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“Para contribuir para a compreensão do voto no primeiro turno para presidência de 2022, o LabCidade produziu leituras cartográficas que abrangem dimensões não exploradas nos mapas que foram publicados na imprensa [...]. As maiores diferenças a favor de Lula ocorrem no Amazonas e no interior da região Nordeste, mas também há áreas com mais votos em Lula no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais. Nas áreas rurais de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás, o voto bolsonarista tem uma vantagem menor sobre o voto em Lula. Bolsonaro tem vantagem mais ampla na chamada fronteira agrícola (norte de Mato Grosso e Rondônia) e também nos estados de Roraima e no litoral de Santa Catarina”.
Mapas eleitorais mostram vitórias de Lula e Bolsonaro, mas escondem disputas, Labcidade. 5 out. 2022.
Em plena Ditadura do Estado Novo, no dia 15 de setembro de 1941, os jangadeiros Manuel Olímpio Meira (Manuel Jacaré), Jerônimo André de Souza (Mestre Jerônimo), Raimundo Correia Lima (Tatá) e Manuel Pereira da Silva (Manuel Preto) empreenderam uma épica viagem de 61 dias, partindo da Praia de Iracema, em Fortaleza, até chegar na cidade do Rio de Janeiro, em uma jangada de seis paus cujo nome era São Pedro. O objetivo dos pescadores era serem recebidos pelo presidente Getúlio Vargas para apresentar-lhe algumas demandas. O fato foi veiculado pela mídia, a ponto deo renomado cineasta estadunidense Orson Welles ter realizado um filme não concluído sobre o evento em 1942. Suas filmagens foram descobertas em 1985 e montadas em um curta metragem intitulado Four men on a Raft (Quatro homens em uma jangada), de 1986, que compõe o documentário É tudo verdade – um filme inacabado de Orson Welles, de 1993.
A finalidade deste notável feito, que teve repercussão nacional e internacional, foi
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T E X T
Men Fall Behind in College Enrollment.
Women Still Play Catch-Up at Work.
The coronavirus upended the lives of millions of college students. The Wall Street Journal reported this week that men have been hit particularly hard — accounting for roughly three-fourths of pandemic-driven dropouts — and depicted an accelerating crisis in male enrollment.
A closer look at historical trends and the labor market reveals a more complex picture, one in which women keep playing catch-up in an economy structured to favor men.
In many ways, the college gender imbalance is not new. Women have outnumbered men on campus since the late 1970s. The ratio of female to male undergraduates increased much more from 1970 to 1980 than from 1980 to the present. And the numbers haven’t changed much in recent decades. In 1992, 55 percent of college students were women. By 2019, the number had nudged up to 57.4 percent.
While the shift in the college gender ratio is often characterized as men “falling behind,” men are actually more likely to go to college today than they were when they were the majority, many decades ago. In 1970, 32 percent of men 18 to 24were enrolled in college, a level that was most likely inflated by the opportunity to avoid being drafted into the Vietnam War. That percentage dropped to 24 percent in 1978 and then steadily grew to a stable 37 percent to 39 percent over the last decade.
The gender ratio mostly changed because female enrollment increased even faster, more than doubling over the last half-century.
Because of the change in ratio, some selective colleges discriminate against women in admissions to maintain a gender balance, as The Journal reported. Generally, admissions officials prefer to limit the disparity to 55 percent female and 45 percent male. Their reason not to let the gender ratio drift further toward 2 to 1 is straightforward: Such a ratio would most likely cause a decrease in applications.
In a New York Times essay in 2006 titled “To All the Girls I’ve Rejected,” the dean of admissions at Kenyon College at the time explained: “Beyond the availability of dance partners for the winter formal, gender balance matters in ways both large and small on a residential college campus. Once you become decidedly female in enrollment, fewer males and, as it turns out, fewer females find your campus attractive.”
The raw numbers don’t take into account the varying value of college degrees. Men still dominate in fields like technology and engineering, which offer some of the highest salaries for recent graduates. Perhaps not coincidentally, the professors in those fields remain overwhelmingly male.
Women surged into college because they were able to, but also because many had to. There are still some good-paying jobs available to men without college credentials. There are relatively few for such women. And despite the considerable cost in time and money of earning a degree, many female-dominated jobs don’t pay well.
The fact that the male-female wage gap remains large after more than four decades in which women outnumbered men in college strongly suggests that college alone offers a narrow view of opportunity. Women often seem stuck in place: As they overcome obstacles and use their degrees to move into male-dominated fields, the fields offer less pay in return.
