientista Marie Curie, estreou na Netflix; é o tipo de cinebiografia que consegue fascinar e irritar o espectador em proporções quase idênticas. Quando todos os elementos são postos na balança, o saldo acaba sendo positivo – por pouco. Para quem já sabe uma coisa ou outra sobre a trajetória de Curie, talvez o maior problema seja a gana de temperar com toneladas de dramaticidade uma vida que já é suficientemente extraordinária sem qualquer adorno extra – e isso tanto no pessoal quanto no profissional, como diria um certo apresentador de TV. Nascida na Polônia, Curie passou anos lutando para se sustentar como estudante pobre em Paris até iniciar uma carreira científica de tremendo impacto.
(Disponível em: noticiasaominuto.com.br.)
Marie Skłodowska Curie, mais conhecida como Marie Curie, foi uma cientista que descobriu os elementos químicos rádio e polônio. Ela também:


Na obra “A estrutura das revoluções científicas”, o filósofo estadunidense Thomas Kuhn desenvolve uma nova noção de paradigma para a ciência. Não se trata de um conceito simples. O importante é compreender que o trabalho científico desenvolve-se com base no modelo consensual adotado pelos cientistas. Sua primeira obra intitula-se “A revolução copernicana”; mas foi no livro “A estrutura das revoluções cientificas” que assentou seu público filosófico.
(Aranha, 2016.)
Para kuhn, a ciência progride pela tradição intelectual do seu tempo. Uma das suas conceituações – Paradigma – é:
A fusão das telecomunicações, da informática, da imprensa, da edição, da televisão, do cinema e dos jogos eletrônicos em uma indústria unificada da multimídia é o aspecto da revolução digital que os jornalistas mais enfatizam. Mas não é o único, nem talvez o mais importante. Escolhas políticas e culturais fundamentais abrem-se diante dos governos, dos grandes atores econômicos, dos cidadãos. Não se trata apenas de raciocinar em termos de impacto (qual o impacto das “infovias” na vida política, econômica ou cultural?), mas também em termos de projeto (com que objetivo queremos desenvolver as redes digitais de comunicação interativa?). (LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva. Por uma antropologia do ciberespaço. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2003. p. 13. Adaptado.)
As preocupações sociológicas e filosóficas com as questões relacionadas à expansão e dominação que as mídias impunham, já era uma das pautas dos filósofos da Escola de Frankfurt, cujas reflexões ainda orientam estudos até hoje. Foi nessa escola filosófica que surgiu o termo “indústria cultural”, dentre outros. São ideias de seus representantes:
Thomas Kuhn, em seu livro A Estrutura das Revoluções Científicas, afirma que “um paradigma é o que os membros de uma comunidade científica compartilham, e, inversamente, uma comunidade científica consiste em homens que compartilham um paradigma”.
(KUHN, Thomas S.; FOUCAULT, Michel. A Estrutura das Revoluções Científicas e Outros Ensaios. São Paulo: Editora Perspectiva, 2000, p. 176.)

Com base nessa definição, qual das alternativas a seguir melhor descreve o conceito de paradigma científico?
Marcus foi nomeado para ser professor de matemática na rede pública do Paraná. Em comemoração por essa conquista, decidiu que irá iniciar uma coleção de carros, começando com a compra de 5 unidades, todas distintas entre si, que serão escolhidas com as seguintes características:

Cores: branco, preto, prata, azul ou vermelho;
Categorias: sedã ou SUV;
Modelos: 2023, 2024 ou 2025.

De acordo com esses critérios, o total de maneiras distintas que Marcus poderá começar sua coleção de carros é um número:
A emergência de um espaço público significa que se criou um domínio público que “pertence a todos” (ta koina). O “público” deixa de ser um assunto “privado” – do rei, dos prelados, da burocracia, dos políticos, dos especialistas, etc. As decisões relativas aos assuntos comuns devem ser tomadas pela comunidade.
(CASTORIADIS, 1987, p. 311.)

Um dos aspectos da polis grega, que se associa ao surgimento e desenvolvimento da política, é:
Maquiavel teve curta passagem em cargos públicos no governo florentino, em um período complicado, de grande instabilidade política, no qual o poder passava de mão em mão em espaços de tempo relativamente curtos. Nessa troca de governantes, o referido escritor acaba demitido e exilado em seu próprio país, proibido de ocupar qualquer cargo público, inclusive com uma estadia na prisão. Já em liberdade, retorna à propriedade herdada de seus pais, e vive modestamente longe do glamour da vida pública. Nesse período recluso, ele passa a examinar os pensadores clássicos, e redige suas obras, dentre as quais cabe destacar a mais importante, que marcou seu nome na história do pensamento político: “O Príncipe”.
(WEFFORT, 2001, p. 16.)

Nessa obra em específico (O Príncipe), Maquiavel:
De acordo com Aristóteles, a felicidade (eudaimonia) é o bem supremo a ser alcançado pelo ser humano. Sobre a ética aristotélica e o conceito de felicidade, assinale a afirmativa correta.
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