Quanto à natureza, à competência e à jurisdição do TCU, julgue o item a seguir.
A jurisdição do TCU engloba todo o território nacional e
abrange qualquer pessoa responsável por haveres públicos,
inclusive seus sucessores, de forma ilimitada.
Considerando as disposições do Regimento Interno do TCE-PE
acerca de sua estrutura organizacional, relacione os órgãos desse
Tribunal à respectiva classificação regimental:
1. Órgão de Competência Originária
2. Órgãos Especiais
3. Órgão de Gestão
( ) Gabinete da Presidência
( ) Auditoria Geral
( ) Ministério Público de Contas
Assinale a opção que indica a relação correta na ordem
apresentada:
Ana, estagiária no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do
Pará, teve acesso a um expediente recém-protocolizado, cujo
objeto era uma consulta formulada pelo diretor-presidente de
uma autarquia estadual.
O supervisor de estágio solicitou que Ana realizasse uma análise
inicial, o que a levou a concluir que:
I. o consulente carece de legitimidade;
II. cabe ao relator sorteado decidir sobre a admissibilidade do
seu processamento;
III. caso seja admitida para análise, o processo relativo à consulta
tramitará em regime de urgência, se, por sua natureza, exija
imediata solução.
Ao analisar as afirmações de Ana, o supervisor lhe explicou,
corretamente, que, à luz do Regimento Interno:
O Ministério Público de Contas (MPC) integra a estrutura do
Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), exercendo,
dentre outras funções, a preservação da ordem jurídica e a defesa
do patrimônio público.
Sobre o MPC e as disposições do Regimento Interno do TCE-PE,
analise as afirmativas a seguir.
I. O TCE-PE fixa, por meio de Resolução, a regulamentação das
legitimações recursais dos membros do MPC.
II. Dois membros do MPC não podem atuar simultaneamente em
um mesmo processo nas sessões do Tribunal.
III. O membro do MPC tem o prazo contado em dobro para
apresentação de recursos quando atua como parte.
Uma unidade técnica do Tribunal de Contas do Estado de Roraima
foi incumbida de realizar levantamento no âmbito de certa
estrutura orgânica do Poder Executivo estadual, de modo a
identificar os aspectos pragmáticos afetos ao funcionamento de
um fundo gerido pela referida estrutura.
À luz dos balizamentos do Regimento Interno do Tribunal de
Contas de Roraima, assinale a afirmativa correta acerca da medida
a ser adotada pela referida unidade.
Após tomar posse no cargo de Procurador do Tribunal de Contas
do Estado de Pernambuco, João resolveu aprofundar o estudo da
Lei Orgânica da Corte de Contas Estadual, visando à prestação de
um serviço público de excelência.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Estadual nº
12.600/2004, não compete ao Tribunal de Contas do Estado de
Pernambuco:
Em determinado processo administrativo sob apreciação do
Tribunal de Contas do Estado de Roraima, que tem por objeto a
Tomada de Contas Especial de dirigente de ente da administração
pública indireta do Município Delta, foi encerrada a fase de
discussão e iniciada a de votação.
Considerando a disciplina estabelecida no Regimento Interno
do Tribunal de Contas do Estado de Roraima, a referida fase
pode ser
O Departamento de Controle Externo do Tribunal de Contas do
Estado do Pará está preparando o seu plano anual de fiscalização,
a ser apresentado ao Tribunal Pleno para deliberação.
Na identificação dos objetos auditáveis foram elencados, entre
outros:
[1]. Conhecimento do funcionamento da política de concessão de
benefícios fiscais.
[2]. Supervisionar o desempenho de modelagem de concessão de
serviço público de abastecimento de água e esgotamento
sanitário a ser realizada por ente municipal daqui a seis
meses.
[3]. Verificar o cumprimento pela Secretaria de Estado de Saúde
de determinações e recomendações prolatadas pelo Tribunal
de Contas para aperfeiçoamento da regulação em âmbito
estadual do sistema de saúde.
Os instrumentos de fiscalização que devem ser sugeridos em
função dos objetos [1], [2] e [3], considerando a definição
constante do Regimento Interno do TCE-PA, são,
respectivamente,
Nos termos da Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado de
Pernambuco, na fiscalização e julgamento de contas que lhe
competem, o Tribunal decidirá sobre a legalidade, a legitimidade,
a eficácia, a eficiência e a economicidade dos atos de gestão e das
despesas deles decorrentes, bem como sobre a aplicação de
subvenções e a renúncia de receitas. Ademais, o exercício do
controle externo junto às administrações estadual e municipal,
direta e indireta, será formalizado mediante auditorias ordinárias
e especiais.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei Estadual nº
12.600/2004, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para
verdadeira e (F) para falsa.
( ) Consideram-se auditorias ordinárias todas aquelas de
natureza orçamentária, financeira e patrimonial com o
objetivo de verificar a legalidade, a legitimidade e a
economicidade dos atos e fatos administrativos e a
compatibilidade dos registros às normas e princípios
geralmente aceitos.