None of this diminishes the significance of the male decrease in college enrollment and graduation. Educators view the male-driven dive in community college enrollment over the last 18 months as a calamity. The pandemic confirmed what was already known. Higher socioeconomic classes are deeply embedded in college and will bear considerable cost and inconvenience to stay there, even if it means watching lectures on a laptop in the room above your parent’s garage and missing a season of parties and football games.
For other people, college attendance is far more fragile. It does not define their identities and is not as important as earning a steady paycheck or starting and nurturing a family. In a time of crisis,it can be delayed — but the reality is that people who drop out of college are statistically unlikely to complete a degree.
Last year, women were less likely than men to leave community college, despite their disproportionate responsibility for caregiving and domestic work, because they no doubt understood the bleak long-term job prospects for women without a credential.
www.nytimes.com/Sept.9,2021
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Gonçalves, Márcia C. F. A morte e a vida da arte. In: Kriterion, vol. 45, nº 109, Jan./Jun. 2004.
Segundo a interpretação acima apresentada, o tema da “morte da arte”, em Hegel, pode ser corretamente entendido da seguinte forma:
RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
Darcy Ribeiro denomina o processo de formação do povo brasileiro de
( ) Os nomes científicos podem conter o nome do cientista que descreveu a espécie, de uma característica que apresenta, do lugar onde ocorre etc. ( ) As subespécies têm um nome composto por quatro palavras, sendo uma delas um adjetivo. ( ) Cada espécie é identificada por dois nomes em latim: o primeiro, em maiúscula, é o gênero; o segundo, em minúscula, é o epíteto específico. ( ) O nome científico é aceito em todas as línguas e a cada espécie atribui-se um único nome.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
VERNANT, Jean-Pierre. As origens da filosofia. In: Mito e pensamento entre os gregos. Tradução de Haiganuch Sarian. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990, p. 365.
Segundo essa célebre passagem, Jean-Pierre Vernant considera que o surgimento da Filosofia se deve
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( ) Sobre classes sociais, Karl Max concentra sua análise na contradição fundamental entre duas classes: a burguesia e o proletariado (contradição entre o capital e o trabalho).
( ) Uma classe é constituída por um grupo de pessoas que repartem o mesmo espaço social e territorial e, por isso, identificam-se por afinidades eletivas, independente da relação que mantenham com os meios de produção.
( ) Nas sociedades capitalistas, cada indivíduo tem seu lugar e possibilidade de mobilidade social, bastando para isto esforçar-se para aproveitar as oportunidades que são oferecidas a todos, indistintamente.
( ) O conceito de estratificação se dá pela divisão da sociedade em camadas ou estratos sociais em que os ocupantes de cada classe possuem acesso desigual a oportunidades sociais e recompensas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Atente para o que disse o jesuíta André João Antonil sobre a escravidão no Brasil:
“No Brasil, costumam dizer que para o escravo são necessários três PPP, a saber, pau, pão e pano. E, posto que comecem mal, principiando pelo castigo que é o pau, contudo, prouvera a Deus que tão abundante fosse o comer e o vestir como muitas vezes é o castigo, dado por qualquer causa pouco provada, ou levantada; e com instrumentos de muito rigor(...), de que se não usa com os brutos animais, fazendo algum senhor mais caso de um cavalo que de meia dúzia de escravos...”
ANTONIL, André João. Cultura e opulência do Brasil. 3. ed. Belo Horizonte: Itatiaia/Edusp, 1982, p.37. (Coleção Reconquista do Brasil). Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraFor m.do?select_action=&co_obra=1737
Com base no trecho acima e no que se sabe sobre o sistema escravista ocorrido no Brasil, é correto dizer que
Chama-se “Diversidade Sexual” as infinitas formas de vivência e expressão da sexualidade humana.
Disponível em:
https://lgbtseniores.wordpress.com/2017/08/29/afi
nal-o-que-e-diversidade-sexual/.
Acesso em 07.07.2019.
Considerando o enunciado acima, é correto afirmar
que
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Atente para o enunciado a seguir: “O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra –MST –é um dos mais importantes movimentos sociais do Brasil, tendo como foco as questões do trabalhador do campo, principalmente no tocante à luta pela reforma agrária brasileira”.
Disponível em: https://brasilescola. uol.com.br/sociologia/mst.htm.
No que diz respeito ao conceito de “movimentos sociais”, é correto afirmar que são