Questões de Concursos
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Nada por aqui
A missão do IBGE é “retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania”.
As opções a seguir descrevem como essa missão se concretiza, à exceção de uma, que está errada. Assinale-a.
Texto 2
Notícia publicada na imprensa na penúltima semana de setembro de 2019:
“Tráfico da Rocinha ameaça quem joga lixo na rua
Bandidos espalham cartazes em área onde houve deslizamentos de terra nas últimas chuvas, alertando moradores para não despejar detritos em beco. Medida seria tomada porque venda de drogas é interrompida quando a região alaga”.
Pedro é o responsável pela gestão de TI de uma instituição governamental que busca maior eficiência na área de TI para o atendimento de suas áreas de negócio. Considerando essa necessidade, surgiram termos, como: BPMN, COBIT, ITIL e PMBOK e Pedro deverá apresentar, à instituição, uma breve descrição a respeito de cada uma dessas abordagens. Diante do exposto, analise as assertivas apresentadas por Pedro e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O PMBOK é um GUIA de boas práticas para o gerenciamento de projetos, sendo uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas, métodos, processos e práticas estabelecidas.
II. O BPMN é uma Notação criada para ser compreensível a todos os envolvidos no processo de negócios. Assim, o BPMN cria uma ponte padronizada entre o design do processo de negócios e a implementação do processo.
III. O COBIT é um framework para a governança de IT. É fortemente focado mais nos controles e menos na execução.
IV. O ITIL é uma coleção abrangente de melhores práticas para gerenciamento de serviços de tecnologia da informação. O objetivo desta biblioteca é calibrar de maneira ideal os departamentos de TI para que funcionem de acordo com as necessidades dos negócios.
TEXTO I
O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?
Não deixe uma ligação rápida arruinar uma longa e confusa série de mensagens de WhatsApp
SILVIA LÓPEZ
Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Neste caso, seria: a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade meta jornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.
A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta.
Adaptado de<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html>. Acesso em: 25 jun. 2019