( ) Consideram-se auditorias especiais todas aquelas instauradas
pelo Tribunal por provocação de autoridade competente,
quando constatadas situações de excepcionalidade, vedada a
atuação oficiosa da Corte, e ainda para a formalização
processual daquelas cuja natureza será atribuída pelo objetivo,
extensão e método de procedimento adotados, incluindo-se
as operacionais, seus monitoramentos, e as de tecnologia da
informação. ( ) Para fins de auditoria de tecnologia da informação, inclusive
por meio de inspeções, os jurisdicionados ficam obrigados a
disponibilizar o acesso a seu ambiente computacional e
sistemas de informação, sejam eles próprios ou de terceiros,
inclusive sua documentação técnica, completa e atualizada, e
respectivos dados.
O Presidente do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco
(TCE-PE) não realizou a prestação de contas de sua gestão no prazo
legalmente estabelecido.
Nessa hipótese, considerando as disposições da Lei Orgânica do
TCE-PE, a autoridade ou o órgão competente para instaurar a
respectiva tomada de contas especial é a (o):
No exercício de suas atribuições como auditor de controle
externo do Tribunal de Contas do Estado do Pará, regularmente
investido no cargo, Rozendo entendeu ser necessário averiguar
as normas aplicáveis aos servidores no tocante às relações com o
fiscalizado, à luz da Resolução nº 18.523/2013 (Código de Ética),
vindo a concluir corretamente que, durante os trabalhos de
fiscalização a cargo do Tribunal, o servidor deverá:
Julgue o item a seguir com base no Código de Ética dos Servidores do TCU. Não há impedimento ou suspeição em relação ao servidor do
TCU que seja designado para efetuar diligência em entidade estatal vinculada a ministério onde ele tenha realizado auditorias pelo sistema de controle interno, desde que o servidor não tenha atuado como advogado, perito ou servidor do sistema de controle interno em processo envolvendo a citada entidade estatal.
Sobre os Auditores / Conselheiros-Substitutos, analise as
afirmativas a seguir.
I. São inconstitucionais normas que atribuam a emissão de
pareceres opinativos aos auditores de Tribunal de Contas
estadual, por incompatibilidade com a função de judicatura de
contas.
II. Na ausência de Lei criando o cargo de Conselheiro-Substituto,
é constitucional a norma do Tribunal de Contas que preveja o
exercício das respectivas atribuições por servidor ocupante do
cargo de Auditor de Controle Externo.
III. O Conselheiro-Substituto, quando em substituição a
Conselheiro, terá as mesmas garantias e impedimentos,
vencimentos e vantagens do titular e quando no exercício de
suas atribuições funcionais, às de Juiz da mais alta entrância.
O Tribunal de Contas da União (TCU), ao examinar uma Tomada de Contas Especial, identificou a ocorrência de irregularidade geradora de dano ao erário devidamente quantificado.
Considerando-se que o responsável pela irregularidade e pelo dano ao erário já foi notificado para manifestar-se nos autos e que suas razões de defesa foram rejeitadas, o TCU deverá
João, José e Maria são Conselheiros do Tribunal de Contas do
Pará.
João, graduado em matemática e direito, é professor da rede de
ensino fundamental de um município paraense.
José é formado em medicina e atua como profissional liberal no
exercício dessa profissão, mantendo um consultório no centro da
capital paraense.
Maria mantém-se operante e dedicada à atividade políticopartidária, apesar de ter se desfiliado do partido que integrava ao
ser escolhida pelo parlamento estadual para o cargo de
Conselheira do TCE.
Considerando os fatos narrados na situação hipotética e tendo
em vista as vedações previstas no RITCE-PA, é correto afirmar
que
O Município Alfa, jurisdicionado do TCE-PI, após processo
licitatório, firmou contrato de fornecimento de produtos
hospitalares para seu Hospital Municipal, permitindo a prestação
do serviço público de saúde com regularidade.
Ato contínuo, o prefeito municipal nomeou sua filha, Carla, para
exercer cargo administrativo, no qual teria, entre outras
atribuições, a posição de fiscal do referido contrato.
Em sede de auditoria, o controle interno municipal identificou
superfaturamento no contrato de fornecimento de produtos
hospitalares e a prática de nepotismo, ante a nomeação de Carla
para o cargo administrativo, tendo imediatamente comunicado à
Corte de Contas.
Tendo tomado conhecimento dos fatos supramencionados, o
TCE-PI assinou prazo para que o Município adotasse as
providências necessárias ao exato cumprimento da lei, o que não
foi atendido.
Nos termos da Lei Orgânica do TCE-PI, com relação ao ato de
nomeação de Carla e ao contrato de fornecimento de produtos
hospitalares, com vistas a sanar as irregularidades apresentadas,
a Corte de Contas deverá
No exercício de sua função judicante, o Tribunal de Contas deve
assegurar aos seus jurisdicionados o direito constitucional ao
contraditório e à ampla defesa, o que inclui a prerrogativa de
recorrer das decisões da Corte de Contas.
A esse respeito, analise as situações a seguir.
I. João pretende recorrer de decisão interlocutória a cargo do
Relator, que entende ter-lhe sido prejudicial.
II. Maria pretende recorrer de decisão do Tribunal de Contas
fundada em erro de cálculo, que comprovará por meio de
apresentação de documentos novos.
Os recursos previstos na Lei Orgânica do TCE-PE que poderão ser
propostos, respectivamente, por João e Maria, são: