Questões de Concursos
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Nada por aqui
“É o saber da história como possibilidade e não como determinação. O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente, interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre mas também o de que intervém como sujeito de ocorrências. Não sou apenas objeto da História mas seu sujeito igualmente. No mundo da História, da cultura, da política, constato não para me adaptar mas para mudar.”
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, p. 76-77.
O trecho acima apresenta uma visão acerca da história, que pode ser associada à concepção
“[É] uma coisa bem notável que não haja homens [...] que não sejam capazes de arranjar em conjunto diversas palavras e de compô-las num discurso pelo qual façam entender seus pensamentos; [...] os homens que, tendo nascido surdos e mudos, são desprovidos dos órgãos que servem aos outros para falar, [...] costumam inventar eles próprios alguns sinais, pelos quais se fazem entender por quem, estando comumente com eles, disponha de lazer para aprender a sua língua.
”DESCARTES, R. Discurso do método, V.
A passagem acima informa sobre a relação entre pensamento e linguagem no racionalismo moderno. Sobre essa relação,pode-se afirmar corretamente que